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MundoGEO#Connect 2018 recebe encontro de Engenheiros Cartógrafos

Via: Mundo Geo

Encontro é aberto para Engenheiros Cartógrafos e demais interessados que estiverem visitando a feira MundoGEO#Connect 2018

O Encontro Regional dos Engenheiros Cartógrafos do Estado de São Paulo (ERECART 2018) será realizado na capital paulista dentro da programação do MundoGEO#Connect, no dia 16 de maio.

Confira a agenda completa:

13h Abertura

13h30 Palestra 1 – Eng Civil e Eng Agrimensor Alessandro José Macedo Machado
Conselheiro Federal – Confea

14h30 Palestra 2 – Eng Civil e Eng Agrimensor João Luiz Braguini
Conselheiro e Diretor de Valorização Profissional do Crea/SP

15h Palestra 3 – Técnico Daniel Robles
Presidente do CDER – Conselho das Entidades Regionais

15h30 Palestra 4 – Eng Agrônomo Aldo Leopoldo Rossetto Filho
Diretor Administrativo da Caixa de Assistência (Mútua CREA SP)

16h Café

16h30 Palestra 5 – Eng Cartógrafo João Fernando Custódio da Silva
Coordenador da Câmara Especializada em Engenharia de Agrimensura

17h Palestra 6 – Eng Cartógrafo Elton Neves Brandão
Presidente da ABEC/SP – Plano de Trabalho 2016-2018 e 2018-2020

17h30 As demais ABEC
Planos de trabalho e atividades realizadas

18h Painel – Diálogo entre os profissionais presentes sobre as necessidades e as expectativas dos engenheiros cartógrafos

19h Encerramento

Este encontro será aberto para os Engenheiros Cartógrafos e demais interessados que estiverem visitando a feira MundoGEO#Connect 2018. Veja a programação completa e confira como foi a última edição, que contou com mais de 3 mil participantes:

Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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Imposto de Renda 2018: saiba onde encontrar o registro do imóvel

Via: Registradores

A partir do ano que vem, dados como inscrição e matrícula do bem se tornarão obrigatórias

RIO – Uma das principais novidades do Imposto de Renda 2018, e que mais têm causado dúvidas entre os leitores do GLOBO, são os campos de preenchimento para informações complementares de imóveis. Além das usuais informações, a Receita agora passou a especificar dados como os números do registro e da matrícula do imóvel, a data de aquisição, sua metragem e IPTU. Apesar de ainda não serem obrigatórias este ano, serão a partir de 2019. Por isso, já é bom ficar atento aos requisitos.

Inicialmente, na aba “Bens e Direitos”, proprietários precisam informar se o imóvel está regularizado no Registro de Imóveis. Se sim, deve-se especificar o número do livro do cartório e as páginas onde está a matrícula. Caso essas informações não sejam encontradas na escritura do bem, é preciso procurar o cartório onde foi feito o registro.

— No cartório, é possível encontrar tanto o número sequencial da matrícula como o registro, no mesmo documento. O registro é o dado em que consta a aquisição do imóvel pelo contribuinte e vem seguido da data de aquisição. É sempre o número que aparecer após a letra R, no formato “R.XX” — explica Luiz Henrique Mazetto Veronezi, especialista em Imposto de Renda Pessoa Física, sócio do PLKC Advogados.

Caso não se saiba em que cartório o imóvel foi registrado, a primeira dica é checar a escritura do bem. Outra opção, no caso do Rio, é procurar um dos 12 Cartórios de Registro de Imóveis (CRI) do município, de acordo como seu endereço, e pedir uma segunda via. Para verificar qual em qual CRI está seu bairro, acesse o site http://www.11rirj.com.br/jurisdicao.htm. Em outros municípios, é preciso fazer o mesmo trâmite: procurar, com base em seu endereço, o CRI em que o imóvel foi registrado. Lembre-se de levar a documentação necessária, pois trata-se de documento confidencial.

Além do registro e da matrícula, o contribuinte precisa informar também a área total do imóvel, o endereço, o IPTU e o número de inscrição na prefeitura. É possível encontrar a metragem tanto no espelho do IPTU quanto na própria escritura do imóvel. Se a pessoa morar em condomínio, pode ser que a convenção do prédio também tenha essa informação. As demais estão disponíveis também no carnê do IPTU. Em caso de perda, o contribuinte pode pedir uma segunda via do documento em sua prefeitura.

