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Mais de R$ 44 milhões serão destinados à construção de nove creches em Salvador

Via: Portal Brasil

Recursos serão repassados via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, órgão ligado ao MEC

Salvador vai receber investimentos de R$ 44,2 milhões para construir nove creches em parceria com o Ministério da Educação (MEC). O termo de compromisso foi assinado, nesta sexta-feira (29), pelo ministro Mendonça Filho e pelo prefeito da capital baiana, Antônio Carlos Magalhães Neto.

As creches serão construídas nos bairros de Fazenda Coutos, Ribeira, São Cristóvão, Alto das Pombas, Vila Ruy Barbosa, Fazenda Grande do Retiro e Lobato. Juntas, vão beneficiar 2,6 mil crianças. Os recursos serão repassados via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão ligado ao MEC.

Faculdade em Jacobina (BA)

Na ocasião, também foi assinado o credenciamento da Faculdade AGES de Medicina de Jacobina. A unidade foi selecionada pelo Edital nº 06/2014, lançado com o objetivo de ofertar cursos em saúde em regiões distantes de tradicionais polos médicos, como forma de reduzir desigualdades regionais, fortalecer a prestação de serviços de atenção básica e aprimorar a formação.

A Faculdade AGES atendeu a critérios que levaram em consideração a relevância e a necessidade social da oferta do curso e a estrutura de equipamentos públicos, bem como os cenários de atenção na rede, programas de saúde existentes e disponíveis no município de oferta do curso. Ao todo, 39 municípios foram selecionados por meio desse edital. A análise das propostas passou por três fases: habilitação da mantenedora, análise da experiência regulatória da mantenedora e da mantida e, ao final, análise e classificação das propostas.

A previsão é de que sejam abertas 2.305 novas vagas no curso de graduação em medicina a partir das propostas aprovadas. Os novos cursos funcionarão de acordo com o previsto nas diretrizes curriculares de medicina homologadas em 2014, que estabelecem, entre outros aspectos, a inserção do aluno nas redes de serviços de saúde, como espaço de aprendizagem ao longo de toda a graduação; e a vinculação, por meio da integração ensino-serviço, da formação médico-acadêmica às necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
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PIB-da-construção-encerra-segundo-trimestre-com-queda

PIB da construção encerra segundo trimestre com queda de 7,0%, mostra IBGE

Via: Construção mercado Pini

Ocupação no setor caiu 9,2% no período. Veja posicionamentos do SindusCon-SP e da CBIC

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (1º) que o Produto Interno Bruto (PIB) da indústria da construção registrou queda de 7,0% no segundo trimestre de 2017 na comparação com o mesmo período de 2016. O resultado é considerado o pior entre todos os setores da pesquisa.

O desempenho também foi 2,0% inferior ao acompanhado no primeiro trimestre deste ano. Já nos seis primeiros meses de 2016, o recuo é de 6,6% sobre mesmo período do ano anterior.

Em relação a ocupação na construção, o segundo trimestre obteve redução de 9,2% na comparação com o mesmo período do ano precedente. O decréscimo nominal das operações de crédito do sistema financeiro foi de 2,1%.

A Formação Bruta de Capital Fixo foi reduzida em 6,5% no segundo trimestre de 2017 em comparação com o mesmo trimestre de 2016, levando a Taxa de Investimentos a meros 15,5% do PIB. “O endividamento público está explosivo e isso influencia a retração persistente dos investimentos de longo prazo. Sem as reformas necessárias, que direcionem a economia a um consistente equilíbrio fiscal, auxiliado por medidas microeconômicas que aumentem a produtividade, a tendência é o cenário se agravar”, diz Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).

O PIB traz ao setor da construção grande preocupação com o futuro, já que resultado representa a segunda queda consecutiva. “Os dados do IBGE formalizam o aprofundamento continuado das perdas que observamos no nosso dia a dia. É preciso tomar medidas urgentes e efetivas para reanimar o setor”, comentou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, lembrando que os empresários do setor têm enfrentado dificuldades no acesso ao crédito e ao financiamento, principalmente para executar projetos em andamento.

O vice-presidente do SindusCon-SP ressalta ainda que a indicação do governo de corte de 90% do orçamento do PAC para investimentos em 2018 aponta para uma perspectiva negativa. “A confiança dos investidores permanece abalada e nos deixa em um ciclo de fatos ruins”, finaliza.

