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Projeto cria carteira de identidade para funcionários de cartórios

Via: Registradores

O Projeto de Lei 9438/17, em análise na Câmara dos Deputados, cria um documento de identidade específico para notários, registradores e escreventes de cartórios, no mesmo molde já existente para outras categorias, como a de jornalistas. A proposta foi apresentada pelo deputado Gonzaga Patriota (PSB/PE).

Conforme o texto, a emissão da carteira será feita pela Confederação Nacional de Notários e Registradores (CNR) ou pelos entes sindicais de sua estrutura. O documento valerá em todo o território nacional, como prova de identidade.

As informações constantes da carteira incluirão nome completo, nome da mãe, nacionalidade e naturalidade, data de nascimento, serventia na qual trabalha, datas de expedição e de validade, fotografia, CPF e grupo sanguíneo, entre outras.

As normas para a expedição e o modelo do documento de identidade serão definidos pela Confederação Nacional de Notários e Registradores, mas o texto do projeto já adianta que a carteira de titular de delegação possuirá cor diferente da de escrevente.

Gonzaga Patriota lembra que, antes da Constituição de 1988, os notários e registradores eram considerados serventuários da Justiça e tinham carteiras de identificação expedidas pelos tribunais de Justiça. O projeto busca restabelecer esse direito. “É importante que essa identidade seja expedida para que os exercentes da atividade sejam devidamente identificados”, afirma o parlamentar.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
PL-9438/2017

Fonte: Registradores | www.iregistradores.org.br
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Confea, Receita e Embrapa discutem avaliação de imóveis rurais

Via: MundoGeo

Objetivo é que municípios e proprietários de imóveis adotem um padrão relativo ao uso e ocupação do solo para fins de tributação

Até o fim do ano, a Receita Federal começa a implantar a atualização da nova instrução normativa 1562, que tratará sobre a Avaliação dos Imóveis Rurais dos municípios brasileiros.

Em reunião no Confea, em junho, foi discutido o conteúdo desta instrução normativa, atualizando e integrando ações conjuntas com a Embrapa para que tanto os municípios, quanto os proprietários de imóveis rurais possam adotar um padrão adequado relativo ao uso e ocupação do solo para fins de tributação do Valor da Terra Nua – VTN.

Integrante do GT Atualização da NR 1562, instituído pela Deliberação PL nº 777/2018, o conselheiro federal Alessandro Machado informa que a iniciativa vem sendo discutida pelo ministério da Fazenda e é gerida pela Receita Federal. Engenheiro civil e engenheiro agrimensor, Alessandro Machado destaca ainda que esse cadastro integrado necessitará, “imprescindivelmente”, da participação dos profissionais da Engenharia e das Geociências para obter sucesso em sua implementação.

“Seria impraticável prever o funcionamento dessa engrenagem sem a participação dos profissionais devidamente habilitados que detenham, efetivamente, o conhecimento técnico, caso dos Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais que figuram como sendo os profissionais que, de fato, detêm toda a gama de conhecimentos imprescindíveis à efetiva caracterização de aptidão agrícola, face aos campos do saber dessa atividade comporem-se de um conjunto de conhecimentos intrínsecos e correlacionados, que constituem a base, sólida, de formação dos mesmos”.

O conselheiro federal acrescenta que “a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, criada por meio da Lei nº 6.496/1977, garante o vínculo entre o trabalho executado e o respectivo profissional que o elaborou, permitindo a devida responsabilização administrativa, cível e penal, em eventual imperícia, negligência ou imprudência, ensejando em maior confiabilidade das informações prestadas, decorrentes de trabalho executado de acordo com procedimento devidamente parametrizado, ou seja, as normas e procedimentos técnicos. Dessa maneira, a discussão trata de uma reflexão consciente acerca do nível de fidelidade dos dados que se pretende obter por meio dos levantamentos em tela. Ele também possibilitará a adequação das políticas públicas, relacionadas ao exercício das profissões regulamentadas pelo Sistema Confea/Crea”.

Grupo de Trabalho

instituicoes debatem avaliacao de imoveis rurais 300×168 Confea, Receita e Embrapa discutem avaliação de imóveis ruraisO GT manteve reuniões nos períodos de 28 a 30 de maio e de 12 a 14 de junho, quando encerrou suas atividades. Além de Alessandro Machado, ele foi constituído pelo analista da Gerência de Relacionamentos Institucionais do Confea, eng. agrim. Ângelo José Fábio, pelos auditores da Receita Federal Marco Antônio de Melo Breves, Stênio Marx Lacerda, Rosa Maria do Nascimento, Bárbara Ivna Soares Santos e Vanessa Weschenfelder Debarba, tendo como convidados os engenheiros agrônomos Sérgio Gomes Tôsto e Juares Barbosa Tomé Júnior, da Embrapa. Da parte do Confea, participaram das reuniões ainda, como convidados, o conselheiro federal Daniel Marcondes Salati, o analista de Tecnologia da Informação do Confea, Rodrigo de Souza Borges, o analista assistente do Conselho Diretor, eng. agr. Flávio Bolzan.

