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Responsabilidade das empresas na construção civil

Via: Diário Digital

Uma das indústrias vitais para o desenvolvimento econômico e social é a construção civil

Uma das indústrias vitais para o desenvolvimento econômico e social é a construção civil. Seja no desenvolvimento de moradias ou de grandes obras públicas e comerciais, o segmento também é uma das atividades que mais impactam o meio ambiente, seja por meio do consumo de matéria prima, remanejamento dos espaços naturais e também pelo seu grande potencial gerador de resíduos.

Para regulamentar e controlar a interferências de todas as atividades realizadas na indústria da construção, o Brasil conta com uma legislação sólida e avançada que foi sancionada em 2010, chamada Política Nacional de Resíduos Sólidos, ou PGNS, em vigor desde 2014. Determinado por 12 ministérios, reúne estratégias e metas para e redução e tratamento adequado de todo tipo de resíduo produzido no país.

A PGNS e a sustentabilidade na construção – Assim como em diversas outras atividades econômicas geradoras de resíduo, variados segmentos da construção civil devem adotar as medidas estabelecidas no PGNS. Trata-se de uma série de ações e registros documentais que visam obedecer aos órgãos de fiscalização municipais, estaduais e federais.

Resumidamente, a gestão de resíduos na construção civil visa não só identificar, controlar e diminuir a quantidade e variedade de detritos, mas também técnicas e medidas adequadas para seu descarte e possível reciclagem. É válido ressaltar que há todo um segmento econômico proveniente dos refugos da construção civil, como os ferros-velhos, empresas de coleta especializadas e cooperativas de catadores.

Entre as principais causas da geração de resíduos na construção estão desastres naturais no terreno, construções falhas que demandam superprodução e desperdício de materiais e sua demolição, demolição de edificações já existentes, perdas de material durante processos produtivos e de acabamento, falta de qualidade de matérias de base que podem vir a gerar ainda mais perdas e até mesmo o crescimento urbano desordenado, principal razão de construções irregulares e não fiscalizadas.

Entre os prejuízos mais comum para a atividade e para o meio ambiente, estão o descarte de materiais cerâmicos, cimento, argamassas, tijolos, estruturas metálicas, plástico, vidro, canos, tubos fios, tintas, vernize, químicos para vedação, entre tantos outros dejetos que demoram a se decompor e podem causar a contaminação do solo, rios, florestas e até chegar aos oceanos.

Além de ser um ato de respeito à sociedade, ao planeta e à legislação, as ações e diretrizes estabelecidas pelo PNGS também podem beneficiar a receita das empresas da construção civil, pois o gerenciamento assertivo dos resíduos também abrange melhorias no processo de sua produtiva e, consequente, a redução de desperdícios energéticos e materiais.

Veja ações sustentáveis para serem implantadas na construção civil:

  • Contratação de fornecedores certificados
  • Evitar o uso de materiais tóxicos, mesmo com baixos níveis de componentes nocivos
  • Investir em treinamentos e conscientização dos colaboradores
  • Identificar os resíduos e seus principais pontos de geração
  • Capacitar os profissionais envolvidos no orçamento e gerenciamento de matérias-primas e pré-formados, como argamassas
  • Manter o canteiro de obras sempre organizado e limpo
  • Fiscalizar os serviços de coleta dos resíduos
  • Identificar materiais potencialmente recicláveis
  • Diminuir e controlar o consumo de água e energia
  • Adotar sistemas de reuso de água e alternativas para seu aquecimento, como placas solares

Fonte: Diário Digital | www.diariodigital.com.br
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Averbação de construção: 5 fatos que você precisa saber

Um dos aspectos fundamentais na regularização de uma obra e que impactam diretamente a venda de um imóvel é a averbação de construção. Esse ato, que fica registrado na matrícula do imóvel, é o que o individualiza e confere regularidade à sua construção. Imóveis que não possuem a averbação de construção, portanto, representam sérios riscos ao futuro comprador e também ao proprietário.

Para saber mais sobre o que é a averbação de construção e o que é necessário fazer para obtê-la, vale a pena conferir o texto abaixo!

Confira 5 fatos importantes sobre averbação de construção

1.      A averbação de construção atesta a regularidade da obra

Antes de iniciar uma obra, é necessário requerer, junto à prefeitura do município, um alvará de construção. Esse documento é expedido após a aprovação do projeto, que é apresentado juntamente com o requerimento do alvará.

Finalizada a obra, a prefeitura vistoria o imóvel e, então, emite a “Certidão de Construção” e o “Habite-se” que, juntamente com a certidão negativa do INSS, devem ser averbados na matrícula do lote. O ato de averbar tais documentos é chamado de “averbação de construção”. Esse ato é o que individualiza, descreve e caracteriza o imóvel na matrícula, fazendo com que o imóvel passe a existir oficialmente.

2.      Sem averbação de construção um imóvel não existe para fins legais

Ter uma matrícula onde não consta a averbação de construção equivale a dizer que naquele lote não existe uma construção regular, o que implica em riscos para o comprador.