PIB Nacional

O PIB Nacional, por sua vez, registrou aumento de 0,2% no segundo trimestre de 2017 em relação ao período anterior. O IBGE afirma que os saques do Fundo de Garantia por Tempo e Serviço (FGTS) inativos entre os meses de março e julho injetaram pelo menos R$ 44 milhões na economia, levando o consumo das famílias a crescer 1,4% no segundo trimestre. Entre os setores, a agropecuária se manteve estável, enquanto a indústria recuou 0,05% e os serviços cresceram 0,6%.

Fonte: Construção mercado Pini | www.construcaomercado.pini.com.br
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Confiança da construção avança pelo terceiro mês, diz FGV

Via: Portal Brasil

Dados apontam para recuperação da atividade no setor da construção civil.

Com os sinais de retomada da economia, o Índice de Confiança da Construção (ICST) avançou 1,5 ponto em agosto, passando para 76,1 pontos, na terceira alta consecutiva do indicador. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (28), pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o documento, a alta do indicador é um sinal de recuperação do setor da construção civil. “O aumento da confiança pelo terceiro mês consecutivo pode finalmente apontar o início da retomada da atividade da construção”, observa a coordenadora da Projetos de Construção da entidade, Ana Maria Castelo.

Nesse contexto, dados que compõem a confiança do setor também foram positivos. O Índice de Expectativas da construção cresceu 2,3 pontos no mês, enquanto o dado que mede o otimismo com os negócios variou 3 pontos. Por fim, a confiança com a situação atual do setor também teve alta; avançou 0,7 ponto.

Produção avança

Diante desse desempenho, a capacidade de produção da indústria da construção ficou menos ociosa, o que significa mais uso da capacidade produtiva. Pela segunda vez consecutiva, a utilização da capacidade instalada cresceu 0,3 ponto percentual e chegou a 62,1%.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
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RJ terá centro de referência com acervo de arquitetura e urbanismo

Via: AEC Web

Conselho de Arquitetura e Urbanismo do RJ discute a criação de um espaço que reunirá projetos e publicações para profissionais e pesquisadores

Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU/RJ) começou a discutir a implantação de um Centro de Referência da Informação em Arquitetura e Urbanismo (Criau). O objetivo é disponibilizar periódicos digitais brasileiros e estrangeiros na sede do conselho, identificar e catalogar obras que não estejam acessíveis ao público ou que estejam em mau estado de conservação e desenvolver um sistema de busca de livros, artigos, revistas e projetos no Estado.

Segundo Marcella Abla, coordenadora e uma das conselheiras do grupo de trabalho da Comissão de Ensino e Formação (CEF) da entidade, a ideia partiu da intensa procura dos profissionais por informações sobre a profissão e das frequentes doações de livros para o CAU. O trabalho será realizado com a colaboração de donos de acervos particulares e de profissionais da área, além de coordenadores de cursos de graduação e de pós-graduação em arquitetura e urbanismo.

Além do Criau, está em andamento o projeto “Livro em movimento” que prevê um espaço de troca de livros entre os arquitetos e urbanistas.

Fonte: AEC Web | www.aecweb.com.br
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Obras da primeira etapa do Eixo Norte do Projeto São Francisco serão aceleradas

Via: Pini Infraestrutura Urbana

Vistoria do ministro Helder Barbalho no trecho entre Penaforte e Jati verificou a retomada das atividades após assinatura da ordem de serviço

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, inspecionou na última sexta-feira (7) as obras da primeira etapa (1N) do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, no trecho entre o município de Penaforte e o reservatório de Jati, no Ceará. A ordem de serviço desse trecho foi assinada pelo Governo Federal no dia 20 de junho.

“Continuaremos a todo vapor avançando e cobrando da empresa que cumpra com os prazos, que agilize diversas frentes de serviço, que permitam a aceleração deste cronograma”, comentou o ministro após a vistoria, além de relembrar que o prazo para finalização da obra é de janeiro de 2018.

As operações da primeira etapa foram iniciadas na última semana, após a efetivação de alguns profissionais. Espera-se que até agosto sejam contratados 500 trabalhadores para as obras no trecho.

“[A obra] representa a transformação da vida das pessoas. Representa o sonho sonhado por milhares de cearenses. Com a expectativa da entrega dessa obra, vão viver um novo tempo, com água de qualidade para o consumo humano e para a produção”, comentou o ministro.

As obras do 1N do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco terão investimento de R$ 132 milhões nos 140 km que passarão pelos municípios de Cabrobó, Salgueiro, Terra Nova e Verdejante, todos em Pernambuco, até a cidade cearense de Penaforte. Os serviços são executados pelo consórcio Emsa-Siton, que possui um contrato avaliado em R$ 516,8 milhões com o Governo Federal – anteriormente essa obra era de responsabilidade da Mendes Júnior.

