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Governo brasileiro adere à campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente

Via: Ambiente Brasil

O Brasil anunciou, oficialmente, seu apoio à campanha Mares Limpos, em uma reunião lateral da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, entre o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, e o chefe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Erik Solheim. Encontro aconteceu no início da semana (19).

Sendo a nona economia global e um líder histórico na proteção ambiental, a declaração de apoio do Brasil dá um impulso significativo para a campanha, que se orgulha de contar agora com 30 países-membros e tem o objetivo de “mudar a maré dos plásticos” ao inspirar ação de governos, empresas e indivíduos.

“O apoio do Brasil a esta campanha é crucial. Ressalta o tamanho do problema e a escala da resposta que precisamos ver”, disse Solheim. “Precisamos de mais atitudes políticas desse tipo – o tipo que envia uma mensagem muito clara: não podemos nos dar ao luxo de continuar transformando nossos oceanos em um mar de lixo.”

O anúncio reforça o compromisso do governo brasileiro em desenvolver o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar e apoiar a criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul e de Áreas Protegidas Marinhas. “Os serviços ecológicos prestados pelos oceanos são essenciais para a população e o Brasil vem tomando uma série de medidas para garantir a conservação dos ecossistemas marinhos e costeiros”, afirmou o ministro Sarney Filho.

O plástico há muito tempo foi identificado como uma das principais causas de danos ambientais e problemas de saúde: poluem ambientes, matam aves, peixes e outros animais que os confundem com alimentos, danificam terras agrícolas, degradam destinos turísticos e podem servir como criadouros para os mosquitos da dengue, zika e chikungunya.

Os números do uso de plástico, no entanto, não param de crescer. Em 2016, 5,8 milhões de toneladas de produtos plásticos foram produzidas no Brasil. Globalmente, até 2015, a humanidade produziu 8,3 bilhões de toneladas de plástico. Desse montante, cerca de 6,3 bilhões já foram descartadas e cerca de 8 milhões de toneladas de plástico chegam aos nossos oceanos todos os anos. Boa parte desse volume é composta por descartáveis, como copos, sacolas, canudos, garrafas, e microplásticos (pequenas partículas), incluindo microesferas usadas em produtos cosméticos.

Nesse contexto alarmante, a campanha Mares Limpos pede o apoio dos governos por meio da criação de leis nacionais efetivas e do encorajamento para que empresas e cidadãos desenvolvam novos e mais sustentáveis padrões de produção e consumo. Um exemplo recente vem do Chile, que esta semana anunciou uma lei de banimento das sacolas plásticas em suas cidades costeiras.

Ao aderir à Mares Limpos, o Brasil se junta à Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, tornando-se o quinto país da América Latina a abraçar a campanha. Ao redor do mundo, a Indonésia se comprometeu a reduzir seu lixo marinho em 70% e o Canadá adicionou microesferas à sua lista de substâncias tóxicas, enquanto a Nova Zelândia, o Reino Unido e os EUA anunciaram o banimento das microesferas de produtos cosméticos e de higiene pessoal.

Sobre a ONU Meio Ambiente

A ONU Meio Ambiente é a principal voz global sobre o meio ambiente. Oferece liderança e incentiva a parceria em cuidar do meio ambiente, inspirando, informando e capacitando nações e povos a melhorar sua qualidade de vida sem comprometer a das gerações futuras. A ONU Meio Ambiente trabalha com os governos, o setor privado, a sociedade civil e com outras entidades das Nações Unidas e organizações internacionais em todo o mundo.

Sobre a campanha Clean Seas (Mares Limpos, no Brasil)

Lançada na Conferência Mundial sobre Oceanos em Bali, a campanha #CleanSeas, da ONU Meio Ambiente, exorta os governos a aprovarem políticas de redução de plástico, a indústria a minimizar as embalagens plásticas e redesenhar produtos e convida os consumidores a mudarem seus hábitos de descarte antes que danos irreversíveis aconteçam aos nossos mares. No Brasil, a campanha #MaresLimpos foi lançada em 7 de junho, adaptando os esforços globais ao contexto brasileiro.

