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Embrapa lança plataforma digital com dados espaciais gerados pela pesquisa

Via: MundoGeo

Lançamento da plataforma Geoinfo também marca a adesão da Embrapa à Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais

Mapas de uso e cobertura das terras e de aptidão agrícola, zoneamentos e diagnósticos ambientais, levantamentos de solo, estimativas de degradação de pastagens, emissão de carbono e produção de água e muitos outros dados espaciais gerados pela pesquisa científica brasileira estão organizados e disponíveis ao público na plataforma Geoinfo – Infraestrutura de Dados Espaciais da Embrapa, lançada oficialmente durante as comemorações dos 45 anos da Empresa.

O acervo digital é inaugurado com 231 conjuntos de dados espaciais, base que irá aumentar à medida que novos resultados de pesquisa forem adicionados. A ocasião também marcará a adesão da Embrapa à Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde), que unifica bases de informações espaciais produzidas em todo o País (veja quadro no fim do texto).

A plataforma Geoinfo oferece informações úteis para técnicos de diversas áreas e capazes de subsidiar ações de planejamento, gestão de recursos e elaboração de políticas públicas de diferentes setores. No âmbito da agricultura, os dados poderão contribuir, por exemplo, para o monitoramento da dinâmica de uso e cobertura das terras, para a avaliação da expansão das atividades agrícolas ou para compreender o impacto das mudanças climáticas sobre a produção de alimentos. Ao acessar o Geoinfo, o usuário pode pesquisar por palavra-chave, tema, região, instituição responsável, entre outras categorias, e fazer downloads dos dados de seu interesse.

Para os desenvolvedores da plataforma, a maior conquista foi organizar os dados gerados pela pesquisa e apresentá-los de forma amigável para que possam servir aos interessados. “Um desafio comum às instituições de pesquisa e desenvolvimento é organizar e compartilhar esse grande volume produzido de dados e informações geoespaciais de forma eficiente, que potencialize a sua utilização pela sociedade”, explica a especialista em gestão da informação da Embrapa Territorial (SP) Daniela Maciel, coordenadora do projeto.

gbc-engenharia-pericias-e-consultoria-embrapa-lanca-plataforma-digital-com-dados-espaciais-gerados-pela-pesquisa (2)O projeto GeoInfo

Iniciado em 2015, o projeto para implantação da Infraestrutura de Dados Espaciais da Embrapa teve como objetivo principal instituir um processo para a organização, preservação, qualificação e oferta dos dados espaciais da empresa de forma a perpetuar a prestação desse serviço para a sociedade. O trabalho seguiu padrões internacionais. “Essa iniciativa facilitará que tanto o público interno [da Embrapa] quanto o externo encontrem dados de pesquisas em geotecnologias e geoinformação, contribuindo inclusive para evitar a redundância de esforços e investimentos”, ressalta Debora Drucker, analista da Embrapa Informática Agropecuária (SP) que coordenou o grupo de trabalho inicial e liderou o projeto de implantação da plataforma GeoInfo até meados de 2016.

Profissionais da área de geotecnologias, gestão da informação e tecnologia da informação envolvidos no projeto consolidaram um conjunto de boas práticas para a curadoria e disponibilização dos dados espaciais. O trabalho teve início com o levantamento de informações e repositórios já existentes, como o GeoPortal, criado em 2008 pela Embrapa Solos (RJ), a Biblioteca Geoespacial da Embrapa Meio Ambiente (SP) e o Banco de Produtos Modis, da Embrapa Informática Agropecuária (SP). “A equipe trabalhou aspectos relacionados à qualidade dos dados e à sua catalogação, em especial a descrição dos metadados e a aplicação do vocabulário controlado criado para o tema, importantes para a recuperação da informação”, explica Daniela Maciel.

