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Preservação do meio ambiente é destaque da Festa do Divino de Mogi das Cruzes

Via: G1

A Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes não une apenas religiosidade e cultura, o meio ambiente também é uma parte importante do evento. A preservação da natureza tem ganhado cada vez mais destaque nas últimas edições.

No sábado (27), devotos participaram de uma Caminhada Ecológica que tem o objetivo de conscientizarsobre a importância de preservar a natureza. Outra ação é o destino correto dos detritos produzidos pelo evento e a distribuição de mudas de árvores.

Na edição de 2017, o Instituto Embu de Sustentabilidade (IES) vai distribuir 4,5 mil mudas na quermesse. São mudas de diversas espécies, como o cambuci, palmeira juçara, o pau ferro, pitanga, grumixama (Cereja do Campo) e Ingá. No ano passado foram doadas 4.134 mudas.

José Carlos Nunes Júnior é tesoureiro da Associação Pró-Festa do Divino e responsável pela área de sustentabilidade dentro da associação. Ele afirma que o objetivo da organização da festa é ter essa parte ambiental cada vez mais fortalecida dentro do evento. “Criamos o núlceo de sustentabilidade na Associação. Além disso temos uma parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente”, explica Nunes.

tesoureiro destaca que a sustentabilidade do planeta depende de cada cidadão. “É um dever de todos nós. A Festa do Divino é visível para muita gente e funcionamos como multiplicadores, além disso criamos muitos dejetos e temos que dar um destino correto a eles. A Festa do Divino serve para evangelizar, confraternizar e também aprender sobre sustentabilidade.”

Parceria

Além das mudas , o Instituto Embu de Sustentabilidade (IES) também transforma os restos das frutas usadas nos doces da festa em adubo. “Retiramos os restos de frutas e legumes gerados pela Associação Pró-Festa do Divino durante a preparação dos doces que foram vendidos na Festa do Divino 2016. Estes restos de frutas e legumes foram utilizados nas composteiras do IES na fabricação de um composto orgânico. O substrato foi utilizado na produção de mudas que são distribuidas em 2017. Além destes, na compostagem são adicionados materiais secos, como folhas e galhos triturados e húmus de minhoca”, explica Marco Antonio de Souza Martins que é diretor vice-presidente do IES.

Fonte: G1 | www.g1.globo.com
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Pela segunda vez no ano, setor da construção civil tem queda no número de vagas em Piracicaba, diz pesquisa

Via: G1

Cidade perdeu 101 postos de trabalho no mês de março, diz estudo do SindusCon e FGV.

Piracicaba (SP) continua perdendo vagas formais de trabalho na construção civil, aponta pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O município registrou em março a segunda queda consecutiva do ano, com déficit de apenas 1,56% em comparação com fevereiro de 2017. O percentual corresponde a 101 postos de trabalho a menos na cidade, no mês de referência. O último índice positivo havia sido em janeiro de 2017, com aumento discreto de 0,01%, com apenas uma vaga criada.

Ainda em comparação com o primeiro mês do ano, na região de abrangência da SindusCon-SP – Regional Campinas, Piracicaba foi o município que registrou a maior queda.

Na comparação com o mesmo período de 2016, a variação fica em -15,82%, com queda de 1.199 vagas. O estoque acumulado de trabalhadores no período foi de 6.382 pessoas com carteira assinada em Piracicaba.

Apesar dos resultados negativos, o diretor do Sinduscon, Mário Benenutti, vê aspectos positivos nos dados das pesquisa

“Ainda vivemos um cenário de incertezas e isso afeta diretamente a confiança do empresário quanto a novas contratações. Ainda assim, vemos que as quedas têm sido menores a cada mês, o que sinaliza uma tendência a estabilidade”, explica Benvenutti.

Fonte: G1 | www.g1.globo.com
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Senado: Aprovada MP que altera área de parque nacional para construção de ferrovia

Via: Irib

Para a construção da ferrovia, serão excluídos 852 hectares do parque nacional para a faixa de domínio

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (23) Projeto de Lei de Conversão (PLV) 5/2017, decorrente da Medida Provisória 758/2016, que altera os limites do Parque Nacional do Jamanxim para adequá-lo à passagem da estrada de ferro EF-170, paralela à BR-163, ligando o Centro-Oeste ao norte do Pará.

Para a construção da ferrovia, serão excluídos 852 hectares do parque nacional para a faixa de domínio. A matéria, aprovada com voto contrário dos senadores de oposição, será enviada a sanção presidencial.