COMO SABER A DATA DE AQUISIÇÃO

Outro dado que pode causar confusão é a data de aquisição. Apesar de parecer simples, Antonio Gil Franco, sócio de impostos da EY (antiga Ernst & Young), alerta para a mudança de proprietário do bem.

— É importante lembrar que o campo de aquisição muda conforme o imóvel passa para herdeiros. Por isso, a data é a da transmissão do imóvel, de acordo com o que ficou definido no momento da partilha. Mesmo que o imóvel tenha sido comprado na década de 70, no minuto em que ele é passado a um filho ou neto, por exemplo, essa será a nova data de aquisição — explica.

Fonte: Registradores | www.iregistradores.org.br
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Números atualizados do bilionário mercado de sensoriamento remoto

Via: MundoGeo

Segundo um estudo divulgado recentemente, o mercado de Observação da Terra pode alcançar até 15 bilhões de euros dentro de 10 anos. Por sua vez, um relatório afirma que o tamanho do mercado global de imageamento aéreo deverá chegar a 3,2 bilhões de Euros em 2023. Já os drones têm potencial para chegar a 127 bilhões de Dólares. Entenda as diferenças e o potencial de aplicações

gbc-engenharia-pericias-e-consultoria-tamanho-do-mercado-de-observacao-da-terraDe acordo com a 10ª edição do relatório da Euroconsult sobre o mercado de Observação da Terra baseada em satélites, os dados e serviços desse setor deverão chegar a 8,5 bilhões de euros até 2026, com base na trajetória atual de crescimento, e até mesmo a 15 bilhões em um cenário alternativo.

Esta opção mais otimista considera as implicações de novas soluções que abram mercados futuros e ainda inexplorados. Ainda, avanços em inteligência artificial e deep learning deverão beneficiar o setor, possibilitando novas soluções baseadas em detecção e análises de mudanças (change-detection).

Segundo o estudo, os fatores que geram crescimento no setor são diferentes para dados e serviços. A área de Defesa ainda domina o mercado de dados comerciais, sendo responsável por compras que superam 1 bilhão, mais especificamente de imagens de altíssima resolução e alta acurácia no posicionamento.

Os mercados para serviços de valor agregado às imagens que continuarão em alta serão os de infraestrutura e monitoramento de recursos naturais, no entanto, muitas vezes são usadas soluções de baixo custo ou até mesmo gratuitas nessas áreas.

Tanto os operadores de satélites como os fornecedores de serviços estão criando algoritmos para detectar mudanças a partir de dados de múltiplas fontes, com objetivo de encontrar padrões e criar análises preditivas. Ainda, trazer dados coletados com maior frequência para estes modelos de análises – também conhecido como Big Data – vai estimular ainda mais o desenvolvimento do setor, com potencial de criar novos serviços.

A Euroconsult identificou aproximadamente 20 companhias que anunciaram intenções de desenvolver constelações de satélites de baixo custo para coleta de dados com alta taxa de revisita, baseados em tecnologias smallsat ou cubesat. Em 2017, estes novos operadores atraíram mais de 600 milhões em venture capital para financiar suas iniciativas.

Por outro lado, uma forte competição é esperada entre os fornecedores de dados, já que as companhias devem cada vez mais mostrar diferenciais e oferecer soluções inovadoras ao mercado. A consolidação dos grandes grupos (MDA / DigitalGlobe, OmniEarth / EagleView, Terra Bella / Planet) deverá trazer um refinamento nos modelos de negócios e continuar gerando altos investimentos. A DigitalGlobe, por exemplo, está planejando o lançamento de uma constelação de satélites de baixo custo (Legion), enquanto a Airbus está desenvolvendo seu próprio sistema óptico de altíssima resolução (VHR).

Os números deste setor impressionam: de 2007 a 2016 foram lançados 181 veículos de observação da Terra, enquanto na próxima década são esperados 600 lançamentos de aproximadamente 50 países.

Aerofotogrametria

gbc-engenharia-pericias-e-consultoria-global_aerial_imaging_market_analysis_20172023O relatório Global Aerial Imaging Market Analysis (2017-2023), divulgado recentemente, afirma que o tamanho do mercado global de imageamento aéreo deverá chegar a 3,2 bilhões de Euros em 2023, com uma taxa de crescimento anual estimada em 13% no período.

