Aminoagro-e-Dimicron-levam-informações-e-entretenimento-sobre-solo-e-semente-na-Agrotins-2017

Aminoagro e Dimicron levam informações e entretenimento sobre solo e semente na Agrotins 2017

Via: Notícias Agrícolas

As empresas promoverão debates com especialistas das áreas, sobre revitalização de solos e qualidade de sementes

Aminoagro e Dimicron, que pertencem ao grupo Fertiláqua, participarão da Agrotins 2017 – Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins, entre os dias 09 e 13 de maio. As empresas levarão novidades tecnológicas e conhecimento sobre sementes e solos aos produtores rurais, além de entretenimento com sessões gratuitas de filme cine 6D.

“O estado do Tocantins é uma região agrícola importante para o país e que está em plena expansão. Participar do evento é mais uma forma de estarmos próximos ao produtor rural e apresentar a ele as inovações tecnológicas e o que a empresa possui de mais moderno no mercado. Precisamos começar a conscientizar os produtores rurais sobre a importância do cuidado com o solo e qualidade da semente para uma agricultura mais responsável e produtiva”, explica João Paulo Frez, gerente regional de vendas da Fertiláqua.

O Notícias Agrícolas transmitirá os debates ao vivo no site e você pode enviar suas perguntas durante a transmissão diretamente da sua casa através do nosso WhatsApp: (66) 9 9606-0760.

Aminoagro

A Aminoagro, em parceria com a Produtécnica, apresentará a Cápsula Fertiláqua, um filme cine 6D com imagens, sons e sensações que permitem entender melhor a relevância de conceitos básicos que influenciam diretamente a produtividade das lavouras, que são solos revitalizados e sementes de qualidade, com duração de quatro minutos.  Para participar da atração especial, basta o visitante entrar no estande da empresa, que o levará a uma viagem futurista e única.

Além disso, no dia 12, às 17h30, a Aminoagro promoverá o debate de revitalização de solos, com o Professor Doutor de solos, titular da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Telmo Amado.

Dimicron

A Dimicron, junto com a Focoagro, em seu estande disponibilizará os serviços do Laboratório de Análise de Sementes (LAS), onde serão realizadas demonstrações e análises para mostrar, de forma prática, a diferença entre sementes de alto e de baixo vigor, e as consequências que podem acarretar na produtividade em lavouras de grãos.

Visitantes e expositores poderão participar no estande da Dimicron do debate sobre qualidade de sementes, às 8h30, também no dia 12, com o Professor Doutor de sementes Paulo Dejalma Zimmer, da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL).

A Feira será realizada no Centro Agrotecnológico de Palmas, localizado no Km 23 da Rodovia TO-050.

Para mais informações sobre a feira, acesse: http://agrotins.to.gov.br/

Fonte: Notícias Agrícolas  | www.noticiasagricolas.com.br

Leia Mais

Tecnologias-agrícolas-Agronow-lança-aplicativo-para-mapear-colheita

Tecnologias agrícolas: Agronow lança aplicativo para mapear colheita

Via: Mundo Geo

Aplicativo permite ao produtor e a outros profissionais da agronomia mapear toda a sua área produtiva, projetando a produtividade da colheita em segundos

Já imaginou ter na tela do celular um mapeamento que estima, informa e projeta a produtividade da colheita futura em segundos, com alta taxa de acerto (acima de 90%) e a um preço viável?

A tecnologia desenvolvida pela Agronow, startup sediada em São José dos Campos (90 km de São Paulo), oferece a todos os produtores rurais, dos pequenos aos que operam em escala global, essa possibilidade – localizar pragas, aplicar insumos de maneira mais eficiente, identificar áreas mais e menos férteis, além de prever quanto a safra vai produzir e fornecer dados sobre o cultivos passados e o atual – bastando alguns toques na tela do smartphone.

Ferramenta revolucionária no agronegócio, a Agronow nasceu como plataforma web em novembro do ano passado. Em março, a tecnologia ganhou os celulares, com o lançamento do aplicativo Agronow.

Em apenas um mês, foram registrados mais de 640 downloads do aplicativo.