O Grupo de Trabalho elaborou uma minuta de nova Instrução Normativa para integrar as ações de cooperação entre a Receita Federal, Embrapa e Confea. “O maior avanço a que o GT se propõe, além de ações junto aos municípios, é a possibilidade de acesso a dados da Embrapa para auxílio ao profissional na elaboração do VTN – Valor da Terra Nua”.

Com informações da Equipe de Comunicação do Confea

Receita Federal publica manuais operacionais do Sinter

No dia 20 de julho passado foi publicado no Diário Oficial da União uma disposição da Receita Federal com os links para baixar os Manuais Operacionais do Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter), instituído pelo Decreto nº 8.764, de 10 de maio de 2016.

No conteúdo da Portaria Nº 1.091, de 20 de julho de 2018, consta o manual Operacional do Sinter, que fica a partir de agora disponível para download no site da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).

Eventuais atualizações, alterações e manutenções do Manual Operacional do Sinter serão divulgadas por ato da Coordenação-Geral de Gestão de Cadastros (Cocad).

Baixe agora:

Manual Operacional do Sinter – Modelo de Comunicação

Manual Operacional do Sinter – Modelo de Dados Registrais e Notariais

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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Área rural dedicada à vegetação nativa atinge 218 milhões de hectares

Foto: CAR 2018 Map – Divulgação

Via: Notícias Agrícolas

Os dados de novas inserções de imóveis ao Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), ao longo de um ano, revelaram que a participação do setor rural brasileiro na preservação ambiental é maior do que o estimado na primeira análise. Em fevereiro deste ano, agricultores, pecuaristas, silvicultores e extrativistas destinavam à preservação da vegetação nativa mais de 218 milhões de hectares, o equivalente a um quarto do território nacional (25,6%).

Os números foram coletados pela Embrapa Territorial (SP), a partir das informações mantidas no SiCAR pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Em média, é como se cada produtor rural utilizasse apenas metade de suas terras. A outra metade é ocupada com áreas de preservação permanente (às margens de corpos d’água e topos de morros), reserva legal e vegetação excedente. O centro de pesquisa estimou o valor do patrimônio fundiário imobilizado em preservação ambiental e chegou à cifra de R$ 3,1 trilhões.

O pesquisador Evaristo de Miranda, chefe-geral da Embrapa Territorial, chama a atenção para a distribuição desses espaços. “Eles estão extremamente conectados e recobrem todo o território nacional. As áreas preservadas pelos agricultores compõem um mosaico ambiental relevante e de grande dimensão com as chamadas áreas protegidas,” observa o cientista. Estas são formadas pelas terras indígenas e as unidades de conservação integral como parques nacionais, estações ecológicas e outras do gênero.

Mapeada detalhadamente pela Embrapa Territorial, a área total destinada à preservação, manutenção e proteção da vegetação nativa no Brasil ocupa 66,3% do território. Nesse número, estão os espaços preservados pelo segmento rural, as unidades de conservação integral, as terras indígenas, as terras devolutas e as ainda não cadastradas no SiCAR. Elas somam 631 milhões de hectares, área equivalente a 48 países da Europa somados.

Mais de 400 milhões de hectares cadastrados

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é uma exigência do Código Florestal Brasileiro de 2012 para todas as propriedades e posses rurais no Brasil. No CAR, cada produtor delimitou, além do perímetro do imóvel, suas áreas de preservação permanente, reserva legal e de vegetação excedente. Essa base de dados geocodificados foi construída sobre imagens de satélite com cinco metros de resolução espacial. No caso do estado de São Paulo, a resolução é melhor, de um metro. “Os dados são muito precisos”, afirma Miranda.

Para calcular o território dedicado à vegetação nativa, a equipe da Embrapa Territorial baixou e integrou ao seu Sistema de Inteligência Territorial Estratégica 180 gigabytes de dados de cada um dos 5.570 municípios brasileiros. Os materiais e os métodos utilizados, bem como os resultados, estão disponíveis na página da Embrapa sobre o CAR.

Até 31 de janeiro deste ano, estavam cadastrados no SiCAR pouco mais de 4,8 milhões de imóveis e 436,8 milhões de hectares de terras. Essa área já supera em 30% a que foi identificada no Censo Agropecuário 2006, o último disponível. Por isso, Miranda avalia que a análise da dimensão territorial da participação do segmento rural na preservação da vegetação nativa no Brasil está mensurada, pois os números devem ter pouca variação.