Imagens aéreas ajudam a realizar medidas e capturar dados sobre o uso e ocupação do solo através de plataformas remotas, sem necessidade de contato direto com a superfície.

Sensores embarcados em diversos veículos – tais como helicópteros, aviões, balões e drones – são usados para esse tipo de coleta remota de informações. Com aplicações em diferentes indústrias, o imageamento aéreo está presente, hoje, desde a engenharia civil até a agricultura.

De acordo com o relatório, as imagens de satélites podem restringir o crescimento deste mercado por serem vistas como uma opção para algumas aplicações, devido ao seu avanço em resolução espacial, espectral, radiométrica e temporal.

Segundo a pesquisa, tecnologias avançadas como os Sistemas de Informação Geográfica (GIS, na sigla em inglês), sistemas lidar (medição a laser) e câmeras de visão em 360 graus podem ser oportunidades no mercado de Aerofotogrametria.

Dentre as empresas mencionadas no relatório, estão Blom ASA, Fugro, EagleView Technology Corporation, Digital Aerial Solutions, Cooper Aerial Surveys, Landiscor Real Estate Mapping, Kucera International, John Deere Agri Services / GeoVantage e High Eye Aerial Imaging.

Drones

gbc-engenharia-pericias-e-consultoria-relatorio-drones-pwcNão existem muitas fontes com números consolidados sobre o mercado de drones. Um estudo (disponível aqui em pdf) da Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial (SDCI) em parceria com a Directorate-General for Mobility and Transport (DG MOVE) abordou temas específicos da indústria de drones desenvolvida no Brasil e na União Europeia, a fim de identificar pontos de complementariedade entre as duas regiões e analisar especificidades do panorama comercial e ambiente regulatório do setor.

Já o relatório Clarity from above, da PwC, revelou que o mercado global de Drones pode chegar a 127 bilhões de dólares, ou seja, muito mais do que o de Aerofotogrametria publicado recentemente. Para chegar a este valor, a PwC usou como base de cálculo o valor dos serviços demandados pelas empresas e órgãos públicos que poderão ser substituídos, em um futuro muito próximo, pela tecnologia dos Drones.

Imagens de satélites, aviões, drones, topografia tradicional: independentemente da plataforma para coleta de dados, quando estas tecnologias são utilizadas de forma complementar, podem trazer aumento de produtividade e diminuição de custos. Cabe aos profissionais identificarem quando, como, onde e porque utilizar cada uma delas.

Números do mercado brasileiro

O estudo de mercado mais “recente” no Brasil é de 2008, feito pela empresa Intare Consultoria em Gestão da Informação.

Com um crescimento de 9% entre 2006 e 2007, e de 20% estimado para aquele ano, o dimensionamento do mercado potencial de geotecnologia no Brasil para 2008 era de 619 milhões de reais, considerado o conjunto dos componentes Dados, Softwares e Serviços.

O gráfico a seguir apresenta o dimensionamento do mercado brasileiro para o período 2006-2008, em milhões de reais.

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E a figura abaixo ilustra o panorama do mercado, por tipo de solução, conforme os tipos definidos anteriormente.

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Geo no Agronegócio Inteligente

Internet das Coisas, Drones, Realidade Virtual, Machine Learning, Big Data: estes termos, que há pouco tempo poderiam parecer de filmes de ficção científica, já estão integrados ao dia-a-dia do campo, nas fazendas mais conectadas. Tecnologias disruptivas na agricultura estão revolucionando digitalmente o campo, e isto é só o começo…

O setor de Agronegócio está passando por um salto evolutivo, através do movimento AgTech. Para impulsionar essa transformação digital no campo, está em expansão um imenso ecossistema formado por empreendedores, investidores, aceleradoras, fundos de investimento…

No Brasil e no mundo, empresas dos setores de geotecnologia e drones estão pegando carona no movimento AgTech, já que estas tecnologias têm diversas aplicações no Agronegócio, desde o mapeamento até a pulverização.

E o uso de Geo no campo recebeu um impulso por parte do setor financeiro, quando o Banco Central lançou a Resolução 4.427, em 2015, que obriga instituições bancárias a usarem GIS e sensoriamento remoto para fiscalização de operações de crédito agrícola.