“Estamos bastante otimistas com o nosso app. Com certeza esse lançamento irá levar a nossa plataforma para outro patamar. Como muitos dos nossos clientes já haviam nos cobrado, enxergamos que esse era o momento para melhorarmos o atendimento e criarmos um aplicativo completo e robusto, simples e de fácil acesso, que pudesse rodar sem falhar e, consequentemente, melhorar todo o nosso serviço”, explica o CEO da Agronow, Antônio Morelli.

Dessa forma, os mais de 2.500 usuários da ferramenta (números de abril de 2017), já podem visualizar na palma da mão toda a sua área de plantação. Com poucos toques, é possível levantar informações de colheitas passadas, adicionar fotos da situação atual e montar quadros comparativos e análises históricas, criando um verdadeiro big data do campo.

Além disso, o aplicativo oferece todas as funcionalidades da plataforma web, com mapas de produtividade, umidade, temperatura, além dos índices de vegetação, de área foliar e de vegetação ajustado ao solo. Tudo isso de forma prática e fácil, disponível online e offline.

“Oferecemos ao agricultor a possibilidade de entrar em uma nova era de informação do campo”, explica Antonio Morelli, CEO da Agronow.

O app foi desenvolvido pela equipe da Agronow, é totalmente gratuito e está disponível para todos os usuários ativos da plataforma que possuem smartphone com sistema Android (em breve, poderá ser utilizados em sistemas iOS). O mapeamento oferecido pela Agronow custa a partir de R$ 19 por mês e pode ser utilizado tanto no celular como em laptops ou desktops. Desde sua criação, o sistema da Agronow já processou mais de 1 bilhão de hectares.

Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

remineralizacao-do-solo

Remineralização do solo pode ser alternativa a produtos químicos

Via Cultivar

A remineralização do solo pode ser importante solução para sua recuperação, de acordo com a pesquisadora, doutora em solos e engenheira agrônoma Cláudia Goergen, da Universidade de Brasília (UnB). Cláudia Goergen fez palestra sobre o tema Remineralização do solo: nova fronteira para a ciência, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em evento do Dia Internacional dos Solos, nesta segunda-feira (5).

Segundo Cláudia Goergen, a remineralização favorece a recuperação de solos desgastados, contribuindo para o rejuvenescimento e a produção de nutrientes essenciais ao cultivo de plantas. “Por meio desse procedimento, adicionamos, ao solo minerais com constituição química de alta fertilidade, que não se dissolvem rapidamente”.

A engenheira agrônoma alerta que o procedimento ainda está em fase inicial e que a remineralização é um processo único para cada região, devido às especificidades de solo, mas que já apresenta bons resultados nas áreas onde foi aplicado.

Para o chefe da Divisão de Agricultura Conservacionista do Mapa, Maurício Carvalho de Oliveira, o novo conceito de recuperação e enriquecimento de solos contribuirá, na agricultura, com redução de custos para o produtor e com a qualidade ambiental, uma vez que resíduos de mineradoras também podem ser reutilizados no processo. “É esperado que se utilize menos produtos químicos nas lavouras a partir do uso desse procedimento. Dentro de um futuro breve, ele vai trazer resultados positivos ao bolso do produtor e ao meio ambiente”, ressaltou.

Fonte: Cultivar | www.grupocultivar.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

mapeamento-do-solo

Embrapa coordenará mapeamento completo dos solos brasileiros

Via Notícias Agrícolas

Um trabalho inédito de grandes proporções irá elevar o conhecimento sobre os solos brasileiros. Coordenado pela Embrapa, o Programa Nacional de Solos do Brasil (Pronasolos) pretende mapear o território brasileiro e gerar dados com diferentes graus de detalhamento para subsidiar políticas públicas, auxiliar gestão territorial, embasar agricultura de precisão e apoiar decisões de concessão do crédito agrícola, entre muitas outras aplicações. Orçado em até R$ 3 bilhões de reais, o Pronasolos deve gerar ganhos de R$40 bilhões ao País dentro de uma década, de acordo com especialistas.