Geoinformações em software livre

A construção da plataforma foi baseada em software livre e ferramentas de código aberto, essenciais para garantir autonomia no desenvolvimento tecnológico e permitir que os dados sejam intercambiáveis. O sistema será expandido para todas as unidades da Embrapa, que poderão alimentá-lo com dados gerados por projetos de pesquisa. “Esse compartilhamento de informações vai valorizar ainda mais o trabalho colaborativo e contribuir não apenas para encurtar o processo de desenvolvimento de ‘novas soluções’, mas, fundamentalmente, aprimorá-las”, destaca Maciel.

Para o analista Job Vieira, da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa (Sire), a execução do projeto permitiu a experimentação de resultados promissores, alinhados a uma lei governamental, e sua implantação operacional permitirá a apropriação de inovações gerenciais no âmbito da Empresa. “Pretendemos verificar as interfaces do processo de gestão da geoinformação com outras vertentes tático-institucionais, com o propósito de articular essa implantação corporativa na Embrapa”, ressalta.

A implantação desse novo processo corporativo contou com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Institucional (SDI) da Embrapa, uma das instâncias responsáveis pela governança de dados e informações. Para a chefe da SDI, Renata Bueno Miranda, os dados geoespaciais exemplificam a enorme quantidade e variedade de informações que a Embrapa produz como resultado do seu macroprocesso de inovação. “O apropriado armazenamento, preservação e compartilhamento responsável desses ativos é algo que tanto a ciência quanto a sociedade moderna têm exigido, para maior transparência, economia e eficiência no uso dos recursos públicos”, acrescenta.

Cultura de dados abertos

A Agenda 21, documento final da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), já destacava a importância das geotecnologias e reconhecia as dificuldades no acesso e utilização dos dados produzidos pelas instituições – geralmente encontrados de forma isolada, sem padronização e em sistemas que não conversavam entre si.

Essa preocupação impulsionou o estabelecimento de acordos de compartilhamento e a construção das chamadas Infraestruturas de Dados Espaciais (IDEs), abrangendo tecnologias, políticas e padrões para aquisição, processamento, distribuição e preservação da geoinformação.

As IDEs seguem padrões preconizados pelo Open Geospatial Consortium (OGC), organização fundada em 1994 por governos, universidades e setor privado, que hoje conta com mais de 500 membros atuando no desenvolvimento e aprimoramento de softwares livres e outras tecnologias para facilitar o intercâmbio de dados.

No Brasil, a criação da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde) também está inserida nesse contexto mundial de promoção da cultura de dados abertos na era digital. “A abertura dos dados públicos é uma forma de democratizar o acesso à informação, atende à demanda por mais transparência e amplia a participação e o engajamento da sociedade”, comenta Debora Drucker, da Embrapa Informática Agropecuária (SP).

Acesso livre a dados científicos

O acesso aberto a dados científicos ganha adeptos no mundo todo a partir de movimentos como o Open Science (Ciência Aberta), uma das frentes de atuação da Open Knowledge International. A organização foi criada em 2004 e conta com iniciativas em todo o mundo, inclusive no Brasil com a Open Knowledge Brasil, também chamada Rede pelo Conhecimento Livre.

Drucker ressalta que, no caso dos dados geoespaciais, quando seu ciclo de vida é documentado e aberto, amplia-se a possibilidade de agregar mais informações e, inclusive, melhorar o resultado científico. “Ao mesmo tempo em que estão em alta vertentes que tratam do grande volume de dados disponível hoje, como Big Data, e-Science e Ciência Intensiva em Dados, há inúmeros desafios sendo impostos à humanidade que serão enfrentados em melhores condições justamente a partir da análise de dados de qualidade oriundos de diversas fontes. É inevitável que, cada vez mais, as organizações assumam que estimular essa cultura de dados abertos será um bom negócio para todos”, acredita a pesquisadora.

Com informações da Embrapa

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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Governo de São Paulo anuncia a criação de cidade inteligente no IPT

Via: MundoGeo

Márcio França, secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e vice-governador do Estado de São Paulo, anunciou, durante reunião do Secretariado no último dia 22, a construção de um ambicioso espaço tecnológico modelo no Instituto de Pesquisas Tecnológicas. “O IPT vai iniciar a construção de uma cidade inteligente em seu campus, com todas as suas funcionalidades interligadas, que servirá de protótipo para que prefeitos e secretários conheçam o conceito na prática”, afirmou ele.