Através da convivência otimizada de redes 4G, Wi-Fi, GPS, além de softwares de GIS integrados a sistemas de gestão e imagens de drones, aviões e satélites, o gestor rural que experimentar toda essa “fartura” de tecnologias vai perceber claramente que sua propriedade deu um salto de conectividade, informação e negócios.

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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Código Florestal abre caminho à regularização

Via: DCI

Supremo Tribunal Federal considerou a maior parte da nova lei constitucional, mas a partir de agora os Estados terão de definir como mais de 4 milhões de propriedades serão regularizadas

Ao considerar constitucional a maior parte do texto do Código Florestal na última semana, o Superior Tribunal Federal (STF) abriu caminho para que Estados determinem as regras para a recomposição de áreas em desacordo com a lei.

“Agora o jogo começou de fato. Temos uma regra clara para colocar em prática”, afirma a sócia do setor ambiental do escritório Siqueira Castro Advogados, Simone Paschoal Nogueira.

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Programa de Recuperação Ambiental (PRA) são ferramentas instituídas pelo chamado novo Código Florestal (Lei 12.651), aprovado em 2012. O primeiro exige que o produtor informe dados sobre a propriedade rural, que serão usados para avaliar se há irregularidades ambientais. O segundo determina as regras para que os produtores assumam o compromisso e tenham um prazo para se adequar à lei.

Para se chegar ao PRA, porém, é preciso fazer a análise dos cadastros. Até o momento, 4,8 milhões de propriedades estão no CAR. “A expectativa agora é como será a análise, que será feita por secretarias estaduais de meio ambiente, nas quais os servidores terão que acumular funções para a avaliação dos cadastros”, explica o assessor técnico sênior da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Justus.

Passado este processo, é a vez da elaboração dos PRAs. Mas esta etapa está parada desde 2013, quando a Procuradoria Geral da República e o PSOL entraram com quatro Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) questionando dispositivos da lei. “Os Estados aguardavam a decisão do STF para evitar que algum acordo de PRA tivesse que ser revisto caso algum item do Código fosse considerado inconstitucional”, diz Justus.

Agora, os Estados que ainda não definiram as regras para a elaboração dos PRAs terão que publicar as normas. “Acredito que num prazo máximo de seis meses todos terão suas regras definidas”, projeta.

Perdão

Um dos pontos mais polêmicos do Código, a anistia das multas para quem desmatou áreas antes de 22 de julho de 2008, foi considerado constitucional pelo STF. A decisão alivia produtores, embora eles não considerem a regra um perdão. “Trata-se de uma suspensão das penalidades quando o produtor cumprir suas obrigações. Anistia é quando há perdão sem uma contrapartida”, argumentou Justus. Ele afirma que o mecanismo existe desde a lei de Crimes Ambientais. “E essa é a situação de apenas 5% dos produtores (em torno de 300 mil)”, minimiza.

Para ele, o maior ganho do produtor é a segurança jurídica. “Daqui para frente, a adesão ao CAR não será suficiente para que o produtor comprove que está em dia com a legislação e haverá maior pressão para que ele demonstre estar regularizado por meio do PRA.”

Ambientalistas

Se por um lado a decisão do STF agradou aos produtores, decepcionou os ambientalistas. Em artigo, o Instituto Socioambiental classificou a decisão como a “consolidação do retrocesso ambiental” que representa o Novo Código Florestal. O Instituto lamentou que pontos relevantes como a proteção às encostas e topos de morro e a anistia concedida aos produtores tenham sido considerados constitucionais.

No entanto, comemorou ajustes como a proteção a nascentes intermitentes, a restrição ao desmatamento em áreas de preservação permanente (APP) apenas a situações em que não exista outra alternativa e o condicionamento da compensação de áreas de Reserva Legal ao mesmo bioma, entre outros pontos.

Para a advogada Simone Nogueira, a manutenção da maior parte dos pontos previstos na lei é positiva. “O Código foi tecnicamente muito bem trabalhado, debatido em inúmeras audiências públicas e elaborado por pessoas que atuam na área e conhecem do assunto”, defende.

Ela lamentou, porém, que a gestão de resíduos não possa ser realizada em APPs. “Em alguns casos não é possível fazer de outra forma. Foi uma questão equivocada e com interpretação restrita”, sentencia.

Fonte: DCI | www.dci.com.br
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Casa sustentável, 25% mais barata, fica pronta em 6 dias

Via: Só Notícia Boa

Uma casa mais barata, sustentável e que ainda fica pronta em 6 dias.