O Programa envolverá diversos ministérios e órgãos federais em torno de um objetivo: fazer o mapeamento do solo de norte a sul do Brasil no período entre 10 e 30 anos, em escalas que tornem viáveis a correta tomada de decisão e estabelecimento de políticas públicas nos níveis municipal, estadual e federal – 1:25 mil, 1:50 mil, 1:100 mil, respectivamente. Isso significa que cada um centímetro do mapa corresponde a um quilômetro de área (na escala de 1:100 mil). A definição das escalas dependerá das prioridades governamentais. O maior detalhamento (de 1:25 mil) é desejável, por exemplo, para o planejamento de propriedades e na agricultura de precisão, o que vai influenciar diretamente na concessão de crédito rural.

O Brasil paga um preço alto por não conhecer melhor seu solo: falta de água no campo em grandes metrópoles; intensos processos erosivos do solo na área rural, que agravam enchentes e provocam desperdício de insumos agropecuários, entre várias outras consequências. Dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA) indicam que 140 milhões de hectares de terras brasileiras estão degradadas, o que corresponde a 16,5% do território nacional.

No mundo, 33% do solo sofre degradação de moderada a alta, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). São áreas que tiveram sua capacidade produtiva reduzida pela erosão, impermeabilização, salinização, poluição, entre outros. A quantidade de solo perdida por ano chega a 24 bilhões de toneladas, ainda segundo dados da FAO. Para agravar, daqui a pouco mais de três décadas, o mundo terá 9,6 bilhões de habitantes, exigindo que a produção de alimentos aumente em 65%.

Desafios e benefícios

“O Pronasolos deverá melhorar nossa competitividade no mercado externo de produtos agrícolas. Ao fim do projeto estaremos no mesmo nível de países mais avançados em mapeamentos, como Estados Unidos, que realizou essa identificação desde a década de 1960, e Austrália”, prevê o pesquisador José Carlos Polidoro, chefe de P&D da Embrapa Solos.

Está prevista a elaboração de um grande banco de dados para disponibilização à sociedade em linguagem acessível com todas as informações sobre o solo, ao fim do programa.

No entanto, o projeto para ser executado necessita de diversos fatores, tais como ampla rede de laboratórios, técnicos de campo, trabalho cooperativo de diversas instituições, formação de mão de obra especializada, etc.

A Embrapa Solos está à frente de um projeto especial da Embrapa, que contará com a participação efetiva de várias instituições parceiras, cujo objetivo é mostrar o caminho para a implantação e implementação do Pronasolos.

Segundo Polidoro, o Projeto Especial visa dar subsídios em 12 meses para a implantação do Pronasolos. Só então será possível executar o megaprograma. “A Embrapa assumiu a coordenação dessa rede de parceiros por sua tradição em levantamentos de solos, sua história e por ter sido nominalmente citada no Acórdão do Tribunal de Contas da União [que originou o Programa]”, explica Polidoro.

Segundo o chefe-geral da Embrapa Solos, Daniel Vidal Pérez, a Casa Civil da Presidência da República já demonstrou interesse pelo assunto e recentemente reuniu representantes das instituições e ministérios responsáveis pela execução do Pronasolos.

“A implantação dos Pronasolos deverá proporcionar ganhos na produtividade, economia nos insumos e auxiliar na sustentabilidade do sistema agrícola, diminuindo as emissões de gases do efeito estufa”, acredita a pesquisadora Maria de Lourdes Mendonça, atual chefe-geral da Embrapa Cocais (MA).

Efeitos ambientais

De acordo com o Terceiro Inventário Nacional de Emissões de Gases de Efeito Estufa, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em 2010 a agricultura foi o setor que mais contribuiu para as emissões de gases de efeito estufa no Brasil, com 32% das emissões totais, sendo seguido pelos setores de energia (29%), uso da terra, mudança do uso da terra e florestas (28%), processos industriais (7%) e tratamento de resíduos (4%). “No entanto, a análise simples desses dados, pode levar a uma interpretação errônea sobre a agricultura brasileira. A importância relativa do setor foi aumentada nesse último Inventário, devido à mitigação das emissões proveniente da redução do desmatamento, em especial da Amazônia”, explica Renato de Aragão Ribeiro Rodrigues, pesquisador da Embrapa Solos, especialista em mudanças climáticas. “O manejo adequado do solo é uma poderosa ferramenta de mitigação das emissões, reduzindo a necessidade por fertilizantes nitrogenados – principal fonte de emissão de óxido nitroso”, acrescenta.