No entanto, o pesquisador ressalta que também é preciso analisar as dimensões econômica, social e ambiental. A primeira começou a ser estudada, com a mensuração do valor patrimonial imobilizado. “Mas há ainda o custo de oportunidade e as despesas com manutenção a serem calculados”, lembra. O centro de pesquisa está atuando no levantamento desses dois itens. Trabalhará ainda nas avaliações de impacto sobre empregos, impostos, estoques de carbono, indicadores de biodiversidade e serviços ambientais.

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Pará

Os dados do CAR permitem também avaliações regionalizadas da participação do segmento rural na preservação da vegetação nativa. A Embrapa Territorial fez esse trabalho para o Pará, a pedido da Federação da Agricultura e Pecuária daquele estado, a Faepa. Os números são semelhantes aos nacionais: em média, 57,6% dos imóveis não são utilizados para atividades econômicas, mas destinados a áreas de preservação permanente, reserva legal, vegetação excedente e hidrografia. Essas terras correspondem a 23% do território paraense. O estado ainda é caracterizado por extensas unidades de conservação e terras indígenas que, somadas e descontadas as sobreposições, ocupam mais de 45% do território paraense, cerca de 85,7 milhões de hectares.

O Pará está na chamada Amazônia Legal, onde o Código Florestal exige que 80% da propriedade seja reservada para vegetação nativa nas regiões com floresta. Mas o estado também tem áreas de cerrado e de campos gerais, em que a reserva legal pode ser de 35% e 20%, respectivamente. O Código ainda desobriga de recomposição florestal os produtores que abriram áreas anteriormente à publicação da lei, cumprindo as normas vigentes na época.

A Embrapa Territorial entregou para a Faepa os números de cada um dos 144 municípios paraenses. Para o analista Gustavo Spadotti, do centro de pesquisa, de posse dos dados em nível municipal, “os sindicatos que compõem a federação têm mais ferramentas para contribuir com o planejamento das administrações públicas locais e auxiliar os próprios agricultores”.

Porto de Moz, Juriti, Augusto Corrêa, Curuçá, São Caetano de Odivelas, Magalhães Barata, Aveiro, Maracanã, Almeirim e Oriximiná são os dez municípios com mais área dedicada à preservação dentro das propriedades. Em Porto Moz, essa porção ultrapassa 95,2% da área rural.

Oeste baiano tem R$11 bi em reservas legais

No Oeste da Bahia, a parcela dos imóveis rurais dedicada à preservação da vegetação nativa supera os 50%, em média, e atinge 52,1%, enquanto a exigência legal é de 20%. Isso equivale a 30,2% da área total da região preservada nos imóveis rurais. O Oeste baiano está no bioma Cerrado e compõe a região do Matopiba, acrônimo da área de expansão da agricultura no Brasil formada por partes dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

A mancha verde dos espaços reservados à preservação do Cerrado dentro das propriedades privadas recobre mais de quatro milhões de hectares, nos 32 municípios, cujos dados do CAR foram avaliados pela Embrapa Territorial. Nessa região, o valor médio do patrimônio fundiário imobilizado com vegetação nativa foi estimado, pelo centro de pesquisa, em aproximadamente R$ 11 bilhões.

Fonte: Notícias Agrícolas | www.noticiasagricolas.com.br
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“O mundo das geotecnologias” apresenta os avanços do Sistema de Informação Geográfica

Via: Segs

O livro da Editora Mackenzie, que será lançada durante a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, reúne a história e o desenvolvimento do Sistema de Informação Geográfica (SIG)

No dia 8 de agosto, a Editora Mackenzie lança o livro “O mundo das geotecnologias Subtítulo: ferramentas de análise e representação territorial” das autoras Carolina Bracco Delgado de Aguilar, Eleana Patta Flain e Eliene Corrêa Rodrigues Coelho, durante o 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A obra é um material introdutório à fundamentação de conhecimento inicial ao mundo das Geotecnologias, em grande expansão nos últimos anos.

O lançamento será no estande L050, da Associação Brasileira das Editoras Universitárias – ABEU, localizado na Rua XX. A 25ª Bienal acontece entre os dias 3 a 12 de agosto no Pavilhão de Exposições do Anhembi, com o tema “Venha fazer esse download de conhecimento” e vai reunir profissionais da cadeia produtiva do livro, como: escritores, tradutores, capistas, editores e livreiros.

As autoras abordam a evolução das Geotecnologias que atualmente fazem parte do cotidiano de humanidade e vêm se expandindo e evoluindo rapidamente, com períodos cada vez mais curtos de transformação e de evolução, visíveis no uso popularizado de aplicativos de mapas em aparelhos celulares, na utilização de imagens ou de fotografias aéreas para identificar rotas (“onde estou” para “onde ir”) ou características territoriais.