Parece mentira, mas a casa existe! O projeto brasileiro, é 25 por cento mais barato do que uma casa comum e a construção é 100 por cento baseada na nanotecnologia.

A casa foi construída em Campo Grande, MS, em parceria entre um espanhol, Eugen Fudulu e o brasileiro Kleber Karru, junto com um laboratório europeu, chamado Open MS.

As paredes possuem isolamento térmico e acústico, com espuma e fios de vidro por dentro e por fora, o que mantém uma temperatura agradável dentro da casa, tanto no frio quanto no calor.

O material é resistente a fogo, água e cupim e a estrutura pode ter acabamento de acordo com a preferência do morador.

A casa ainda vem com um purificador instalado, que é capaz de filtrar a água antes que ela chegue na torneira da residência.

Tem ainda estrutura para teto solar e aparelho de ar, que retira todas as bactérias do ambiente.

Resistente a terremotos

Além de todos os benefícios, a casa moderna é capaz de resistir a tremores de 9 graus na escala Richter e a ventos de até 300 km/h.

Agora, o desafio dos construtores é firmar uma parceria com o Governo Estadual para que o projeto chegue às áreas pouco favorecidas e à população de baixa renda.

Além de resolver um problema de moradia, ainda geraria empregos, porque quanto mais funcionários, mais rápida será a construção.

Fonte: Só Notícia Boa | www.sonoticiaboa.com.br
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Nova Zelândia oferece bolsas de estudos gratuitas para brasileiros

Via: Só Notícia Boa

Oportunidade para estudar de graça na Nova Zelândia, um país insular que pertence à Oceania, no sudoeste do Oceano Pacífico.

Estão abertas as inscrições para bolsas da New Zealand Development Scholarships (NZDS) para níveis de especialização, mestrado e doutorado.

O programa busca candidatos com potencial de liderança e excelente histórico acadêmico, que estejam motivados a desenvolver suas habilidades e ampliar suas conexões internacionais.

“Espera-se que, ao retornar, colaborem com seu país de origem e, assim, possam contribuir para um mundo mais seguro, mais justo e próspero”, diz a embaixada da Nova Zelândia.

Bolsas gratuitas

A NZDS é oferece níveis de especialização (6 meses a 1 ano), mestrado (1 a 2 anos) e doutorado (3 a 4 anos).

São 14 bolsas. Elas cobrem os custos com o curso, a viagem de ida e volta, o seguro de viagem e de saúde.

Também é oferecido um auxílio para custos mensais de vida e de moradia.

Requisitos

Podem se inscrever estudantes de até 39 anos que tenham projetos de estudo e pesquisa focados em agricultura ou em energias renováveis, duas áreas prioritárias para a Nova Zelândia e para o Brasil.

“Acredito que unir expertise de brilhantes jovens profissionais brasileiros com a excelência das universidades da Nova Zelândia pode gerar saudáveis sementes para o desenvolvimento sustentável no Brasil”, afirma a Embaixadora da Nova Zelândia no Brasil, Caroline Bilkey.

“Queremos ver cada vez mais intercâmbio entre profissionais e acadêmicos brasileiros e neozelandeses, e acredito que a bolsa NZDS é uma excelente oportunidade para isso”, diz.

A NZDS

A New Zealand Development Scholarships (NZDS) é voltada para estudantes de países em desenvolvimento que tenham motivação genuína e compromisso substancial para contribuir com sua terra natal após a conclusão do curso;

Ela é Gerenciada pelo Ministério de Assuntos Estrangeiros e Comércio da Nova Zelândia.

A Education New Zealand (ENZ) é a principal agência do governo para a divulgação e representação da educação da Nova Zelândia em âmbito internacional.

A ENZ pretende tornar a Nova Zelândia conhecida como destino para estudantes internacionais e como a mais importante parceira para conhecimento e serviços ligados à educação.

Inscrições

As inscrições para as bolsas de estudos da New Zealand Development Scholarships estão abertas.

Elas vão até o dia 14/03/2018.

Fonte: Só Notícia Boa | www.sonoticiaboa.com.br
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ONU Meio Ambiente lista seis questões ambientais para ficar de olho em 2018

Via: ONU BR

A ONU Meio Ambiente listou as principais ameaças ambientais que precisarão ser enfrentadas este ano. Entre elas, estão os danos provocados nos recifes de corais, a poluição por plástico dos mares e oceanos, entre outras. Veja a lista completa.

