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Aumento de nitrogênio vai afetar vida e qualidade das águas, diz estudo

Via: Noticias Ambientais

O aumento no fluxo de chuvas induzido por mudanças climáticas irá afetar a qualidade e a vida das águas no planeta, alerta artigo publicado nesta sexta-feira (28) na “Science”. Isso ocorrerá porque a precipitação aumenta a poluição por nitrogênio nas águas, avalia o estudo.

O nitrogênio é o nutriente que mais agrava a eutrofização: quando excesso de compostos na água ‘dissolve’ o oxigênio – o que leva à morte de peixes, algas e, no limite, afeta toda a teia alimentar.

No estudo, pesquisadores analisaram 21 modelos climáticos diferentes em dois períodos de tempo (2031-2060 e 2071-2100) e verificaram que, nos Estados Unidos, haverá aumento nos níveis de nitrogênio no período em todos os cenários – inclusive naqueles em que esforços forem feitos para amenizar os efeitos de mudanças climáticas.

O mesmo cenário, preveem os autores, deve ocorrer na Índia e no leste da China, regiões que devem registrar aumento expressivo de precipitação nos próximos anos.

Fonte: Noticias Ambientais | www.noticias.ambientebrasil.com.br
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GeoSampa: Sistemas de Mapas Oficial da Cidade de São Paulo

Via MCL Soluções Ambientais

GeoSampa é o sistema oficial de dados geográficos da cidade de São Paulo para apoiar empresas e construtoras em várias questões, inclusive na consultoria ambiental: Licenciamento Ambiental, Estudo de Impacto Ambiental e Graprohab.

No começo deste mês de julho, mais precisamente no dia 3, a prefeitura do município de São Paulo, na gestão do prefeito João Dória, publicou o Decreto nº 57.770 no Diário Oficial. Tal Decreto confere, em suma, nova regulamentação ao Sistema de Informações Geográficas do Município da Cidade. Estão, agora, todas essas informações reunidas na Plataforma GeoSampa.

A instauração da Plataforma GeoSampa foi, em princípio, um importante passo para a organização do espaço geográfico paulistano, visto que quaisquer informações alusivas à “produção, manutenção, análise, disseminação e divulgação de informações” estão agora todas mapeadas de maneira objetiva e prática, assegurando acesso à informação até mesmo aos mais leigos no assunto; ademais, todo esse banco de dados aliado ao alcance do cidadão comum constitui informação de teor oficial.

O acesso às informações da cidade reunidas numa só plataforma on-line propicia ainda que todo e qualquer material seja encontrado de maneira ainda mais ágil.

A Plataforma GeoSampa, ao ser acessada, se mostra a princípio um mapa digital da cidade de São Paulo; assim, conforme navegamos, vamos tendo acesso a dados atualizados referentes, por exemplo, a limites administrativos, censos demográficos e indicações sociais, equipamentos (panorama cultural, esportivo, educacional, segurança e saúde), transportes, sistema viário, dados habitacionais e de edificação, infraestrutura, e muitos outros dados.

Outro fator de extrema importância: a Plataforma Digital também já se faz um grande veículo para questões ambientais, visto que ela possibilita empresas e a sociedade encontrarem dados correlatos ao meio verde (recursos naturais) e ao meio físico (a exemplo de carta geotécnica, topografia e geografia).

Por coligir dados atualizados (2017) pertinentes à vida geográfica e até ambiental da cidade de São Paulo, a Plataforma GeoSampa – agora oficial – se mostra também uma forma ágil do cidadão participar da sociedade ao seu redor.

Consulte o GEOSAMPA aqui: http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx

A Plataforma GeoSampa e Sua Administração

A plataforma digital da cidade de São Paulo é mantida pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento(SMUL).

Com mais de 180 diferentes temas que concernem ao cotidiano da capital, a Plataforma permite ainda uma série de análises qualitativas e quantitativas da capital paulista.

Tamanha importância, os acessos à plataforma, desde sua concepção, se mantêm em constante expansão. Em março deste ano, já havia se contabilizado, inclusive, mais de 100 mil acessos à plataforma digital.