Cada capítulo corresponde a um breve panorama do universo de conhecimento e aos aspectos peculiares que poderiam ser tratados e aprofundados individualmente em uma publicação específica. Ao fim de cada capítulo, são apresentados ao leitor dicas de livros e de websites, nos quais é possível aprofundar o assunto, e ainda com um item “Recapitulando”, em que são destacados os principais conceitos abordados sobre cada tema.

Sobre o autor

Carolina Bracco Delgado de Aguilar é mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Arquiteta e Urbanista pela UPM. Docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UPM. Certificada em Gerenciamento de Projetos pelo Project Manager Institute (PMI). Responsável pela disciplina de Topografia II – Geoprocessamento desde 2014. Atua há mais de 10 anos na implementação de projetos de Geoprocessamento, entre os quais destacam-se: a implantação de geoprocessamento para o Sistema de Zoneamento e a implantação do Sistema de Informação Geográfica (SIG-SP), atuando no desenvolvimento da aplicação webmap GeoSampa, ambos os projetos para a prefeitura do município de São Paulo. Atuou também em projetos de geoprocessamento aplicado à análise ambiental e infraestrutura no setor de mineração e de transporte.

Eleana Patta Flain é doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Mestre em Engenharia de Construção Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP). Engenheira Civil pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UPM (FAU-Mackenzie). Exerceu as seguintes funções: docente na EPUSP, no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), no curso de Mestrado Profissionalizante do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), Chefe do Departamento de Técnicas de Arquitetura da FAU-Mackenzie e Diretora de Fiscalização e Acompanhamento de Obras na SEHAB-TO.

Eliene Corrêa Rodrigues Coelho é doutora em Ciências pela Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Sociais, Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP). Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Braz Cubas. Professora vinculada à Faculdade de Arquitetura da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Leciona as componentes curriculares de Topografia I e II, Introdução à topografia básica e geoprocessamento e, ainda, os componentes Estúdio de Urbanismo VI e VII. É atuante em planejamento urbano e no uso de sistemas de informações geográfica voltados às políticas públicas de desenvolvimento urbano e habitacional, desde 2002, e desenvolve pesquisas que relacionam o uso das geotecnologias para a melhoria do planejamento das cidades.

Ficha técnica:

Título: O mundo das geotecnologias

Subtítulo: Ferramentas de análise e representação territorial

Autoras: Carolina Bracco Delgado de Aguilar, Eleana Patta Flain, Eliene Corrêa Rodrigues Coelho

Origem: Nacional.

Editora: Editora Mackenzie.

Idioma: Português.

Edição: 1ª.

Ano de edição: 2018

País de produção: Brasil.

ISBN: 978-85-8293-730-3

Encadernação: Brochura.

Altura: 23 cm.

Largura: 16 cm.

Preço de capa:

Nº de páginas: 136.

Sobre a Editora

Especializada na publicação de livros acadêmicos e técnico-científicos, a Editora Mackenzie, com mais de 16 anos de mercado, publicou mais de 200 títulos de alguns dos mais renomados pesquisadores do país, nas áreas de Administração, Educação, Engenharia, Filosofia, Letras e Linguística, Psicologia, Teologia, entre outras, contribuindo para o desenvolvimento da educação brasileira.

Fonte: Segs | www.segs.com.br
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Georreferenciamento gratuito para até 15 módulos fiscais está em análise na CAE

A garantia de isenção dos custos dos serviços de identificação de propriedades rurais por meio de georreferenciamento, válida hoje para imóveis com área de até quatro módulos fiscais, poderá ser estendida às propriedades com até 15 módulos, no caso de desmembramento, parcelamento ou remembramento. É o que determina projeto do senador licenciado Benedito de Lira (PP-AL).

O PLS 64/2017 também estende a isenção de custos para autos judiciais ligados a imóveis rurais com até 15 módulos fiscais.

O texto prevê que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) proporcionará os meios necessários para identificar o imóvel rural beneficiado. Um ato normativo próprio definirá critérios técnicos e procedimentos para a execução da medição dos imóveis para fim de registro imobiliário. Para isso, o órgão poderá firmar convênios com estados e municípios.

Custos elevados

Apesar de obrigatório para todos os proprietários, até março de 2017 menos de 1% do universo de 2,4 milhões de imóveis rurais no país haviam sido georreferenciados, de acordo com dados do Incra.

Para Benedito, isso se deve em grande parte à falta de informações, à complexidade do processo e aos altos custos do serviço. Para ele, o quadro justifica a isenção para uma faixa maior de pequenos produtores.

