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Utilização de drones em construções civis revoluciona setor e startup inaugura novo nicho de mercado

Via: Exame

O avanço tecnológico dos tempos modernos e a consolidação de cidades inteligentes fomenta um intenso uso tecnológico a fim de orientar sistemas de comunicação, informação, planejamento e infraestrutura das cidades. Os veículos aéreos não tripulados, os VANTs, são ferramentas que revolucionam a forma de gerir vários processos em múltiplas áreas. Esses equipamentos resistentes e versáteis já possuem regulamentação própria apresentada pela Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Os drones estão cada vez mais ganhando espaço e mostrando inúmeras possibilidades. Serviços de entrega já planejam ou já utilizam esses dispositivos, pesquisas e até mesmo estratégias de guerra podem se beneficiar.

Usando algumas ferramentas e filtrando os dados disponibilizados pelo Google, obtemos algumas informações interessantes sobre o Brasil, o mundo e os drones:

O Brasil é o país que mais pesquisa por drones da América Latina:

  • Os três primeiros colocados no mundo, em número de pesquisas pelo termo “drones” é, em ordem decrescente: França, Noruega e Holanda;
  • Os Estados Unidos aparecem logo após a Holanda, com cerca de 7 pontos a menos (em relação ao terceiro colocado);
  • Nenhum estado do sudeste brasileiro aparece entre os 10 maiores que pesquisam sobre drones;
    E os três primeiros colocados do Brasil são, em ordem decrescente: Distrito Federal, Roraima e Tocantins.

Mas o que tudo isso tem a ver com a construção civil?

O Sebrae realizou o estudo Cenários Prospectivos: o setor de construção no Brasil de 2016 a 2018, levando em consideração os impactos da situação política e econômica do País no setor da construção civil. Como resultado, foi apresentado um cenário possível até final de 2018 onde política e economia em sintonia, geram crescimento.

Neste cenário mais favorável, o PIB terá alta de 1,7% em 2018.

A construção civil no Brasil crescerá 3,3%. A melhoria do ambiente de negócios e a maior segurança jurídica estimularão o crescimento econômico do setor. Como ele depende de empréstimos de curto prazo e financiamentos, a redução da taxa de juros deverá incentivar o financiamento imobiliário, impulsionando a demanda.

Os drones alcançam locais aonde os olhos humanos geralmente não chegam e as imagens são de alta definição com um alcance visual específico. Permitindo mapeamentos e monitoramentos mais eficientes com melhor qualidade dos dados e diagnóstico de regiões, espécies e comunidades, além de resultados mais ágeis com visão mais apurada. O Google Earth disponibiliza imagens com 1 m de pixel, os DRONES modelo Phanton fornecem 2,5 cm de pixel.

Com essas informações sobre os DRONES e Mercado Imobiliário vamos entender rapidamente sobre BIM (Building Information Model) que em português pode ser traduzido para “Modelo de Informação da Construção” não se trata de um software específico, e sim de um conceito de virtualização, modelagem e gerenciamento das atividades inerentes ao projeto/construção de obras de engenharia, que no Brasil impactou a forma de projetar nos últimos anos.

Esses novos conceitos serão possíveis na medida em que as outras tecnologias forem incorporadas. Após o BIM, o próximo passo rumo à industrialização do setor será o uso de sensores que permitem o monitoramento das atividades no canteiro, que no caso da startup de Curitiba revolucionou seu uso dentro da construção civil, através da câmera de drones, que facilita um controle mais preciso do andamento da obra. Essas informações conectadas à Internet, permitirão com um baixo nível de investimento elevar a qualidade do produto a ser entregue.

A startup OBRA 3D, deu um grande salto neste conceito seguindo o modelo BIM, unindo tecnologia, inovação e relacionamento para dentro da construção civil. Através da ferramenta Obra 3D, o engenheiro maximiza seu tempo no gerenciamento da obra, realizando o acompanhamento de forma virtual e tridimensional, permitindo uma avaliação comparativa de evolução da obra, mensuração de espaço e controle do cronograma da mesma, conseguindo gerenciar diversas obras em regiões diferentes ao mesmo tempo. O serviço da Obra 3D é realizado em inspeções que podem ser realizadas a cada 30 dias, desde a terraplenagem até a entrega da chave ao cliente.

A ferramenta contribui ainda para potencialização das vendas de unidades restantes após lançamento e início das obras, pois apresenta aos seus futuros clientes de forma virtual o estado atual da obra, transmitindo mais credibilidade para concretização das vendas e mantem os clientes atuais informados sobre o andamento da obra.

Vantagens:

  • Serviço inovador e exclusivo no mercado;
  • Ferramenta de simples manuseio;
  • Potencializar a comercialização do empreendimento e ‘animar’ equipe de vendas e marketing;
  • Acompanhar o cumprimento do cronograma conforme o projeto;
  • Otimização de tempo e recursos financeiros, pois aumentara a supervisão de engenheiros, arquitetos, coordenadores e clientes do empreendimento ao canteiro de obra;
  • Mensurar o andamento da construção;
  • Comparação entre inspeções;
  • Valorizar o controle de qualidade da obra e materiais utilizados;
  • Disposição de modelo de 3D para checagem online e off-line;
  • Dados podem ser transformados em material didático para cursos e treinamentos internos da construtora, incorporadora ou instituições educacionais.

Resumindo as visitas que antes seriam constantes, poderão ser realizadas em um prazo maior de tempo, otimização dos recursos financeiros, ao invés de gastar tempo com deslocamento e horas percorrendo todo o perímetro da obra, ele pode acompanhar e avaliar, de onde estiver, diretamente na tela de seu computador acessando nossa plataforma com os arquivos de todos os ângulos e perímetros da obra e ainda divulgar estas imagens em 3D para o público interno, investidores e clientes. Dispondo de mais tempo para realizar outras atividades de sua responsabilidade poupando recursos e aumentando a produtividade.

Fonte: Exame | www.exame.abril.com.br
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CAR revela dados de preservação no Pará

As áreas em verde indicam espaços destinados à preservação da vegetação nativa dentro das propriedades rurais no Pará – Foto: Imagem: Embrapa Territorial

Via: Embrapa

Mais de 23% do território do Estado do Pará é dedicado à preservação da vegetação nativa dentro das propriedades rurais. Na média, 57,6% dos imóveis não são utilizados para atividades econômicas, mas sim destinados à áreas de preservação permanente (APPs), reserva legal (RL), vegetação excedente e hidrografia. O estado ainda é caracterizado por extensas unidades de conservação e terras indígenas que, somadas e descontadas as sobreposições, ocupam mais de 45% do território paraense, cerca de 85,7 milhões de hectares.

Esses números estão em análise realizada pela Embrapa Territorial para a Federação da Agricultura do Estado do Pará (Faepa), com base no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O trabalho foi entregue pelo analista Gustavo Spadotti, do centro de pesquisa, em 30 de maio, com palestra sobre o tema durante o 49º Encontro Ruralista, em Belém, PA.

O Pará está na chamada Amazônia Legal, onde o Código Florestal exige que 80% da propriedade seja reservada para vegetação nativa nas regiões com floresta. Mas o estado também tem áreas de cerrado e de campos gerais, em que a reserva legal pode ser de 35% e 20%, respectivamente. O Código ainda desobriga de recomposição florestal os produtores que abriram áreas anteriormente à publicação da lei, cumprindo as normas vigentes na época.

A assessora técnica da Faepa Eliana Zacca diz que o levantamento da Embrapa comprova o papel do produtor rural paraense como “grande preservador ambiental”. Chama a atenção, contudo, para os desafios da produção agropecuária no estado. “Evidencia-se a necessidade das propriedades rurais localizadas no bioma Amazônia terem maiores níveis de produtividade para serem competitivas, visto que precisam produzir mais em menor extensão de área comparativamente a propriedades localizadas em outras regiões do País”, pontua.

A Embrapa Territorial entregou para a Federação os números de cada um dos 144 municípios paraenses. Para Spadotti, da Embrapa Territorial, de posse dos dados em nível municipal, “os sindicatos que compõem a Faepa têm mais ferramentas para contribuir com o planejamento das administrações públicas locais e auxiliar os próprios agricultores”.

Porto de Moz, Juriti, Augusto Corrêa, Curuça, São Caetano de Odivelas, Magalhães Barata, Aveiro, Maracanã, Almeirim e Oriximiná são os dez municípios com mais área dedicada à preservação dentro das propriedades. Em Porto Moz, essa porção ultrapassa 95,2% da área rural. “Essa situação, por si só, já indica a necessidade de políticas públicas diferenciadas e compensatórias para esses municípios, uma vez que o seu potencial de produção é inibido e limitado”, defende a assessora da Faepa. Na opinião dela, as opções para geração de renda no campo nas localidades com quase toda a área rural dedicada à vegetação nativa, são limitadas. “Uma opção que se revela é a do Ecoturismo, mas, nesse caso, é necessário que o Governo realize a efetiva implantação das Unidades de Conservação já criadas, e promova a implantação da infraestrutura”, pondera.

Vivian Chies (MTb 42.643/SP)
Embrapa Territorial

Contatos para a imprensa
territorial.imprensa@embrapa.br
Telefone: 19 3211-6200

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Fonte: Embrapa | www.embrapa.br
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IBGE lança versão 2018 da base cartográfica do Rio de Janeiro

Via: MundoGeo

Base está disponível em formato digital para utilização em diferentes sistemas SIG

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lança hoje (28/6) a versão 2018 da base cartográfica vetorial contínua do estado do Rio de Janeiro na escala 1:25.000 – BC25_RJ.

Nesta nova versão, foram atualizadas as principais classes da categoria de Sistema de Transporte.

A base está disponível em formato digital, para utilização em diferentes Sistemas de Informação Geográfica, e pode ser acessada através do ftp do IBGE.

Esta base cartográfica, cuja primeira versão publicada é de 2017, foi produzida em parceria com a Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA-RJ) e permite, dentre outras aplicações, o planejamento territorial dos municípios, com destaque para a elaboração de planos diretores municipais.

Suas aplicações na área de gestão ambiental envolvem planejamento de Unidades de Conservação, delimitação das Áreas de Preservação Permanente (APP), estudos de bacias hidrográficas, projetos básicos de recuperação ambiental, além de análises posicionais de empreendimentos submetidos ao licenciamento ambiental.

Ressalta-se também a importância dessa base cartográfica para a geração das Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações, no âmbito do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais.

A BC25_RJ – versão 2018 foi atualizada a partir de imagens orbitais (RapidEye e Sentinel-2), ortomosaicos derivados de cobertura aerofotogramétrica cedidos pela Câmara Metropolitana do Rio de Janeiro, e dados de outras instituições parceiras, como DNIT e DER/RJ, permitindo a atualização das principais classes da categoria de Sistema de Transporte.

Dentre os elementos atualizados destacam-se as rodovias federais e estaduais, pontes, túneis, viadutos e corredores expressos, como Arco Metropolitano, Transolímpica, Transcarioca, Transoeste e Transoceânica.

A BC25-RJ está disponível em formato livre (shapefile, geopackage e dump do PostGis), para utilização em Sistemas de Informação Geográfica, sendo compatível com diferentes softwares de leitura dados geoespaciais.

A nova base segue a versão 2.1.3 das Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais, contemplando, além do sistema de transporte, as demais 12 categorias de informação previstas na ET-EDGV, que são: relevo; hidrografia; vegetação; pontos de referência; localidades; limites; estrutura econômica; energia e comunicações; abastecimento de água e saneamento básico; saúde e serviço social; educação e cultura; e administração pública.

Esse produto também pode ser acessado via portal da INDE, assim como seus metadados estão disponíveis nos catálogos de metadados da INDE e do IBGE.

Com informações do IBGE

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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Incra/PB intensifica ações de georreferenciamento em assentamentos

A Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária na Paraíba (Incra/PB) está intensificando, nas áreas de assentamentos do estado, os trabalhos de georreferenciamento necessários à emissão de títulos de domínio que garantem a propriedade definitiva da terra às famílias de trabalhadores rurais assentados.

Para dar agilidade ao georreferenciamento dos lotes e, consequentemente, à titulação definitiva das famílias, o Incra/PB tem trabalhado com três possibilidades de execução dos serviços: pelos servidores do Incra; através de técnicos certificados pela autarquia e custeados pelas associações dos assentamentos; e através de acordos de cooperação técnica assinados com prefeituras.
No Incra/PB, o trabalho é feito pelos servidores do Setor de Cartografia da Divisão de Ordenamento da Estrutura Fundiária, com recursos federais, contemplando assentamentos de todas as regiões do estado.
Também é possível, de acordo com a Norma Técnica Conjunta Nº 01/2017, das divisões de Ordenamento da Estrutura Fundiária e de Desenvolvimento de Projetos de Assentamentos do Incra, que as próprias famílias assentadas, organizadas em associação, contratem o serviço de técnicos certificados pelo Incra para o georreferenciamento de seus lotes. As famílias custeiam os trabalhos e repassam as peças técnicas para o Incra através de um termo de doação, acelerando o processo de obtenção dos títulos de domínio.
O Incra/PB também tem procurado as prefeituras paraibanas para firmar acordos de cooperação técnica para a realização, com recursos municipais, de ações de georreferenciamento dos assentamentos.
“Agilizar o georreferenciamento das áreas de reforma agrária é muito importante, porque é o primeiro passo para que as famílias assentadas conquistem os documentos que garantem a posse definitiva de seus lotes”, afirmou o superintendente regional do Incra/PB, Rinaldo Maranhão.
Títulos definitivos
O título definitivo, ou título de domínio, é o instrumento que transfere o imóvel rural ao beneficiário da reforma agrária em caráter definitivo. É garantido pelas leis 8.629/93 e 13.465/17, quando verificado que foram cumpridas as cláusulas do contrato de concessão de uso e que o assentado tem condições de pagar o título de domínio em 20 parcelas anuais.
Além da garantia da propriedade da terra para os trabalhadores rurais assentados, a titulação efetuada pelo Incra contém dispositivos norteadores dos direitos e deveres dos participantes do processo de reforma agrária, especialmente do poder público – representado pelo Incra – e dos beneficiários, caracterizado pelos assentados.
Tendo em vista a importância da política de titulação dos assentamentos, que representa o coroamento do processo reformista, o Incra disponibiliza a relação dos beneficiários contemplados com os documentos de titulação a partir de 2001, em cada uma das superintendências regionais, conferindo publicidade ao processo de recebimento de títulos de domínio e de concessão de uso de imóveis objeto de reforma agrária.
Fonte: Paraiba.com | www.paraiba.com.br
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Projeto Direito a Ser Dono vai reduzir o tempo e o volume de processos de usucapião na capital de Minas Gerais

Via: Triangulo Notícias

Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG)acaba de apresentar o projeto Direito a Ser Dono. A solenidade de lançamento, na sede da DPMG, marcou a entrega de 70 sentenças definitivas de registro de imóveis, já dentro dos objetivos do projeto, que busca diminuir o volume de processos de usucapião em andamento em Belo Horizonte.

Com o levantamento das pendências existentes, seu enfrentamento e resolução, a ideia do projeto é encurtar o trâmite dos processos e alcançar a sentença. A estimativa é reduzir o período médio entre o ajuizamento da ação de usucapião na capital e a sua sentença, contribuindo para a pacificação social.

Na abertura do encontro, a defensora-geral, Christiane Malard, parabenizou o coordenador regional Cível da capital, Giovani Manzo, e os defensores públicos em atuação na área Cível, pela formulação do projeto e o tempo de trabalho dedicado à sua implantação.

“É uma ação que visa alcançar o valor da prioridade máxima ao assistido: promover a educação em direitos dos cidadãos vulneráveis, que no caso terão conhecimento e acesso ao seu direito de moradia”, destacou a defensora-geral.

Christiane Malard ainda agradeceu a parceria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) no projeto, “o que permitiu oferecer aos assistidos um serviço mais eficiente e rápido na solução de suas demandas nos casos de usucapião”.

O coordenador Cível da capital, Giovani Manzo, também enfatizou o apoio da DPMG para a adoção do projeto e das soluções apresentadas para dar maior celeridade aos processos, destacando o trabalho empreendido no estudo da legislação para implantar novas formas de atuação. Lembrou, ainda, o suporte do TJMG para que o projeto avançasse em sua primeira fase, a de obtenção do registro de propriedade do imóvel.

“A expectativa é a de que, até o final deste ano, 65% dos processos de usucapião sob responsabilidade da DPMG estejam solucionados”, pontuou Manzo.

Na oportunidade, o coordenador também explicou como funcionam os mecanismos adotados que reduzem o tempo de tramitação dos processos, como antecipação de atos processuais e a consulta processual sobre o interesse dos entes federativos sobre o imóvel, medidas que reduzem em até cinco anos a tramitação.

A segunda fase do projeto prevê, segundo Manzo, a atuação nas grandes áreas privadas, com a participação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). A terceira etapa, por sua vez, incluirá as ocupações em áreas públicas, acerto que ainda demandará ajustes.

Para a juíza de Direito da Vara de Registros Públicos do TJMG, Maria Luiza Pires, a nova metodologia é muito importante para a solução das demandas judiciais relativas a usucapião. Ela destacou o funcionamento do Judiciário e dos mecanismos de tramitação de processos, frisando a celeridade permitida pelo projeto Direito a Ser Dono, além de ressaltar a dedicação da DPMG na prestação de serviços aos assistidos.

Registros entregues

​O assistido Edson de Paula Fernandes, morador há 30 anos em terreno no bairro Milionários, no Barreiro, considerou “a legalização do imóvel uma vitória que devemos à Defensoria Pública. A situação era irregular, mas o terreno foi adquirido por meus sogros, que não conseguiram legalizar o imóvel. Este documento recebido põe fim a uma dura agonia, pois agora vivemos em terreno legalizado e regularizado”, disse.

Situação parecida viveu Ilda de Santos Trindade, que só teve o processo agilizado depois da intervenção da Defensoria Pública. Ela mora no bairro São João Batista, em Venda Nova, há mais de 30 anos, em terreno que somente foi regularizado agora, em processo que tramitou por cerca de dez anos.

Também manifestaram satisfação com as sentenças os assistidos Ayrton Inácio, que mora há 20 anos em terreno no bairro Caiçara, e Edson Luis Vieira, há 30 anos no bairro Boa Vista. Os dois ressaltaram que a Defensoria Pública “conseguiu dar celeridade ao processo, diminuindo o tempo de espera pela sentença”.

Parceria com a Rede Verdemar

Durante a solenidade, foi lançada ainda uma parceria com a rede de supermercados e padarias Verdemar, que permitirá a doação diária de lanche para os assistidos em atendimento.

De acordo com a defensora-geral, Christiane Malard, a parceria concretiza o sonho de humanizar e acolher, cada vez mais, e com dignidade, os assistidos pela DPMG. “Com a doação, diminuímos um pouco a angústia daquele que bate às portas da Defensoria Pública em busca de Justiça”, ressaltou.

A gerente de Relacionamento do Verdemar, Rute Navarro, reforçou que a parceria representa “uma grande honra, uma oportunidade de contribuir com a melhoria da qualidade do atendimento oferecido aos assistidos pela Defensoria Pública”, afirmou.

Por sua vez, a coordenadora de Projetos, Convênios e Parcerias, Tifanie Carvalho, considerou exitosa a parceria estabelecida com o Verdemar para atendimento diário aos assistidos, também presente em outros momentos, como o Café com os Assistidos.

 

Fonte: Triangulo Notícias | www.triangulonoticias.com
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Gestores para a construção sustentável

Via: Revista Planeta

A importância da formação de novos profissionais para a gestão ambiental das cidades é uma preocupação recente, tanto do setor público quanto do privado. As instituições de ensino se mobilizam para prover conhecimento e inovação, e os primeiros cursos de extensão já são oferecidos nos grandes centros urbanos, como projetos de construção sustentável, gestão de resíduos sólidos e gerenciamento de cidades. Alguns aspectos do processo de gestão urbana sustentável têm sido valorizados pelos órgãos públicos por meio de políticas, planos e programas: a mobilidade, as unidades de conservação e os parques urbanos, o sanea­mento básico, os recursos hídricos e, principalmente, a gestão dos resíduos sólidos.

Entretanto, o tema da construção civil manteve-se distante de uma agenda ambiental. Enquanto, em âmbito mundial, discute-se o peso que ela representa na política de mudanças climáticas e na busca de uma economia de baixo carbono, no Brasil as práticas de construção seguem as velhas cartilhas do desperdício e da abundância de insumos. O setor da construção civil, que representa cerca de 40% do consumo dos recursos naturais e mais de um terço das emissões globais, impacta fortemente o meio ambiente, clamando por urgente redução do consumo e mitigação de seus efeitos sobre os ativos ambientais.

 

Nos últimos dez anos, identificam-se algumas ações em prol da construção sustentável de empreendimentos imobiliários. Inicialmente, com a busca de parâmetros internacionais aplicados à certificação de grandes edifícios comerciais; hoje, progressivamente ampliada para outros campos da atuação, como obras públicas, condomínios residenciais e conjuntos de habitação social. A amplitude dos subtemas relacionados à construção sustentável é grande e envolve muitos atores da cadeia produtiva, exigindo expertise e conhecimento de profissionais multidisciplinares. Propomos dez tópicos como guia temático para a gestão da construção sustentável de empreendimentos imobiliários:

1) Estudos de implantação urbanística – sítio natural, infraestrutura instalada e assentamentos existentes;
2) Projeto arquitetônico para o conforto térmico e bioclimático;
3) Acessibilidade e desenho universal;
4) Eficiência energética;
5) Uso racional e conservação da água;
6) Ciclo de vida dos materiais: inovação de produtos e sistemas construtivos;
7) Gestão dos resíduos sólidos;
8) Gestão do pós-uso dos empreendimentos;
9) Responsabilidade social e empresarial;
10) Certificação e regulação governamental.

Para uma abordagem sistêmica desses pontos, é imprescindível a formação de profissionais de arquitetura e engenharia, gestores ambientais e técnicos em edificação, com visão multidisciplinar e que estejam alinhados às práticas de excelência em construção civil sustentável. Com esse preparo, eles podem fomentar a capacidade de o segmento imobiliário ser o indutor da melhoria da qualidade de vida urbana dos moradores, dos ocupantes e dos cidadãos em geral.

 

Fonte: Revista Planeta | www.revistaplaneta.com.br
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São Bernardo encontra loteamento irregular em área de manancial

Morador com pedido de usucapião da área no bairro Batistini negociava lotes

Via: Jornal Destak

 

A Secretaria de Meio Ambiente deflagrou uma operação nas áreas de proteção ambiental que identificou um loteamento clandestino no bairro Batistini. No local, estava em construção 10 habitações irregulares, que eram negociadas ilegalmente por um morador que mantinha pedido de usucapião rural da área.

O vendedor dos lotes, Manuel de Jesus Ribeiro, mais conhecido como Messias, havia entrado com pedido de uso legal da área, mas perdeu o direito na Justiça. Diante do revés, iniciou a divisão do terreno para venda.

A Prefeitura de São Bernardo informou que estima que Messias tenha obtido cerca de R$ 500 mil com o negócio. “Por se tratar de área de manancial, as edificações ainda em fase de construção foram demolidas”, disse a administração.

No local, também foi identificado atividade de aterro irregular de córrego. A Prefeitura já havia notificado os moradores do local sobre a operação, dando prazo para saída, porém, os avisos prévios foram removidos por Messias.

O indivíduo foi encaminhado à delegacia, onde foi aberto um Boletim de Ocorrência (BO). Os compradores lesados estão sendo orientados a procurarem a Justiça para reaver os valores investidos.

Messias não foi localizado pela reportagem para se manifestar.

Fonte: Jornal Destak | www.destakjornal.com.br
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Discussão sobre o Marco Legal do Saneamento abre o XIV Simpósio Ítalo-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental em Foz do Iguaçu, Paraná

Via: Terra

 

O debate “Marco Legal do Saneamento: mais eficiência e qualidade de vida para a sociedade” abriu o primeiro dia de discussões do XIV Sibesa – Simpósio Ítalo Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (veja a programação aqui http://www.abes.locaweb.com.br/XP/XP-EasyPortal/Site/XP-PortalPaginaShow.php?id=948).
Com o tema “Saneamento Sustentável, Desafios dos Nossos Tempos”, o simpósio está sendo promovido no Bourbon Convention e Spa Resort Cataratas, em Foz do Iguaçu, Paraná, até quarta-feira, dia 20 de junho, pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES, em parceria com a ANDIS – Associazione Nazionale di Ingegneria Sanitaria Ambientale, da Itália.

O painel sobre o Marco Legal do Saneamento teve coordenação do presidente nacional da ABES, Roberval Tavares de Souza, e contou com participações de Karla Bertocco Trindade, presidente da Sabesp, Mounir Chaowiche, ex-presidente da Sanepar, e Rogério Tavares, diretor da AEGEA.

Desde novembro de 2017, o setor aguarda definição do governo federal sobre a proposta de revisão do Marco Legal do Saneamento, anunciada pelo Ministério das Cidades. A posição da ABES é de que a proposta de revisão por Medida Provisória pode desestruturar totalmente o setor no Brasil (saiba mais aqui http://abes-dn.org.br/?p=13848).

Neste painel, Karla Bertocco abordou o ganho de escala como lógica de eficiência; Mounir Chaowiche falou sobre o impacto do marco no desenvolvimento social e na saúde pública; e Rogério Tavares discorreu sobre a busca pela universalização dos serviços. Também foram discutidos o papel da Agência Nacional de Águas, apontada com a possibilidade de vir a ser agência reguladora, de acordo com a proposta de revisão do marco pelo governo federal, a questão público/privado e como unir os dois setores para universalizar o saneamento no Brasil.

“É fundamental discutir o saneamento agora em um ano em que as eleições se avizinham. Temos que destacar o papel da ABES de coordenar e conduzir um discurso de como melhorar. Ainda estamos distantes da universalização – vendo outros setores que já atingiram, como a telecomunicações e energia. É importante nos reunirmos e a ABES pode liderar esse processo, para que possamos ter as propostas a serem apresentadas para os candidatos e que sejam de fato implementadas em 2019″, ressalta Karla Bertocco.

Rogério Tavares também comentou sobre a importância do tema. “É fundamental, principalmente em um momento como este que temos um processo eleitoral no país. Temos que aproveitar este instante para lembrar da importância do saneamento, dessa revisão do marco legal para conseguir fazer com que o setor caminhe mais rapidamente rumo à universalização. Esta é a grande questão hoje, a revisão de marco legal é essencial para que consigamos dar celeridade ao processo, a toda a questão do investimento, a toda questão da universalização do atendimento da população. Não podemos deixar que o país continue no 123º lugar em saneamento no mundo. Temos que fazer isso mudar o mais rapidamente que pudermos, ou seja, 2033, 2035 qualquer coisa que não seja tão distante de hoje. E esta discussão que a ABES está promovendo é importante por conta disso.”

Para Mounir Chaowiche, a regulação vai trazer o conforto e a segurança para que as empresas possam investir a curto, médio e longo prazo. “Ela traz uma estabilidade e a definição de uma tarifa adequada. Hoje nós vemos situações pelo Brasil afora, onde não se tem o desenvolvimento do saneamento, justamente por não ter uma condição adequada de tarifa e para uma questão de custos e investimentos necessários. Nós defendemos sim uma regulação mais clara, mais firme, que seja apolítica e de fato mais técnica. Este é o momento para debatermos e construirmos dentro do novo Marco Regulatório uma forma mais adequada.”

Na questão público/privado, o presidente nacional da ABES, Roberval Tavares de Souza, frisou que a entidade defende que a união dos esforços é que fará a diferença para o saneamento. “Sendo pública ou privada, o importante é que a empresa seja eficiente, e que possamos levar o saneamento para todo o país”.
Durante o painel, Roberval também mencionou o Ranking ABES da Universalização do Saneamento, lançado em 13 de junho pela ABES, que analisou 1894 municípios do Brasil, 88% deles de baixo e médio porte (saiba mais aqui http://abes-dn.org.br/?p=18603).

Neste primeiro dia ainda estão programados os painéis “Saneamento, saúde e proteção ambiental como direito fundamental”, coordenado por Selma Aparecida Cubas, diretora da ABES-Paraná, Aloísio Krohling – Professor da Pós Graduação no Mestrado e Doutorado da Faculdade de Direito de Vitória do Espírito Santo -FDV, Arlindo Philippi Junior – Escola de Saúde Pública – USP, e Alceu Bisetto Júnior – Secretaria de Estado da Saúde do Paraná; “Integração da gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, com coordenação de Lia Márcia Marin, coordenadora na Faculdade Educacional da Lapa – FAEL, e participações de Sergio Cotrim – Gerente de Drenagem e Resíduos Sólidos – Secretaria Nacional de Saneamento, Semida Silveira, do KTH Royal Institute of Technology – School of Industrial Engineering and Management, e Geraldo Antônio Reichert, professor da Universidade Caxias do Sul – UCS; “Sustentabilidade no Processo de Tratamento de Esgoto”, com Charles Carneiro – Gerente de Resíduos Sólidos da Sanepar e Professor ISAE/FGV e participações de Carlos Augusto Chernicharo – Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Marcelo Kenji Miki – Sabesp – Gerente do Departamento de Execução de Projetos de Pesquisa, e Sérgio Wippel – Diretor do Departamento de Financiamentos de Projetos de Saneamento – Ministério das Cidades.

Abertura

Além do presidente nacional da ABES, a cerimônia de abertura contou com falas do presidente da ABES-PR, Luiz Henrique Bucco, de Mario Zigovski, representando o presidente da Sanepar, Ricardo Soavinski, João José Passini, gerente de Ações Ambientais da Itaipu Binacional, e Giuliano Inzis, agente consular representando o Consulado Geral da Itália no Paraná.

“A ABES, ao longo de seus 52 anos, vem trabalhando fortemente para cumprir nosso papel institucional, promovendo o debate político-institucional, a qualificação e a gestão”, afirmou o presidente Roberval Tavares de Souza.

 

Fonte: Terra | www.terra.com.br
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China quer fazer chover artificialmente sobre uma área do tamanho do Alasca

Via: Tecmundo

 

A China é um país de exageros. Além de possuir uma extensão territorial imensa, perdendo no mundo apenas para a Rússia e o Canadá, é onde se encontra a maior população do planeta – 1,396 bilhão de pessoas vivem lá. E as coisas não param por aí: os projetos chineses de engenharia também são, geralmente, gigantescos, incluindo barragens monstruosas e outras maravilhas arquitetônicas.

É por isso que não era possível esperar algo menor quando certo projeto para fazer chover artificialmente foi detalhado (na medida do possível) por uma matéria do South China Morning Post. Chamado Tianhe em chinês, o que significa algo como “rio no céu”, o sistema que vem sendo desenvolvido pelo governo chinês tem como objetivo fazer chover mais no planalto do Tibete, região que sofre muito com as mudanças climáticas e é de grande importância econômica para o país.

Tecnologia militar

O que se sabe sobre o grandioso projeto é que ele nasceu entre os militares chineses e é derivado do programa de modificação de clima das Forças Armadas da China. Isso mesmo: trata-se de uma ideia capaz de causar danos em países inimigos gerando catástrofes naturais – no caso, artificiais –, como tempestades e outras tormentas meteorológicas. Quem está por trás do Tianhe é a Corporação Aeroespacial de Ciência e Tecnologia da China, uma empresa estatal de defesa que também é responsável pelo programa espacial chinês.

Para fazer o projeto funcionar, uma grande rede de câmaras de combustão vai ser instalada nas montanhas do Tibete. Elas vão “semear” nuvens com partículas de iodeto de prata, e o resultado vai ser o aumento das chuvas em uma região que se estende por 1,6 milhão de quilômetros quadrados, o equivalente ao Alasca ou cerca de três vezes o tamanho da Espanha. Autoridades chinesas estimam que 10 bilhões de metros cúbicos adicionais de chuvas serão produzidos a cada ano, representando aproximadamente 7% do consumo total de água da China.

Água para os rios chineses

A grande importância das montanhas tibetanas é que lá nascem os principais rios que atravessam a China, e essa chuva toda faria com que o volume das águas aumentasse e eles irrigassem melhor as terras no entorno, tendo um reflexo imediato e muito positivo na economia do país.

Porém, é claro que existem perigos nesse projeto, como o impacto que essas mudanças climáticasartificiais podem causar na natureza local. Meteorologistas e outros especialistas da área indicam que a geração de chuva artificialmente é muito complicada e pode ter consequências ruins. No fim das contas, o projeto ambicioso chinês pode nem dar certo ou mesmo acabar piorando a situação. Apenas estudos mais profundos e detalhados vão dizer o que pode acontecer caso o sistema seja realmente criado. Por dentro do assunto: Veja como o clima do mundo está mudando em vídeo da NASA. 

 

Fonte: Tecmundo | www.tecmundo.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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MT propõe ao Incra cooperação técnica para regularização ambiental de assentamentos rurais

A conformidade com a legislação ambiental permite que os agricultores tenham acesso a recursos financeiros e outros programas de incentivo

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) de Mato Grosso e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) preparam um termo de cooperação técnica para viabilizar a regularização ambiental dos assentamentos rurais.

 

Em reunião realizada nesta quarta-feira (13) na sede do órgão federal, em Brasília, o secretário de Estado de Meio Ambiente, André Baby, apresentou os esforços feitos pela pasta para que os pequenos agricultores tenham suas áreas registradas em conformidade com a legislação ambiental. Com a regularização, os assentados terão mais facilidade de acesso a recursos financeiros e outros programas de incentivo.

 

Para o diretor de Obtenção de Terras e Implantação de Projetos de Assentamento do Incra, Clóvis Cardoso, a iniciativa da Sema é pioneira ao dar igualdade de condições para que a agricultura familiar na regularização ambiental e no acesso ao crédito.

Seguindo recomendação do Ministério Público Federal, o Governo de Mato Grosso revogou o dispositivo 13, parágrafo 3º, do Decreto Estadual nº. 1.031 de 02 de junho de 2017. A cláusula estava impedindo, na prática, o acesso pelos beneficiários da reforma agrária ao tratamento ambiental favorável previsto no Código Florestal em favor das pequenas propriedades rurais, em especial quanto à definição de área de reserva legal consolidada. O dispositivo previa que, para efeito de cálculo da área de reserva legal, seria considerada a área total do assentamento e com a nova redação as áreas serão avaliadas pela Sema lote a lote.

 

Fonte: Cenário MT | www.cenariomt.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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