Cidades inteligentes são locais que utilizam soluções tecnológicas integradas nas áreas de mobilidade urbana, saneamento e gestão ambiental, promovendo sustentabilidade e maior qualidade de vida para a população. Conforme explica Alessandro Santiago dos Santos, pesquisador da Seção de Automação, Governança e Mobilidade do IPT, o objetivo do projeto é que o Instituto seja um espaço permanente de prática e demonstração de soluções tecnológicas. “A ideia é que tornemos campus do IPT um ambiente em que se possa experimentar essas tecnologias e soluções, aplicando nosso conhecimento para uma cidade melhor tanto no conceito de inteligência quanto de sustentabilidade”, explica ele.

Empresas e instituições interessadas em contribuir com ideias e apoiar o projeto por meio de parcerias foram convidadas, através de um chamamento público, a participarem de um workshop para exposição, detalhamento e debate das ideias em 23 de janeiro no Instituto. O evento contou com abertura do diretor-presidente do IPT, Fernando Landgraf, para falar ao público sobre as atividades que já são desenvolvidas no Instituto e sua importância no desenvolvimento tecnológico do estado. “Nós estamos aqui para ajudar a indústria, o governo e a sociedade a enfrentar os desafios da nossa época através de, por exemplo, inspeção e monitoramento de obras, assessoria e consultoria para o governo e empresas e oferta de soluções para gestão e planejamento ”, afirma.

Também durante as falas iniciais, Alessandro explicou que as competências que o IPT possui foram unidas em quatro blocos para a primeira fase de implantação do conceito: meio-ambiente, edificações inteligentes, serviços públicos e mobilidade inteligente. Para cada bloco, foram apresentadas as soluções propostas pelos pesquisadores e colaboradores, como a gestão da arborização urbana, monitoramento de desastres naturais, gestão de resíduos sólidos, aproveitamento de água da chuva, iluminação pública inteligente, inspeção automatizada de galerias pluviais e semáforos inteligentes, entre outras.

Até o final de 2018, o ambiente deverá ter sido criado em São Paulo e demonstrará suas tecnologias através de centros de controle, smartphones, mapas digitais, galeria de tecnologias e visita às instalações físicas. Durante o evento, os pesquisadores responsáveis pelas soluções ficaram disponíveis ao público para debate e esclarecimento de dúvidas de suas respectivas competências.

Geo nas Cidades

O uso de Geotecnologia nas Cidades Inteligentes será destaque no MundoGEO#Connect 2018, maior evento de Geo da América Latina que vai acontecer de 15 a 17 de maio em São Paulo (SP).

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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GeoSampa: Sistemas de Mapas Oficial da Cidade de São Paulo

Via MCL Soluções Ambientais

GeoSampa é o sistema oficial de dados geográficos da cidade de São Paulo para apoiar empresas e construtoras em várias questões, inclusive na consultoria ambiental: Licenciamento Ambiental, Estudo de Impacto Ambiental e Graprohab.

No começo deste mês de julho, mais precisamente no dia 3, a prefeitura do município de São Paulo, na gestão do prefeito João Dória, publicou o Decreto nº 57.770 no Diário Oficial. Tal Decreto confere, em suma, nova regulamentação ao Sistema de Informações Geográficas do Município da Cidade. Estão, agora, todas essas informações reunidas na Plataforma GeoSampa.

A instauração da Plataforma GeoSampa foi, em princípio, um importante passo para a organização do espaço geográfico paulistano, visto que quaisquer informações alusivas à “produção, manutenção, análise, disseminação e divulgação de informações” estão agora todas mapeadas de maneira objetiva e prática, assegurando acesso à informação até mesmo aos mais leigos no assunto; ademais, todo esse banco de dados aliado ao alcance do cidadão comum constitui informação de teor oficial.

O acesso às informações da cidade reunidas numa só plataforma on-line propicia ainda que todo e qualquer material seja encontrado de maneira ainda mais ágil.