O georreferenciamento serve para definir forma, dimensão e localização dos imóveis, por meio de técnicas de levantamento topográfico. É uma exigência definida em lei, que impõe a obrigatoriedade de descrição de limites por meio de coordenadas, características e imóveis confrontantes, mediante laudo assinado por profissional habilitado.

Já o módulo fiscal é uma unidade de medida fixada pelo Incra para cada município, a depender do tipo de cultura predominante e a renda na exploração, entre outros fatores. O módulo varia de 5 a 110 hectares.

A proposta aguarda relatório do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Designado inicialmente, o senador Vicentinho Alves (PT-TO) foi substituído na função por não integrar mais a Comissão de Assuntos Econômicos. O seu relatório havia sido favorável ao projeto. Ele argumentou que estender o georreferenciamento a uma parcela mais ampla de produtores dará ao governo maior poder de fiscalização a baixo custo.

O projeto será analisado depois, em votação final, pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA).

Fonte: Senado Notícias | www12.senado.leg.br
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Plataforma amplia geração de startups para o setor da construção civil

Imagem: Filipe Pessoa diz que desafios serão elencados para apresentar as oportunidades. Foto: Cesar/Divulgação

Via: Diário de Pernambuco

Parceria entre o Cesar e o Sebrae vai buscar oportunidades no estado para incorporar a inovação na cadeia produtiva do setor

Por: Luciana Morosini

Se a construção civil ainda tem uma mentalidade mais tradicional e caminha a passos lentos para incorporar a inovação em sua cadeia produtiva, o setor começa a despertar para isso e empresários pernambucanos do segmento já demonstram interesse pelo tema. Inclusive, investir em inovação é um dos fatores apontados para ajudar na retomada da economia, já que a construção é uma das molas propulsoras e gera 13 milhões de empregos no Brasil, segundo o governo federal. Nessa linha, o Cesar, em parceria com o Sebrae, lançou a Plataforma Integrada de Geração de Startups (PIGS), que tem como objetivo ampliar a eficiência de geração de startups que tem como foco a construção civil.

A plataforma vai contar com três fases distintas. Na primeira delas, será elencado um conjunto de oportunidades e desafios do setor através do engajamento com membros do setor. “Eles vão elencar de forma estruturada os desafios, mostrar o que é prioridade, vamos fazer entrevistas individualizadas e também ir a canteiros de obras ver onde os problemas acontecem”, explica Filipe Pessoa, executivo-chefe de empreendedorismo do Cesar. A partir deste conjunto de informações levantadas, serão estruturadas as oportunidades de inovação, como elas são relevantes para o setor e se existem concorrentes.

Na segunda fase, serão gerados experimentos para solucionar os desafios e problemas apresentados. “Vamos fazer várias dinâmicas, inclusive lançar um concurso para startups trazerem um briefing sobre aqueles propósitos e fazer um processo imersivo com grupos de seis a quatro pessoas para ficarem no Cesar desenvolvendo protótipos. Também vamos apresentar os desafios aos alunos de universidades de tecnologia para que eles também possam gerar os seus protótipos”, detalha. Ele acrescenta que as informações estarão abertas para consulta de qualquer pessoa que tenha interesse e possa se engajar.

Quando o conjunto de protótipos estiver pronto, o próximo passo é a fase de pré-aceleração. “Vamos pegar o protótipo e ver a aderência dele, experimentar o uso com os clientes e olhar os aspectos de negócios”, afirma Filipe Pessoa. Os melhores, podendo a chegar a cinco startups, seguem para a terceira fase, que é a da aceleração, que dura nove meses. Cada uma vai receber uma bolsa de R$ 100 mil. “Além do aporte de capital, vamos levar à banca investidores privados para apreciar a capacidade de aportar investimentos nessas startups”, acrescenta.

A iniciativa vai focar em Pernambuco neste primeiro momento, mas a ideia é levar as startups para todo o Brasil. “Sabemos que os desafios daqui devem ser 90% iguais em todo o país e a ideia é entregar serviços interessantes para o estado com a possibilidade de escalar em todo o Brasil”, conclui.

Fonte: Diário de Pernambuco | www.diariodepernambuco.com.br
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Utilização de drones em construções civis revoluciona setor e startup inaugura novo nicho de mercado

Via: Exame

O avanço tecnológico dos tempos modernos e a consolidação de cidades inteligentes fomenta um intenso uso tecnológico a fim de orientar sistemas de comunicação, informação, planejamento e infraestrutura das cidades. Os veículos aéreos não tripulados, os VANTs, são ferramentas que revolucionam a forma de gerir vários processos em múltiplas áreas. Esses equipamentos resistentes e versáteis já possuem regulamentação própria apresentada pela Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Os drones estão cada vez mais ganhando espaço e mostrando inúmeras possibilidades. Serviços de entrega já planejam ou já utilizam esses dispositivos, pesquisas e até mesmo estratégias de guerra podem se beneficiar.

Usando algumas ferramentas e filtrando os dados disponibilizados pelo Google, obtemos algumas informações interessantes sobre o Brasil, o mundo e os drones:

O Brasil é o país que mais pesquisa por drones da América Latina:

  • Os três primeiros colocados no mundo, em número de pesquisas pelo termo “drones” é, em ordem decrescente: França, Noruega e Holanda;
  • Os Estados Unidos aparecem logo após a Holanda, com cerca de 7 pontos a menos (em relação ao terceiro colocado);
  • Nenhum estado do sudeste brasileiro aparece entre os 10 maiores que pesquisam sobre drones;
    E os três primeiros colocados do Brasil são, em ordem decrescente: Distrito Federal, Roraima e Tocantins.

Mas o que tudo isso tem a ver com a construção civil?

O Sebrae realizou o estudo Cenários Prospectivos: o setor de construção no Brasil de 2016 a 2018, levando em consideração os impactos da situação política e econômica do País no setor da construção civil. Como resultado, foi apresentado um cenário possível até final de 2018 onde política e economia em sintonia, geram crescimento.

Neste cenário mais favorável, o PIB terá alta de 1,7% em 2018.

A construção civil no Brasil crescerá 3,3%. A melhoria do ambiente de negócios e a maior segurança jurídica estimularão o crescimento econômico do setor. Como ele depende de empréstimos de curto prazo e financiamentos, a redução da taxa de juros deverá incentivar o financiamento imobiliário, impulsionando a demanda.

Os drones alcançam locais aonde os olhos humanos geralmente não chegam e as imagens são de alta definição com um alcance visual específico. Permitindo mapeamentos e monitoramentos mais eficientes com melhor qualidade dos dados e diagnóstico de regiões, espécies e comunidades, além de resultados mais ágeis com visão mais apurada. O Google Earth disponibiliza imagens com 1 m de pixel, os DRONES modelo Phanton fornecem 2,5 cm de pixel.

Com essas informações sobre os DRONES e Mercado Imobiliário vamos entender rapidamente sobre BIM (Building Information Model) que em português pode ser traduzido para “Modelo de Informação da Construção” não se trata de um software específico, e sim de um conceito de virtualização, modelagem e gerenciamento das atividades inerentes ao projeto/construção de obras de engenharia, que no Brasil impactou a forma de projetar nos últimos anos.

Esses novos conceitos serão possíveis na medida em que as outras tecnologias forem incorporadas. Após o BIM, o próximo passo rumo à industrialização do setor será o uso de sensores que permitem o monitoramento das atividades no canteiro, que no caso da startup de Curitiba revolucionou seu uso dentro da construção civil, através da câmera de drones, que facilita um controle mais preciso do andamento da obra. Essas informações conectadas à Internet, permitirão com um baixo nível de investimento elevar a qualidade do produto a ser entregue.

A startup OBRA 3D, deu um grande salto neste conceito seguindo o modelo BIM, unindo tecnologia, inovação e relacionamento para dentro da construção civil. Através da ferramenta Obra 3D, o engenheiro maximiza seu tempo no gerenciamento da obra, realizando o acompanhamento de forma virtual e tridimensional, permitindo uma avaliação comparativa de evolução da obra, mensuração de espaço e controle do cronograma da mesma, conseguindo gerenciar diversas obras em regiões diferentes ao mesmo tempo. O serviço da Obra 3D é realizado em inspeções que podem ser realizadas a cada 30 dias, desde a terraplenagem até a entrega da chave ao cliente.

A ferramenta contribui ainda para potencialização das vendas de unidades restantes após lançamento e início das obras, pois apresenta aos seus futuros clientes de forma virtual o estado atual da obra, transmitindo mais credibilidade para concretização das vendas e mantem os clientes atuais informados sobre o andamento da obra.

Vantagens:

  • Serviço inovador e exclusivo no mercado;
  • Ferramenta de simples manuseio;
  • Potencializar a comercialização do empreendimento e ‘animar’ equipe de vendas e marketing;
  • Acompanhar o cumprimento do cronograma conforme o projeto;
  • Otimização de tempo e recursos financeiros, pois aumentara a supervisão de engenheiros, arquitetos, coordenadores e clientes do empreendimento ao canteiro de obra;
  • Mensurar o andamento da construção;
  • Comparação entre inspeções;
  • Valorizar o controle de qualidade da obra e materiais utilizados;
  • Disposição de modelo de 3D para checagem online e off-line;
  • Dados podem ser transformados em material didático para cursos e treinamentos internos da construtora, incorporadora ou instituições educacionais.