Para o pesquisador, o correto manejo do solo é capaz de melhorar a quantidade e qualidade do alimento oferecido aos animais em pastagens. “Isso é importante porque a emissão de metano por fermentação entérica de ruminantes, em especial, bovinos, é a principal fonte de emissão da agricultura brasileira”, afirma Aragão.

Segundo dados da FAO, o Brasil possui 140 milhões de hectares com diferentes níveis de erosão (o equivalente a mais de nove milhões e 500 mil Maracanãs) e precisa reverter esse quadro o quanto antes. Com o Pronasolos será possível evitar que novas degradações aconteçam e facilitará na recuperação de áreas degradadas. “A erosão faz o solo perder seus atributos químicos, físicos e biológicos. Também provoca a perda de qualidade e disponibilidade de água especialmente para consumo humano”, enumera Aluísio Granato de Andrade, pesquisador da Embrapa Solos com trabalhos voltados para uso, manejo, conservação e recuperação do solo. Sem cobertura florestal, a água não consegue penetrar corretamente nos lençóis freáticos, causando diminuição na quantidade de água.

Uma área de terras degradadas faz com que as populações sejam forçadas a tentar produzir em terras marginais, não aptas para lavouras ou pastagens, ou avancem em direção a terras mais frágeis (Amazônia e Pantanal, por exemplo), multiplicando desesperadoramente a degradação.

A atividade humana sem conhecimento dos recursos naturais – solo, água e biodiversidade -, a falta de planejamento em diferentes escalas, o uso de sistemas não adequados de manejo, o desmatamento incorreto, a exploração do solo acima de sua capacidade (superpastoreio, agricultura extensiva), além do crescimento urbano e industrial desordenados dão origem a uma sequência de ações que influem sobre as propriedades e a natureza do solo, tornando-o mais susceptível às forças naturais de degradação e afetando consideravelmente a quantidade e qualidade da água.

Com um terço de suas terras degradadas, nos Estados Unidos a erosão causa prejuízos anuais na ordem de 10 bilhões de dólares ao ano.

Mudar essa realidade no Brasil deverá ser uma prioridade fundamental para a agricultura do País nos próximos anos.

Histórico

Levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 2015 constatou uma série de problemas com as informações sobre solos no País. O conhecimento atual não é insuficiente, há dificuldade no acesso aos poucos dados disponíveis, inconsistências nas informações oficiais de ocupação do território, sobreposição e lacunas de atuação governamental, complexidade e dispersão da legislação brasileira sobre o assunto.

A expectativa é de que o Pronasolos contribua para solucionar o problema. O TCU elaborou um acórdão no fim do ano passado envolvendo vários ministérios e que indica a Embrapa como uma dos principais responsáveis por esse levantamento. Nos Estados Unidos, desde 1966 há uma legislação sobre solo e água e o território daquele país é todo mapeado em escalas que chegam a 1:15 mil. No Brasil, há apenas 25 quilômetros quadrados em todo o seu território com detalhamento similar. O Programa Nacional de Solos do Brasil surge como um importante passo para superar essa lacuna.

Uma tecnologia que trará grande agilidade na identificação dos solos é a SpecSolo, desenvolvida pela Embrapa Solos. Por meio dela, dezenas de parâmetros de fertilidade (carbono orgânico do solo, pH, cálcio, magnésio, fósforo, potássio dentre outros) e física do solo (argila, silte e areia) podem ser analisados simultaneamente em apenas 30 segundos. A análise convencional demora dias para apresentar os mesmos parâmetros.