A Plataforma GeoSampa, ao ser acessada, se mostra a princípio um mapa digital da cidade de São Paulo; assim, conforme navegamos, vamos tendo acesso a dados atualizados referentes, por exemplo, a limites administrativos, censos demográficos e indicações sociais, equipamentos (panorama cultural, esportivo, educacional, segurança e saúde), transportes, sistema viário, dados habitacionais e de edificação, infraestrutura, e muitos outros dados.

Outro fator de extrema importância: a Plataforma Digital também já se faz um grande veículo para questões ambientais, visto que ela possibilita empresas e a sociedade encontrarem dados correlatos ao meio verde (recursos naturais) e ao meio físico (a exemplo de carta geotécnica, topografia e geografia).

Por coligir dados atualizados (2017) pertinentes à vida geográfica e até ambiental da cidade de São Paulo, a Plataforma GeoSampa – agora oficial – se mostra também uma forma ágil do cidadão participar da sociedade ao seu redor.

Consulte o GEOSAMPA aqui: http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx

A Plataforma GeoSampa e Sua Administração

A plataforma digital da cidade de São Paulo é mantida pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento(SMUL).

Com mais de 180 diferentes temas que concernem ao cotidiano da capital, a Plataforma permite ainda uma série de análises qualitativas e quantitativas da capital paulista.

Tamanha importância, os acessos à plataforma, desde sua concepção, se mantêm em constante expansão. Em março deste ano, já havia se contabilizado, inclusive, mais de 100 mil acessos à plataforma digital.

Das responsabilidades no que concerne à manutenção do programa, segue, ipsis litteris, a Seção V – compreendendo artigos 18, 19, 20 e 21 – do Decreto nº 57.770/2017.

Artigo 18. Caberá ao Departamento de Produção e Análise de Informação – DEINFO, da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento – SMUL, disponibilizar o SIG-SP nos termos do artigo 3º deste decreto e garantir o gerenciamento e manutenção constante de seus componentes.

Parágrafo único. Cada órgão ou ente municipal é responsável pela atualização e contínua manutenção das informações por ele produzidas e agregadas ao Sistema de Informações Geográficas do Município de São Paulo – SIG-SP, incluindo os metadados e os dicionários de dados.

Artigo 19. DEINFO fornecerá, mediante solicitação, apoio aos órgãos e entes municipais na fase de elaboração de projetos e atividades que requeiram produção de dados geoespaciais, a fim de permitir sua integração ao SIG-SP e garantir a adequação às normas e padrões definidos, bem como o bom uso dos recursos humanos e financeiros.

Artigo 20. No âmbito do SIG-SP, caberá à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento garantir a gestão tecnológica, em conformidade com o Decreto nº 57.653, de 7 de abril de 2017.

Artigo 21. O DEINFO será responsável pelo atendimento aos usuários, disponibilizando canais de comunicação de fácil acesso, tais como formulários, endereço de e-mail, telefone de contato e aplicações web, bem como pelo treinamento dos usuários e dos demais interessados na divulgação pública do conteúdo do sistema.

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eBox Digital lança aplicativo que gera documentos eletrônicos com geolocalização

Via Bonde

A eBox Digital, empresa especializada na integração da guarda de documentos físicos e digitais, acaba de lançar a plataforma eBox Mobile para gerar documentos eletrônicos. Para que os documentos eletrônicos tenham legitimidade diante de qualquer situação, o aplicativo traz a função de Assinatura com certificação Digital, que pode ser feita pelo tablet ou smarthphone, função Selfie de Segurança para inserir a imagem de quem está assinando, Tecnologia de Geolocalização que certifica se a pessoa está no local informado e Carimbo de Tempo, que serve como evidência de que uma operação foi criada no horário a e data informado.

A eBox Digital, afirma que os indicadores da ferramenta integrados excluem qualquer hipótese de fraude ou manipulação, o que atesta a legalidade do documento e dá total amparo jurídico em possíveis conflitos.

Segundo o fundador da empresa Marcelo Araújo, o aplicativo beneficiará todo o mercado corporativo, já que oferta praticidade e desburocratização nas transações comerciais. “A ferramenta proporcionará às empresas uma forma simples e rápida de assinar documentos à distância em minutos. Todo o mercado corporativo será beneficiado, considerando que a solução garante agilidade no fechamento de contratos, redução de custos, descentralização segura e ganho de eficiência”, reforça o executivo.

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A solução eBox Mobile com todo este amparo jurídico é exclusiva da eBox Digital e busca estimular a cultura de paperless nas empresas. A burocracia no País ainda emperra a existência de uma corporação 100% digital, o que nos dias de hoje avançaria muitos processos operacionais. Para driblar isto, a eBox Digital está reinventando o mercado de gestão documental e extraindo meios de criar soluções inteligentes que facilitem as empresas neste processo.

Além da gestão de documentos digitais com softwares que interagem com o cliente e o novo aplicativo eBox Mobile, a marca ainda conta com galpão de 2.500 m² projetado para terceirizar o armazenamento de documentos físicos, equipado com a tecnologia RFID (Radio-Frequency IDentification) uma das mais inovadoras do setor para a localização automática de documentos.

Fonte: Bonde | www.bonde.com.br
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Monitoramento remoto de áreas agrícolas é adotado por 80 bancos

Via Globo Rural

Associação Brasileira de Bancos firmou contrato com o IBDAgro para seus associados adotarem o sistema em conjunto

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) acaba de adotar a tecnologia de sensoriamento remoto para monitoramento, via satélite, das áreas agrícolas que vierem a receber financiamentos de qualquer um de seus 80 bancos associados. A entidade firmou contrato nesta quinta-feira (22/9) com o Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável do Agronegócio (IBDAgro), que prestará os serviços de sensoriamento, possibilitando aos associados da ABBC maior agilidade e segurança na condução de suas operações de crédito envolvendo propriedades rurais e também urbanas.

Segundo o presidente do IBDAgro, Ademiro Vian, o acordo permite à ABBC fornecer aos afiliados um contrato padrão, abrangente e acessível. Esse contrato facilita aos bancos da ABBC cumprir a Resolução do Banco Central (BC) relacionada à Política de Responsabilidade Socioambiental com custos operacionais e de observância menores e mais adequados à estrutura de negócios dos mesmos.

O sensoriamento remoto com imagens de alta resolução obtidas por satélites permite, previamente à contratação de operações de crédito e financiamento ou vinculação como garantia, verificar as condições efetivas dos imóveis como instalações, infraestrutura, presença ou não de áreas críticas (como reservas legais, áreas de preservação ambiental, matas ciliares etc.), assim como apurar danos decorrentes de queimadas, secas, geadas e outros sinistros.

“Antes da contratação de operações de crédito e financiamento, os bancos tem que avaliar as condições do empreendimento a ser financiado, ou das garantias apresentadas pelo tomador”, explica Vian. “Mas a vistoria presencial, que é a regra hoje em dia, é demorada e cara, enquanto que o monitoramento via satélite pode ser feito em questão de horas, com maior precisão e a um custo fixo interessante, independentemente da localização da propriedade no país e também do seu tamanho”, salienta o presidente do IBDAgro.

Segundo a ABBC, a tecnologia oferecida pelo IBDAgro é uma importante ferramenta voltada para o atendimento dos requisitos da Resolução 4.327/14 do BC, que fixa as regras e as condições para a implementação de uma Política de Responsabilidade Socioambiental, uma vez que sua administração exige sistemas, rotinas e procedimentos que possibilitem identificar, classificar, avaliar, monitorar, mitigar e controlar o risco socioambiental nas atividades e operações das instituições, o que inclui registro de dados referentes às perdas efetivas em função de danos socioambientais, bem como a avaliação prévia dos potenciais impactos negativos de novas modalidade de produtos e serviços.

Em entrevista, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural do BC, Sidnei Corrêa Marques, destacou a importância da tecnologia do sensoriamento remoto nas áreas agrícolas que recebem financiamento com subsídios do governo no combate à fraudes.Ele previu, à época, que com a disponibilidade desta tecnologia mais bancos, inclusive de médio e pequeno portes, poderiam vir a conceder crédito agrícola, o que, em alguma medida, começa a se comprovar com a adesão da tecnologia pelos 80 bancos da ABBC.

Fonte: Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com
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Roteiro para Cálculo de Coordenadas – QGIS

Via Processamento Digital

O objetivo desse tutorial é apresentar os passos necessários para realizar um cálculo de coordenadas geográficas no QGIS.

Amanda Péscio, colaboradora do Processamento Digital, apresenta uma descrição detalhada da localização espacial dos pontos que formam o perímetro de uma propriedade e que se dá por meio de coordenadas.

A Coordenada Geográfica é uma das opções para identificar e demonstrar estes pontos. Elas formam um sistema de localização que se estrutura através de linhas imaginárias, traçadas paralelamente entre si nos sentidos norte-sul e leste-oeste, medidas em graus. Com o cruzamento entre essas linhas, criam-se pontos precisos de localização.

Essas linhas imaginárias são chamadas de paralelos e meridianos, e suas medidas em graus são, respectivamente, as latitudes e as longitudes. Os paralelos cortam a Terra horizontalmente, no sentido leste-oeste, enquanto os meridianos cortam a Terra verticalmente. (Pena, 2016).

Confira o tutorial completo através do link:

QGIS_Formula_para_Adicionar_Coordenadas_Geograficas_nos_Pontos

Fonte: Processamento Digital | www.processamentodigital.com.br
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Entenda como você pode cotar lotes com apenas um clique

Via MundoGeo

Entre muitas novidades presentes no Métrica TOPO 2016, um dos recursos que podemos destacar é a ferramenta de cotar lotes automaticamente.

Em sua versão anterior, no TopoEVN 6, era possível cotar apenas pontos e segmentos de reta. Agora, no novo Métrica TOPO 2016 lançado em maio deste ano, também é possível utilizar a ferramenta Cotar nos projetos de loteamentos. Dessa forma, a tarefa que era manual e trabalhosa, tornou-se ágil e muito menos exaustiva.

Na entrega de projetos urbanísticos de loteamentos é necessário que todas as informações estejam corretamente inseridas na planta. O processo repetitivo de cotar os lotes manualmente é muito suscetível de erros por exaustão. A nova ferramenta de cotar lotes evita este tipo de problema nesta fase do projeto, além de possibilitar rápido resultado, aumentando a produtividade do profissional de forma confiável.

Confira neste tutorial como utilizar esta nova ferramenta. Vamos lá?!

Cotando loteamentos no Métrica TOPO 2016

Você deverá criar um novo projeto em seu Métrica TOPO e importar o .DWG com o loteamento para o ambiente CAD ou então reabrir um projeto já existente que contenha os desenhos dos lotes que deseja trabalhar.

Fundo: MundoGeo | www.mundogeo.com
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FAPESP apoiará pesquisas sobre cidades inteligentes

Via MundoGeo

A FAPESP e a Finep anunciam o lançamento de uma chamada de propostas para apoiar o desenvolvimento, por pequenas empresas paulistas, de produtos, processos e serviços inovadores para aplicações em cidades inteligentes e sustentáveis.

A cidade inteligente é uma construção evolutiva, um processo que envolve a constante busca de resolver problemas por meio de soluções disruptivas, fazendo-se uso de materiais integrados com sensores, dispositivos eletrônicos e redes de comunicação, os quais são ligados com sistemas computadorizados, para análise de dados a partir de algoritmos inteligentes que tomam decisões.

As áreas temáticas da chamada são: Meio ambiente sustentável; Mobilidade urbana; Tecnologias Assistivas; Segurança Pública; Tecnologias para difusão de educação e cultura; e Saúde.

Os recursos alocados para financiamento dos projetos selecionados são da ordem de R$ 10 milhões, sendo 50% com recursos da Finep e 50% com recursos da FAPESP. O lançamento da chamada se dá no âmbito do Programa PIPE-PAPPE Subvenção.