Resumindo as visitas que antes seriam constantes, poderão ser realizadas em um prazo maior de tempo, otimização dos recursos financeiros, ao invés de gastar tempo com deslocamento e horas percorrendo todo o perímetro da obra, ele pode acompanhar e avaliar, de onde estiver, diretamente na tela de seu computador acessando nossa plataforma com os arquivos de todos os ângulos e perímetros da obra e ainda divulgar estas imagens em 3D para o público interno, investidores e clientes. Dispondo de mais tempo para realizar outras atividades de sua responsabilidade poupando recursos e aumentando a produtividade.

Fonte: Exame | www.exame.abril.com.br
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CAR revela dados de preservação no Pará

As áreas em verde indicam espaços destinados à preservação da vegetação nativa dentro das propriedades rurais no Pará – Foto: Imagem: Embrapa Territorial

Via: Embrapa

Mais de 23% do território do Estado do Pará é dedicado à preservação da vegetação nativa dentro das propriedades rurais. Na média, 57,6% dos imóveis não são utilizados para atividades econômicas, mas sim destinados à áreas de preservação permanente (APPs), reserva legal (RL), vegetação excedente e hidrografia. O estado ainda é caracterizado por extensas unidades de conservação e terras indígenas que, somadas e descontadas as sobreposições, ocupam mais de 45% do território paraense, cerca de 85,7 milhões de hectares.

Esses números estão em análise realizada pela Embrapa Territorial para a Federação da Agricultura do Estado do Pará (Faepa), com base no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O trabalho foi entregue pelo analista Gustavo Spadotti, do centro de pesquisa, em 30 de maio, com palestra sobre o tema durante o 49º Encontro Ruralista, em Belém, PA.

O Pará está na chamada Amazônia Legal, onde o Código Florestal exige que 80% da propriedade seja reservada para vegetação nativa nas regiões com floresta. Mas o estado também tem áreas de cerrado e de campos gerais, em que a reserva legal pode ser de 35% e 20%, respectivamente. O Código ainda desobriga de recomposição florestal os produtores que abriram áreas anteriormente à publicação da lei, cumprindo as normas vigentes na época.

A assessora técnica da Faepa Eliana Zacca diz que o levantamento da Embrapa comprova o papel do produtor rural paraense como “grande preservador ambiental”. Chama a atenção, contudo, para os desafios da produção agropecuária no estado. “Evidencia-se a necessidade das propriedades rurais localizadas no bioma Amazônia terem maiores níveis de produtividade para serem competitivas, visto que precisam produzir mais em menor extensão de área comparativamente a propriedades localizadas em outras regiões do País”, pontua.

A Embrapa Territorial entregou para a Federação os números de cada um dos 144 municípios paraenses. Para Spadotti, da Embrapa Territorial, de posse dos dados em nível municipal, “os sindicatos que compõem a Faepa têm mais ferramentas para contribuir com o planejamento das administrações públicas locais e auxiliar os próprios agricultores”.

Porto de Moz, Juriti, Augusto Corrêa, Curuça, São Caetano de Odivelas, Magalhães Barata, Aveiro, Maracanã, Almeirim e Oriximiná são os dez municípios com mais área dedicada à preservação dentro das propriedades. Em Porto Moz, essa porção ultrapassa 95,2% da área rural. “Essa situação, por si só, já indica a necessidade de políticas públicas diferenciadas e compensatórias para esses municípios, uma vez que o seu potencial de produção é inibido e limitado”, defende a assessora da Faepa. Na opinião dela, as opções para geração de renda no campo nas localidades com quase toda a área rural dedicada à vegetação nativa, são limitadas. “Uma opção que se revela é a do Ecoturismo, mas, nesse caso, é necessário que o Governo realize a efetiva implantação das Unidades de Conservação já criadas, e promova a implantação da infraestrutura”, pondera.

Vivian Chies (MTb 42.643/SP)
Embrapa Territorial

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IBGE lança versão 2018 da base cartográfica do Rio de Janeiro

Via: MundoGeo

Base está disponível em formato digital para utilização em diferentes sistemas SIG

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lança hoje (28/6) a versão 2018 da base cartográfica vetorial contínua do estado do Rio de Janeiro na escala 1:25.000 – BC25_RJ.

Nesta nova versão, foram atualizadas as principais classes da categoria de Sistema de Transporte.

A base está disponível em formato digital, para utilização em diferentes Sistemas de Informação Geográfica, e pode ser acessada através do ftp do IBGE.

Esta base cartográfica, cuja primeira versão publicada é de 2017, foi produzida em parceria com a Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA-RJ) e permite, dentre outras aplicações, o planejamento territorial dos municípios, com destaque para a elaboração de planos diretores municipais.

Suas aplicações na área de gestão ambiental envolvem planejamento de Unidades de Conservação, delimitação das Áreas de Preservação Permanente (APP), estudos de bacias hidrográficas, projetos básicos de recuperação ambiental, além de análises posicionais de empreendimentos submetidos ao licenciamento ambiental.

Ressalta-se também a importância dessa base cartográfica para a geração das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações, no âmbito do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais.

A BC25_RJ – versão 2018 foi atualizada a partir de imagens orbitais (RapidEye e Sentinel-2), ortomosaicos derivados de cobertura aerofotogramétrica cedidos pela Câmara Metropolitana do Rio de Janeiro, e dados de outras instituições parceiras, como DNIT e DER/RJ, permitindo a atualização das principais classes da categoria de Sistema de Transporte.

Dentre os elementos atualizados destacam-se as rodovias federais e estaduais, pontes, túneis, viadutos e corredores expressos, como Arco Metropolitano, Transolímpica, Transcarioca, Transoeste e Transoceânica.

A BC25-RJ está disponível em formato livre (shapefile, geopackage e dump do PostGis), para utilização em Sistemas de Informação Geográfica, sendo compatível com diferentes softwares de leitura dados geoespaciais.

A nova base segue a versão 2.1.3 das Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais, contemplando, além do sistema de transporte, as demais 12 categorias de informação previstas na ET-EDGV, que são: relevo; hidrografia; vegetação; pontos de referência; localidades; limites; estrutura econômica; energia e comunicações; abastecimento de água e saneamento básico; saúde e serviço social; educação e cultura; e administração pública.

Esse produto também pode ser acessado via portal da INDE, assim como seus metadados estão disponíveis nos catálogos de metadados da INDE e do IBGE.

Com informações do IBGE

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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Incra/PB intensifica ações de georreferenciamento em assentamentos

A Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária na Paraíba (Incra/PB) está intensificando, nas áreas de assentamentos do estado, os trabalhos de georreferenciamento necessários à emissão de títulos de domínio que garantem a propriedade definitiva da terra às famílias de trabalhadores rurais assentados.

Para dar agilidade ao georreferenciamento dos lotes e, consequentemente, à titulação definitiva das famílias, o Incra/PB tem trabalhado com três possibilidades de execução dos serviços: pelos servidores do Incra; através de técnicos certificados pela autarquia e custeados pelas associações dos assentamentos; e através de acordos de cooperação técnica assinados com prefeituras.
No Incra/PB, o trabalho é feito pelos servidores do Setor de Cartografia da Divisão de Ordenamento da Estrutura Fundiária, com recursos federais, contemplando assentamentos de todas as regiões do estado.
Também é possível, de acordo com a Norma Técnica Conjunta Nº 01/2017, das divisões de Ordenamento da Estrutura Fundiária e de Desenvolvimento de Projetos de Assentamentos do Incra, que as próprias famílias assentadas, organizadas em associação, contratem o serviço de técnicos certificados pelo Incra para o georreferenciamento de seus lotes. As famílias custeiam os trabalhos e repassam as peças técnicas para o Incra através de um termo de doação, acelerando o processo de obtenção dos títulos de domínio.
O Incra/PB também tem procurado as prefeituras paraibanas para firmar acordos de cooperação técnica para a realização, com recursos municipais, de ações de georreferenciamento dos assentamentos.
“Agilizar o georreferenciamento das áreas de reforma agrária é muito importante, porque é o primeiro passo para que as famílias assentadas conquistem os documentos que garantem a posse definitiva de seus lotes”, afirmou o superintendente regional do Incra/PB, Rinaldo Maranhão.
Títulos definitivos
O título definitivo, ou título de domínio, é o instrumento que transfere o imóvel rural ao beneficiário da reforma agrária em caráter definitivo. É garantido pelas leis 8.629/93 e 13.465/17, quando verificado que foram cumpridas as cláusulas do contrato de concessão de uso e que o assentado tem condições de pagar o título de domínio em 20 parcelas anuais.
Além da garantia da propriedade da terra para os trabalhadores rurais assentados, a titulação efetuada pelo Incra contém dispositivos norteadores dos direitos e deveres dos participantes do processo de reforma agrária, especialmente do poder público – representado pelo Incra – e dos beneficiários, caracterizado pelos assentados.
Tendo em vista a importância da política de titulação dos assentamentos, que representa o coroamento do processo reformista, o Incra disponibiliza a relação dos beneficiários contemplados com os documentos de titulação a partir de 2001, em cada uma das superintendências regionais, conferindo publicidade ao processo de recebimento de títulos de domínio e de concessão de uso de imóveis objeto de reforma agrária.
Fonte: Paraiba.com | www.paraiba.com.br
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