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Governo decide anular decreto que extinguia Renca

Via: Ambiente Brasil

O presidente Michel Temer decidiu anular o decreto que extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). No final de agosto, ele havia assinado um decreto que acabava com a área e a decisão foi questionada por ambientalistas, artistas e repercutiu na mídia internacional. O novo decreto, anulando o primeiro, será publicado nesta terça-feira (26) no Diário Oficial da União.

No início de setembro, o governo já havia determinado a suspensão do decreto. A decisão pela anulação da extinção do Renca ocorreu após a repercussão negativa da medida. Para o Planalto, houve falta de clareza sobre os efeitos da extinção. No entanto, o tema continuará na pauta do governo. O próximo passo será a realização de uma consulta pública, ainda sem data prevista.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia (MME) disse que as razões que levaram a pasta a pedir a extinção da reserva continuam presentes e defende mais debate sobre o tema. “O país necessita crescer e gerar empregos, atrair investimentos para o setor mineral, inclusive para explorar o potencial econômico da região”, diz o texto divulgado após o anúncio do Palácio do Planalto.

“O MME reafirma o seu compromisso e de todo o governo com a preservação do meio ambiente, com as salvaguardas previstas na legislação de proteção e preservação ambiental, e que o debate em torno do assunto deve ser retomado em outra oportunidade mais à frente e deve ser ampliado para um número maior de pessoas, da forma mais democrática possível.”

A Renca – A área de proteção foi criada em 1984 pelo governo de João Figueiredo, último presidente do período militar. Na ocasião, foi definida a proteção da área de 47 mil quilômetros quadrados (km²), incrustada em uma região entre os estados do Pará e do Amapá.

Desde então, pesquisa mineral e atividade econômica na área passaram a ser de responsabilidade da Companhia Brasileira de Recursos Minerais (CPRM – Serviço Geológico Brasileiro) ou de empresas autorizadas pela companhia. Além do cobre, estudos geológicos apontam a ocorrência de ouro, manganês, ferro e outros minérios na área.

Dois dias após o decreto que extinguia a Renca, o Palácio do Planalto divulgou nota afirmando que o objetivo era “coibir a exploração ilegal” e recolocar o Estado como administrador de jazidas minerais da Renca, que atualmente sofre com a existência de garimpos clandestinos de ouro.

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Comissão de Meio Ambiente aprova prorrogação para inscrição de imóvel no Cadastro Ambiental Rural

Via: Ambiente Brasil

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prorroga até cinco de maio de 2018 o prazo para inscrição de imóvel rural no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Foi aprovado o Projeto de Lei 4550/16, do deputado Heitor Schuch (PSB-RS), que prevê ainda nova prorrogação a critério do Poder Executivo.

O prazo estabelecido originalmente no Código Florestal (Lei 12.651/12) era de um ano a partir da regulamentação da lei – por meio da Instrução Normativa IN 2/MMA, de 6 de maio de 2014, que regulamentou o Decreto 7.830/12. Em 2015, esse prazo foi prorrogado pelo Poder Executivo até maio de 2016.

Relator no colegiado, o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) defendeu o adiamento de prazo. Ele lembrou que a Lei 12.651 já sofreu nova alteração em 2016, por meio da Lei 13.295/16 (conversão da Medida Provisória 707/2015), prorrogando o prazo para inscrição no CAR até 31 de dezembro de 2017.

Colatto lembrou que embora as regiões Norte e Sudeste já tenham ultrapassado a meta de área cadastrável, na região Nordeste apenas 73,3% da meta foi atendida.

“Pelos números acima, vê-se que o prazo atual não será suficiente. Por esse motivo, votamos pela aprovação da prorrogação por tempo indefinido, a critério do Poder Executivo, que, afinal de contas gerencia todos esses sistemas”, defendeu o relator.

Tramitação – O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Projeto que monitora qualidade da água dos rios brasileiros chega aos 17 estados da Mata Atlântica mais o Distrito Federal

Via: Ambiente Brasil

O projeto Observando os Rios, que sensibiliza comunidades sobre a importância da água e capacita voluntários para monitorar a sua qualidade, acaba de chegar aos 17 estados contemplados pela Mata Atlântica. Mantida pela Fundação SOS Mata Atlântica com patrocínio da Ypê e da Coca-Cola Brasil, a iniciativa envolve cerca de 3,6 mil pessoas.

Durante os seus 26 anos de existência, o Observando os Rios mobilizou muita gente e se expandiu gradativamente pelos estados cobertos pelo bioma. Atualmente, suas ações acontecem em Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, além do Distrito Federal.

Romilda Roncatti, coordenadora do projeto, ressalta a importância da participação dos voluntários que disponibilizam parte do seu tempo para o cuidado com os rios, córregos e nascentes do país. “Cada participante é um agente multiplicador para as questões sobre a poluição dos rios, que está diretamente relacionada à qualidade de vida da população”, afirma.

Para a especialista em Água da ONG, Malu Ribeiro, é muito importante conscientizar a sociedade sobre os impactos da qualidade da água na saúde. “A atividade é um instrumento de mobilização por avanços no saneamento básico. O trabalho dos voluntários é essencial para a realização do projeto nos 17 estados”, complementa.

Ao longo de sua história, o Observando os Rios já ganhou o apoio de importantes parceiros. Em Alagoas, por exemplo, conta com a mobilização do Instituto Biota de Conservação, que promove o cuidado com a fauna marinha e seu habitat. “A população deve ter mais interesse pelo meio ambiente, pois estamos inseridos nele. Se nós não observarmos o que os rios estão nos dizendo, um dia pode ser tarde demais”, disse Bruno Stefanis, sócio fundador do Instituto.

Já em Santa Catarina, o projeto ganhou forma a partir da conscientização da população de que os seres humanos são corresponsáveis pela degradação ambiental e que isso precisa ser mudado. “Não há como ser feliz e ter qualidade de vida sem qualidade ambiental. Não podemos fechar os olhos diante dos problemas, tão pouco nos isentar da responsabilidade querendo que o governo resolva tudo sozinho”, disse Ciro Couto, integrante do grupo que monitora a Praia da Lagoa do Jacaré, em Florianópolis.

Somando esforços com a SOS Mata Atlântica há dez anos, a Ypê reforça a importância do projeto para as gerações futuras. A empresa acredita que um futuro melhor para a sociedade inclui promover e apoiar iniciativas sustentáveis. Afinal, uma ação como essa possibilita ações de conservação, recuperação e gestão participativa da água.

Neste ano, a Coca-Cola Brasil também entrou no projeto, contribuindo para a expansão do programa pelo Brasil. “Estamos determinados a criar valor em todas as esferas: dentro das nossas fábricas, ao longo da cadeia produtiva e nas comunidades nas quais atuamos, indo além das metas compensatórias e de mitigação de impacto. Com essa parceria temos a oportunidade agora de fortalecer a rede em defesa dos rios limpos e água de qualidade para todos”, diz Pedro Massa, diretor de sustentabilidade e valor compartilhado da Coca-Cola Brasil.

Ainda com o objetivo de incentivar a população a se reaproximar dos rios da Mata Atlântica, a ONG em parceria com a Multitude, coletivo de artistas independentes, apresenta a exposição “Rios, Reflexos de Nós”, mostra gratuita que ficará em exposição no Conjunto Nacional, em São Paulo, até 27 de setembro. São obras de 22 artistas, expostas em fotografias, ilustrações, vídeos e músicas que mostram como os rios são reflexos das ações humanas.

Semana do Tietê – Em comemoração ao Dia do Tietê (22/09), a SOS Mata Atlântica divulgará o estudo que avalia a qualidade da água e a evolução dos indicadores de impacto do Projeto Tietê. Os dados também fazem parte do Observando os Rios e estarão disponíveis a partir de 22 de setembro.

Sobre o Observando os Rios – O projeto surgiu em 1991 com a campanha Observando o Tietê, que reuniu 1,2 milhão de assinaturas para recuperar o Rio Tietê em São Paulo. Posteriormente, passou a agregar outras bacias hidrográficas e a se chamar Observando os Rios.

As equipes de monitoramento analisam elementos presentes na água, como oxigênio, PH e fosfato, por meio de um kit desenvolvido especificamente para o projeto. A iniciativa é aberta à população em geral, que pode participar dos grupos existentes ou formar novas equipes.

A capacitação dos voluntários que participam do programa é dividida em dois momentos. No primeiro, a equipe da Fundação SOS Mata Atlântica comparece ao município, apresenta a metodologia do projeto e define os locais das análises mensais. No segundo são realizadas as visitas técnicas com os grupos para a parte prática do projeto.

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Seminário sobre gestão de Unidades de Conservação aceita inscrições até 13 de outubro

Via: Portal Brasil

Objetivo do evento é trocar experiências bem-sucedidas e inovadoras nas unidades e em outros países

Inscrições para o III Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação estão abertas até 13 de outubro. O evento, que vai ocorrer entre 27 e 29 de novembro, em Brasília, é promovido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O objetivo do seminário é trocar experiências bem-sucedidas e inovadoras nas unidades, e o tema central neste ano será parcerias. “Queremos ressaltar as boas práticas que ocorrem com o apoio das parcerias, que não são só financeiras, mas também técnicas”, destaca a chefe da Divisão de Fomento a Parcerias do ICMBio, Carla Guaitanele.

O I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de Conservação também será promovido nesta edição. A apresentação de experiências de outros países tem a intenção de enriquecer as discussões e proporcionar uma visão da importância global do Brasil em relação à biodiversidade e às áreas protegidas.

Servidores federais e estaduais envolvidos na gestão de unidades de conservação (UCs), bem como seus parceiros – Organizações Não Governamentais, empresas, comunidades, associações, universidades – poderão submeter suas práticas para apresentar durante o seminário. Os interessados podem acessar o edital e obter mais informações na página do seminário no ambiente virtual de aprendizado. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail seminarioboaspraticas@icmbio.gov.br.

O evento será realizado em parceria com o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas –, com Gordon and Betty Moore Foundation, com Projeto Desenvolvimento de Parcerias Ambientais Público-Privadas, apoiado pelo Banco Interamericano para o Desenvolvimento (BID), com a Caixa e com o Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam), com a Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ), além de outros parceiros.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
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Brasil se antecipa e reduz em 34% consumo de substâncias que prejudicam camada de ozônio

Via: Portal Brasil

País é signatário do Protocolo de Montreal que prevê a queda no uso de compostos nocivos, como o de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs), usados pelos setores de refrigeração e espumas

O Brasil antecipou resultados na proteção da camada de ozônio, com a redução do consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) pelos setores de refrigeração e espumas. O País cortou em 34% o uso desses compostos nocivos.

Esse estrato é responsável por filtrar os raios solares, cuja incidência está associada ao aparecimento de doenças como o câncer de pele e ao aquecimento global. A antecipação do resultado foi de três anos pelo Brasil.

A medida faz parte de um acordo internacional entre países em desenvolvimento. Há 30 anos, foi ratificado com a assinatura do Protocolo de Montreal.

Em vigor desde 1987, o Protocolo de Montreal tem a adesão de 197 países que trabalham para eliminar gradativamente substâncias nocivas à camada de ozônio. Entre elas, estão os clorofluorcarbonos (CFCs), antes encontrados em geladeiras, e os HCFCs.

O Brasil aderiu ao Protocolo em 1990 e, em 2010, zerou o consumo dos CFCs. Embora tenham menor potencial de destruição da camada de ozônio, os HCFCs também devem ser substituídos na indústria por outros compostos químicos.

O objetivo é concluir o banimento até 2040. Além dos equipamentos de refrigeração e ar-condicionado, os HCFCs são usados em espumas como as de colchões, estofados e volantes de carro.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
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Pela Amazônia, artistas e indígenas entregam 1,5 milhão de assinaturas no Congresso

Via: Ciclo Vivo

Grupo levou aos presidentes da Câmara e do Senado petição que exige a proteção da floresta e do meio ambiente.

Representando as vozes de milhões de brasileiros, nesta terça-feira (12) diversos artistas, lideranças indígenas e ambientalistas foram ao Congresso Nacional protestar contra as atrocidades cometidas pelo governo Temer e por parlamentares contra a Amazônia. O grupo entregou ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e ao presidente do Senado, Eunício Oliveira, as mais de 1,5 milhão de assinaturas coletadas nas plataformas 342 Amazônia, Greenpeace e Avaaz exigindo a proteção da floresta e do meio ambiente.

“Estamos aqui para mostrar que com a Amazônia não se brinca”, resumiu a atriz Alessandra Negrini. “Nós estaremos com os parlamentares que votarem pela Amazônia e estaremos contra os que votarem contra a Amazônia”, enfatizou a atriz Christiane Torloni durante a entrega, que também contou com a presença de Suzana Vieira, Vitor Fasano, Rappin Hood, Tico Santa Cruz, Jorge Pontual, Maria Gadu, Luiz Fernando Guimarães, Arlete Salles, Paula Lavigne e Maria Paula, entre outros.

Ao receber o grupo, o presidente do Senado se comprometeu a dar andamento ao requerimento para aprovar a urgência para o projeto que derruba o decreto de Temer sobre a Renca (Reserva Nacional de Cobre e seus Associados) – solicitada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Já Rodrigo Maia declarou que, em relação à Renca, “tem trabalhado para mostrar a Temer que o melhor caminho é retomar o diálogo com toda a sociedade” e que “a falta de comunicação (sobre o tema) foi um erro”.

Foto: Cristiano Costa/Greenpeace

“Essa grande mobilização demonstra que a sociedade formou um exército para defender a Amazônia, seus habitantes e o meio ambiente. E está cobrando isso do governo e dos políticos”, avalia Marcio Astrini, coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil. “Aqueles parlamentares que promovem o crime ambiental, as anistias e o desmatamento serão lembrados por isso”, complementa.

Além das assinaturas, o grupo entregou uma carta de repúdio não só ao decreto de extinção da Renca, mas às diversas ameaças ao meio ambiente – desmonte do licenciamento ambiental, redução das áreas protegidas, liberação de agrotóxicos, facilitação da grilagem de terras, venda de terras para estrangeiros e ataque aos direitos indígenas.

O movimento indígena esteve representado no ato por Sônia Guajajara, da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), e Arine Waiana Apalai, da Articulação dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará. “Trago a voz dos povos indígenas e de milhões de brasileiros para pedir a não destruição da Amazônia. A pauta indígena é a pauta da floresta e do planeta porque as terras indígenas protegem a vida. Não aceitamos retrocessos, não aceitamos redução de Unidades de Conservação, não aceitamos massacres!”, declarou Sônia.

Foto: Cristiano Costa/Greenpeace

“A tentativa de Temer de destruir a Renca foi apenas o começo de um ataque coordenado contra a Amazônia. Mas não descansaremos até que nossa floresta sagrada fique livre destes ataques e que os ruralistas desistam de trocá-la por lucro. Já somos 1,5 milhão de vozes juntas — e quanto mais estes corruptos atacarem a Amazônia, mais fortes nos tornaremos”, comenta Diego Casaes, coordenador de campanhas da Avaaz.

Fonte:  Ciclo Vivo | www.ciclovivo.com.br
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Conheça a reserva no Amazonas que zerou desmatamento e é modelo no país

Via: Ciclo Vivo

Projeto realizou investimentos estruturantes, além de investimentos nas pessoas: os guardiões da floresta.

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Juma, localizada às margens da BR-319, no Amazonas, é considerada modelo no país e no mundo. Além de zerar o desmatamento, o projeto desenvolvido na área tem promovido a geração de renda e a defesa da floresta pela comunidade local.

Na contramão do crescimento do desmatamento, a reserva vem registrando nos últimos anos redução das taxas de devastação. Os dados mais atualizados do governo federal são de 2015 e mostram que não foi registrado nenhum novo desmatamento. A redução é atribuída à implantação na área, em 2008, do primeiro projeto brasileiro de Redd, que significa Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa provenientes do Desmatamento. No mesmo ano, a iniciativa, idealizadas pela organização não governamental (ONG) Fundação Amazonas Sustentável (FAS), foi a primeira do país e do Continente Americano a receber um certificado internacional por desmatamento evitado.

No Dia da Amazônia, comemorado nesta terça-feira (5), o coordenador do programa Soluções Inovadoras da FAS, Victor Salviati, fala sobre a reserva. “A gente desenvolveu vários estudos. A gente viu que se nada fosse feito, de 2008 a 2050, que é o nosso cenário, seriam desmatados quase 66% da área e seria emitido algo em torno de 189 milhões de toneladas de carbono. Esse desenho foi feito com três eixos para tratar os vetores do desmatamento: primeiro um investimento estruturante em geração de renda, programas comunitários e geração de emprego, o segundo, investimento em capacitação e educação formal e o terceiro, desenvolvimento científico e monitoramento”, explica.

Por meio do Redd, empresas nacionais e internacionais apoiam atividades de redução de desmatamento e de emissões na Reserva do Juma, que é um mecanismo financeiro para geração de créditos de carbono. Atualmente, o projeto beneficia 476 famílias, cerca de 2 mil pessoas, divididas em 38 comunidades em áreas remotas. De acordo com Victor Salviati, elas recebem apoio para produção, principalmente, de farinha, açaí, castanha e pesca artesanal e ainda um pagamento pelos serviços ambientais, por meio do Programa Bolsa Floresta.

“Além dos investimentos estruturantes, há os investimentos nas pessoas. A fundação acredita muito que a conservação da floresta está ligada às pessoas, são os guardiões da floresta. A gente dando oportunidade a essas pessoas de sonhar, dando educação de qualidade, infraestrutura produtiva, capacitação, comunicação e transporte, elas conseguem viver melhor. E quem vive melhor faz a melhor gestão desses recursos naturais”, afirma Salviati.

A Reserva do Juma foi criada em 2006 pelo governo do Amazonas e é gerenciada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente. Ela está situada em uma área de alto risco de desmatamento, no município de Novo Aripuanã, a 227 quilômetros de Manaus.

“Há um empoderamento dos benefícios da biodiversidade da unidade de conservação, tanto que eles estão sempre vigilantes. Sempre que há uma ameaça à integridade daquilo de que tanto zelam, eles acionam o órgão ambiental para fazer a fiscalização. Isso nos deixa muito satisfeitos com os resultados até aqui alcançados”, ressalta o secretário de Meio Ambiente, Antônio Stroski.

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Rosângela dos Santos Ribeiro é moradora e representante da comunidade São Félix. Ela tem 47 anos, é casada, tem oito filhos e trabalha na cadeia produtiva da farinha. Dona Rosa, como é conhecida, tem muito orgulho de viver na reserva e de contribuir com a preservação da floresta.

“Aqui na nossa reserva (esse projeto) é muito importante, muito mesmo porque ajudou muitas pessoas financeiramente a cuidar de onde mora. Vieram muitos projetos para os jovens também. Isso daqui é nosso. A gente tem que cuidar. Eu me sinto bem morando na minha comunidade”, destacou a moradora.

A expectativa do projeto de Redd na Reserva do Juma é conter, até 2050, a emissão de aproximadamente 190 milhões de toneladas de gás carbônico e evitar o desmatamento de 366 mil hectares de floresta. Até 2015, cerca de 6 milhões de toneladas de gases de efeito estufa deixaram de ser emitidas na atmosfera por meio da iniciativa.

Fonte: Ciclo Vivo | www.ciclovivo.com.br
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Jovens apresentam em feira internacional aplicativo para combater Aedes aegypti

Via: Ambiente Brasil

Com o desejo de ajudar o bairro onde vivem, em Jardim Brasil, no município de Olinda (PE), estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Desembargador Renato Fonseca usaram a tecnologia e a vontade de ajudar a comunidade para promover uma caça ao mosquito Aedes aegypti na região.

Com a ajuda de uma ferramenta online, Jeovani Cipriano, de 19 anos, criou um aplicativo de celular para que as pessoas denunciassem focos de reprodução do inseto transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Os alunos, então, organizam mutirões para acabar com o problema.

O embrião do projeto surgiu em 2014, quando muitos alunos e professores da escola estavam faltando. Incomodados com isso, o grupo de estudantes se juntou à professora Jorgecy Cabral, que coordena a biblioteca da instituição, para visitar a casa dos faltosos e verificar se o surto de dengue que atingia a região era o culpado pelas faltas. Eles perceberam que os sintomas eram os mesmos.

“Encontramos o problema, vimos o que estava acontecendo. Fizemos mapeamento ao redor da escola para saber se havia foco de dengue. Para nossa surpresa, havia atrás, ao lado, em todos os lugares. Começamos então a fazer mutirões nas ruas”, diz a professora.

A escola passou a ser uma referência na comunidade. Muitas pessoas procuraram o local para denunciar focos de reprodução do Aedes. Foi aí que surgiu a ideia do aplicativo.

Cipriano quebrou a cabeça por cerca de duas semanas e, por meio de uma ferramenta online de criação de aplicativos, desenvolveu a plataforma Caça ao Aedes em Jardim Brasil. “Ninguém tinha conhecimento na área. Fui estudando e fiz”, afirma o estudante.

Na pesquisa porta a porta feita pelo alunos na época do surto, eles identificaram um aumento de 300% dos casos. Agora eles trabalham em novos dados. Segundo Jorgecy Cabral, a pesquisa não está finalizada, mas ela garante que houve redução de infecções no bairro de Jardim Brasil.

Então estudante do terceiro ano do ensino médio, Cipriano, que agora cursa jornalismo em uma faculdade particular, diz também que o aplicativo já recebeu denúncias de focos em outros estados. “Quando é feita em Olinda a gente tenta resolver. Quando é em outra cidade a gente encaminha as informações para a secretaria municipal da localidade”, conta.

O aplicativo é simples e contém informações sobre sintomas de viroses transmitidas por mosquitos (arboviroses) e dicas para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Há um espaço para fazer uma denúncia, por escrito, e um mapa onde estão marcados alguns pontos com água parada. Por dificuldades de funcionalidade, não foi possível marcar uma denúncia no mapa, mas a comunicação do bairro pode ser facilitada pelo app. Ele pode ser baixado no Google Play e pelo site.

Vaquinha virtual – A iniciativa foi premiada como Destaque em Iniciação à Pesquisa na feira Ciência Jovem 2016, evento realizado anualmente pelo Espaço Ciência, museu ligado à Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco. O reconhecimento rendeu uma participação na Teccien Schöenstatt, uma feira estudantil de tecnologia e ciências promovida pelo colégio Nuestra Señora de Schöenstatt, do Paraguai, de onde os estudantes também saíram premiados.

Foi lá que conheceram a organização da Feira Internacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, outro evento estudantil do colégio Santa Fé, da Colômbia. Os organizadores convidaram os estudantes brasileiros a expor o projeto entre os dias 13 e 17 deste mês.

Para custear a viagem, o grupo abriu uma vaquinha virtual. As passagens de três pessoas – a professora e mais dois alunos – foram dadas pelo governo de Pernambuco, mas ainda é preciso pagar hospedagem, alimentação e deslocamento da na cidade. Segundo Cipriani, o embarque é no dia 12.

Fonte: Ambiente Brasil | www.noticias.ambientebrasil.com.br
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Microplásticos ameaçam 529 espécies da fauna marinha em todo o mundo

Via: Ambiente Brasil

Centenas de espécies da fauna marinha, como peixes, moluscos e outras, estão sendo ameaças pela ingestão do lixo que se acumula no mar em forma de microplásticos, sem que até o momento se saiba a fundo suas causas e consequências. Os últimos estudos apontam que até 529 espécies selvagens já foram afetadas pelos resíduos, um risco mortal que se soma aos outros já enfrentados por dezenas delas em perigo de extinção. A informação é da EFE.

Por menores que sejam, os microplásticos (de até cinco milímetros de diâmetro e presentes em vários produtos, como os cosméticos) representam uma ameaça para as mais de 220 espécies que os absorvem, algumas delas muito importantes no comércio mundial, como os mexilhões, as lagostas, os camarões, as sardinhas e o bacalhau.

Relatório recente da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO) alertou para as consequências desses resíduos para a pesca e a aquicultura. “Ainda que nos preocupe a ingestão de microplásticos por parte das pessoas através dos frutos do mar, ainda não temos evidências científicas que confirmem os efeitos prejudiciais em animais selvagens”, explicou à Agência EFE uma das autoras do estudo, a pesquisadora Amy Lusher.

Ela acredita que ainda faltam muitos anos de estudos, dado o vazio de informação que existe sobre o assunto e as muitas inconsistências nos dados disponíveis. Para contribuir com o debate, uma revista especializada em biologia da Royal Society, de Londres, publicou recentemente um estudo que sugere que certos peixes estão predispostos a confundir o plástico com o alimento, por terem um cheiro parecido.

Matthew Savoca, líder de um trabalho realizado em colaboração com um aquário de San Francisco (Estados Unidos), explica que foram apresentadas a vários grupos de anchovas substâncias com o cheiro de resíduos plásticos recolhidos do mar e outras com o cheiro de plásticos limpos.

As anchovas reagiram ao lixo de forma similar à que fariam com o alimento, já que esses resíduos estão cobertos de material biológico, como algas, que têm cheiro de comida.

“Muitos animais marítimos dependem muito do seu olfato para encontrar comida, muito mais que os humanos”, afirmou Savoca, ressaltando que o plástico “parece enganar” os animais que o encontram no mar, sendo “muito difícil para eles ver que não é um alimento”.

A FAO lembra que os efeitos adversos dos microplásticos na fauna marinha são observados em experiências em laboratórios, normalmente com um grau de exposição a estas substâncias “muito maior” que o encontrado no ambiente.

Até então, estas partículas só apareceram no aparelho digestivo dos animais, que as pessoas “costumam retirar antes de consumir”, apontou a pesquisadora Amy Lusher.

Substâncias contaminantes – No pior dos cenários, o problema seria a presença de substâncias contaminantes e de aditivos que são acrescentados aos plásticos durante sua fabricação ou são absorvidos no mar, ainda que não se saiba muito sobre o seu impacto e o dos plásticos menores na alimentação.

Para os cientistas, é preciso estudar mais a fundo a distribuição desses resíduos a nível global, por mais que se movam de um lado a outro, e o processo de acumulação de lixo, ao qual contribuem a pesca e a aquicultura quando seus equipamentos de plástico acabam perdidos ou abandonados nos oceanos.

Em um mundo onde há cada vez mais plástico (322 milhões de toneladas produzidas em 2015), estima-se que a poluição continuará aumentando nos oceanos, onde em 2010 foram despejados entre 4,8 milhões e 12,7 milhões de toneladas desse tipo de lixo.

Fonte: Ambiente Brasil  | www.noticias.ambientebrasil.com.br
 Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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