Das responsabilidades no que concerne à manutenção do programa, segue, ipsis litteris, a Seção V – compreendendo artigos 18, 19, 20 e 21 – do Decreto nº 57.770/2017.

Artigo 18. Caberá ao Departamento de Produção e Análise de Informação – DEINFO, da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento – SMUL, disponibilizar o SIG-SP nos termos do artigo 3º deste decreto e garantir o gerenciamento e manutenção constante de seus componentes.

Parágrafo único. Cada órgão ou ente municipal é responsável pela atualização e contínua manutenção das informações por ele produzidas e agregadas ao Sistema de Informações Geográficas do Município de São Paulo – SIG-SP, incluindo os metadados e os dicionários de dados.

Artigo 19. DEINFO fornecerá, mediante solicitação, apoio aos órgãos e entes municipais na fase de elaboração de projetos e atividades que requeiram produção de dados geoespaciais, a fim de permitir sua integração ao SIG-SP e garantir a adequação às normas e padrões definidos, bem como o bom uso dos recursos humanos e financeiros.

Artigo 20. No âmbito do SIG-SP, caberá à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento garantir a gestão tecnológica, em conformidade com o Decreto nº 57.653, de 7 de abril de 2017.

Artigo 21. O DEINFO será responsável pelo atendimento aos usuários, disponibilizando canais de comunicação de fácil acesso, tais como formulários, endereço de e-mail, telefone de contato e aplicações web, bem como pelo treinamento dos usuários e dos demais interessados na divulgação pública do conteúdo do sistema.

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Brasil concorre a prêmio internacional com programa de cisternas

Via: Noticias ambientais

O programa governamental Cisternas, que garante o acesso da população rural do Semiárido à água é um dos seis projetos que concorrem este ano ao Prêmio Internacional de Política para o Futuro (Future Policy Award, em nome original). A World Future Council, em parceria com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas (UNCCD), deu destaque a 27 iniciativas oriundas de 18 países.

Apesar de estar na 10ª edição, é a primeira vez que a organização alemã aborda as políticas de subsistência em áreas de condições severas ocasionadas pela seca ou por inundações. O anúncio da classificação dos três primeiros lugares ocorrerá em 22 de agosto e será seguido pela solenidade de entrega dos prêmios, marcada para setembro, em Ordos, na China. A cerimônia integra a 13ª sessão da Conferência das Partes da UNCCD.

Morador da Agrovila Nova Esperança, em Ouricuri (PE), Adão Jesus de Oliveira está rodeado, há quase uma década, pelos feitos alcançados com a instalação das estruturas de captação e armazenamento de água. Com os equipamentos, Oliveira diz que é capaz de enfrentar o baixo volume pluviométrico até o fim do ano. “Temos as tecnologias de água de beber desde quando eu cheguei à comunidade. Antes, era muito difícil, para nós, conseguir água para consumo. Tínhamos que andar 6 quilômetros. Pegava fila de madrugada. Não dava para todo mundo”, lembra Oliveira.

Tudo começou em 2008, quando os moradores da região aderiram ao projeto piloto. Atualmente, eles dispõem de sete reservatórios grandes, cada um com capacidade para 52 mil litros.

A melhora na qualidade da água é claramente perceptível, diz Oliveira. Hoje, ele produz hortaliças e cria animais. “Foi muito importante, porque, desde lá, enfrentamos essa grande estiagem, mas nunca mais é água desconhecida. Sabemos a procedência. Não é todo ano que vem enchendo, mas é mais por causa da estiagem. Graças a Deus, estamos usando água da cisterna, beneficiando a comunidade.”

Segundo a Articulação Semiárido Brasileiro, a região semiárida ocupa 18,2% do território brasileiro, abrangendo um quinto dos municípios e 11,84% da população do país. Com o projeto Cisternas, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome promove a democratização do acesso à água a partir de duas linhas: a de consumo básico, para suprir as necessidades rotineiras, e a de produção, que permite o desenvolvimento da agricultura familiar.

Coexistem nos dois contextos os programas Um Milhão de Cisternas e Uma Terra e Duas Águas. Em seu âmbito, foram distribuídas cerca de 604 mil cisternas e 95 mil tecnologias, entre as de uso familiar e as de uso coletivo. Além disso, 4.726 cisternas foram erguidas em escolas.

Capacitação – O programa Uma Terra e Duas Águas inclui cursos que disseminam ensinamentos sobre manejo de animais, cuidados com a horta e uso de inseticidas naturais. As famílias recebem orientações, ainda, sobre a edificação dos diferentes modelos de reservatórios, que se dividem, conforme o diâmetro e dimensões, em barraginha, cisterna-enxurrada, bomba d’água popular, barragem subterrânea, cisterna-calçadão e tanque de pedra ou caldeirão.

A Asa ressalta que outras estratégias para a autonomia e a segurança alimentar e nutricional na região são os bancos de sementes, a estocagem de alimentos para os animais e a agrofloresta, aliada para a sustentabilidade ambiental. De acordo com a rede, é a partir do espírito de emancipação que agricultores-experimentadores se tornam agricultores-promotores.

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Substância da picada da formiga é transformada em combustível para ônibus

Via: Noticias Ambiente Brasil

Um grupo de estudantes na Holanda desenvolveu uma forma de armazenar energia que pode ser mais barata, mais prática e mais sustentável que os combustíveis renováveis existentes.

O ácido fórmico, encontrado na natureza em formigas e outros insetos, que o usam em suas picadas. Ou por plantas como a urtiga.

“Criamos o primeiro ônibus no mundo que usa o ácido fórmico como combustível – uma solução muito mais barata do que o hidrogênio gasoso e que traz os mesmos benefícios ambientais”, afirmou Lucas van Cappellen, da Team Fast, empresa derivada da Universidade de Tecnologia de Eindhoven.

“Estamos construindo um novo futuro”.

Cerca de 40 de estudantes trabalham no projeto de um novo meio de transporte que reduza emissões de carbono e ajude no combate ao ao aquecimento global.

O ácido já é usado em processamentos têxteis e de couro, em conservantes de alimentos para animais e em removedores domésticos.

Mas a Team Fast encontrou agora uma forma de fazer o ácido transportar de maneira eficiente os ingredientes necessários para células de combustível usadas para alimentar veículos elétricos.

O combustível, que a equipe chamou de hidrozina (não confundir com hidrazina), é um líquido, o que o tornaria de fácil transporte e abastecimento, como os combustíveis tradicionais. A diferença é que ele é muito mais limpo.

“As emissões do escapamento são apenas CO2 e água”, explica Van Cappellen. “Não são emitidos outros gases nocivos como óxido nítrico, fuligem ou óxidos sulfúricos”.

Para testar o conceito no mundo real, um ônibus elétrico abastecido com esse tipo de combustível sairá às ruas da Holanda ainda neste ano, fazendo rotas tradicionais e aparecendo em feiras e eventos tradicionais da indústria.

O ônibus tem um sistema elétrico de direção, desenvolvido pela fabricante de ônibus VDL, que recebe energia adicional do sistema de células de combustível de ácido fórmico montado em uma extensão na parte de trás do veículo.

“Nosso tanque tem cerca de 300 litros, então vamos estender a capacidade de rodagem do ônibus em 200km. E é claro que a gente poderia fazer um tanque maior muito facilmente”, explicou Van Cappellen.

As células de combustível de hidrogênio que existem hoje em dia têm uma capacidade de rodagem de 400km.

Mas por que desenvolver um ônibus em vez de um carro?

“Se construíssemos um carro, iríamos competir com carros elétricos. Mas acreditem, carros movidos a bateria são uma ótima solução para muitas pessoas”, disse Van Cappellen.

“Mas se nós provarmos que podemos fazer um ônibus que supre todas as necessidades das empresas de ônibus, com capacidade de rodar centenas de quilômetros, e de rápido abastecimento, nós mostraremos o potencial da hidrozina em um segmento em que não há nenhuma opção sustentável na concorrência.”

A hidrozina é criada por meio de uma reação química entre água (H2O) e dióxido de carbono (CO2). “Em um reator, água e CO2 são ligados usando uma eletricidade sustentável. Isso é um processo eletroquímico direto e sustentável”, explica o estudante.

A hidrozina é, então, quebrada por um catalisador em hidrogênio e dióxido de carbono dentro de um aparelho kit chamado reformador – que o Team Fast está tentando patentear.

O reformador recém-projetado é um décimo do tamanho dos aparelhos deste tipo existentes, e por isso agora é aplicável em equipamentos de transporte pela primeira vez, segundo os estudantes.

O hidrogênio é, então, colocado em uma célula de combustível onde reage com o oxigênio para gerar a eletricidade que ativa o motor elétrico.

“Nós estamos constantemente buscando novas tecnologias que possam conseguir o objetivo de emissões zero de uma forma mais simples”, disse Menno Kleingeld, diretor administrativo da VDL Enabling Transport Solutions.

“A decomposição do ácido fórmico em gás hidrogênio é uma dessas novas e promissoras tecnologias.”

Mas isso realmente seria uma oportunidade de encontrar uma solução comercialmente viável?

“Custa cerca de 35 mil euros (R$ 127 mil) para converter um posto de petróleo tradicional em um posto de abastecimento de hidrozina, um procedimento que envolve essencialmente substituir os tubos e revestir os tanques”, disse Van Cappellen.

Sendo assim, seria “100 vezes mais barato” lançar uma rede de abastecimento de hidrazina do que para fazer o mesmo com hidrogênio gasoso, ele garante.

“A hidrozina é atualmente mais barata que o petróleo e mais cara que o díesel na Holanda, mas no futuro ficará mais barata do que os dois”, acrescentou.

Apesar de o ônibus ainda emitir CO2, a Team Fast argumenta que o CO2 original usado para criar a hidrozina é tirado de fontes já existentes, como fumaça de escape, para que nenhum dióxido de carbono adicional seja produzido – seria um ciclo de carbono fechado, no jargão.

Alguns especialistas acreditam que a tecnologia é promissora.

“A Team Fast tem um projeto muito bom”, disse Richard van de Sanden, chefe do Instituto Holandês de Pesquisa Energética Fundamental.

“Eles trabalham em uma questão bastante importante: o armazenamento de energia renovável em uma forma que ela realmente pode ser usada.”

Muitas empresas estão apoiando o projeto. “O que nós estamos trabalhando juntos é uma versão de energia renovável que pode combinar energia renovável com a captura de CO2″, disse Martiijn de Graaf, gerente de desenvolvimento de negócios na TNO Industry.

“Se conseguirmos, isso vai nos dar um futuro mais estável.”

O próprio compromisso dos alunos é impressionante, com 15 dos 40 trabalhando em tempo integral no projeto, e o resto contribuindo pelo menos 20-25 horas por semana.

“Nós não recebemos nota mais alta por isso, mas você pode aprender muito na universidade sobre a experiência prática das coisas”, diz Van Cappellen.

Fonte: Noticias Ambiente Brasil | www.noticias.ambientebrasil.com.br
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População-poderá-colaborar-em-portal-sobre-mudança-do-clima

População poderá colaborar em portal sobre mudança do clima

Via: Portal Brasil

EducaClima será lançado ainda em 2017, com informações vindas do governo ou de instituições da sociedade civil ligadas ao tema.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) trabalha na construção de um portal sobre educação e conscientização pública na área de mudança do clima e convida a sociedade a colaborar.

O EducaClima será lançado até o fim deste ano, para oferecer informações recebidas de entes do governo ou instituições da sociedade civil que tenham envolvimento com o tema.

Entre os conteúdos que serão tratados no portal estão: ações de educação e conscientização pública; legislação; publicações e sites; cursos e eventos; infográficos; instituições existentes; e fóruns de discussão. A página deverá ser disponibilizada antes da Conferência sobre Mudança do Clima da Organização das Nações Unidas, marcada para novembro em Bonn, na Alemanha.

O desenvolvimento do site atende ao proposto na Política Nacional sobre Mudança do Clima em relação à disseminação de informações, educação, capacitação e conscientização pública do assunto. Essas diretrizes também estão nos textos da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) e do Acordo de Paris, dos quais o Brasil faz parte.

Concurso

Dois jovens, vindos de qualquer país do mundo, serão escolhidos para participar da próxima Conferência sobre Mudança do Clima da ONU, a COP 23, que ocorrerá em novembro. A seleção será via concurso promovido pela UNFCCC em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a TVE da Espanha, com produção de vídeos, que devem ser enviados até 18 de agosto. Os vencedores se juntarão à UNFCCC como jovens repórteres, compilando e produzindo vídeos, artigos e postagens de mídia social.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
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Ipep-realiza-curso-de-permacultura-de-inverno,-de-22-a-30-de-julho

Ipep realiza curso de permacultura de inverno, de 22 a 30 de julho

Via: Eco Agência

Podem se inscrever agricultores, empreendedores, estudantes, professores, tomadores de decisão, formadores de opinião, curiosos, cidadãos e demais interessados em conhecer a Permacultura.

O Instituto de Permacultura da Pampa (Ipep) realiza, de 22 a 30 de julho, o PDC – Curso de Permacultura de Inverno, na sede em Bagé, no Rio Grande do Sul. PDC é abreviação para Permaculture Design Certificate Course, um curso completo o conteúdo oficial proposto pelo criador da Permacultura, Bill Mollison.

Ele será ministrado durante nove dias em regime de imersão total no tema, pelo criador e coordenador do Ipep, João Rockett, e a também coordenadora, designer e permacultora, Tatiana Cavaçana.

Os participantes vão aprender a planejar o espaço com todos os elementos necessários para criação de um organismo agrícola, diz Rockett. Isto inclui a metodologia de design, padrões naturais, tecnologias apropriadas para produção de alimento, agrofloresta, manejo e biorremediação de águas, bioconstrução, energia renovável, entre outros aspectos da permacultura.

Podem se inscrever agricultores, empreendedores, estudantes, professores, tomadores de decisão, formadores de opinião, curiosos, cidadãos, e demais interessados em conhecer a Permacultura como ferramenta de planejamento, melhoramento e transformação dos sistemas humanos em harmonia com os processos naturais.

Veja o conteúdo completo: Filosofia da Permacultura; Leitura da Paisagem; Metodologia de Design; Setores e Zonas; O organismo Agrícola; Padrões da Natureza; Climas e Microclimas; Estratégias diferentes climas; Água: manejo sustentável; Solo: natureza, manejo e recuperação; Solo, Alimento e Saúde; Produção Orgânica de Alimentos; Produção Ecológica de Sementes; Agrofloresta; Pomares e Hortas; Movimentação de Terra; Sistemas de Produção Integrados; Aquacultura; Chinampas; Apicultura; Arquitetura Vernacular + BioConstrução; Desenho da Casa Sustentável; Projeto e Materiais Construtivos; Métodos de Organização para Planejamento; Energia Renovável; Economias Alternativas; Criatividade e Soluções; Empreendedorismo; Homem Integral; Projeto e Planejamento.

Valores, mais informações e inscrições pelo site: https://www.ipep.org.br/cursos

Fonte: Eco Agência | www.ecoagencia.com.br
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Sinapi apresenta variação de 0,38% em junho, segundo o IBGE

Via: Construção Mercado Pini

Resultado foi um pouco maior do que o apresentado no mês anterior. Em 12 meses, alta é de 3,86%

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado na última sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou em junho variação de 0,38%, 0,08 pontos percentuais (p.p.) a mais do que no mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação foi de 3,86%, resultado 0,39 p.p. a menos do que o período precedente (4,52%). Em junho de 2016, o índice ficou em 1,02%.

O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 1.042,69 em maio para R$ 1.046,68 no mês anterior. Deste valor, R$ 536,28 são relativos aos materiais e R$ 510,40 à mão de obra. A parcela correspondente aos materiais se manteve estável em junho, com variação de 0,01%, e a de mão de obra registrou crescimento de 0,78%. Em maio, essas taxas foram de 0,34% e 0,26%, respectivamente.

O primeiro semestre do ano, encerra-se com 0,96% e 2,89% em relação aos materiais e a mão de obra, resultado abaixo do registrado aos seis primeiros meses de 2016, que apresentaram 4,23% e 7,10%, respectivamente. Na comparação com os últimos 12 meses, a taxa foi de 1,47% para os materiais e de 6,50% para a mão de obra.

Na análise por região, o Centro-Oeste obteve a maior variação mensal do Sinapi: 0,82%. O resultado foi influenciado pela alta na parcela dos materiais nos estados que compõem a região, além da variação na mão de obra no Distrito Federal devido ao dissídio coletivo. As demais regiões registraram: 0,70% (Sul), 45% (Sudeste), 0,36% (Norte) e 0,01% (Nordeste).

Os valores regionais por metro quadrado ficaram em: R$ 1.093,07 (Sudeste); R$ 1.083,13 (Sul); R$ 1.054,96 (Norte); R$ 1.051,36 (Centro-Oeste) e R$ 972,30 (Nordeste).

Entre os estados, a maior variação em junho foi no Acre, com 2,82%, resultante dos aumentos da parcela da mão de obra (5,29%) e dos materiais (0,79%), além dos reajustes salariais por acordo coletivo, quanto dos materiais. Logo após veio Santa Catarina, Rondônia e Distrito Federal, com 2,70%, 2,19% e 2,13%, respectivamente. Confira na tabela a seguir os demais estados:

Reprodução

Nota: estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de convênio com a CAIXA – Caixa Econômica Federal.

Fonte:Construção Mercado Pini | www.construcaomercado.pini.com.br
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Obras da primeira etapa do Eixo Norte do Projeto São Francisco serão aceleradas

Via: Pini Infraestrutura Urbana

Vistoria do ministro Helder Barbalho no trecho entre Penaforte e Jati verificou a retomada das atividades após assinatura da ordem de serviço

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, inspecionou na última sexta-feira (7) as obras da primeira etapa (1N) do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, no trecho entre o município de Penaforte e o reservatório de Jati, no Ceará. A ordem de serviço desse trecho foi assinada pelo Governo Federal no dia 20 de junho.

“Continuaremos a todo vapor avançando e cobrando da empresa que cumpra com os prazos, que agilize diversas frentes de serviço, que permitam a aceleração deste cronograma”, comentou o ministro após a vistoria, além de relembrar que o prazo para finalização da obra é de janeiro de 2018.

As operações da primeira etapa foram iniciadas na última semana, após a efetivação de alguns profissionais. Espera-se que até agosto sejam contratados 500 trabalhadores para as obras no trecho.

“[A obra] representa a transformação da vida das pessoas. Representa o sonho sonhado por milhares de cearenses. Com a expectativa da entrega dessa obra, vão viver um novo tempo, com água de qualidade para o consumo humano e para a produção”, comentou o ministro.

As obras do 1N do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco terão investimento de R$ 132 milhões nos 140 km que passarão pelos municípios de Cabrobó, Salgueiro, Terra Nova e Verdejante, todos em Pernambuco, até a cidade cearense de Penaforte. Os serviços são executados pelo consórcio Emsa-Siton, que possui um contrato avaliado em R$ 516,8 milhões com o Governo Federal – anteriormente essa obra era de responsabilidade da Mendes Júnior.

Ao total serão atendidos 7,1 milhões de habitantes em 223 municípios do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, sendo 4,5 milhões na região Metropolitana de Fortaleza.

Fonte: Pini Infraestrutura Urbana | www.infraestruturaurbana.pini.com.br
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Chapada-dos-Veadeiros

Após ampliação, Parque da Chapada dos Veadeiros assegura título da Unesco

Via: Noticias ambientais

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) afastou o risco de o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, localizado em Goiás, perder o título de Patrimônio Natural da Humanidade. A decisão foi anunciada na 41ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da entidade, realizada na semana passada em Cracóvia, na Polônia.

No encontro, a comunidade internacional assegurou a manutenção do título, um mês após a ampliação da unidade de conservação de 65 mil para 240 mil hectares, anunciada pelo governo federal em 5 de junho.

Para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão da unidade, a manutenção do título de patrimônio natural é resultado direto da expansão, por ter afastado ameaças à integridade do parque nacional.

Conservação do Cerrado – O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros foi criado em janeiro de 1961 com uma área de 625 mil hectares, mas ao longo dos anos passou por sucessivas reduções de área, até chegar a 65 mil hectares.

A região é uma das áreas mais emblemáticas do Cerrado e tem importância estratégica para o bioma, em especial por ter áreas de Cerrado de Altitude, com representantes de flora e fauna restritos a esse habitat.

O parque abriga 32 espécies da fauna e 17 da flora ameaçadas de extinção, que poderiam desaparecer sem a garantia de proteção integral da unidade de conservação, entre elas o cervo-do-Pantanal, o lobo-guará, o pato-mergulhão e a onça-pintada.

Sobre a região, a Unesco avalia que “esses locais têm servido de refúgio para várias espécies durante os períodos de mudanças climáticas e permanecerá vital para a manutenção da biodiversidade da região do Cerrado em flutuações climáticas futuras.”

A ampliação do parque no último mês ocorreu após diversas tentativas, com pressão de ambientalistas e da sociedade civil diante de impasse com o governo estadual e setores do agronegócio.

Além das localidades Alto Paraíso, Cavalcante e Colinas do Sul, que já faziam parte do parque, os novos limites incluem parte dos municípios de Teresina de Goiás, Nova Roma e São João da Aliança. Dessa forma, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros passou a formar – junto com a Área de Proteção Ambiental (APA) estadual do Pouso Alto, 22 reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs) e o território quilombola Kalunga – um vasto mosaico de unidades de conservação.

Fonte : Noticias ambientais | www.noticias.ambientebrasil.com.br
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Energia solar fotovoltaica pode crescer mais de 300% até o fim do ano, diz setor

Via: Ambiente Brasil

 

A geração de energia solar fotovoltaica no Brasil atingirá o patamar de 1.000 megawatts (MW) de capacidade instalada até o fim do ano, de acordo com projeção da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). O número representa um crescimento de 325% em relação à capacidade atual de 235 MW, suficiente para abastecer cerca de 60 mil residências, com até cinco pessoas em cada uma.

A estimativa feita pelo setor coloca o país entre os 30 principais geradores dessa fonte de energia no mundo, com a expectativa de estar entre os cinco primeiros até 2030 em potência instalada anual. Atualmente, estão contratados, por meio de leilões de energia, cerca de 3.300 MW, que serão entregues até 2018.

Os investimentos até o fim de 2017 deverão somar R$ 4,5 bilhões. O crescimento da capacidade instalada favorece ainda a geração de empregos em toda a cadeia produtiva. Pelos cálculos do setor, para cada MW de energia solar fotovoltaica instalados, são gerados de 25 a 30 postos de trabalho.

Para o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, o desempenho dos últimos anos mostra que o setor passou ao largo da crise econômica brasileira. “O crescimento no ano da potência instalada vai ser mais de 11 vezes mostrando que o setor está em uma fase diferente da economia brasileira, ainda em um processo lento de recuperação, enquanto esse setor sequer enxergou a crise. Crescemos a 300% ao ano durante os anos de crise e agora com esse começo de recuperação continuamos crescendo a taxas elevadas”, destacou Sauaia em entrevista à Agência Brasil.

Custo – O avanço da energia solar fotovoltaica no Brasil tem permitido ainda a redução de preços para os consumidores. Segundo o presidente da associação, a energia solar fotovoltaica registrou uma importante redução de preços nos últimos anos, porque este tipo de tecnologia se tornou 80% mais barata. No Brasil já é mais barato, em algumas regiões, gerar a própria energia com a instalação dos painéis solares no telhado do que comprar a energia da rede de distribuição. “Investir em energia solar fotovoltaica não é mais uma decisão puramente ambiental ou de consciência da sustentabilidade, mas acima de tudo, o principal motivo que faz as pessoas investirem nesta tecnologia é economia no bolso e competitividade para as empresas”, ressaltou Rodrigo Sauaia.

A economia na conta já foi sentida por Adriana Maria Silva, de 47 anos, presidente da Creche Comunitária Mundo Infantil, na comunidade Santa Marta, do Morro Dona Marta, em Botafogo, zona sul do Rio. “A gente pagava uma conta muito alta. Hoje a gente tem uma conta que pode pagar e com o dinheiro que sobra a gente pode investir na instituição, em alimentação, no material pedagógico, na manutenção do prédio”, disse.

Com a geração de energia por meio dos painéis instalados no telhado dos prédios da instituição, a creche já tem somado crédito da Light, a companhia de abastecimento de energia do local. “O que vem hoje é mínimo e tem mês que não vem conta para a gente pagar”, completou Adriana, referindo-se aos créditos obtidos com a geração da energia solar.

A creche foi o projeto piloto instalado na comunidade pela Insolar, um negócio social, que é um tipo de empresa autossustentável financeiramente sem distribuição de dividendos, voltada para solucionar um problema social e/ou ambiental. Mas a creche não foi a única a ter bons resultados com a redução dos custos. O dinheiro que deixou de ir para o pagamento das tarifas foi usado para a ampliação do prédio da associação de moradores, com a construção de salas para aulas de modalidades esportivas e de canto.

A discussão para o desenvolvimento do uso de energia solar no Morro Dona Marta começou em 2015. Segundo Henrique Drumond, um dos fundadores da Insolar, com a parceria de empresas privadas e até do Consulado da Alemanha no Rio, a comunidade já tem 33 espaços comunitários funcionando com essa fonte renovável por meio de 190 painéis. Além disso, os projetos permitiram a capacitação de 35 moradores da comunidade sobre o funcionamento da fonte de energia e manutenção dos equipamentos. Todas as estações do sistema de transporte do plano inclinado operam com painéis que tem acopladas baterias para evitar interrupção no tráfego caso haja corte de energia. “Fizeram a instalação na própria comunidade e depois todos, divididos em equipes, instalaram refletores solares de emergência. Quando falta luz em alguns pontos do Santa Marta, esse sistema liga automaticamente e ilumina o caminho dos moradores”, acrescentou Drumond.

A comunidade ganhou ainda o coletivo Santa Mídia, utilizado para divulgação de assuntos de interesse dos moradores. “É uma mídia comunitária com uma televisão que fica na estação 1 do plano inclinado e divulga os informes da comunidade, sobre mutirões, campanhas de vacinação, anúncios. É abastecida com energia solar e a gente fez uma intervenção com o projeto Morrinhos, que fez na estação, ao redor da Santa Mídia, que foi toda grafitada, uma instalação deles”, completou.

Habitação popular – A energia solar já está sendo utilizada em projetos de residências de interesse social. Numa parceria com a Absolar, o governo de Goiás lançou as primeiras 149 moradias do Programa Casa Solar, que prevê até o fim do ano chegar a 1,2 mil. Para o presidente da associação, a iniciativa é um caminho para que este tipo de fonte de energia possa se estender a todas as faixas de renda da população. “Um sistema como foi utilizado em Goiás pode reduzir em até 70% o custo com energia elétrica e esse dinheiro que alivia o orçamento da família para investir mais na qualidade de vida, da sua alimentação e da educação”, destacou, sugerindo que o governo federal insira este tipo de energia nos seus projetos de habitação.

Leilões – No sentido de garantir o processo de desenvolvimento e dar maiores perspectivas para essa fonte renovável, além de segurança nos futuros investimentos, o presidente da Absolar defendeu a volta dos leilões de compra de energia solar fotovoltaica. Segundo ele, foi cancelado um certame previsto para o fim do ano passado na área de geração centralizada de usinas de grande porte incluindo a energia eólica. Segundo ele, o cancelamento desse leilão foi uma frustração nas expectativas do setor.

“Gera uma insegurança de como serão os investimentos nos próximos anos e acaba dificultando a vinda de novos investimentos e de fabricantes para atuar no país. Para superar esse gargalo, a nossa expectativa é que o governo federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, possa, ainda no ano de 2017, realizar um leilão de energia solar para que a gente tenha um sinal de continuidade de investimentos na fonte”, disse Rodrigo Sauaia.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Augusto Barroso, informou à Agência Brasil que, no momento, o órgão e o Ministério de Minas e Energia estão fazendo uma série de análises para definir a realização de leilões de energia solar. Ele lembrou, no entanto, que esses certames são baseados nas demandas a contratar fornecidas pelas distribuidoras. “Efetivamente é a disposição a contratar das distribuidoras que vai definir o espaço para as compras de nova geração no Brasil. Isso afeta todas as fontes, não só a solar”, destacou.

Fonte: Ambiente Brasil | www.noticias.ambientebrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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