Da mesma forma, quem constrói um imóvel e não regulariza a obra, além de encontrar dificuldades na venda, pode ter problemas com a prefeitura.

3.      A falta de averbação do imóvel representa riscos para o futuro comprador

A matrícula do imóvel é um dos principais documentos a serem checados durante a compra de um imóvel. Além de atestar a propriedade, na matrícula, ficam descritas todas as informações e os ônus que recaem sobre o bem.

Quando não existe a averbação de construção na matrícula, conforme explicamos, é possível que o imóvel em questão tenha sido construído com um projeto que não foi aprovado pela prefeitura. Por isso, a construção pode estar em desacordo com as diretrizes legais do município.

4.      A cobrança da averbação de construção é feita com base no metro quadrado

Para que seja feita a averbação de construção, o Cartório de Registro de Imóveis cobra um valor. Esse valor é calculado de acordo com a tabela da SIDUSCON de cada estado, multiplicado pelo número de metros quadrados da construção ou da ampliação.

5.      Uma assessoria especializada garante mais eficiência ao processo de averbação de construção

Para promover a averbação de construção, é necessário se dirigir ao Cartório de Registro de Imóveis e apresentar documentação específica. Como o procedimento pode variar de cartório para cartório, é importante checar antes quais os documentos exigidos.

Para evitar problemas durante o processo de averbação de construção e regularização do imóvel, contar com uma assessoria especializada pode fazer toda diferença. Além de evitar falhas e erros na apresentação da documentação, uma assessoria pode conferir maior agilidade ao processo.

Você sabia da importância da averbação de construção? Tem dúvidas? Então, deixe seu comentário!

 

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Plataforma amplia geração de startups para o setor da construção civil

Imagem: Filipe Pessoa diz que desafios serão elencados para apresentar as oportunidades. Foto: Cesar/Divulgação

Via: Diário de Pernambuco

Parceria entre o Cesar e o Sebrae vai buscar oportunidades no estado para incorporar a inovação na cadeia produtiva do setor

Por: Luciana Morosini

Se a construção civil ainda tem uma mentalidade mais tradicional e caminha a passos lentos para incorporar a inovação em sua cadeia produtiva, o setor começa a despertar para isso e empresários pernambucanos do segmento já demonstram interesse pelo tema. Inclusive, investir em inovação é um dos fatores apontados para ajudar na retomada da economia, já que a construção é uma das molas propulsoras e gera 13 milhões de empregos no Brasil, segundo o governo federal. Nessa linha, o Cesar, em parceria com o Sebrae, lançou a Plataforma Integrada de Geração de Startups (PIGS), que tem como objetivo ampliar a eficiência de geração de startups que tem como foco a construção civil.

A plataforma vai contar com três fases distintas. Na primeira delas, será elencado um conjunto de oportunidades e desafios do setor através do engajamento com membros do setor. “Eles vão elencar de forma estruturada os desafios, mostrar o que é prioridade, vamos fazer entrevistas individualizadas e também ir a canteiros de obras ver onde os problemas acontecem”, explica Filipe Pessoa, executivo-chefe de empreendedorismo do Cesar. A partir deste conjunto de informações levantadas, serão estruturadas as oportunidades de inovação, como elas são relevantes para o setor e se existem concorrentes.

Na segunda fase, serão gerados experimentos para solucionar os desafios e problemas apresentados. “Vamos fazer várias dinâmicas, inclusive lançar um concurso para startups trazerem um briefing sobre aqueles propósitos e fazer um processo imersivo com grupos de seis a quatro pessoas para ficarem no Cesar desenvolvendo protótipos. Também vamos apresentar os desafios aos alunos de universidades de tecnologia para que eles também possam gerar os seus protótipos”, detalha. Ele acrescenta que as informações estarão abertas para consulta de qualquer pessoa que tenha interesse e possa se engajar.

Quando o conjunto de protótipos estiver pronto, o próximo passo é a fase de pré-aceleração. “Vamos pegar o protótipo e ver a aderência dele, experimentar o uso com os clientes e olhar os aspectos de negócios”, afirma Filipe Pessoa. Os melhores, podendo a chegar a cinco startups, seguem para a terceira fase, que é a da aceleração, que dura nove meses. Cada uma vai receber uma bolsa de R$ 100 mil. “Além do aporte de capital, vamos levar à banca investidores privados para apreciar a capacidade de aportar investimentos nessas startups”, acrescenta.

A iniciativa vai focar em Pernambuco neste primeiro momento, mas a ideia é levar as startups para todo o Brasil. “Sabemos que os desafios daqui devem ser 90% iguais em todo o país e a ideia é entregar serviços interessantes para o estado com a possibilidade de escalar em todo o Brasil”, conclui.

Fonte: Diário de Pernambuco | www.diariodepernambuco.com.br
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Utilização de drones em construções civis revoluciona setor e startup inaugura novo nicho de mercado

Via: Exame

O avanço tecnológico dos tempos modernos e a consolidação de cidades inteligentes fomenta um intenso uso tecnológico a fim de orientar sistemas de comunicação, informação, planejamento e infraestrutura das cidades. Os veículos aéreos não tripulados, os VANTs, são ferramentas que revolucionam a forma de gerir vários processos em múltiplas áreas. Esses equipamentos resistentes e versáteis já possuem regulamentação própria apresentada pela Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Os drones estão cada vez mais ganhando espaço e mostrando inúmeras possibilidades. Serviços de entrega já planejam ou já utilizam esses dispositivos, pesquisas e até mesmo estratégias de guerra podem se beneficiar.