Ao total serão atendidos 7,1 milhões de habitantes em 223 municípios do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, sendo 4,5 milhões na região Metropolitana de Fortaleza.

Fonte: Pini Infraestrutura Urbana | www.infraestruturaurbana.pini.com.br
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Inspirada-em-árvore,-Galeria-Serpentine-é-inaugurada-em-Londres

Inspirada em árvore, Galeria Serpentine é inaugurada em Londres

Via: Grupo Pini

Projeto foi elaborado pelo arquiteto africano Diébédo Francis Kéré, que se inspirou na sua cidade-natal Gando

Foi inaugurada na última terça-feira (20) em Londres, na Inglaterra, a Galeria Serpentine projetada pelo africano Diébédo Francis Kéré. O projeto é inspirado na cidade-natal do arquiteto, Gando, em Burquina Faso, onde uma árvore servia de ponto de encontro para os habitantes.

O edifício conta com uma grande cobertura suspensa de aço e uma pele transparente cobrindo a estrutura, oferecendo abrigo contra a chuva e permitindo que o ar circule livremente. Há também quatro pontos de acesso separados por um pátio à céu aberto no centro da galeria, que proporciona iluminação natural aos visitantes.

Durante à noite, a cobertura recebe uma iluminação especial através das perfurações das paredes, permitindo a visão das atividades dentro do pavilhão àqueles que estão de fora. A estrutura das paredes e do telhado são compostas de madeira.

“Como arquiteto, é uma honra trabalhar em um parque tão grande, especialmente sabendo a longa história de como os jardins evoluíram e mudaram para o que vemos hoje. Todos os caminhos e árvores, e até o lago Serpentine, foram cuidadosamente desenhados. Estou fascinado com a forma como essa paisagem artificial ofereceu uma nova maneira de as pessoas da cidade experimentarem a natureza. Em Burkina Faso, estou acostumado a ser confrontado com o clima e a paisagem natural como uma dura realidade. Por esse motivo, eu estava interessado em como minha contribuição para este Royal Park não só poderia melhorar a experiência do visitante da natureza, mas também provocar uma nova maneira das pessoas se conectarem”, ressaltou Kéré.

Kéré é o 17º arquiteto a projetar o Pavilhão da Serpentine, após nomes como Bjarke Ingels (2016)SelgasCano (2015)Smiljan Radić (2014)Sou Fujimoto (2013)Herzog & de Meuron e Ai Wei Wei (2012)Peter Zumthor (2011)Jean Nouvel (2010)Sanaa (2009), Frank Gehry (2008), Oscar Niemeyer (2003) e Zaha Hadid, que desenhou a primeira estrutura, em 2000.

O pavilhão da Serpentine hospedará eventos que exploram questões da comunidade e do direito à cidade entre 23 de junho e 8 de outubro.

Fonte: Grupo Pini |www.au.pini.com.br
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Vendas de materiais de construção acumulam queda de 7% até maio, mostra Abramat

Via: Grupo Pini

Ainda assim, comercializações cresceram 8,8% no quinto mês do ano em relação a abril

A Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção (Abramat) informou na última semana que as vendas de materiais de construção apresentaram queda de 6,6% em maio na comparação ao mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, a retração é de 8,9% e no acumulado de 2017, de -7%. O resultado foi influenciado, segundo a pesquisa, pelo alto índice de desemprego, a dificuldade de acesso ao crédito e a crise política vigente no País.

Apesar do resultado ruim na base de comparação anual, o quinto mês de 2017 registrou crescimento de 8,8% nas comercializações do setor em relação a abril. A Abramat disse que o crescimento aconteceu devido ao número maior de dias úteis no período.

“Embora o varejo de materiais apresente um crescimento nesses primeiros meses do ano, os segmentos do imobiliário e da infraestrutura continuam com queda expressiva nas vendas por conta da instabilidade política e de fatores como desemprego e política de juros pouco atrativa. Nossa expectativa mais otimista é de um início de recuperação nesses segmentos (imobiliário e infraestrutura) a partir do segundo semestre”, comentou o presidente da Abramat, Walter Cover.

Por segmentação, o faturamento referente às vendas dos materiais de base e acabamento encerrou o mês de maio com variação de -6% e de -7,5%, respectivamente, comparado a maio de 2016. O acumulado em 12 meses ficou em -7,1% para base e -6,9% para acabamento.

O emprego na indústria de materiais de construção, por fim, apresentou em maio queda de 5,4% se comparado ao mesmo mês do ano anterior e recuo de 7,9% no acumulo dos últimos 12 meses.