Podem participar da chamada microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas empresas e médias empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo e constituídas, no mínimo, 12 meses antes do lançamento do edital.

Espera-se que a empresa realize pesquisa visando ao desenvolvimento comercial e industrial dos produtos, que poderá durar até 24 meses. O orçamento solicitado na proposta poderá ser de até R$ 1,5 milhão.

As propostas submetidas no âmbito da chamada serão enquadradas e deverão seguir as normas do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP.

As propostas devem ser submetidas eletronicamente, por meio do Sistema de Apoio a Gestão (SAGe) da FAPESP, até o dia 25 de abril de 2016.

A chamada de propostas está publicada em: www.fapesp.br/10066

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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IBGE aplica o MAPGEO2015 para rever as altitudes de sete pontos culminantes

Via Mundo Geo

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atualizou as altitudes de sete pontos culminantes brasileiros, a partir da aplicação da versão 2015 do modelo de ondulação geoidal do Brasil (MAPGEO2015), disponibilizada pelo IBGE no final do ano passado, às altitudes determinadas anteriormente naquelas localidades por receptores GPS. A atualização não alterou o ranking das montanhas mais altas do país, mas determinou aumentos de 1,52m tanto no Pico da Neblina (mais alto) quanto no Pico 31 de março (segundo mais alto), que passaram a ter 2.995,30 m e 2.974,18 m, respectivamente. Em relação aos outros cinco pontos culminantes, houve reduções nas altitudes inferiores a um metro.

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A determinação da altitude em locais de difícil acesso sempre representou um grande desafio para o campo das geociências. No passado, a alternativa era o nivelamento barométrico, realizado com o barômetro, instrumento criado no século 17 e utilizado para medir a pressão atmosférica, altitude e mudanças no tempo. No entanto, os valores obtidos apresentavam imprecisões da ordem de metros. Com o advento das técnicas de posicionamento associadas aos Sistemas Globais de Navegação por Satélites (GNSS), em especial ao Sistema de Posicionamento Global (GPS), os levantamentos passaram a fornecer coordenadas (latitude, longitude e altitude) com alta precisão.

Utilizando a tecnologia GPS, em maio de 2004, o IBGE iniciou o projeto Pontos Culminantes, com o objetivo de determinar altitudes mais precisas para os picos mais elevados do Brasil, utilizando equipamentos de rastreamento GPS associados às modernas técnicas de posicionamento preciso por satélites. O projeto, executado em cooperação com o Instituto Militar de Engenharia (IME), foi concluído em 2005, com a medição do Monte Roraima (Serra de Pacaraíma, RR, divisa entre Brasil, Venezuela e Guiana) e outros seis pontos culminantes: Pico da Neblina (Serra do Imeri, AM), Pico 31 de Março (Serra do Imeri), Pico da Bandeira (Serra do Caparaó), Pico Pedra da Mina (Serra da Mantiqueira), Pico das Agulhas Negras (Serra da Mantiqueira) e Pico Cristal (Serra do Caparaó).

No entanto, as altitudes determinadas utilizando-se um receptor GPS não estão relacionadas ao nível médio do mar (ou, de forma mais rigorosa, ao geoide, que é a superfície equipotencial do campo de gravidade da Terra que coincide com o nível médio do mar em repouso), mas a um elipsoide (ver na ilustração abaixo), adotado como forma geométrica da Terra. Assim, torna-se necessário conhecer a diferença entre as superfícies do geoide e do elipsoide, isto é, a altura ou ondulação geoidal, para que se possa obter a altitude ortométrica (acima do nível médio do mar).
Essa nova atualização das altitudes dos picos culminantes foi necessária tendo em vista o conhecimento de valores, mais precisos, da ondulação geoidal no Brasil com a divulgação do MAPGEO2015 em novembro de 2015. Este novo modelo geoidal foi desenvolvido pelo IBGE, em conjunto com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP).

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Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
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