Usando algumas ferramentas e filtrando os dados disponibilizados pelo Google, obtemos algumas informações interessantes sobre o Brasil, o mundo e os drones:

O Brasil é o país que mais pesquisa por drones da América Latina:

  • Os três primeiros colocados no mundo, em número de pesquisas pelo termo “drones” é, em ordem decrescente: França, Noruega e Holanda;
  • Os Estados Unidos aparecem logo após a Holanda, com cerca de 7 pontos a menos (em relação ao terceiro colocado);
  • Nenhum estado do sudeste brasileiro aparece entre os 10 maiores que pesquisam sobre drones;
    E os três primeiros colocados do Brasil são, em ordem decrescente: Distrito Federal, Roraima e Tocantins.

Mas o que tudo isso tem a ver com a construção civil?

O Sebrae realizou o estudo Cenários Prospectivos: o setor de construção no Brasil de 2016 a 2018, levando em consideração os impactos da situação política e econômica do País no setor da construção civil. Como resultado, foi apresentado um cenário possível até final de 2018 onde política e economia em sintonia, geram crescimento.

Neste cenário mais favorável, o PIB terá alta de 1,7% em 2018.

A construção civil no Brasil crescerá 3,3%. A melhoria do ambiente de negócios e a maior segurança jurídica estimularão o crescimento econômico do setor. Como ele depende de empréstimos de curto prazo e financiamentos, a redução da taxa de juros deverá incentivar o financiamento imobiliário, impulsionando a demanda.

Os drones alcançam locais aonde os olhos humanos geralmente não chegam e as imagens são de alta definição com um alcance visual específico. Permitindo mapeamentos e monitoramentos mais eficientes com melhor qualidade dos dados e diagnóstico de regiões, espécies e comunidades, além de resultados mais ágeis com visão mais apurada. O Google Earth disponibiliza imagens com 1 m de pixel, os DRONES modelo Phanton fornecem 2,5 cm de pixel.

Com essas informações sobre os DRONES e Mercado Imobiliário vamos entender rapidamente sobre BIM (Building Information Model) que em português pode ser traduzido para “Modelo de Informação da Construção” não se trata de um software específico, e sim de um conceito de virtualização, modelagem e gerenciamento das atividades inerentes ao projeto/construção de obras de engenharia, que no Brasil impactou a forma de projetar nos últimos anos.

Esses novos conceitos serão possíveis na medida em que as outras tecnologias forem incorporadas. Após o BIM, o próximo passo rumo à industrialização do setor será o uso de sensores que permitem o monitoramento das atividades no canteiro, que no caso da startup de Curitiba revolucionou seu uso dentro da construção civil, através da câmera de drones, que facilita um controle mais preciso do andamento da obra. Essas informações conectadas à Internet, permitirão com um baixo nível de investimento elevar a qualidade do produto a ser entregue.

A startup OBRA 3D, deu um grande salto neste conceito seguindo o modelo BIM, unindo tecnologia, inovação e relacionamento para dentro da construção civil. Através da ferramenta Obra 3D, o engenheiro maximiza seu tempo no gerenciamento da obra, realizando o acompanhamento de forma virtual e tridimensional, permitindo uma avaliação comparativa de evolução da obra, mensuração de espaço e controle do cronograma da mesma, conseguindo gerenciar diversas obras em regiões diferentes ao mesmo tempo. O serviço da Obra 3D é realizado em inspeções que podem ser realizadas a cada 30 dias, desde a terraplenagem até a entrega da chave ao cliente.

A ferramenta contribui ainda para potencialização das vendas de unidades restantes após lançamento e início das obras, pois apresenta aos seus futuros clientes de forma virtual o estado atual da obra, transmitindo mais credibilidade para concretização das vendas e mantem os clientes atuais informados sobre o andamento da obra.

Vantagens:

  • Serviço inovador e exclusivo no mercado;
  • Ferramenta de simples manuseio;
  • Potencializar a comercialização do empreendimento e ‘animar’ equipe de vendas e marketing;
  • Acompanhar o cumprimento do cronograma conforme o projeto;
  • Otimização de tempo e recursos financeiros, pois aumentara a supervisão de engenheiros, arquitetos, coordenadores e clientes do empreendimento ao canteiro de obra;
  • Mensurar o andamento da construção;
  • Comparação entre inspeções;
  • Valorizar o controle de qualidade da obra e materiais utilizados;
  • Disposição de modelo de 3D para checagem online e off-line;
  • Dados podem ser transformados em material didático para cursos e treinamentos internos da construtora, incorporadora ou instituições educacionais.