“Enxergamos um cenário pouco mais animador, na qual as projeções apontam para uma estabilidade ainda este ano. Claro, dependendo de fatores como emprego e estabilidade política, por exemplo”, acredita Cover.

Fonte: Grupo Pini | www.construcaomercado.pini.com.br
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Construção-civil-tem-saldo-positivo-de-emprego-em-um-ano-em-Bauru

Construção civil tem saldo positivo de emprego em um ano em Bauru

Via: JCNET

Depois de registrar sucessivos saldos negativos no nível de emprego, o setor da construção civil voltou a contabilizar aumento no número de vagas de trabalho em Bauru. Apesar de ainda tímido, o crescimento aponta para uma estabilização que sinaliza para a retomada do aquecimento deste segmento de mercado, que, em um passado recente, viveu uma fase pródiga.

Segundo estudo recente elaborado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a FGV-SP, o estoque de postos de trabalho no comparativo anual dos meses de abril de 2016 e 2017 teve alta de 0,41%, com criação de 68 vagas em 12 meses. Se, em abril do ano passado, o estoque era de 16.427 empregos, no mesmo mês deste ano o acumulado chegou em 16.495 trabalhadores com carteira assinada em atuação no setor.

Nas principais cidades abrangidas pela diretoria regional do SindusCon-SP, apenas Bauru registrou nível positivo de emprego no período. As demais – Botucatu, Jaú, Marília, Avaré e Lins – tiveram postos de trabalho extintos. O levantamento leva em conta dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Diretor regional do SindusCon-SP em Bauru, Ricardo Aragão, explica que o resultado foi recebido com otimismo porque, durante os últimos anos, a cidade sofreu quedas sucessivas no número de trabalhadores com carteira assinada. “Tivemos dificuldade de aprovação de projetos no município por conta de leis confusas e obsoletas e, depois, o cenário econômico e político do País impactou muito o setor”, explica.

Em consonância com o bom momento, será realizado neste mês o Feimóveis, com patrocínio da Caixa Econômica Federal (veja box ao lado).

‘SADIO’

O presidente da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos (Assenag), Luiz Bombonato Filho, também avalia que a crise política brasileira ainda trava o avanço de investimentos, principalmente estrangeiros, que sejam capazes de fomentar o segmento. “Há um clima de incerteza que é prejudicial. Mas, a partir de agora até as vésperas das eleições, quando o ritmo deve desacelerar um pouco, esperamos que este cenário melhore e que o País volte a crescer”, frisa.

Mesmo neste contexto, segundo ele, a busca por profissionais que atuam na construção civil é crescente em Bauru e região. “Na Assenag, recebemos muitos currículos de profissionais e, ultimamente, temos tido mais sucesso para inserir estas pessoas no mercado de trabalho. Isso mostra que há um movimento, mesmo que lento, de recuperação da economia”, observa.

Diretor da regional do Sindicato da Habitação (Secovi) em Bauru, Riad Elia Said, aponta que, assim como os profissionais de engenharia e arquitetura, a atividade imobiliária também se conecta à construção civil e, portanto, depende dos mesmos fatores conjunturais para se recuperar. E a comercialização de imóveis, ele garante, segue em ritmo considerado “sadio”.

“O cenário está estável, mas o mais importante é que nunca tivemos um momento trágico durante a crise, com devolução em larga escala de unidades de um empreendimento ou falta de lançamentos. E isso, direta e indiretamente, impacta na geração de empregos na construção civil”, completa.

Fonte:  JCNET | www.jcnet.com.br
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Custo da construção civil recua em Mato Grosso

Via: Cenário MT

Mato Grosso foi o único estado da região Centro-Oeste a apresentar recuo no Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi). Conforme dados divulgados ontem pelo IBGE, o custo apresentou queda de 0,23% em maio em relação a abril. Com esse movimento, o custo do metro quadrado padrão atingiu R$ 1.047,47, ante R$ 1.049,93 no mês anterior.

A inflação negativa sobre a construção civil, em Mato Grosso, manteve em maio o mesmo movimento observado em abril, quando a queda do período foi de 0,09%, a segunda maior do Centro-Oeste. Os recuos seguidos vêm após o segmento fechar o primeiro trimestre do ano com a maior variação acumulada do ano na região (0,51%). No acumulado do ano, considerando o intervalo de janeiro a maio, a inflação da construção civil no Estado soma 0,19%, o menor percentual regional.

