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Aplicativo ajuda população a preservar nascentes de rios

Via: Portal Brasil

Ferramenta Plantadores de Rios cria canal direto de comunicação e facilita ações conjuntas entre sociedade e donos de terreno rural

O Brasil é um País rico em recursos naturais e abundante em água potável. Apesar disso, há áreas críticas, onde a escassez hídrica deixou de ser apenas uma ameaça. Para o cidadão comum, no entanto, a crise só é perceptível quando a cidade onde vive passa por racionamentos ou cortes de água.

Para conscientizar a população de que o problema da falta de água muitas vezes começa nas nascentes dos rios, o Serviço Florestal Brasileiro criou o aplicativo Plantadores de Rios.

Com a ferramenta, cidadãos comuns e produtores ou donos de terrenos onde há recursos hídricos podem, juntos, executar ações que ajudam a preservar e recuperar os rios e as nascentes.

“O Plantadores de Rios facilita o contato entre o colaborador e o possuidor ou produtor, que ocorre de forma inédita e ao fim do qual os dois se avaliam, criando um ranking que estimula a fidelização de ambos”, explica o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, Raimundo Deusdará.

Atualmente, existem 1,5 milhão de nascentes exibidas no aplicativo, que são aquelas registradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O próprio Serviço Florestal, de acordo com Raimundo Deusdará, vai adotar, por meio de programas e projetos, 180 mil nascentes.

“O slogan do aplicativo é ‘Plante florestas. Colha água’. Ou seja, a ferramenta, além de ser uma oportunidade de mobilização social, mostra a ligação e importância das florestas para os rios”, comenta Deusdará.

Como usar

O aplicativo Plantadores de Rios está disponível gratuitamente para download em celulares com sistema operacional Android e iOS. Após baixar a ferramenta, o usuário deve se cadastrar com número do CPF – ou CNPJ, para pessoas jurídicas – e endereço de e-mail. No ato do cadastro, é necessário indicar de quais formas poderá ocorrer o apoio (cerca, doação, limpeza ou mudas). Mais de uma opção pode ser marcada.

Com acesso aos dados de localização do dispositivo, o Plantadores de Rios identifica e sinaliza, em um mapa, locais com vários tipos de nascentes: as que necessitam de plantio, as que têm vegetação, as nascentes adotadas pelo usuário etc. É possível escolher o raio de busca, que pode variar entre 1 km e 15 km.

Após solicitar o apadrinhamento da nascente, que deve ser aceito pelo dono do terreno onde o recurso hídrico está localizado, as duas partes entram em contato direto, por meio de chat interno do aplicativo, para combinar as ações de preservação. Qualquer pessoa pode participar.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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Calor extremo no sul da Ásia poderá ser mortal até o final do século, diz estudo

Via: G1

Risco é menor caso aumento da temperatura global seja freado. Artigo publicado no ‘Science Advances’ alerta para efeitos drásticos do calor caso poluição continue nos níveis atuais.

Ficar ao ar livre poderá se tornar mortal em regiões do sul da Ásia até o final do século, uma vez que as mudanças climáticas conduzem o calor e a umidade a níveis extremos, segundo um novo estudo divulgada nesta quarta-feira (2) pelo jornal “Science Advances”.

A região citada no estudo engloba Paquistão, Nepal, Índia, Bangladesh e Sri Lanka. Atualmente, cerca de 1,5 bilhão de pessoas vivem nessa região.

O estudo afirma que os níveis extremos de calor e umidade poderiam afetar até um terço da população que vive na região, a menos que a comunidade internacional intensifique os esforços para controlar as emissões de carbono à atmosfera.

Enquanto a maioria dos estudos sobre o clima se baseiam em projeções de temperaturas, este estudo também considera a umidade e a habilidade do corpo humano de diminuir a temperatura interna em resposta ao calor extremo.

Estes três fatores juntos compõem o que é chamado de “temperatura de bulbo úmido”, que é a temperatura tomada quando uma roupa molhada está enrolada em um termômetro. Esta temperatura, que é sempre menor do que um bulbo seco, pode ajudar a estimar o quão fácil é para a água evaporar. E também pode oferecer um indicador de onde a mudança climática pode se tornar perigosa.

Os cientistas dizem que os humanos podem sobreviver a uma temperatura de bulbo úmido de cerca de 35ºC. Nela, o corpo humano tem dificuldade de suar para se esfriar ou o suor não evapora. Nessa situação, a morte pode acontecer em questão de horas – mesmo em condições de sombra e ventilação. Atualmente, temperaturas de bulbo úmido raramente excederam 31ºC, o que já é considerado extremamente perigoso.

Riscos em 2 cenários

Para o estudo, os pesquisadores fizeram simulações computadorizadas usando modelos globais de circulação atmosférica em dois cenários:

  • O mundo continua a poluir como nos níveis atuais.
  • O mundo se aproxima do objetivo de reduzir as emissões com o objetivo de limitar o aumento médio da temperatura a 2ºC em relação aos níveis pré-industriais — no acordo de Paris, os países se comprometeram para trabalhar para que o aquecimento fique muito abaixo de 2ºC, buscando limitá-lo a 1,5ºC.

No primeiro cenário, cerca de 30% da região poderia ver temperaturas de bulbo úmido perigosas acima de 31ºC em algumas décadas. Isso equivale a quase meio bilhão de pessoas de acordo com os níveis populacionais atuais, embora o número possa crescer à medida em que a população aumentar. Além disso, 4% da população, ou 60 milhões de pessoas nos níveis atuais, enfrentariam aumentos mortais a 35ºC ou mais até 210.

O segundo cenário também apresenta perigo para o sul da Ásia, mas esse risco diminui drasticamente. Cerca de 2% da população enfrentaria uma temperatura de bulbo úmido de 31ºC ou mais.

“O que vemos nesse estudo é uma convergência de projeções intensas de clima com vulnerabilidade aguda”, afirma Elfatih A.B. Eltahir, professor de engenharia ambiental do MIT e coautor do estudo. “É um problema evitável. Há uma diferença significativa entre esses dois cenários, que as pessoas têm que entender”.

“O que vemos nesse estudo é uma convergência de projeções intensas de clima com vulnerabilidade aguda”, afirma Elfatih A.B. Eltahir, professor de engenharia ambiental do MIT e coautor do estudo. “É um problema evitável. Há uma diferença significativa entre esses dois cenários, que as pessoas têm que entender”.

Para assistir o Vídeo acesse: www.g1.globo.com
Fonte:G1 Natureza | www.g1.globo.com
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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RJ-terá-centro-de-referência-com-acervo-de-arquitetura-e-urbanismo

RJ terá centro de referência com acervo de arquitetura e urbanismo

Via: AEC Web

Conselho de Arquitetura e Urbanismo do RJ discute a criação de um espaço que reunirá projetos e publicações para profissionais e pesquisadores

Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU/RJ) começou a discutir a implantação de um Centro de Referência da Informação em Arquitetura e Urbanismo (Criau). O objetivo é disponibilizar periódicos digitais brasileiros e estrangeiros na sede do conselho, identificar e catalogar obras que não estejam acessíveis ao público ou que estejam em mau estado de conservação e desenvolver um sistema de busca de livros, artigos, revistas e projetos no Estado.

Segundo Marcella Abla, coordenadora e uma das conselheiras do grupo de trabalho da Comissão de Ensino e Formação (CEF) da entidade, a ideia partiu da intensa procura dos profissionais por informações sobre a profissão e das frequentes doações de livros para o CAU. O trabalho será realizado com a colaboração de donos de acervos particulares e de profissionais da área, além de coordenadores de cursos de graduação e de pós-graduação em arquitetura e urbanismo.

Além do Criau, está em andamento o projeto “Livro em movimento” que prevê um espaço de troca de livros entre os arquitetos e urbanistas.

Fonte: AEC Web | www.aecweb.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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