Aprovada em 17 de maio na Câmara, a MP também altera os limites da Floresta Nacional do Trairão, localizada nos municípios de Rurópolis, Trairão e Itaituba, no Pará; e da Floresta Nacional de Itaituba II, localizada nos municípios de Itaituba e Trairão, onde também serão criadas as Áreas de Proteção Ambiental (APAs) Rio Branco; Trairão e Carapuça.

O senador Cidinho Santos (PR-MT) destacou a importância da medida provisória para o desenvolvimento comercial das Regiões Norte e Centro-Oeste.

- A aprovação desta MP vai permitir que o Mato Grosso possa, nos próximos dias, com autorização do governo federal, fazer a licitação para concessão da ferrovia do Ferrogrão, resolvendo um grande problema de escoamento da produção do estado – afirmou.

O Ferrogrão terá 1.142 quilômeros, paralelos à BR-163, no trecho entre Sinop, na região produtora de grãos do Mato Grosso, e o porto fluvial de Miritituba (PA).

Remanejamento

Na Câmara, os deputados fizeram duas modificações no texto. Uma delas retirou o acréscimo de 51 mil hectares para o Parque Nacional do Jamanxim vindos da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós. O outro destaque aprovado reintroduziu no texto dispositivo que cria a APA do Rio Branco, com 101.270 hectares retirados do Parque Nacional do Jamanxim.

Em todos os casos de desafetação da faixa de domínio, o texto determina que, uma vez instalada a ferrovia, as frações das áreas que não forem efetivamente utilizadas deverão ser reintegradas às respectivas unidades de conservação originais.

Fonte: Irib | www.irib.org.br
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Zaha Hadid Architects divulga projeto residencial na Riviera Maya, no México

Via: Revista Pini

Complexo com três torres pretende proporcionar uma experiência com a natureza

O escritório Zaha Hadid Architects divulgou recentemente seu novo projeto residencial na Riviera Maya, no México. Nomeado “Alai”, o complexo com três edifícios foi criado para proporcionar uma experiência com a natureza, preservando a vegetação existente e contribuindo para a regeneração da mesma.

Serão oferecidas aos moradores quatro tipologias diferentes, cada uma com sua própria varanda privativa, que terá vista para o Mar do Caribe ou para a Lagoa Nichupté e permitirá ventilação natural nos apartamentos. A fachada perfurada também proporcionará a entrada de luz natural aos ambientes interiores.

No térreo, os edifícios serão interligados por uma plataforma elevada que levarão às áreas para atividades de esporte e lazer.

“Fazendo eco às ricas texturas e complexidade superficial dentro da maçonaria local e tradição arquitetônica derivadas da repetição e variação de um pequeno número de componentes geométricos, a textura e padronização diferenciada da fachada de cada edifício dentro do Alai é gerada pela montagem das unidades de varandas e elementos de fachada em sequências variáveis. Isso permite que elementos de relativamente diferentes criem uma fachada única para cada edifício, mantendo, porém, uma linguagem de design coesa por toda parte”, comentam os arquitetos do projeto.

O complexo será limitado a 7% da área total do terreno, facilitando o processo de regeneração da natureza. Os arquitetos paisagistas do escritório Gross Max desenvolveram uma reserva botânica com espécies comuns ao local, como os manguezais. Essa área terá acesso aos visitantes por meio de trilhas suspensas, reduzindo o impacto no solo.

De acordo com os arquitetos, com o crescimento da região a partir do ano 2000, a Riviera Maya começou a receber mais de 20 milhões de visitantes por ano, o que demandou o investimento em novos complexos para atender estes visitantes e a própria população, que quase duplicou.

Fonte : Revista Pini | www.au.pini.com.br
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Soluções para cidades inteligentes devem movimentar 1,5 trilhão de dólares até 2020

Via: Mundo Geo

Dado foi destaque em White Paper da Frost&Sullivan sobre cidades e administrações inteligentes, encomendado pela Avaya

O setor público costuma ser mais lento do que as empresas privadas na adoção de novas tecnologias, mas diante do impacto positivo que elas geram em pontos como produtividade, eficiência e relevância na vida dos cidadãos, isso está mudando. Com o objetivo de avaliar os desafios enfrentados pelas administrações públicas frente à Transformação Digital e de mostrar como elas podem se fortalecer durante esse processo, a Avaya encomendou o White Paper “Cidades e Administrações Inteligentes: A Transformação Digital na área do Governo”, realizado pela empresa de pesquisa Frost & Sullivan.