Uma nota técnica enviada em maio de 2015 para a Presidência da Embrapa, assinada pela equipe de Pedologia da Embrapa Solos (RJ), traçou um raio-x sobre a falta de informação sobre os solos brasileiros, os consequentes prejuízos à nação e a proposta de criação do Pronasolos. A nota técnica passou por diversas esferas do governo federal e, em agosto de 2015, o TCU emitiu um acórdão no qual consta uma série de recomendações a serem cumpridas por diversos ministérios e pelo governo federal no sentido de promover o levantamento e disponibilização de informações sobre solos no Brasil. “O Tribunal de Contas nos deu um prazo de 120 dias para a elaboração de um plano de providências para atender às recomendações contidas no relatório de Auditoria Operacional de Governança de Solos”, afirmou Polidoro. Em dezembro, uma equipe formada por 11 Unidades da Embrapa, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS), Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Universidade Federal do Piauí (UFPI) e Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento (Mapa) disponibilizaram a primeira versão do documento que servirá de base para a implantação do Pronasolos.

Fonte: Notícias Agrícolas | www.noticiasagricolas.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

levantamento-de-solos-1

Embrapa apresenta programa nacional de levantamento de solos

Via Notícias Agrícolas

“Um solo sadio gera uma planta sadia e esta não será atacada por pragas”. Esta frase é da doutora em Ciências Agronômicas Ana Maria Primavesi, um ícone da pesquisa agronômica que completou 96 anos nesta semana. Há muito tempo ela prega a importância dos solos para a sustentabilidade da agricultura no Brasil. E um passo importante começa a ser dado pela Embrapa Solos com o Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos).

Na quarta (05), o programa foi apresentado para diretores e analistas da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja). “Hoje a informação sobre solos no Brasil é insuficiente para que pratiquemos uma agropecuária de alta performance com conservação de recursos naturais, lucratividade e sustentabilidade. Para conservar os recursos naturais que temos, é preciso melhor conhecer a formação dos solos”, explica José Carlos Polidoro, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Solos.

O pesquisador destaca a importância de Mato Grosso neste projeto, pois tem um intenso uso da terra e é um estado importante para a produção agropecuária brasileira. “Tem um potencial produtivo maior do que o atual, mas não tem informação de solo suficiente para fazer o planejamento do uso da terra, o que é fundamental para que se atinja altos patamares de produtividade”, afirma Polidoro.

Os Estados Unidos, maior concorrente do Brasil em commodities agrícolas, tem um projeto de levantamento e informações de solos desde 1966. Segundo Polidoro, o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou a necessidade de o País ter governança em solos. “O solo é o maior patrimônio de um país e, por isso, o projeto é fundamental. Devemos ter a ciência como aliada para a sustentabilidade do nosso negócio. Não adianta boas cultivares e manejo de pragas e doenças, se o solo não for bom”, comenta Nery Ribas, diretor técnico da Aprosoja.

O projeto em Mato Grosso deve iniciar com inventário e informações que já foram levantadas e, a partir de 2018, iniciar o trabalho de pesquisa e catalogação dos solos.

Fonte: Notícias Agrícolas | www.noticiasagricolas.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc

Seminário apresenta proposta de projeto de lei sobre o uso do solo e da água no meio rural

Via Ministério da Agricultura

Texto foi elaborado pelos ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente e da Integração Nacional

Para regulamentar as práticas de manejo de solo e o uso de recursos hídricos, representantes do governo federal apresentaram proposta de projeto de lei que institui a Política Nacional de Conservação do Solo e da Água no Meio Rural. A sugestão foi apresentada durante seminário, na quinta-feira (14), na Escola Nacional de Gestão Agropecuário (Enagro), em Brasília. O evento faz parte das atividades do Dia Nacional da Conservação do Solo, comemorado na sexta-feira (15).

A proposta prevê, por exemplo, o mapeamento do solo, a criação de uma base de dados e a capacitação de técnicos e de produtores rurais para a difusão de conhecimentos e tecnologias capazes de prevenir e controlar os processos erosivos e outras formas de degradação.