Resumindo as visitas que antes seriam constantes, poderão ser realizadas em um prazo maior de tempo, otimização dos recursos financeiros, ao invés de gastar tempo com deslocamento e horas percorrendo todo o perímetro da obra, ele pode acompanhar e avaliar, de onde estiver, diretamente na tela de seu computador acessando nossa plataforma com os arquivos de todos os ângulos e perímetros da obra e ainda divulgar estas imagens em 3D para o público interno, investidores e clientes. Dispondo de mais tempo para realizar outras atividades de sua responsabilidade poupando recursos e aumentando a produtividade.

Fonte: Exame | www.exame.abril.com.br
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Incra/PB intensifica ações de georreferenciamento em assentamentos

A Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária na Paraíba (Incra/PB) está intensificando, nas áreas de assentamentos do estado, os trabalhos de georreferenciamento necessários à emissão de títulos de domínio que garantem a propriedade definitiva da terra às famílias de trabalhadores rurais assentados.

Para dar agilidade ao georreferenciamento dos lotes e, consequentemente, à titulação definitiva das famílias, o Incra/PB tem trabalhado com três possibilidades de execução dos serviços: pelos servidores do Incra; através de técnicos certificados pela autarquia e custeados pelas associações dos assentamentos; e através de acordos de cooperação técnica assinados com prefeituras.
No Incra/PB, o trabalho é feito pelos servidores do Setor de Cartografia da Divisão de Ordenamento da Estrutura Fundiária, com recursos federais, contemplando assentamentos de todas as regiões do estado.
Também é possível, de acordo com a Norma Técnica Conjunta Nº 01/2017, das divisões de Ordenamento da Estrutura Fundiária e de Desenvolvimento de Projetos de Assentamentos do Incra, que as próprias famílias assentadas, organizadas em associação, contratem o serviço de técnicos certificados pelo Incra para o georreferenciamento de seus lotes. As famílias custeiam os trabalhos e repassam as peças técnicas para o Incra através de um termo de doação, acelerando o processo de obtenção dos títulos de domínio.
O Incra/PB também tem procurado as prefeituras paraibanas para firmar acordos de cooperação técnica para a realização, com recursos municipais, de ações de georreferenciamento dos assentamentos.
“Agilizar o georreferenciamento das áreas de reforma agrária é muito importante, porque é o primeiro passo para que as famílias assentadas conquistem os documentos que garantem a posse definitiva de seus lotes”, afirmou o superintendente regional do Incra/PB, Rinaldo Maranhão.
Títulos definitivos
O título definitivo, ou título de domínio, é o instrumento que transfere o imóvel rural ao beneficiário da reforma agrária em caráter definitivo. É garantido pelas leis 8.629/93 e 13.465/17, quando verificado que foram cumpridas as cláusulas do contrato de concessão de uso e que o assentado tem condições de pagar o título de domínio em 20 parcelas anuais.
Além da garantia da propriedade da terra para os trabalhadores rurais assentados, a titulação efetuada pelo Incra contém dispositivos norteadores dos direitos e deveres dos participantes do processo de reforma agrária, especialmente do poder público – representado pelo Incra – e dos beneficiários, caracterizado pelos assentados.
Tendo em vista a importância da política de titulação dos assentamentos, que representa o coroamento do processo reformista, o Incra disponibiliza a relação dos beneficiários contemplados com os documentos de titulação a partir de 2001, em cada uma das superintendências regionais, conferindo publicidade ao processo de recebimento de títulos de domínio e de concessão de uso de imóveis objeto de reforma agrária.
Fonte: Paraiba.com | www.paraiba.com.br
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Entidades lançam portal de normas técnicas da construção civil

Via: Segs

Os profissionais da construção civil contam agora com mais uma importante ferramenta para o setor. Trata-se do “Portal CBIC de Normas Técnicas”, um site desenvolvido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o Senai Nacional e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

O site (www.cbic.org.br/normasdaconstrucao) foi idealizado a partir da demanda das empresas de construção por um sumário das principais normas técnicas com caráter obrigatório, previstas em leis, cujos instrumentos regulatórios possibilitam ganhos de qualidade nas obras. Lançado durante o 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção, realizado em maio na cidade de Florianópolis (SC), a página traz informações sobre o status e o histórico de todas as normas técnicas relativas ao setor, lista as normas abertas à consulta nacional, além de ser um espaço de discussão para as pessoas que atuam na área.

“Os profissionais poderão encontrar quaisquer informações referentes aos processos de normalização em um único ambiente, com facilidade e interatividade. Temos mais de mil normas que afetam diretamente a atividade da construção de edificações e diversas outras que afetam o setor de uma forma geral, por isso, fizemos um filtro para facilitar a busca”, afirma o assessor técnico do Sinduscon-MG e um dos coordenadores do projeto, Roberto Matozinhos.

Para ter acesso às informações do site, basta se cadastrar na página no campo “Entrar”. Usuários que informarem suas áreas de interesse também serão notificados sobre as atualizações e novidades por meio de boletins eletrônicos.

Fonte: Segs | www.segs.com.br
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8 Materiais biodegradáveis que o setor da construção civil precisa conhecer

Via: ArchDaily
Por Ella Thorns | Traduzido por Eduardo Souza

Na arquitetura, estamos tão envolvidos na criação de coisas novas que muitas vezes esquecemos o que acontece no final do ciclo de vida de um edifício – a infeliz e inevitável demolição. Podemos querer que nossos prédios sejam atemporais e vivam para sempre, mas a dura realidade é que eles não são. Então, para onde espera-se que todo o lixo vá?

Assim como a maioria dos resíduos não recicláveis, eles acabam nos aterros e, como a terra necessária para esse tipo de infraestrutura torna-se um recurso cada vez mais escasso, precisamos encontrar soluções alternativas. Todos os anos, apenas no Reino Unido, 70 a 105 milhões de toneladas de resíduos são criados a partir da demolição de edifícios, e apenas 20% disso é biodegradável, de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Cardiff. Com um projeto inteligente e uma melhor percepção dos materiais biodegradáveis disponíveis na construção, cabe a nós, arquitetos, tomarmos as decisões corretas durante toda a vida útil de um edifício.

Cortiça

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A cortiça é uma espécie de superalimento dos materiais de construção, tanto que já escrevemos um artigo inteiro sobre ela. A colheita da cortiça é um processo completamente renovável que não causa danos à árvore que, naturalmente, regenera-se após dez anos. O material também possui muitas propriedades desejáveis como ser um retardador de fogo, isolante acústico e ser altamente impermeável. Suas qualidades adaptativas podem ser utilizadas para finalidades internas e externas.

Bambu

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Talvez uma das maiores manias arquitetônicas dos últimos anos, inúmeros projetos de bambu foram compartilhados pela a Internet graças às qualidades estéticas do material, mas ainda mais por suas credenciais sustentáveis. Se você precisasse de um pequeno lembrete sobre o porquê ele ser tão popular, o bambu pode crescer até 1,20 m por dia, a planta volta a crescer após o corte, e é duas a três vezes mais forte que o aço. Como já publicamos aqui, se projetássemos um material de construção ideal, ele se pareceria com o bambu.

Areia do deserto

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Recentemente desenvolvido pelos alunos Carolyn Tam, Hamza Oza, Matteo Maccario e Saki Maruyama no Imperial College London, o Finite é um material compósito comparável ao concreto que usa areia do deserto abundante em vez da areia normalmente usada na construção (e que agora está em escassez). É um material biodegradável que, ao mesmo tempo, está salvando o mundo da próxima crise de sustentabilidade. Ao contrário do concreto que não pode ser biodegradado, os aglutinantes orgânicos da Finite permitem que ele não apenas se decomponha, mas também possa ser coletado e reutilizado por vários ciclos de vida, reduzindo o consumo de material.

Linóleo

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Surpreendentemente, o revestimento do piso é muito mais ecológico do que parece. Não deve ser confundido com vinil que contém uma mistura sintética de produtos petroquímicos clorados, linóleo é feito inteiramente de materiais naturais – óleo de linhaça, resina natural, pó de cortiça moída, farinha de madeira e calcário em pó. Resulta em uma escolha de piso biodegradável podendo ser incinerado para fornecer uma fonte de energia relativamente limpa.

Bioplásticos

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À medida que o plástico se acumula em nossos oceanos e rios, torna-se imperativo que nós reduzamos nosso consumo e encontremos alternativas mais limpas e biodegradáveis. Os bioplásticos quebram-se muito mais rapidamente que o plástico sintético – na mesma velocidade que o papel – e produzem biomassa. Um dos principais ingredientes utilizados é um adesivo à base de soja que ajuda a reduzir as emissões de dióxido de carbono e o uso do poluente formaldeído cancerígeno, além de exigir temperaturas significativamente mais baixas durante a produção. Embora até agora os bioplásticos de soja tenham sido limitados a recipientes para alimentos descartáveis e sacos de lixo, com mais pesquisas, certamente há potencial para plásticos biodegradáveis serem vistos no futuro da construção.

Medium Density Fibreboard (MDF) com amido de batata

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Como mencionado acima, o formaldeído é um material controverso que levantou muitas questões ao longo dos anos por conta dos seus efeitos na saúde e no meio ambiente. Como o adesivo de ligação primário do MDF usa este produto químico, ele não pode ser reciclado e a enorme quantidade de MDF usado em expositores de lojas e móveis é despejada em aterros sanitários ou em incineradores. Para resolver o problema, novas formas de painéis de fibras de densidade média foram estudadas pela Universidade de Leicester que substituem o formaldeído por uma resina derivada do amido de batata.

Madeira

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Pode não ser uma revelação completa para você, mas a madeira é um material biodegradável e renovável desde que explorado de forma sustentável. No entanto, quando usado na construção, o tratamento da madeira deve ser levado em conta, uma vez que grande parte dele acaba como um “resíduo especial” que requer tratamento extra antes de ser destinado aos aterros sanitários – um processo desnecessário que pode ser prevenido.

Micélio

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Acompanhando projetos recentes que exploraram os benefícios deste material curioso, micélio cresceu em popularidade, ainda que seu uso ainda fique limitado a pavilhões temporários ou instalações. Micélio é a parte vegetal do fungo, composto por centenas de fibras entrelaçadas produzidas pelos esporos, conformando um material incrivelmente forte quando seco. Se combinado com resíduos agrícolas em moldes, a cultura do fungo forma tijolos orgânicos que podem ser usados em construções que depois se decompõem e retornam ao ciclo do carbono.

Fonte: ArchDaily | www.archdaily.com.br
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Avaliação de qualidade da construção civil aplicada a edificações

Via: Fernando & Grossi

Avaliação de qualidade da construção civil aplicada a edificações condominiais

O conceito de qualidade é bem amplo e subjetivo de maneira geral. Nas atividades industriais e de negócios, adotou-se o conceito de qualidade estabelecido pelas normas internacionais da série ISO 9000, que entendem que qualidade é o atendimento às expectativas e necessidades dos clientes. Expectativas são variáveis difíceis de se mensurar e que normalmente são feitas por meio de pesquisa de satisfação, e necessidades são baseadas em estudos da saúde, segurança e conforto humano.

Deixando de lado as expectativas, que são impossíveis de determinar sem conhecer o usuário, será abordado a seguir os requisitos mínimos necessários para garantia do atendimento às necessidades dos usuários e, consequentemente, sendo um produto de qualidade.

Os requisitos técnicos para atendimento das necessidades dos usuários podem vir de diversas referências, tais como leis, decretos, instruções e normas técnicas, publicações técnico-científicas, livros, estudos, ensaios, enfim, todos os meios de comunicação que trazem conteúdo de qualidade, mas nem sempre de consenso do meio técnico, fazendo-nos esbarrar em questionamentos infindáveis. Por isso, podemos induzir que o padrão mínimo obrigatório de qualidade é o atendimento às referências técnicas obrigatórias, que seriam as normas jurídicas (constituição, leis, decretos, etc.), que, por sua vez, na grande maioria das vezes, remetem às normas técnicas ABNT, principalmente quando da relação de consumo, onde é aplicável o Art. 39 do Código de Defesa do Consumidor (BRASIL, 1990, grifo nosso), que estabelece:

É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: VIII – colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro).

Normas Técnicas ABNT

A quantidade de normas técnicas ABNT aplicáveis à indústria da construção civil é muito elevada: passa de mil normas, segundo SINDUSCON-MG (2017), que realizou levantamento de todas as normas técnicas aplicáveis a edificações, resumido na Tabela 1.

Tabela 1: Resumo da relação de normas aplicáveis a edificações. Fonte: SINDUSCON-MG (2017)

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Entretanto, a NBR 15575 (ABNT, 2013), que trata sobre desempenho de edificações habitacionais, acabou por citar as principais normas dos principais sistemas de uma edificação e trazer um novo conceito de avaliação de conformidade técnica, servindo de base para avaliação de novas construções (com projeto aprovado após 19.07.2013).

A principal diferença dela para as anteriores é que ela avalia o “produto final”, independentemente de como foi feito, não se atendo a prescrições de como fazer, como as antigas. Isso facilita a avaliação de conformidade, sem ter que acompanhar a execução do serviço e, também, possibilita a inovação e criação de novos sistemas construtivos e novas tecnologias.

Qualificação do Fornecedor

Com toda essa quantidade de normas, torna-se inviável realizar a avaliação de atendimento de todas. Por isso, é necessário tomar algumas precauções para contratação de uma construtora ou aquisição de uma edificação ou contração de um serviço especializado, que são:

– Contratar, preferencialmente, empresa com certificado de qualidade SiAC PBQP-H e/ou NBR ISO 9001 (ABNT, 2015);

– Adquirir, preferencialmente, materiais com certificado SiMaC PBQP-H;

– Não adquirir de forma alguma os materiais desqualificados pelo PSQ do PBQP-H;

– Adquirir materiais apenas com ensaios comprobatórios de atendimento às normas técnicas a ele aplicáveis, principalmente a NBR 15575 (ABNT, 2013);

– Solicitar a realização de ensaios comprobatórios dos serviços executados, para comprovação do atendimento às normas técnicas a eles aplicáveis, principalmente a NBR 15575 (ABNT, 2013);

– Solicitar ART ou RRT de todos os projetos e serviços realizados pelo contratado;

– Assinar contrato de prestação de serviço, salientando a necessidade de atendimento integral de todas as leis e normas técnicas aplicáveis ao serviço realizado;

– Contratar profissional habilitado para auditoria/análise dos projetos ou acompanhamento da execução dos serviços ou recebimento das obras concluídas;

– Inspecionar periodicamente os serviços concluídos para verificação de aparecimento de possíveis anomalias, para que sejam acionadas dentro do período de garantia e/ou responsabilidade legal do fornecedor.

Fonte: Fernando & Grossi | www.fernandesgrossi.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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Construção civil busca materiais alternativos

Via: Jornal Cidades

Com a intenção de utilizar opções ecologicamente mais corretas ou simplesmente para acelerar e baratear o custo das edificações, o ramo da construção civil está ampliando o leque de produtos aproveitados, além dos tradicionais tijolos e concreto. Entretanto, para que materiais de menor impacto ambiental ou com preços mais acessíveis possam ser mais utilizados, é preciso ainda mudar a mentalidade dos agentes desse segmento.

“Isso passa pela criação de uma cultura”, frisa o diretor do Instituto de Arquitetos do Brasil departamento do Rio Grande do Sul (IAB-RS) e professor da faculdade de Arquitetura da UniRitter, Rodrigo Troyano. Para a realidade gaúcha, o diretor do IAB-RS vê oportunidades em tijolos maciços feitos com resíduos industriais, assim como no emprego do bambu e do barro. Outra sugestão de Troyano é procurar soluções pré-fabricadas, que geram menos rejeitos nas obras.

O professor da UniRitter recorda que a construção civil é a indústria que mais gera resíduos no planeta, e que é necessário reduzir esse volume. Troyano defende que é preciso observar o cuidado com o meio ambiente ao se adotar um material alternativo, dando preferência a insumos renováveis. O arquiteto Alberto Cabral comenta que o Brasil ainda se encontra em uma situação atrasada quanto à construção civil em relação às nações mais desenvolvidas. O País utiliza muitos materiais que absorvem uma grande quantidade de energia para serem produzidos. Outro problema é que, em várias ocasiões, há a necessidade de transportar os produtos por longas distâncias. “Mas, olhando o Brasil como um todo, já existe um movimento interessante por parte de construtores para que suas obras sejam mais sustentáveis”, afirma o arquiteto.

A empresa GeoBrick, de Ivoti, desenvolve, por exemplo, o que chama de tijolo ecológico, feito a partir da mistura de solo, cimento e água. O produto é considerado ecológico, pois não é feita a cura em fornos a lenha, como acontece com o tijolo convencional.

O responsável pelas áreas de Administração e Marketing da GeoBrick, Fabio Nunes Frota, comenta que, como o item é prensado, consequentemente, possui uma resistência final maior à do tijolo convencional. Frota informa ainda que, comparado ao tijolo à vista convencional, o artigo não é muito mais caro. O ecológico é tratado externamente com um tipo de impermeabilizante e não possui um limite de vida útil. “É claro que, se deixar exposto à natureza sem qualquer tipo de tratamento, com o tempo, irá sofrer os danos, como qualquer outro bloco ou material”, argumenta.

Agilidade é considerada como um diferencial em obras

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Paredes em PVC são preenchidas com concreto para dar resistência /BAZZE/DIVULGAÇÃO/JC

Outra empresa gaúcha, a Bazze, do município de Portão, também aposta na durabilidade e na rapidez que seu produto proporciona: formas de PVC para a construção de paredes. Esses perfis são preenchidos com concreto para dar resistência, e as edificações permanecem com o plástico do lado externo quando a obra é concluída.

O diretor comercial da Bazze, Fábio Luiz de Souza, vê como vantagens do uso do PVC a baixa manutenção e uma vida útil de mais de 50 anos. O executivo detalha que a conservação do produto é baseada na limpeza com água e sabão. A solução está sendo empregada na implantação de uma escola pública em Sorocaba, estado de São Paulo, que será concluída ainda neste semestre, com 25 salas de aula e 3,5 mil metros quadrados de área construída. Souza explica que a prefeitura tinha pouco prazo para construir o colégio e viu no sistema de PVC uma resposta que atendia a essa necessidade. As paredes foram executadas em 90 dias, comenta o diretor comercial.

A Bazze já tinha usado a técnica com o plástico em um projeto habitacional, com 101 casas, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, no município de Sapiranga. No entanto Souza comenta que a maior utilização do PVC para esse tipo de finalidade ainda precisa superar algumas barreiras culturais. O diretor ressalta que hoje a construção no Brasil ainda é muito ligada às operações tradicionais com tijolos, cimento, reboco etc. “Mas esses sistemas demandam muita mão de obra, então, além de serem mais demorados, acabam sendo mais caros”, argumenta.

Já o Grupo Colmeia Engenharia Inteligente, de Esteio, aposta em outro produto de rápida aplicação: contêineres que são usados para habitação. O diretor comercial da empresa, Julio Delfino, informa que um dos itens é o contêiner modulável e desmontável, muito utilizado como escritório, alojamento, refeitório ou banheiro de canteiros de obra, mas que também pode ser utilizado como residência. O executivo enfatiza que se trata de um dos contêineres mais leves do mundo, com 800 quilos, feito em aço galvanizado. A unidade tem até 6 metros de cumprimento, por 2,30 metros de largura e 2,50 metros de altura.

“É uma casa transportada totalmente pronta, que demora 15 dias para entregar”, afirma. O desenho da unidade depende do projeto que o cliente demanda, mas, normalmente, o contêiner possui uma porta, uma janela e a abertura para o ar-condicionado, com revestimento térmico completo. Dependendo do modelo, o custo para adquirir um produto como esse pode variar de R$ 7 mil a R$ 30 mil, e a empresa também trabalha com locação. Delfino revela que, em média, mensalmente, são locados cerca de 40 contêineres e vendidos 20.

Vendas de materiais ficam estáveis

As vendas de materiais de construção no varejo ficaram estáveis em fevereiro em comparação com o mesmo mês do ano passado. Já frente a janeiro, houve queda de 9%. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). O levantamento considera a performance de 530 lojistas de todo o País.

Todas as regiões apresentaram variações negativas em fevereiro na comparação anual: Nordeste (-16%), Norte (-8%), Centro-Oeste (-6%), Sudeste (-9%) e Sul (-15%). Com o fim do período chuvoso e a implantação gradual do Cartão Reforma – programa do governo federal que subsidiará a compra de materiais de construção por famílias de baixa renda -, a tendência é de uma melhora das vendas nos próximos meses, segundo o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.

“O governo, aos poucos, está lançando o programa em cada estado contemplado, dispondo um subsídio às famílias de baixa renda para compra de material de construção”, afirmou Conz.

Fonte: Jornal Cidades | www.jcrs.uol.com.br
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Novidades na construção civil 2018: veja as principais tendências!

Via: Mais Controle

O ano de 2018 será um período de recuperação para o setor da construção civil no Brasil. De acordo com reportagem do G1, a SINDUSCON-SP projeta um crescimento de 2% desse setor para este ano. Confira as principais novidades na construção civil que seguem como tendências para 2018.

O crescimento da indústria de construção civil deve acontecer por causa do aumento do crédito imobiliário, fruto das reduções nas taxas de inflação e de juros real. Outros fatores que devem contribuir com este crescimento são a diminuição do estoque de imóveis e a redução no número de desistências de compras.

Além das retomadas das vendas, as novidades na construção civil para 2018 devem envolver mudanças nas estratégias de negócio e no uso de tecnologia. Trazemos para você agora 7 tendências na construção civil para 2018:

Encadeamento produtivo

Trata-se de um programa apoiado pelo SEBRAE que visa integrar pequenas empresas à cadeia de produção de grandes negócios. O órgão ajuda na identificação de necessidades de grandes empresas e na adaptação das pequenas empresas para que elas consigam atender às novas demandas.

Construções sustentáveis

A preocupação crescente com o meio ambiente faz com que empresas de diversos setores abracem o uso de práticas sustentáveis. Na indústria da construção civil não é diferente e estas práticas estão presentes em várias etapas da obra.

As primeiras medidas, neste sentido, devem ser tomadas já na elaboração de um projeto sustentável. Durante a execução, as empresas devem buscar fazerem uso de materiais ecológicos e, por fim, fazerem a gestão correta dos resíduos da construção.

De acordo com o SEBRAE, uma construção sustentável proporciona reduções de:

  • 30% no gasto de energia;
  • 50% no gasto de água;
  • 50 a 80% na geração de resíduos;
  • 8 a 9% no custo de operação dos empreendimentos;
  • 35% na produção de gases do efeito estufa.

Construções enxutas

Estas construções seguem princípios de engenharia de produção, como Just In Time e Lean Manufacturing, aplicados na construção civil.

Os principais pontos destacados por estes princípios são a eliminação de processos redundantes, ajustes das etapas de trabalho para a manutenção de um ritmo de produtividade constante, diminuição do estoque, entre outros. Essas medidas resultam em uma grande economia para as construtoras.

Novas tecnologias de construção

Entre as tecnologias podemos citar a tinta de absorção solar, os tijolos inteligentes (modulares, de fácil encaixe), os concretos permeáveis e as construções modulares.

O uso destas novidades fornecem várias vantagens, como otimização do tempo de execução, redução de retrabalhos, aumento na qualidade final dos projetos, redução de desperdícios e custos e facilitação da gestão da obra.

Building information modeling – BIM

Em português, chamado de Modelo da Informação da Construção. Trata-se da reunião das informações produzidas ao longo de todo o ciclo de vida do projeto.

Esse modelo consiste na adição, ao molde 3D, de informações relativas aos seus elementos, como especificações de fabricantes, tempo de mão de obra necessário para a execução de instalações e preços de materiais.

Internet of things – IoT

Internet das coisas, em português. Objetos e até mesmo peças do vestuário e acessórios podem estar ligados à internet. Esse tipo de tecnologia deve ser usada cada vez mais para o rastreamento em tempo real de equipamentos e trabalhadores, aumentando a produtividade e a segurança no canteiro de obras.

Cidades inteligentes

Conhecidas também como smart cities, são áreas urbanas em que há integração de informações referentes à infraestrutura e aos recursos da cidade, visando uma gestão eficiente dos mesmos.

Além do uso de sistemas de informática para a coleta e o processamento de dados, as construções precisarão estar adaptadas a esse tipo de cidade. Três áreas devem ser afetadas diretamente pelas tecnologias de construção:

  • Prédios e residências – construção de empreendimentos com eficiência energética e que utilizem racionalmente os recursos naturais;
  • Mobilidade – construção de sistemas multimodais;
  • Infraestrutura – eficiência de distribuição de energia, água e telecomunicações.

Fonte: Mais Controle | www.maiscontroleerp.com.br
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