Um dos principais pontos de interseção entre o setor público e a tecnologia são as Cidades Inteligentes. A ideia é que soluções automatizadas resolvam muitos dos problemas enfrentados pelos cidadãos diariamente em serviços públicos como saúde, meio ambiente, segurança, alimentação e transportes. Com o aumento da eficiência em diversos processos, o benefício é imediato e, por isso, os governos precisam estar atentos a esse conceito.

Um exemplo concreto é o caso do Brasil. Em 2016, o setor público investiu um total de 980,20 milhões de dólares em telecomunicações e TI. “A Frost & Sullivan define como Cidades Inteligentes aquelas que estiverem construídas com base em soluções e tecnologias que levam inteligência a no mínimo cinco de oito setores: administração e educação; energia; edifícios; mobilidade; infraestrutura; tecnologia; saúde; e cidadãos”, afirma Juan Gonzalez, Diretor de Pesquisa de Transformação Digital.

Dessa forma, os governos buscam obter benefícios concretos a partir da implementação das Cidades Inteligentes:

●     Ter mais visibilidade sobre todos os processos da cidade para desenvolver serviços mais eficientes, e Identificar das expectativas dos cidadãos para com o governo;

●     Obter assistência para minimizar imprevisibilidades geradas por turbulências econômicas, desastres naturais ou epidemias;

●     Criar uma plataforma que impulsione o crescimento econômico sustentável e a inovação para atrair investimentos externos e talento humano;

●      Garantir um ambiente seguro e estável para os cidadãos e as organizações;

●     Criar uma plataforma que promova a inclusão e a melhoria da interação cidadã com os serviços da cidade e com o governo;

●     Reduzir o gasto público e proporcionar um modelo adequado de funcionamento e financiamento da cidade.

De acordo com pesquisas recentes da Frost & Sullivan, globalmente, o mercado de soluções para Cidades Inteligentes chegará a uma receita de 1,5 trilhão de dólares em 2020.

Os Progressos na América Latina

Na América Latina, o desenvolvimento das Cidades Inteligentes ainda está em crescimento, mas progressos concretos já podem ser observados em várias das principais cidades da região, tais como Rio de Janeiro (Brasil), Buenos Aires (Argentina), Bogotá (Colômbia) e a Cidade do México. Os segmentos onde se encontram as principais oportunidades para os governos da região são:

1.     Administração e educação

2.     Mobilidade

3.     Segurança

4.     Infraestrutura

5.     Energia

6.     Saúde

Ao referir-se ao cidadão como consumidor, melhorar a eficiência e eficácia na prestação de serviços se transforma em uma meta fundamental em todo o setor público, e conhecer a fundo suas necessidades requer o fortalecimento dos canais de comunicação entre o governo e os cidadãos. Nesse sentido, começa a surgir uma nova classe de cidadãos, que almeja ser comprometida, proativa e demanda mais participação sobre como são definidos os serviços e as políticas de uma cidade.

Diante desse cenário, a Frost & Sullivan conclui que:

1.     O setor de administração pública baseia sua gestão nas interações e trocas entre os cidadãos e no aumento da sua satisfação. Ao mesmo tempo, e de forma transversal, as crescentes restrições orçamentárias obrigam as administrações a fazerem mais com menos, melhorando a eficiência em cada um dos processos e serviços. Diante desses desafios, os governos podem apoiar-se na Transformação Digital para superá-los, ou manter suas ferramentas atuais e ver seus esforços serem em vão.

2.     A tecnologia assume um papel primordial – e assim será cada vez mais – de fornecer interações mais satisfatórias e fortalecer os serviços públicos por meio de soluções inteligentes. A implementação de plataformas tecnológicas na gestão pública pode: aumentar a produtividade e satisfação dos funcionários; aumentar a eficiência e efetividade de processos; fortalecer o relacionamento com o cidadão; oferecer soluções inteligentes para problemas estruturais e, ao mesmo tempo, gerar uma economia de custos sempre desejada pelas administrações. No entanto, o uso dessas ferramentas traz consigo seus próprios desafios, entre os quais se destaca a segurança da informação.

3.     Os governos lidam com uma quantidade de informação de seus cidadãos que é muito sensível e valiosa para cibercriminosos sendo foco de uma crescente quantidade de ataques em todo o mundo. Por esse motivo, os governos que queiram iniciar o caminho da transformação digital, devem procurar um parceiro estratégico com experiência comprovada e suficiente no mercado e que possa oferecer-lhes uma proposta que abranja plataformas de Cidades Inteligentes, soluções verticais, serviços de colaboração e produtividade, mobilidade e segurança cibernética. Somente assim, as agências de governo poderão continuar sendo relevantes para os seus cidadãos, protegendo suas informações e mantendo-se seguras.

Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
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Projeto Route reúne voluntários na busca pela preservação do meio ambiente

Via: G1

Preocupados com o lixo encontrado no litoral catarinense e diante de desafios em meio à “sujeira”, dois surfistas se uniram para desenvolver o Projeto Route, em Florianópolis. Há 6 anos, a proposta do instituto evidencia a conscientização ambiental e já envolveu 5 mil voluntários em busca de soluções transformadoras para diminuir o impacto do lixo nas praias do Brasil e do mundo.

O nome escolhido “Route”, que em português significa “Rota”, tem como objetivo indicar um caminho para aqueles que acreditam que podemos mudar o cenário atual do planeta, por meio da educação e da sustentabilidade.

“Existe um impacto real do nosso consumo, será inevitável perdermos o acesso ao lazer livre com a poluição das praias. Em 2050, haverá mais plástico do que peixe nos oceanos. Outro ponto importante é o excesso de energia desperdiçada no lixo que pode ser reutilizado. Precisamos de um despertar global para a situação crítica em que estamos vivendo ou todos vão ter que assumir as consequências”, afirma o cofundador e diretor-geral do instituto Simão Filippe, de 32 anos.

A primeira ação do instituto ocorreu quando o amigo de Simão, o convidou para recolher o lixo deixado pelos banhistas. Com a ajuda dos amigos eles realizaram o primeiro mutirão no Estado.

Depois, o projeto cresceu e ganhou novos adeptos. Os eventos são marcados e os encontros divulgados nas redes sociais. O projeto também tem parcerias que fomentam ações para a preservação ambiental.

Além da limpeza da praia, os fundadores desenvolveram outros processos para englobar as demandas que foram surgindo como a separação do material, destinação para a reciclagem envolvendo as questões da logística reversa por meio da economia circular. O envolvimento também ocorre com apoios nacionais e internacionais e desenvolve parcerias para atividades em ONGs, creches, orfanatos e escolas.

“Criamos um sonho e hoje vivemos o despertar dele, ajudando outras pessoas a encontrem isso. A pergunta é como será o mundo quando você acordar amanhã? Como serão nossas praias quando acordar amanhã?”, conta Simão.

Filosofia de vida

Atualmente, a iniciativa engloba atividades culturais e também outras práticas esportivas que vão além do surf. “As pessoas vão se engajando, se conhecendo e acabam aderindo à causa para si. Por exemplo, mesmo que esteja sozinho, estarei limpando uma praia, eu já despertei pra o problema e quero estar em um caminho, em uma rota de mudança. Independe de quem esteja, pois o despertar é interior, mas quando encontro outros que despertaram me carrego de certezas”, afirma.

Considerado pelos fundados como uma filosofia consciente sobre a natureza, o projeto ganhou outras cidades no Rio Grande do Sul, Paraná Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, países da América do Sul e EUA. “Ver a mudança positiva, nos sentirmos guerreiros dos oceanos capazes de construir pelo bem daquilo que nos faz bem, o mar”, explica.

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Impactos

Os recursos utilizados no instituto são oriundos de empresas privadas que se mobilizaram pela causa. O “Projeto Route” já realizou mais de 100 ações, com impacto digital envolvendo 1 milhão de internautas. No total foi desenvolvido dentro do instituto 11 projetos, o que trouxe o reconhecimento internacional de diversas organizações como a Ocean Conservancy, Surfrider Foundation, Algalita Marine Research Foundation, Instituto Lixo Zero e Ecosurf.

O projeto conta com embaixadores da iniciativa como Henrique Pistilli, especialista no surfe de peito – ou bodysurf (em inglês), popularmente conhecido no Brasil como “Jacaré” e apelidado de “Homem Peixe”, e o ator Rocco Pitanga.

O instituto também lançou em março o filme ‘Uma Gota.Doc’, sobre a conservação dos oceanos. O documentário trata da poluição dos oceanos e de como podemos contribuir para sua limpeza e conservação.

Serviço

  • Projeto: “Projeto Route”
  • O que faz: Preservar o meio ambiente, estimular um estilo de vida que favoreça o esporte e a cultura e conscientizar as gerações futuras para a manutenção das praias.
  • Sede: Florianópolis
  • Início das atividades: 2011
  • Contato: contato@projetoroute.com.br

Fonte: G1 | www.g1.globo.com
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Brasileira é 1ª a assumir chefia na Universidade de Ottawa

Via: Só Noticia Boa

Uma brasileira assumiu nesta semana, pela primeira vez, um cargo de chefia no Instituto do Coração da Universidade de Ottawa, no Canadá.

Thais Coutinho, de 35 anos, vai liderar o programa de prevenção e reabilitação do coração.

Ela é a pessoa mais jovem a assumir este posto. Ela ocupada a vaga deixada pelo Dr. Andrew Pipe, que é “o homem mais amado em Ottawa”, brinca a brasileira.

História

Thais Coutinho se formou doutora no Brasil pela UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 2004.

Estudou cardiologia, medicina vascular e ecocardiografia avançada na Mayo Clinic em Rochester, Minnesota, nos EUA.

Ela chegou ao instituto do coração do Canadá em 2013, como cardiologista e pesquisadora.

A brasileira disse que vai focar na saúde do coração das mulheres, uma de suas prioridades como chefe de prevenção e reabilitação.

O instituto do coração abriu um centro da saúde do coração das mulheres em 2014 para tratamento e prevenção da doença cardiovascular feminina.

Coutinho observou que a reabilitação cardíaca é uma área em que a maioria das mulheres não participa.

Apenas de 20 a 25 por cento das mulheres dizem sim aos programas de reabilitação cardíaca, enquanto mais de 50 por cento dos homens que têm ataques cardíacos se inscrevem para a reabilitação.

“Sabemos que os benefícios são fantásticos para os homens e para as mulheres, incluindo a diminuição do risco futuro de ataque cardíaco e morte”, disse ela.

Ela disse que haverá um foco em descobrir quais são as barreiras para mais mulheres se matricularem e quais mudanças no programa podem encorajar mais mulheres a aderir.

Prêmios

Thaís recebeu vários prêmios, incluindo o Prêmio Jovem Pesquisador da Sociedade Canadense de Cardiologia em Pesquisa Clínica e o Jovem Pesquisador da American Heart Association e Women in Cardiology.

A divisão de prevenção e reabilitação do instituto cardíaco, que ela começou a chefiar, oferece abordagens de última geração para prevenir problemas do coração e ajudar os pacientes a retornar às suas vidas após ataques e procedimentos cardíacos.

Com informações do OttawaSun e OttawaUniversit

Fonte: Só Noticia Boa | www.sonoticiaboa.com.br
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Brasil assume compromissos internacionais pelo clima

Via: Brasil.gov

País se comprometeu a reduzir emissão de carbono em 43% e a reflorestar e promover regeneração de 12 milhões de hectares

Até 2030, o Brasil pretende reduzir em 43% as emissões de carbono em relação a 2005. Antes disso, até 2025, a meta é que o País corte 37% das emissões.

Esses compromissos constam no Acordo de Paris, que estabelece medidas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa, e representam apenas alguns dos acordos ambientais assumidos pelo governo federal no primeiro ano da administração do presidente Michel Temer.

O objetivo do Acordo é conter o aumento da temperatura média global em menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais, além de reunir esforços para limitar esse aumento a 1,5°C. O compromisso foi selado por meio da assinatura do Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC).

Confira outras iniciativas do Brasil, no primeiro ano de governo Temer, para enfrentamento das mudanças climáticas e preservação da biodiversidade:

Conferência das Partes

O governo brasileiro participou, em novembro de 2016, da 22ª Conferência das Partes (COP 22) sobre mudança do clima. Na ocasião, foram apresentadas iniciativas como o combate ao desmatamento na Amazônia e a promoção do desenvolvimento sustentável em território brasileiro. A geração de energia limpa também esteve na pauta das discussões encabeçadas pelo País.

Desafio de Bonn

O Desafio de Bonn representa um esforço internacional para restaurar 150 milhões de hectares de áreas desmatadas ou degradadas até 2020 e uma extensão adicional de 200 milhões de hectares até 2030. Foi lançado durante mesa redonda em Bonn, na Alemanha, em setembro de 2011.

O governo brasileiro aderiu ao desafio e se comprometeu a restaurar, reflorestar e promover a recuperação natural de 12 milhões de hectares de florestas até 2030. A recuperação poderá ocorrer com espécies nativas e exóticas, com restauração assistida ou natural, e tem como objetivo resgatar a funcionalidade ecológica e promover o bem-estar humano na paisagem.

Iniciativa 20×20

A Iniciativa 20×20 é uma plataforma que visa acelerar o cumprimento das metas do Desafio de Bonn. Ela estabelece diretrizes para restaurar 20 milhões de hectares de áreas produtivas na América Latina e Caribe. A proposta prevê a recuperação e conservação de solos produtivos, a integração de sistemas agrícolas, bem como o engajamento de investidores para financiar as atividades dessa iniciativa.

O compromisso do Brasil, no âmbito da iniciativa, é implementar, até 2030, ao menos 5 milhões de hectares de sistemas agrícolas que combinem agricultura, pecuária e floresta. A contribuição do País inclui também a recuperação de 5 milhões de hectares de pastagens degradadas até 2020, assim como outras tecnologias que visam aumentar a resiliência da agricultura brasileira às mudanças do clima.

Fonte: Brasil.gov | www.brasil.gov.br
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Linha-de-credito-do-Governo-de-Sao-Paulo-disponibiliza-RS-165-milhoes-para-obras-municipais-de-transporte

Linha de crédito do Governo de São Paulo disponibiliza R$ 165 milhões para obras municipais de transporte

Via: Infraestrutura Urbana PINI

Atibaia, Barueri, Bebedouro, Fernandópolis, Itapira, Ribeirão Preto, Tatuí, Jundiaí, Suzano e Sertãozinho são as primeiras cidades beneficiadas

O Governo de São Paulo disponibilizou na última terça-feira (9) uma linha de crédito de R$ 165 milhões para municípios realizarem obras na área de transporte público. Chamado de Pró-Transporte, o programa, ainda em sua primeira fase, é uma parceria entre a Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP) e a Caixa Econômica Federal.

Podem ser financiados projetos de implantação, ampliação, modernização e adequação da infraestrutura de transporte público coletivo urbano e obras civis, como pavimentação de ruas, construção de viadutos e pontes e duplicação de avenidas, além da aquisição de equipamentos e veículos e investimentos em tecnologias, entre outros.

As primeiras cidades beneficiadas são Atibaia, Barueri, Bebedouro, Fernandópolis, Itapira, Ribeirão Preto, Tatuí, Jundiaí, Suzano e Sertãozinho. A taxa de juros é de 9% ao ano, prazo de pagamento de até seis anos e um ano de carência.

Para as próximas fases do Pró-Transporte, os interessados em participar deverão se cadastrar em processo seletivo do Ministério das Cidades e encaminhar uma carta-consulta, os documentos necessários e a avaliação técnica e de crédito do empreendimento à Desenvolve SP. Se aprovado, o projeto deve ser submetido à apreciação da Câmara dos Vereadores da cidade e a documentação enviada à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para avaliação da capacidade de endividamento do município. Só então o contrato é assinado.

Fonte: Infraestrutura Urbana PINI | www.infraestruturaurbana.pini.com.br
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Índice da construção civil aumenta 0,15% em abril, aponta IBGE

Via: Valor Econômico

A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) ficou em 0,15% em abril, após registrar avanço de 0,46% em março, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador tem alta acumulada de 1,18% no ano e avança 5,07% em 12 meses.  O custo nacional da construção por metro quadrado foi de 1,18% no ano e avança 5,07% em 12 meses.

O custo nacional da construção por metro quadrado foi de R$ 1.039,54, dos quais R$ 534,41 foram relativos aos materiais e R$ 505,13 relativos à mão de obra. Em março, esse custo totalizava R$ 1.037,96.

A região Nordeste, com 0,47%, ficou com a maior variação regional em abril. Nas demais, houve alta de 0,01% no Norte, de 0,02% no Sudeste assim como no Centro-Oeste, e de 0,05% no Sul.

Os custos regionais, por metro quadrado, subiram para R$ 1.052,37 no Norte; R$ 964,77 no Nordeste; R$ 1.086,17 no Sudeste; R$ 1.074,48 no Sul e R$ 1.042,27 no Centro-Oeste.

Fonte: Valor Econômico | www.valor.com.br
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