1. Recifes de coral

Com três quartos dos recifes de corais do mundo já sob risco — devido a ameaças que vão desde espécies invasivas à acidificação do oceano e poluição por protetores solares — a hora da ação é agora. A Iniciativa Internacional para os Recifes de Coral escolheu 2018 como o Ano Internacional dos Recifes de Coral. As ações já começaram em Fiji, com o anúncio governamental de importantes locais de preservação. A ONU Meio Ambiente já começou uma análise detalhada da situação dos recifes de coral no Pacífico. Aguarde mais notícias e ações sobre o tema durante o ano.

2. Poluição por plástico

Com base no impulso gerado pela Assembleia Ambiental da ONU do ano passado, um grande foco será dado este ano no sentido de combater a poluição por plástico — eliminando as sacolas descartáveis, banindo os microbeads (micropartículas de plásticos) nos cosméticos e promovendo o uso de alternativas sustentáveis. A expectativa é de que haja mais notícias e importantes anúncios sobre este tema, incluindo de companhias multinacionais, em 2018.

3. Deixar o mundo dos esportes mais verde

Com as Olimpíadas de Inverno em Pyeongchang, na Coreia do Sul, no mês que vem, a Copa do Mundo da Rússia, em junho e julho, e os Jogos Olímpicos de Verão da Juventude, em Buenos Aires, em outubro, 2018 será um ano esportivo. Fique atento aos anúncios de novos compromissos de sustentabilidade de importantes organizações esportivas. Com bilhões de fãs de esporte no mundo todo, o impacto potencial é enorme.

4. Meio ambiente e migração

Em dezembro, a comunidade internacional irá se reunir nos Marrocos para tentar fechar um novo pacto para migrantes e refugiados. As mudanças climáticas e a degradação ambiental já foram oficialmente reconhecidas como impulsionadores da migração — um fato que, corroborado pelos desastres relacionados ao clima, continuam a gerar manchetes na imprensa.

5. Cidades e mudanças climáticas

Um importante tema de 2018 será como as cidades do mundo podem liderar a redução da emissão de gases do efeito estufa e desenvolver formas inovadoras de se adaptar às mudanças climáticas. Momentos importantes nessa frente será a Conferência de Cidades Resilientes que ocorre em abril em Bonn, na Alemanha, e a Cúpula de Ação Global para o Clima, que será realizada em setembro em São Francisco, nos Estados Unidos.

6. Grandes gatos

No último século, o mundo perdeu 95% de sua população de tigres. Em apenas 20 anos, a população de leões na África caiu mais de 40%. Leopardos da neve, onças e espécies similares também estão em perigo devido à perda de seus habitats, à caça e outros tipos de ameaças. Em 2018, a expectativa é de que haja novas iniciativas para proteger os “grandes gatos” do mundo.

Fonte: ONU BR | www.nacoesunidas.org
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Conta de luz mais barata em janeiro: bandeira verde

Via: Só Notícia Boa

Janeiro começa com boa notícia para o bolso do consumidor: a conta de luz vai ficar mais barata no Brasil. Pouco, mas vai.

As chuvas das últimas semanas ajudaram a recuperar o nível dos reservatórios das hidrelétricas e com isso foi acionada a bandeira verde neste mês.

Isso significa que não haverá taxa adicional.

Em dezembro, vigorou a bandeira vermelha em seu primeiro patamar, cuja taxa é de R$ 3 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

“O acionamento dessa cor indica condições favoráveis de geração hidrelétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN). Mesmo com a bandeira verde é importante manter as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício de energia elétrica”, informou a Aneel.

O sistema de bandeiras tarifárias leva em consideração o nível dos reservatórios das hidrelétricas e o preço da energia no mercado à vista (PLD).

Mudança

O método está em audiência pública e pode ser alterado no início de 2018.

No novo sistema, a bandeira verde continua sem taxa extra.

Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1 a cada 100 kWh.

No primeiro patamar da bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3 a cada 100 kWh.

E no segundo patamar da bandeira vermelha, a cobrança é de R$ 5 a cada 100 kWh.

O sistema de bandeiras tarifárias é uma forma diferente de cobrança na conta de luz.

O modelo reflete os custos variáveis da geração de energia.