“A sociedade precisa conhecer o valor do solo e tratá-lo de forma adequada. O desafio é fazer o seu mapeamento em escalas compatíveis com as necessidades de cada região e dar assistência apropriada ao produtor”, disse Maurício Carvalho de Oliveira, chefe da Divisão de Agricultura Conservacionista do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A proposta do projeto de lei foi elaborada por um grupo de técnicos do Mapa, Agência Nacional de Água (ANA) e ministérios do Meio Ambiente e da Integração Nacional. O texto deverá ser enviado aos ministros da área e depois apresentada à Casa Civil.

Segundo o representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, Gustavo Chianca, há estimativas de que 33% do solo no mundo estão em situação de risco. O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, com uma área agricultável de 242 milhões de hectares. Além disso, tem 12% da reserva mundial de água doce.

Um dos desafios da sociedade brasileira é harmonizar o desenvolvimento socioeconômico com a proteção e o equilíbrio ambiental. O uso e o manejo adequados dos recursos naturais são fundamentais para assegurar a estabilidade ambiental, a melhoria da produtividade e da renda das atividades agropecuárias, com benefícios diretos e indiretos para o produtor rural e a sociedade.

O Dia Nacional da Conservação do Solo é uma homenagem ao nascimento de Hugh Hammond, em 1881. Ele é considerado pioneiro na conservação do solo nos Estados Unidos. A data foi instituída por iniciativa do Mapa, em 13 de novembro de 1989 (Lei 7.876), com o objetivo de aprofundar os debates sobre a importância do solo como um dos fatores básicos da produção agropecuária.

Fonte: Ministério da Agricultura | www.agricultura.gov.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

MMA faz capacitação de projetos ambientais

MMA faz capacitação de projetos ambientais

Via MMA | www.mma.gov.br

Fundo Nacional do Meio Ambiente oferece informações para garantir que edital resulte em 10 mil hectares de áreas reflorestadas

Nesta sexta-feira (23/10), a partir das 15h, o Ministério do Meio Ambiente, por meio do Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA), promove webconferência em que serão esclarecidos os conceitos básicos do edital 01/2015, publicado para receber propostas destinadas à recuperação de nascentes ou de áreas que margeiam corpos d?água, que possam beneficiar 18 regiões metropolitanas no País, consideradas de risco de escassez de água.

“Vamos apresentar uma visão geral do edital, com objeto, metas, valores, orientações como devem ser apresentadas as propostas e também vamos tirar as dúvidas mais frequentes que têm surgido aqui, no curso presencial que estamos ministrando, e que têm chegado também a nós por email”, explica a diretora do FNMA, Ana Beatriz de Oliveira.

PROJETOS

Durante a semana, duas turmas com um total de 100 candidatos a apresentarem projetos ao Fundo participaram de um total de quatro dias de aulas de capacitação para elaboração de propostas. Os cursos presenciais foram realizados em Brasília, no Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal (Cenaflor), do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Ana Beatriz relata que essa será a terceira webconferência realizada pelo FNMA por meio da plataforma de educação a distância do Ministério da Educação, desde 2013. “Trabalhamos com essa infraestrutura de tecnologia da informação, e observamos que é um mecanismo muito eficiente e democrático”, ressalta.

Fonte: MMA | www.mma.gov.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

solo-urbano

Senado: Projeto aprovado pela CDR exclui Incra de parcelamento de solo urbano

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou durante reunião realizada na última quarta-feira, 27 de maio, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 388/14, de autoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que suprime a participação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no parcelamento do solo urbano.

O relatório pela aprovação foi do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e lido na comissão por Elmano Ferrer (PTB-PI). A proposta será analisada agora na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA).

O projeto define como “zona rural” a porção de território municipal que não seja abrangida por zonas urbanas, de expansão urbana ou de urbanização específica. Também fica caracterizado como “urbano” o parcelamento de imóvel rural que resulte em imóvel de área inferior à do módulo rural, em substituição à exigência, hoje vigente, de audiência do Incra em todas as alterações do solo rural para fins urbanos.

Não cabe à União aprovar qualquer tipo de parcelamento de solo destinado à formação de núcleos urbanos, é inconstitucional”, diz Gurgacz, para quem o projeto deixa clara a competência municipal nesta matéria.

O senador lembra ainda que a norma hoje vigente é anterior à Constituição de 1988. “O afastamento do Incra fortalece o município e contribui para a agilização de projetos de loteamento. Coíbe a ocupação irregular”.

O relatório de Jucá foi pela aprovação na íntegra da proposta. “A formação de núcleos urbanos em zonas rurais, à margem de uma política municipal, é uma anomalia que põe em risco o planejamento urbano”, defende.

Fonte: Registradores | www.iregistradores.org.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

logocreasp

Parcelamento do solo urbano

Decisão normativa altera tabela de atribuições

A Decisão Normativa nº 104, de 29 de outubro de 2014, do Confea, altera o quadro anexo da Decisão Normativa nº 47, de 16 de dezembro de 1992, que dispõe sobre as atividades de Parcelamento do Solo Urbano, as competências para executá-las e dá outras providências.

Veja abaixo a íntegra da decisão:

DECISÃO NORMATIVA Nº 104, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014

Altera o Quadro Anexo da Decisão Normativa nº 47, de 16 de dezembro de 1992, que dispõe sobre as atividades de Parcelamento do Solo Urbano, as competências para executá-las e dá outras providências.

O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA – CONFEA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 3º, inciso I, do Regimento do Confea, aprovado pela Resolução nº 1.015, de 30 de junho de 2006, e

Considerando a Decisão Normativa nº 47, de 16 de dezembro de 1992, que dispõe sobre as atividades de Parcelamento do Solo Urbano, as competências para executá- las e dá outras providências;

Considerando a Lei nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010 que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal – CAUs; e dá outras providências;

Considerando que os profissionais arquitetos, arquitetos e urbanistas e engenheiros arquitetos não fazem mais parte do Sistema Confea/Crea;

Considerando a necessidade de disciplinar o assunto das atribuições e responsabilidades dos profissionais envolvidos nas atividades de parcelamento de solo urbano,

RESOLVE:

Art. 1º Alterar o quadro anexo à Decisão Normativa nº 047, de 16 de dezembro de 1992, que dispõe sobre as atividades de parcelamento do solo urbano, as competências para executá-las e dá outras providências, publicada no Diário Oficial da União – DOU de 16 de março de 1993, Seção I, págs. 3.125/27, que constitui o anexo I desta decisão.

Art. 2º Esta decisão normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 29 de outubro de 2014.

Eng. Mec. Julio Fialkoski
Presidente em exercício

ANEXO DA DECISÃO NORMATIVA Nº 104, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014

Fonte: www.creasp.org.br
Postado por: GBC Engenharia | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

estado-do-rio copy

Topografia

O que é Topografia?

“Vale mais investir um pequeno valor para ter a certeza do que investir um grande valor na incerteza.” Topografia significa a descrição exata e detalhada de um lugar, determinando as dimensões, elementos existentes, variações altimétricas, acidentes geográficos, etc. A Topografia fornece dados, obtidos através de cálculos, métodos e instrumentos que permitem o conhecimento do terreno, dando base para execução de projetos e obras realizadas por engenheiros ou arquitetos. Sendo fundamental tanto na etapa de projeto quanto na execução da obra.

A Topografia tem por principal objetivo representar graficamente, através da planta de levantamento topográfico, todas as características de uma área, incluindo o relevo, curvas de nível, elementos existentes no local, metragem, cálculo de área, pontos cotados, norte magnético, coordenadas geográficas, acidentes geográficos, etc. Devendo a planta topográfica ser elaborada através de utilização de equipamentos apropriados e métodos de medição e representação gráfica considerando-se os parâmetros, metodologia e legislação a fim de fornecer um trabalho topográfico de acordo com as normas técnicas. Não se deve confundir Topografia com Geodésia, pois enquanto a Topografia tem por finalidade mapear uma pequena porção da superfície da terra, a Geodésia tem por finalidade mapear grandes porções.

A área de TOPOGORAFIA tem se tornado cada vez mais complexa decorrente dos avanços tecnológicos. Como resultado destes avanços, ocorre que no Brasil, tanto em pequenos quanto em grandes centro urbanos, existe uma grande carência de profissionais desta área. Com a retomada do crescimento econômico brasileiro a partir do governo Lula, constatou-se que existe uma grande lacuna na área tecnológica, o país ficou mais de vinte anos estacionado, onde diversos cursos técnicos de diversas áreas foram fechados, no entanto para crescer é preciso ter pessoal bem treinado e em se tratando de topografia, dela dependem diversas outras atividades, tais como: construção civil, mineração, ferrovias, obras de urbanização pública, linhas de transmissão, controle dimensional industrial, pavimentação, arquitetura, paisagismo, etc.

Em se tratando de equipamentos topográficos de última geração, o mais utilizado é a Estação Total, pois permite que todos os dados coletados no campo sejam gravados e depois descarregados no computador onde serão processados. Este equipamento permite não somente trazer os dados de campo como também gravar os dados que serão utilizados no campo, ou seja, para realizar a locação de uma área ou implantação pontos, as coordenadas são gravadas na estação total para serem materializadas no campo. Este processo evita inúmeros erros e agiliza do serviço. O G.P.S. (Global Position Sistems) tornou-se indispensável para a topografia, visto que além de amarrar a área na coordenadas oficiais U.T.M., possibilita o mapeamento de grandes áreas com precisão e em curto espaço de tempo.

A Importância da Topografia para a Construção Civil e a Arquitetura

Analisando as etapas da construção civil pode-se constatar que esta atividade está envolvida no desenvolvimento principalmente urbano e social. O construtor tem a idéia de adquirir uma propriedade para nela construir um empreendimento imobiliário. A primeira coisa que o construtor deverá fazer é solicitar um serviço de levantamento plani-altimétrico cadastral do terreno. O levantamento topográfico não serve somente para se ter a certeza da metragem de uma determinada área, é muito mais do que isso, em mãos do levantamento plani-altimétrico, o construtor terá como avaliar não somente o preço, como também se o seu investimento lhe trará retorno financeiro. O levantamento topográfico proporciona uma real visão do terreno.

A verificação da real geometria e altimetria do terreno traz segurança ao engenheiro ou arquiteto que for realizar um estudo de massa. Um levantamento topográfico bem apurado, deverá considerar todos os elementos existentes no local, tais como: meio fios, arruamentos internos, alinhamentos de muros e cercas, marcos demarcatórios, árvores, caixas de drenagem, postes, ralos, edificações existentes, edificações confrontantes, indicação do sentido do trânsito, existência de rios ou córregos próximos ao terreno, pontos cotados, curvas de nível, taludes, rochas, etc. Conclui-se portanto, que é imprescindível realizar o levantamento topográfico do terreno antes de investir cegamente num negócio imobiliário.

Na fase de execução da obra, a topografia serve de instrumento técnico para evitar erros, podemos citar os seguintes serviços:

Demarcação dos limites do terreno, locação de nivelamento dos furos de sondagem, demarcação do esquadro da obra, locação de estacas, locação de pilares, nivelamento do terreno, acompanhamento das prumadas dos pilares, nivelamento do pisos e lajes, marcações das áreas de lazer e jardim, as-built da obra, etc. Dentre as exigências dos Órgãos Públicos (SERLA, Rio-Águas, FEEMA e SMAC) para aprovação de projetos urbanos, algumas soluções são dadas pela topografia, tais como: Amarração do terreno em coordenadas geográficas U.T.M. utilização de R.N. (referencial de nível) oficial da Prefeitura local., cadastro de vegetação para aprovação junto ao SMAC e Parques e Jardins, etc.

Sites úteis sobre topografia:

http://www.ibge.gov.br

http://www.embrapa.gov.br

http://www.incra.gov.br

http://www.dpi.inpe.br/terraview/

http://www.geolivre.org.br

http://www.sonic.net/~trollhei/survsoft.html

http://www.grass.itc.it

http://www.dpi.inpe.br/spring/

Fonte: Mensural 

Postado por: GBC Engenharia | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais