Projetos-para-unidades-de-conservação-terão-R$-4-milhões

Projetos para unidades de conservação terão R$ 4 milhões

Via: Portal Brasil

Chamada pública vai selecionar projetos de pesquisas para a Caatinga e a Mata Atlântica

Projetos de pesquisa para 19 unidades de conservação federais nos biomas Caatinga e Mata Atlântica serão selecionados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) vai custear as bolsas de até 36 meses, com um orçamento total de R$ 4 milhões.

Os recursos são destinados a estudantes, educadores, técnicos, comunidades locais, gestores de unidades de conservação e formuladores de políticas públicas.

Segundo a coordenadora-geral de Pesquisa e Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio, Katia Torres Ribeiro, os projetos vão contribuir para a implantação de estratégias de manejo, uso sustentável e conservação, além de fortalecer as capacidades de pesquisa interdisciplinar, a inclusão social e a inserção das UCs no desenvolvimento regional sustentável.

“A execução desses projetos proporcionará o envolvimento de comunitários e gestores, e a geração de conhecimentos-chave para alavancar ainda mais a gestão das unidades de conservação federais”, afirmou Katia.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

Confiança-da-construção-avança-pelo-terceiro-mês,-diz-FGV

Confiança da construção avança pelo terceiro mês, diz FGV

Via: Portal Brasil

Dados apontam para recuperação da atividade no setor da construção civil.

Com os sinais de retomada da economia, o Índice de Confiança da Construção (ICST) avançou 1,5 ponto em agosto, passando para 76,1 pontos, na terceira alta consecutiva do indicador. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (28), pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o documento, a alta do indicador é um sinal de recuperação do setor da construção civil. “O aumento da confiança pelo terceiro mês consecutivo pode finalmente apontar o início da retomada da atividade da construção”, observa a coordenadora da Projetos de Construção da entidade, Ana Maria Castelo.

Nesse contexto, dados que compõem a confiança do setor também foram positivos. O Índice de Expectativas da construção cresceu 2,3 pontos no mês, enquanto o dado que mede o otimismo com os negócios variou 3 pontos. Por fim, a confiança com a situação atual do setor também teve alta; avançou 0,7 ponto.

Produção avança

Diante desse desempenho, a capacidade de produção da indústria da construção ficou menos ociosa, o que significa mais uso da capacidade produtiva. Pela segunda vez consecutiva, a utilização da capacidade instalada cresceu 0,3 ponto percentual e chegou a 62,1%.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

Processo-de-regularização-fundiária-beneficia-moradores-de-áreas-urbanas-e-rurais

Processo de regularização fundiária beneficia moradores de áreas urbanas e rurais

Via: Portal Brasil

Medida vai garantir 460 mil títulos a agricultores familiares até 2018 e beneficiar 150 mil famílias em áreas urbanas

Sancionada no mês de julho pelo presidente da República, Michel Temer, a lei que institui o novo processo de regularização fundiária contribui para tornar a emissão dos títulos das propriedades mais moderna e ágil.

Na zona rural, a regularização vai garantir 460 mil títulos a agricultores familiares até 2018 por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Nas cidades, mais de 150 mil famílias de baixa renda serão beneficiadas com a documentação de posse.

A lei contém dois tipos de enquadramento para a regularização urbana: interesse social e interesse específico. No primeiro, serão incluídas as ocupações por pessoas de baixa renda, com finalidade residencial, que receberão gratuitamente o registro do imóvel e toda a infraestrutura básica por conta do poder público. No segundo caso, o particular deverá custear toda a infraestrutura a ser definida no projeto de regularização da região.

Sobre o direito de laje, a medida permite que mais de uma unidade habitacional seja construída na mesma área do terreno. Se o proprietário ceder o terreno, cada morador de unidade terá uma escritura individual. Quem mora no primeiro piso terá um documento, e quem mora no segundo, outro.

No meio rural, o principal objetivo da medida é aumentar a velocidade e simplificar a titularização de terras. Atualmente, mais de 1 milhão de famílias vivem em 9.332 assentamentos espalhados pelo Brasil, sendo que 85% ainda não têm o título da terra.