No ranking do Centro-Oeste, o maior valor se mantém no Distrito Federal, R$ 1073,72, seguido por Mato Grosso, R$ 1.047,47, Goiás, R$ 1.025,52 e Mato Grosso do Sul, R$ 1.023,64. Já no ranking nacional, o maior valor do metro quadrado em maio foi observado em Santa Catarina, R$ 1.149,09, tirando o Rio de Janeiro do topo da lista. Já o mais barato foi registrado no Rio Grande do Norte, R$ 927,75. Mato Grosso exibe o 9º valor médio mais barato do período, conforme o IBGE.

No país, o custo nacional da construção, por metro quadrado, que em abril fechou em R$ 1.039,54, em maio subiu para R$ 1.042,69, sendo R$ 536,24 relativos aos materiais e R$ 506,45 à mão de obra. A variação foi de 0,30% em maio, ficando 0,15 ponto percentual acima da taxa do mês anterior (0,15%). Os últimos 12 meses ficaram em 4,52%, resultado abaixo dos 5,07% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2016 o índice foi 0,83%.

De janeiro a maio, os acumulados são 0,95% (materiais) e 2,09% (mão de obra), sendo que em doze meses ficaram em 1,62% (materiais) e 7,79% (mão de obra).

LOCAIS – A Região Nordeste, com 0,78%, ficou com a maior variação regional em maio. Nas demais regiões os resultados foram: -0,12% (Norte), 0,18% (Sudeste), 0,10% (Sul) e 0,05% (Centro-Oeste). Os custos regionais, por metro quadrado, foram para: R$ 1.051,14 (Norte), R$ 972,25 (Nordeste), R$ 1.088,12 (Sudeste), R$ 1.075,55 (Sul) e R$ 1.042,77 (Centro-Oeste).

Decorrente de pressão exercida pelo reajuste salarial do acordo coletivo, a Bahia, com 2,31%, foi o estado com a mais elevada variação mensal. A seguir veio Sergipe, com 2,03%, também sob impacto de reajuste definido na convenção coletiva.

Fonte : Cenário MT | www.cenariomt.com.br
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Empresa de Cid Gomes é multada em R$ 6 milhões por construção em área de preservação ambiental

Via: G1

Em nota, Cid Gomes informou que a construção possui alvará e que acionará a Justiça.

Uma empresa do ex-ministro da Educação e ex-governador do Ceará, Cid Gomes, foi multada em mais de R$ 6 milhões pela construção irregular de um empreendimento imobiliário em uma serra na cidade de Meruoca, distante 250 quilômetros de Fortaleza. A multa foi aplicada na terça-feira (6) pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), durante uma fiscalização conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).

Em nota, Cid Gomes informou que a construção possui alvará e que “acionará a Justiça contra a arbitrária e descabida sanção aplicada”. O ex-governador alegou que está sendo “vítima de arbitrariedade e clara perseguição política”.

Conforme a coordenadora regional substituta do IMCBio, Karina Teixeira, a obra foi realizada de forma irregular em uma Área de Proteção Ambiental (APA), em um trecho também caracterizado como Área de Proteção Permanente (APP), parte da Mata Atlântida. O Instituto Chico Mendes recebeu uma denúncia e, durante a fiscalização, os agentes constataram as irregularidades.

“Verificamos que a construção foi realizada em uma área elevada de 830 metros, em um topo de morro. A partir de 800 metros já é considerada área de preservação permanente, uma área intangível e que não se permitem intervenções diretas. Foi desmatada uma área de 1,48 hectare (14.800 m²), com cortes de barreiras, terraplanagem, pilares”, afirmou.

Diante do flagrante, foi lavrado um auto de infração no valor de R$ 6,020 milhões. O ICMBio informou também que a obra foi embargada e um processo administrativo será instruído. Após o relatório técnico final, o Ministério Público Federal deve ser acionado para investigar se houve crimes.

“Esse empreendimento, além de estar em uma APA federal, se encontra em uma porção mais restritiva, que é o topo de uma APP. Então, nenhuma intervenção poderia ser liberada para ser realizada neste tipo de área, assim como em nascentes de rios e manguezais, por exemplo”.

O superintendente do Ibama no Ceará, Herbert Lobo, informou que, após ser acionado pelo ICMBio, agentes foram deslocados ao local e constataram, junto com o instituto, que o empreendimento não possuía licença ambiental.

ICMBio

O Instituto Chico Mendes é uma autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente que integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). O ICMBio realiza programas de pesquisa, proteção e preservação da biodiversidade, além de exercer o poder de polícia ambiental para a proteção das Unidades de Conservação federais.

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Fonte: G1 | www.g1.globo.com
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