Antes, esse custo era repassado às tarifas uma vez por ano, no reajuste anual de cada empresa, e tinha a incidência da taxa básica de juros, a Selic.

Agora, esse custo é cobrado mensalmente e permite ao consumidor adaptar seu consumo e evitar sustos na conta de luz.

Fonte: Só Notícia Boa | www.sonoticiaboa.com.br
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IBGE lança portal para Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra

Via: MundoGeo

Nova ferramenta digital do IBGE permite acompanhar o uso da terra em cada quilômetro do Brasil

O IBGE lançou hoje uma plataforma digital com informações cartográficas sobre cada um dos 8,5 milhões de km2 do território brasileiro. Alimentada com dados do Monitoramento de Cobertura e Uso da Terra, essa nova ferramenta permite o acompanhamento das mudanças na cobertura vegetal, na ocupação e nas atividades agropecuárias em todo o território do país, entre os anos 2000 e 2014.

Entre 2000 e 2014, cerca de 13% do território nacional sofreram algum tipo de mudança na cobertura e uso da terra. Isso representa mais de 1,1 milhão de km² – uma área maior que o território de grande parte dos países do mundo. Essa é apenas uma das análises decorrentes do emprego da nova ferramenta digital do IBGE, que utiliza os dados do Monitoramento de Cobertura e Uso da Terra do IBGE. Esse monitoramento bianual cruza dados obtidos por satélites com levantamentos de campo, entre outras fontes, para cartografar as mudanças ocorridas na cobertura vegetal do país, analisando quais atividades agropecuárias estão relacionadas a essas mudanças.

O novo portal é interativo e amigável. Seu uso não requer conhecimento de softwares especializados, o que o torna acessível tanto ao público técnico quanto à sociedade em geral. O diferencial do sistema é o uso de grade estatística, com detalhamento para cada 1km2. É possível comparar os dados ao longo do tempo e cruzá-los com outros bancos de dados estatísticos e geocientíficos, viabilizando o acompanhamento histórico da organização e espacialização das atividades econômicas e seus impactos sobre os recursos naturais no país, quilômetro a quilômetro.

As informações da Cobertura e Uso da Terra estão disponíveis para os anos 2000, 2010, 2012 e 2014 e são atualizadas a cada dois anos, com base em 14 tipos de classificação, de acordo com os elementos encontrados na terra, como áreas de pastagens, vegetação florestal, silvicultura, corpos d’água e áreas agrícolas. Esses recortes podem ser complementados com outras camadas de dados, provenientes de pesquisas do IBGE ou de outros órgãos que utilizem grade estatística, permitindo agregar informações demográficas, de infraestrutura viária, vegetação, biomas, Unidades de Conservação e terras indígenas, entre outras.

A incorporação dos dados a uma grade estatística permite padronização das informações provenientes de diversas fontes, internas ou externas ao IBGE. Isso possibilita análises históricas mais precisas e otimiza a produção das estatísticas ambientais em diversas áreas, tais como planejamento público, ordenamento territorial, estimativas de emissão e sequestro de carbono, elaboração das contas ambientais, propagação de vetores de doenças, inventários florestais e mudanças climáticas, entre outras.

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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O agronegócio e o meio ambiente

O agronegócio e o meio ambiente

Via: Ambiente Brasil

O agronegócio é a locomotiva da economia brasileira, representa um quarto do produto interno bruto (PIB), responsável por um de cada três empregos criados e responde por quase metade das exportações brasileiras. Somos imprescindíveis para a segurança alimentar mundial. Cerca de 1,5 bilhão de pessoas são alimentadas diariamente pela produção brasileira.

E mais importante, o crescimento do setor do agronegócio vem sendo pautado pela sustentabilidade. Produzimos com qualidade, sanidade vegetal e animal e com respeito ao meio ambiente.

Quando o ministro Blairo Maggi foi convidado para assumir o Ministério da Agricultura, o presidente Michel Temer fez apenas uma exigência: “Faça tudo o que achar importante para o setor”. Decidimos, então, estabelecer um objetivo claro. Queremos, em cinco anos, sair dos 7% da participação brasileira no mercado internacional para 10%. Isso significa um incremento de US$ 30 bilhões por ano na economia brasileira, gerando emprego e renda, melhorando a qualidade de vida das pessoas.

Meta ousada, difícil, mas possível, desde que haja planejamento e uma estratégia seja seguida. Assim surgiu o Plano Agro, o plano de modernização e desburocratização do Ministério da Agricultura.

Chamamos as entidades que representam os diversos segmentos do setor agropecuário e perguntamos: onde o Estado atrapalha o desenvolvimento do setor? Depois de ouvir sugestões, mais de 830 demandas apresentadas foram solucionadas desde que chegamos ao ministério, tornando o setor mais competitivo.

Todavia isso só não basta. Para alcançarmos a meta de 10% em cinco anos pusemos a mochila nas costas e em pouco mais de um ano e meio mais de 50 países foram visitados, em missões lideradas pelo ministro Blairo Maggi ou por mim. Nessas viagens, além de defender a qualidade do produto brasileiro, também combatemos a errônea informação de que não preservamos o meio ambiente.

Temos 66,3% do território brasileiro coberto de vegetação nativa, o que equivale a área dos 28 países da União Europeia e ainda sobre espaço para quase quatro Noruegas. E temos uma das leis ambientais mais completas do mundo, mas que impõe um ônus ao produtor rural brasileiro, o que não existe em nenhum outro lugar do planeta.

Essa foi a política ambiental que escolhemos e vamos mantê-la a todo custo. Queremos apenas que o mundo reconheça esse esforço. Não podemos aceitar o injusto fardo de que não fazemos a nossa parte na preservação ambiental.

Para se ter uma ideia, dentro dos imóveis rurais são reservados 20,5% do território brasileiro, coberto com vegetação nativa, o que equivale, sendo bastante conservador, a cerca de R$ 2 trilhões imobilizados a serviço do meio ambiente. O Brasil gasta outros R$ 950 milhões anualmente na fiscalização ambiental. Os gastos totais, diretos ou indiretos, com preservação do meio ambiente – entre programas do ministério, Ibama, Secretarias de Meio Ambiente estaduais e polícia ambiental, ultrapassam – os R$ 10 bilhões anuais, sem contar o valor imensurável da Floresta Amazônia, das unidades de conservação e das reservas indígenas.

Temos problemas, sim, porém estamos fazendo um esforço muito grande para resolvê-los. A Carne Fraca – e isso tem de ficar bem claro – foi uma operação para coibir desvios de conduta de servidores, não para testar a qualidade dos produtos brasileiros. Para evitar que situações assim se repitam o Ministério da Agricultura está lançando o seu Programa de Compliance. No momento em que a sociedade brasileira clama por mais ética, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento dispõe-se a liderar um pacto pela integridade do setor produtivo.

Vamos estabelecer regras de como deve ser o relacionamento do ministério com as empresas e como o servidor deve proceder. E para estimular as empresas a terem seu programa de conformidade vamos lançar o selo Agro+ Integridade, que será concedido às empresas que, além de terem seu plano de conformidade com foco na Lei Anticorrupção, tenham também como demonstrar respeito ao meio ambiente e responsabilidade social.

Esse selo será um diferencial para os consumidores brasileiros e também dos outros países de que as nossas empresas produzem dentro dos mais altos padrões de qualidade internacional.

A perspectiva é que o setor agropecuário puxe uma nova mudança de atitude no combate à corrupção. Mas não é somente a corrupção que atrapalha o Brasil. A irmã gêmea da corrupção é a incompetência. Por isso hoje, no Ministério da Agricultura, estamos centrados nos resultados, e não mais nos procedimentos, não mais nos processos.

A incompetência causa o excesso burocrático. A atividade pública é muito organizada, eu só posso fazer o que está escrito, contudo o excesso burocrático leva à corrupção e o que leva ao excesso burocrático muitas das vezes é a incompetência.

O mundo está crescendo, precisa de alimentos. E nós sabemos o papel que desempenhamos na segurança alimentar do planeta. Daqui a quatro anos queremos alimentar 2 bilhões de indivíduos no mundo.

Precisamos produzir mais, utilizando cada vez menos recursos naturais. Por isso é imprescindível investir em pesquisa e tecnologia.

Assim, além de importantes para a segurança alimentar mundial, sabemos o papel que desempenhamos na preservação da biodiversidade do planeta e o papel que desempenhamos na mitigação das mudanças climáticas.

Agora queremos que o mundo reconheça esse esforço e nos ajude a preservar a vida.

Fonte: Ambiente Brasil | www.ambientebrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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