Dessa forma, esses trabalhadores rurais não podem acessar políticas públicas do setor, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Amazônia

Nos nove estados da Amazônia Legal, a regularização é feita por meio do Programa Terra Legal. A lei atualizou o método de cálculo do valor dos títulos. Agora, ele estará baseado em planilha de preços mais acessíveis ao agricultor e será considerado o preço de aquisição de terras pelo órgão fundiário, e não o de mercado.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

Recuperação-vegetal-de-propriedades-rurais-terá-financiamento-do-BNDES

Recuperação vegetal de propriedades rurais terá financiamento do BNDES

Via: Ambiente Brasil

Produtores rurais de todos os portes e de todas as regiões do Brasil podem utilizar o Canal do Desenvolvedor MPME, plataforma online que simplifica e agiliza o acesso aos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para atendimento às exigências do Código Florestal.

O gerente do Departamento de Meio Ambiente do BNDES, Márcio Macedo da Costa, acredita que, como as determinações do Código Florestal devem ser seguidas por todo o Brasil, todo produtor rural, em algum momento, vai se ver diante da questão de recuperar a área e de saber se tem meios para financiar essas mudanças.

“Nosso grande objetivo é pegar essa ferramenta online que já existe e dar uma dedicação para as linhas de crédito para recuperação vegetal, desde o pequeno proprietário até o grande”.

A restauração prevista no Código Florestal será obrigatória para todo imóvel rural a partir de janeiro de 2018, após o encerramento das inscrições das propriedades no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O prazo expira no dia 31 de dezembro.

Linhas – Para projetos negociados diretamente com o BNDES, existe a linha Finem – Recuperação e Conservação de Ecossistemas e Biodiversidade (BNDES Ambiente), voltada a investimentos em projetos de restauração a partir de R$ 10 milhões.

Outras três linhas englobam projetos de financiamento negociados com agentes financeiros do BNDES, nas chamadas operações indiretas.

Uma dessas linhas é o Programa Agricultura de Baixo Carbono Ambiental (Programa ABC), destinada a produtores rurais e cooperativas de produtores que precisam de investimentos de até R$ 2,2 milhões, com prazo de pagamento de 12 anos.

Outra linha de crédito disponível é o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), na qual proprietários rurais, posseiros e arrendatários podem solicitar empréstimos de até R$ 430 mil por ano agrícola para quitação em até oito anos.

Já o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar para Restauração Ecológica (Pronaf Eco) oferece crédito de até R$ 165 mil por ano agrícola a agricultores e produtores rurais familiares pessoas físicas. O prazo de pagamento é de até 10 anos.

Os agricultores podem financiar projetos de recuperação e restauração vegetal, incluindo várias técnicas, entre as quais a cobertura da área degradada com mudas ou a condução da regeneração natural. O BNDES financia também mão de obra, viveiros de mudas, implantação de cercas, compra de máquinas e equipamentos.

Facilidades – A técnica do Departamento de Meio Ambiente Simone Schneider diz que a ferramenta ajuda a montar um projeto e agilizar o pedido de financiamento.

“Pelo site do Canal MPME, você consegue ver detalhado todas as linhas que podem ser utilizadas. No mesmo site, o produtor pode ver quais são as condições do valor do empréstimo que quer fazer e pode encaminhar ao agente financeiro para fazer o financiamento. É uma porta”.

Fonte: Ambiente Brasil | www.noticias.ambientebrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

Acordo-fortalecerá-recursos-hídricos-no-país

Acordo fortalecerá recursos hídricos no país

Via: Ambiente Brasil

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, assinou na sexta-feira (18/08), em Toledo (PR), acordo que implementará ações voltadas para a gestão de recursos hídricos no país. A cooperação firmada entre o governo federal e a Itaipu Binacional tem como foco a revitalização de bacias hidrográficas e inclui, ainda, atividades de formação de gestores ambientais locais e de educação ambiental em escolas da região.

O acordo de cooperação técnica promoverá a interação entre o Programa de Revitalização de Bacias Hidrográficas, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), e o programa Cultivando Água Boa, da Itaipu Binacional. O objetivo é que a experiência do programa executado pela hidrelétrica seja implantado em ações socioambientais desenvolvidas pelo governo federal em outras regiões do país, como o Vale do Rio São Francisco.

A importância dos recursos hídricos foi apontada como prioridade pelo ministro. No evento de assinatura do acordo, Sarney Filho destacou a necessidade de medidas como a revitalização de bacias diante da crise hídrica atual e dos efeitos da mudança do clima. O ministro fez sobrevoos no oeste paranaense para conhecer as ações do Cultivando Água Boa na Bacia Hidrográfica do Paraná 3 e visitou os trabalhos de recuperação de nascentes em São José das Palmeiras (PR).

A cooperação também engloba ações de educação ambiental. Nesse contexto, o ministro Sarney Filho e o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, lançaram o caderno Fontes de Financiamento para Educação Ambiental. Além da publicação, as ações de educação previstas incluem a formação de educadores e gestores ambientais, realização de cursos e atividades educativas e de mobilização em escolas da região.

As atividades no oeste paranaense contaram também com a participação do diretor-presidente da Agência Nacional das Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo, da diretora de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão, de diretores e técnicos da usina e de prefeitos da região.

Fonte: Ambiente Brasil  |  www.noticias.ambientebrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

Poluição-altera-hormônio-do-estresse-e-muda-metabolismo-mostra-pesquisa

Poluição altera hormônio do estresse e muda metabolismo, mostra pesquisa

Via: Ambiente Brasil

O ar poluído faz com que os hormônios do estresse aumentem, sugere uma nova pesquisa, o que poderia ajudar a explicar por que a exposição a longo prazo à poluição está associada a doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, diabetes e, no geral, a uma vida mais curta.

Equipe do pesquisador Haidong Kan, da Universidade Fudan, na China, analisou efeitos de pequenas partículas com menos de 2,5 micrômetros de diâmetro que podem ser inaladas e alojadas nos pulmões .

O novo estudo, publicado em agosto no periódico “Circulation”, incluiu 55 estudantes universitários saudáveis ​​em Xangai, uma cidade com níveis de poluição na faixa média em comparação com outras cidades chinesas, de acordo com Kan.

Pesquisadores colocaram purificadores de ar no dormitório de cada aluno por nove dias. Após um período de 12 dias durante o qual os filtros foram removidos, outro teste foi realizado. Nessa nova etapa, o grupo foi dividido um dois: um que recebeu filtros funcionais e outro que recebeu filtros que não funcionavam.

No final de cada período, pesquisadores testaram o sangue e a urina dos alunos e identificaram moléculas marcadoras da exposição à poluição.

Também os níveis de hormônios do estresse (cortisol, cortisona, epinefrina e norepinefrina) aumentaram com o ar mais sujo, assim como o níveis de açúcar, de aminoácidos, de ácidos graxos e de lipídios.

“Esta pesquisa acrescenta novas evidências sobre como a exposição a essas partículas afeta nossos corpos, o que pode (em última instância) levar a um maior risco cardiovascular”, disse o Dr. Kay à Reuters.

“Nosso resultado indica que essas partículas afetam o corpo humano de mais maneiras do que atualmente conhecemos.”

A maior exposição à poluição também foi associada a uma pressão arterial mais alta, uma pior resposta à insulina e marcadores de estresse molecular – o que pode, ao longo do tempo, aumentar o risco de doença cardíaca, diabetes e outros problemas.

Ameaça global – Robert D. Brook, da Universidade de Michigan, em Ann Arbor, co-autor de um editorial que acompanha o estudo, disse à Reuters que as respostas ao estresse desencadeadas por essas pequenas partículas de poluição “são maiores e mais variadas do que se sabia anteriormente. ”

Ele acrescentou: “As ações simples tomadas a nível pessoal, incluindo o uso de purificadores de ar, podem reduzir substancialmente os efeitos nocivos à saúde da poluição ao longo de alguns dias.”

Avançando, disse Brook, as descobertas indicam sobre a urgência de um estudo clínico capaz de provar se os purificadores de ar podem realmente reduzir eventos cardiovasculares e mortalidade em países altamente poluídos.

“Esta prova baseada em evidências é necessária para ajudar a fornecer recomendações clínicas para milhões de pessoas com doenças cardíacas que vivem em regiões onde a má qualidade do ar não deve melhorar significativamente nas próximas décadas”, disse Brook.

“A poluição do ar é uma ameaça global para a saúde de todos os seres humanos que vivem em todos os lugares”, acrescentou.

“Estamos todos em risco para os perigos da poluição do ar e somos todos parcialmente responsáveis. É hora de avançar com fontes de energia e transporte mais ecológicos para o nosso bem e para o benefício de todos os outros no planeta.”

Fonte: Ambiente Brasil | www.noticias.ambientebrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

Três-novas-unidades-entram-no-projeto-de-proteção-da-Amazônia

Três novas unidades entram no projeto de proteção da Amazônia

Via: Portal Brasil

Áreas de conservação em Rondônia e Roraima poderão reforçar ações de proteção ambiental

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) vai abranger mais três unidades de conservação (UCs) em Rondônia e Roraima, localizadas na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Ao todo, a Arpa apoia 72 UCs federais.

Assim, as unidades poderão elaborar plano de manejo, realizar reuniões do conselho gestor e providenciar proteção e aquisição de equipamentos para consolidação da proteção ambiental.

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e executado em parceria com agências de áreas de proteção federais e estaduais, instituições privadas e sociedade civil, o Arpa é gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF), do governo da Alemanha (KfW), da Rede WWF, Moore Foundation e do Fundo Amazônia, por meio do BNDES, além de empresas como a Anglo American.

A consolidação do programa Arpa significa a implantação de uma estrutura mínima de gestão que garanta a integridade das unidades de conservação no curto prazo e viabilize o planejamento a médio prazo.

Fonte: Portal Brasil |  www.brasil.gov.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

Técnica-de-plantio-em-palha-reduz-necessidade-de-irrigação-e-adubação

Técnica de plantio em palha reduz necessidade de irrigação e adubação

Via: Ambiente Brasil

Uma nova técnica de plantar, que diminui as necessidades de irrigação e adubação das plantas para quem tem pouco tempo para cuidar de pequenas hortas urbanas, está tendo boa receptividade em São Paulo. Trata-se da técnica do cultivo em palha, que além das vantagens acima possibilita deixar os recipientes das plantas mais leve, podendo ser deslocado facilmente.

Numa oficina realizada este final de semana no Sesc Vila Mariana, na capital paulista, o público pôde conhecer essa nova forma de plantar. “É uma técnica muito interessante, de baixa manutenção. A palha é um material que consegue reter bastante umidade, e que não requer rega diária. Além disso, por ser uma matéria orgânica, que entra em decomposição junto com o composto orgânico, diminui muito a manutenção da adubação também”, explicou Julhiana Costal, permacultora do ArboreSer, espaço agroecológico que dissemina práticas de plantio.

Insatisfação e busca de alternativas – “Percebemos cada vez mais a insatisfação das pessoas com o que está sendo oferecido para elas nos mercados e nas feiras. Quanto mais as pessoas têm acesso à informação do grau de contaminação que está o nosso alimento, mais elas querem retornar ao processo de cultivar, se tornar um agente participativo também do meio de produção do nosso alimento”, disse Julhiana.

Por conta disto, a agricultura urbana vem conquistando cada vez mais interessados, dentro do contexto da agroecologia e do consumo de produtos sem agrotóxicos. Afinal, por meio de hortas urbana, é possível ter uma alimentação mais saudável e até gerar renda. Essas hortas podem estar diretamente no solo, em canteiros suspensos ou em vasos.

Diferente da agricultura tradicional, o cultivo em palha é indicado para pessoas que não tem conhecimento técnico nem muito tempo disponível para cuidar do plantio.

Segundo Julhiana Costal, as pessoas podem encontrar palha no final de feiras, já que os feirantes a utilizam para embalar as frutas e depois descartam. “Geralmente fazemos [o plantio com palha] em caixotes de madeira, que ficam muito leves. Quando vamos fazer o manejo, é muito fácil mudar de lugar,inclusive para colocar em lajes, telhados e em lugares que não podem ter sobrepeso”, disse.

Muito agrotóxico – Ela disse que muitas das pessoas que procuram a agricultura urbana estão preocupadas com o consumo de alimento sem agrotóxico. “Estamos em momento em que nos desconectamos do meio de produção do alimento, temos consumido muito alimento que vem de uma agricultura convencional, cheia de veneno, de agrotóxico. Cada brasileiro está consumindo sete litros por ano [de agrotóxico]. Então, acreditamos que o resgate do ato de plantar traz muitos benefícios”, disse.

Além disso, a permacultora comentou que a agricultura traz benefícios para a cidade. “Hoje temos nas cidades áreas que são quase ilhas de calor. Então, quando você planta uma horta, você ajuda a melhorar muito o microclima desse espaço, você diminui o calor, aumenta a biodiversidade. Hoje estamos muito dependentes do campo e, quando começamos a plantar na cidade, a aumentar a produção de alimento no meio urbano, também aumentamos a resiliência da cidade”, avaliou.

A oficina de plantio em palha vai acontecer também no próximo dia 27 de agosto no Sesc Vila Mariana, na capital paulista, às 11h. A atividade é gratuita e a retirada de ingressos começa uma hora antes.

Fonte: Ambiente Brasil  | www.noticias.ambientebrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

Fundo-Amazônia-vai-investir-R$-150-milhões-em-novos-projetos-de-conservação

Fundo Amazônia vai investir R$ 150 milhões em novos projetos de conservação

Via: Ambiente Brasil

O Fundo Amazônia abriu na quarta-feira (9) chamada pública para projetos de conservação e uso sustentável da floresta com foco em atividades produtivas sustentáveis. Serão selecionados até dez projetos na Amazônia Legal, que receberão de R$ 10 milhões a R$ 30 milhões. O total financiado será de R$ 150 milhões.

“Queremos aumentar a base de projetos e entidades que possam receber do Fundo Amazônia e fazer uma aplicação de recursos mais ágil e efetiva”, disse a diretora de Gestão Pública e Socioambiental do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Marilene Ramos.

O fundo é gerido pelo banco, em cooperação com o Ministério do Meio Ambiente, e mantido com recursos de doações, destinadas a projetos de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável da floresta. Em seus 8 anos de atuação, o Fundo Amazônia já investiu cerca de R$ 1,4 bilhão em 89 projetos de diferentes segmentos e regiões da Amazônia Legal.

Os projetos da nova chamada pública deverão trabalhar para o fortalecimento da atividade econômica de comunidades que possam atuar como guardiões da floresta, como povos e comunidades tradicionais, populações ribeirinhas, famílias assentadas pela reforma agrária, projetos de agricultura familiar, povos indígenas e quilombolas que vivem na Amazônia Legal.

Para o BNDES, essas comunidades têm um papel fundamental na defesa da Amazônia, pois trabalham de forma natural com os recursos da sociobiodiversidade florestal, gerando renda e desenvolvimento econômico e social. Ou seja, elas valorizam a floresta em pé, pois tiram de lá o seu sustento.

Os projetos poderão ser apresentados por associações, cooperativas, fundações de direito privado e empresas privadas, na modalidade aglutinadora. Ou seja, a entidade proponente deverá aglutinar pelo menos três subprojetos de outras organizações, de forma integrada e coordenada. Eles terão que abranger pelo menos uma das seguintes atividades econômicas: manejo florestal madeireiro e não madeireiro, incluindo manejo de fauna silvestre; aquicultura e arranjos de pesca; sistemas alternativos de produção de base agroecológica e agroflorestal; e turismo de base comunitária.

O período de inscrição termina em 7 de dezembro de 2017 e a divulgação final dos aprovados está prevista para 13 de abril de 2018. As informações estão no site do Fundo Amazônia.

Outras duas chamadas serão feitas pelo fundo este ano. A primeira voltada para os municípios e a segunda para ações de restauração de áreas degradadas, o que vai contribuir para o compromisso brasileiro no Acordo de Paris de restaurar 12 milhões de hectares de florestas degradadas até 2030. Há a previsão ainda de outra chamada para apoiar projetos de assentamentos rurais.

Desmatamento na Amazônia Legal – As iniciativas vão reforçar as ações de preservação da floresta, após dois anos seguidos de aumento do desmatamento na Amazônia Legal. Desde 2004, o desmatamento na Amazônia foi reduzido em mais de 70%, após o segundo pico mais alto da história do monitoramento do bioma, com 27.772 km² de floresta derrubada naquele ano. De 2009 a 2015, o ritmo do desmatamento manteve-se estagnado em um patamar médio de 6.080 km² por ano.

A nova seleção de projetos foi anunciada na quarta-feira (9) durante a apresentação do Relatório de Atividades 2016 e dos resultados do Fundo Amazônia, para dar transparência e publicidade sobre os recursos do fundo, principalmente para os seus doadores.

Desde 2009, o Fundo Amazônia já recebeu um aporte de mais de R$ 2,8 bilhões, provenientes de três fontes: do governo da Noruega, cerca de 97,4% do total (aproximadamente R$ 2,775 bilhões); da Alemanha, com 2,1% (cerca de R$ 60,697 milhões); e da Petrobras, com 0,5% (R$ 14,7 milhões).

Em junho, durante a visita do presidente Michel Temer à Noruega, a primeira-ministra norueguesa, Erna Solberg, disse que o aumento do desmatamento na Amazônia, vai levar à redução das contribuições ao fundo este ano. Em 2016, foram mais de R$ 330 milhões, mas os valores para 2017 ainda não foram divulgados.

Durante o evento, a embaixadora da Noruega no Brasil, Aud Marit Wiig, confirmou que os pagamentos ao fundo refletem os resultados na redução do desmatamento, mas disse que o governo norueguês está satisfeito com os resultados do fundo. “As conquistas do Brasil nas últimas décadas são impressionantes e fizeram do país uma liderança global em questões de mudanças climáticas. Até 2015, os resultados eram massivos e enchiam os olhos. As recentes tendências do aumento do desmatamento não são encorajadoras e merecem reflexão, boas estratégias e esforços para reverter a situação”, disse.

O primeiro compromisso da Noruega de doar até US$ 1 bilhão foi cumprido. Com o sucesso da pareceria, o país anunciou o aporte de mais aproximadamente US$ 600 milhões durante Conferência das Partes de Paris (COP-21). Entretanto, as doações vão acontecendo anualmente conforme as regras estabelecidas pelo governo do país, de atrelar os valores ao desmatamento do ano anterior, em comparação aos últimos dez ou cinco anos.

A diretora do BNDES, Marilene Ramos, explicou que a redução dessas doações não restringe os projetos que estão em execução pelo Fundo Amazônia e nem os que estão sendo planejados, já que o fundo ainda tem R$ 1,4 bilhão para serem investidos.

Segundo Marilene, com a declaração da primeira-ministra norueguesa, ficou a ideia errada de que os governos doadores têm ingerência sobre as políticas para a Amazônia. Ela explicou que o fundo é brasileiro e a definição de projetos é feita por um comitê orientador tripartite e estão em conformidade com as diretrizes do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm) e a Estratégia Nacional de REDD+ (ENREDD+).

Fonte: Ambiente Brasil |www.noticias.ambientebrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

O-comércio-com-o-ar-que-respiramos

O comércio com o ar que respiramos

Via: Ambiente Brasil

A demanda por oxigênio nunca foi tão grande – principalmente na China. No país onde anualmente um milhão de pessoas morrem em consequência da poluição atmosférica, moradores estão cada vez mais importando ar: ao preço médio de US$ 20 por garrafa.

O ar vem das montanhas de diferentes países, como o Canadá. Moses Lam, cofundador da Vitality Air, baseada em Edmonton, se diz estar surpreso com o sucesso. Em entrevista à emissora CBC, ele admite que tudo começou com uma brincadeira. Mas, após vender a primeira leva de centenas de garrafas em quatro dias, ele resolveu profissionalizar o negócio.

Atualmente, Vitality Air dispõe de escritórios não somente na China, mas também na Índia, Coreia do Sul e Vietnã. A cada duas semanas, 20 funcionários coletam centenas de milhares de litros de ar nas Montanhas Rochosas canadenses. “Ar do Parque Nacional de Banff, o mais antigo do Canadá, é um sucesso”, conta Lam.

A fabricação, no entanto, é complicada, pois o ar atmosférico é composto por somente cerca de 20% de oxigênio puro. Ele precisa ser então comprimido e limpo. Além disso, a preciosa mercadoria não possui validade ilimitada. “Por esse motivo, as garrafas devem ser usadas dentro de um a dois anos”, recomenda o vendedor de ar.

Desde novembro de 2015, a empresa Green & Clean engarrafa a partir de Sydney ar australiano – das Montanhas Blue ou da Grande Barreira de Corais. Encomendas mínimas de 4 mil garrafas asseguram à firma um faturamento em dólares na casa dos seis dígitos. Os principais clientes vêm de toda a região asiática.

Ar como suvenir – Para algumas pessoas, o ar ou, mais acertadamente, o oxigênio em cilindro é vital: o setor de saúde precisa dele tanto de forma ambulatorial quanto em hospitais ou nos cuidados em casa.

Entre os principais produtores e fornecedores mundiais de oxigênio estão duas empresas alemãs: o grupo Linde em Munique e a firma Air Products de Hattingen, no estado da Renânia do Norte-Vestfália.

A Air Products foi fundada nos EUA já nos anos 1940 e hoje está presente em 50 países. O grupo Linde é ainda maior. A companhia fundada em 1880 pelo inventor do refrigerador, Carl von Linde, está representada atualmente em cerca de cem países. No ano fiscal de 2016, seu faturamento com os negócios de gás chegou a 3,74 bilhões de euros (cerca de R$ 13,7 bilhões).

Há também o ar em garrafinhas, que enfeitam, possivelmente, as prateleiras de compradores e presenteados: elas são lembranças de férias. Até hoje, relógios cuco fazem o maior sucesso como recordação da Floresta Negra. Mas agora, Elke Ott quer oferecer um contraponto a essa tradição, vendendo ar dessa região alemã. Não em garrafas, mas em latas. Já o empresário Stefan Butz, da cidade de Bad Kreuznach, prefere garrafas cristalinas para engarrafar ar de salinas do estado do Sarre.

Uma tentativa semelhante já houve por ocasião da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Na época, havia o “Ar de Berlim Original”. A presunçosa piada ocupou até os burocratas da União Europeia (UE) em Bruxelas. A acusação da UE era que mais de 30% das latas apresentavam elevados níveis de partículas finas. Mesmo assim, a UE não proibiu a venda.

Além de artigo de brincadeira, o ar engarrafado também pode ser usado no ativismo político por mais proteção ambiental: em 2012, o milionário e filantropo Chen Guangbiao vendeu nas ruas garrafas com ar de regiões rurais.

Pesquisadores procuram alternativas para o caso de que o oxigênio no ar não seja mais suficiente para respirar. A proposta deles é restringir o consumo. Eles se baseiam nas conclusões do Centro de Medicina Molecular Max Delbrück de Berlim, membro da Associação Helmholtz.

Os cientistas descobriram que, em suas cavernas subterrâneas, os ratos-toupeira podem suportar por muito mais tempo o ar abafado. Nos experimentos, eles sobreviveram cinco horas ao ingerir frutose de raízes. Além disso, eles reduziram seu pulso de 200 a 50 batimentos por minuto. Se esses roedores podem servir de exemplo para os humanos está em investigação.

Fonte: Ambiente Brasil | www.noticias.ambientebrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais