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Oeste paulista registra primeiro imóvel com base na lei da Usucapião Extrajudicial

Via CNBSP

Segundo dados do Ministério das Cidades, 80% das propriedades estão irregulares no Brasil

No dia 12 de janeiro, o Cartório de Registro de Imóveis e Anexos de Osvaldo Cruz foi responsável por registrar o primeiro imóvel com base na lei da usucapião extrajudicial da comarca e de todo o Oeste Paulista, região que compreende mais de 100 municípios. Na ocasião seguiu-se o que foi determinado pelo Art. 216-A do novo Código de Processo Civil (CPC), aprovado em 2015, que admite o pedido de reconhecimento administrativo da posse a partir da apresentação da ata notarial lavrada pelo notário da circunscrição em que se localiza o imóvel. O ato foi lavrado pelo Tabelião de Notas de Parapuã.

O requerente da usucapião extrajudicial possuía um imóvel urbano há mais de 23 anos sem que lhe fosse declarada a propriedade. Sendo assim, em 18 de março de 2016, representado por um advogado a parte compareceu perante o Tabelião de Notas de Parapuã, acompanhada de três testemunhas que traziam consigo provas documentais de que conheciam o caráter ad usucapionem da sua posse e declararam perante o notário serem verdadeiras suas declarações.

Após ouvir cada um dos comparecentes, verificando pelos seus sentidos cada um dos documentos e declarações em sua presença exibidos e prestados, o tabelião lavrou a ata notarial que mais tarde resultaria a declaração de sua propriedade.

A instituição da usucapião notarial é considerada por especialistas um avanço para a regularização da propriedade em São Paulo. Segundo dados do Ministério das Cidades, 80% das propriedades estão irregulares no Brasil.

“Após esses meses de atividade jurídica conjunta entre todos os operadores do Direito envolvidos, concluímos que a usucapião extrajudicial é um avanço legislativo tanto para nosso sistema registral e notarial quanto para a coletividade, destinatária do serviço público célere, com segurança jurídica e sempre eficaz”, destaca o Tabelião de Notas de Parapuã, Clóvis Tenório Cavalcanti Neto.

Fonte: CNBSP | www.cnbsp.org.br
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Como fazer a retificação de área por via administrativa?

Via lugarcerto.com.br

A retificação de área de um imóvel é um procedimento que permite a correção de seu registro ou averbação quando se mostrarem omissos, imprecisos ou não exprimirem a verdade, o que somente poderia ser requerido pelo interessado por meio de procedimento judicial.

Com a edição da Lei 10.931, em 02 de agosto de 2004, ocorreu uma inovação sobre o tema, com as modificações dos artigos 212 e 213 da Lei 6.015/72, denominada Lei dos Registros Públicos, que permite a retificação pelo Oficial do Registro de Imóveis competente, sem excluir eventual prestação jurisdicional, a requerimento da parte prejudicada.

Esta alternativa representa uma medida concreta na direção de desafogar o Poder Judiciário, ao mesmo tempo em que delega aos registradores de imóveis atribuições até então da competência dos Juízes, sob o crivo do Ministério Público.

Um dispositivo inovador é aquele que permite ao Oficial do Registro promover a retificação não só à pedido do interessado, mas também “de ofício”, ou seja, por iniciativa própria, independente de solicitação neste sentido.

Esta hipótese poderá ocorrer nos casos descritos na lei, compreendendo omissão ou erro na transposição de elementos do documento; indicação ou atualização de algum dos confrontantes; alteração de denominação de logradouro público; indicação de rumos, ângulos ou inserção de coordenadas georreferenciadas, sem alteração das medidas perimetrais; alteração ou inserção que resulte de mero cálculo matemático; reprodução de descrição de imóvel confrontante, que já tenha sido objeto de retificação; e inserção ou modificação de dados de qualificação pessoal das partes.

Além disso, todo proprietário de imóvel cuja área necessitar ser corrigida poderá se dirigir ao respectivo Cartório de Registro de Imóveis, apresentar seu requerimento de inserção ou alteração de medida perimetral, ainda que não resulte em alteração de área, devidamente acompanhado de planta e memorial descritivo.

Estes documentos devem ser elaborados por profissionais legalmente habilitados, com registro no respectivo CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, devidamente acompanhados da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, bem como ser assinados pelos confrontantes do imóvel, que oferecerão sua concordância com o pedido.

A retificação será averbada pelo oficial após verificar o atendimento ao art. 225 da Lei dos Registros Públicos, referente à indicação com precisão das características, confrontação e localização dos imóveis submetidos a registro.

Na hipótese da planta de retificação não contiver a assinatura de algum confrontante, este será notificado pessoalmente ou por via postal (A.R.), para se manifestar em 15 dias, presumindo-se sua concordância se não apresentar sua impugnação, sendo que eventual discordância posterior ao transcurso do prazo somente poderá ser discutida em juízo.

Na hipótese de impugnação, e os interessados não formalizarem transação amigável para solucioná-la, caberá ao registrador encaminhar o caso ao juiz competente, que decidirá imediatamente ou remeterá a questão a um processo judicial ordinário.

Finalmente, se forem verificados a qualquer tempo que os fatos constantes no memorial não são verdadeiros, os requerentes e o profissional que elaborou o memorial responderão pelos prejuízos, além do que, as nulidades do registro invalidam-no, independente de ação direta.

Fonte: lugarcerto.com.br | www.precisao.eng.br
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Margarida Minervina da Silva

Ex-faxineira vira professora e muda vida de crianças de favela

Via Só Notícia Boa

Um exemplo de garra, superação e amor ao próximo

Uma ex-faxineira de São Julião, no Piauí se tornou professora e virou referência pelo trabalho educacional voluntário que realiza com crianças carentes da comunidade Sol Nascente, umas das maiores favelas do Brasil.

Moradora de Ceilândia, cidade carente do Distrito Federal, a 40 km de Brasília, Margarida Minervina da Silva, popularmente conhecida como “Margarida do Primo”, foi destaque no ‘Fantástico’ da Rede Globo na edição de domingo, 08 de janeiro.

Quando saiu do Piauí seu primeiro emprego na capital não foi como professora, mas como gari.

Depois disso, virou diarista foi faxina em cemitério. Ela contou que bico lavando cada túmulo por R$ 1.

A professora mora em um barraco no Sol Nascente, uma imensa ocupação irregular da periferia de Brasília.

A escola pública que Margarida ajudou a construir é o único sinal da presença do Estado no local.

Ela dá aulas e recebe pouco mais de R$ 500. Ao lado de sua casa, Margarida leciona em uma escolinha de reforço que atende as crianças da comunidade, todas de escolas públicas.

“Todo mundo é capaz por igual, só que cada um tem o seu tempo, eu aprendo de uma maneira, você aprende de outra”, disse Margarida.

Fonte: Só Notícia Boa | www.sonoticiaboa.com.br
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Limpeza de sangradouros melhora condições da pesca nos lagos do Acre

Via WWF

Como parte das atividades de um projeto de manejo de pesca, a limpeza dos sangradouros, canal que permite acesso do rio até o lago e por onde os peixes saem e entram na época da cheia, é uma atividade de suma importância e de grande responsabilidade. Sem isso, a vegetação nativa cresce e os lagos se tornam serrados, dificultando o trabalho dos pescadores.

Pensando em solucionar esse problema, no final de 2016, um grupo de manejadores do Projeto Pesca Sustentável, em conjunto com comunidade s ribeirinhas do Acre, realizaram uma expedição para limpar sangradouros de seis lagos nos municípios de Tarauacá e Feijó (AC). No total, os 15 participantes percorreram 230 km pelo rio Envira e cerca de 150 km pelo rio Tarauacá, retirando árvores caídas, cipós e demais tipos de cobertura vegetal em estágio avançado de crescimento.

De acordo com Edvilson Cardoso Gomes, técnico da Secretaria de Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof/AC), parceiro do projeto, a atividade deve ser feita de forma mais constante, pois, com o rápido crescimento da vegetação, é inevitável que os lagos fiquem serrados. “A falta da limpeza prejudica a contagem, a captura dos pirarucus e o alcance da meta da cota autorizada pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), órgão ambiental responsável. Com os lagos sujos, os pirarucus se escondem de forma muito mais fácil”, explica.

Para Moacyr Silva, gestor do projeto Pesca Sustentável no WWF-Brasil, dados de 2016 do projeto mostraram uma expressiva queda do número de pirarucus contados nos lagos que são trabalhados pelo grupo de manejo de pirarucu da Colônia de Pescadores de Feijó, causando preocupação nos pescadores. “Dentre as possíveis causas estão a presença massiva de vegetação aquática em grandes áreas dos lagos, que dificultaram a contagem dos peixes; a migração dos pirarucus para lagos mais isolados e com menos pressão de pesca; além da possível pesca clandestina, por parte de algumas comunidades e de pescadores urbanos, e de divergências em relação à área dos lagos que foram consideradas no cálculo da densidade populacional dos pirarucus (número de peixes por hectare)”, avalia.

Segundo ele, a limpeza dos lagos é apenas uma das ações previstas para tentar evitar a redução dos estoques de pirarucu, e assim favorecer a reprodução das demais espécies de peixes e das condições para a pesca de subsistência pelas comunidades ribeirinhas. “De forma a preservar o pirarucu, está sendo cogitada a suspensão da pesca nos lagos do projeto em 2017. Neste caso, a pescaria seria substituída por atividades de limpeza dos lagos e sangradouros, capacitações e ampliação das contagens de pirarucus para avaliar as populações existentes em outros lagos da área de atuação do projeto. Mas isso ainda está em discussão entre os parceiros da iniciativa”, afirma.

O projeto Pesca Sustentável é uma parceria do WWF-Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Tem o objetivo de capacitar pescadores para o desenvolvimento de sistemas de manejo sustentável do pirarucu, e de outras espécies de importância econômica, nos municípios de Manoel Urbano, Feijó e Tarauacá, no Acre. Para mais informações acesse o site do projeto.

Fonte: WWF | www.wwf.org.br
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Programa Nascentes recupera área equivalente a 59 campos de futebol em Jundiaí

Via Envolverde

Investimento de R$ 1,5 milhão vai ser revertido para o plantio de 70 mil mudas nativas na região

O Programa Nascentes, vinculado à Secretaria do Meio Ambiente – vai realizar nesta quinta-feira, 19, a recuperação ambiental de uma área equivalente a 59 campos de futebol na cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo. Essa recuperação é feita por meio do plantio de mudas nativas no local.

Trata-se de uma nova etapa do programa realizada por causa do cumprimento de um Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental firmado entre a secretaria e a empresa Cipasa Urbanismo (TCRA nº 72881/16). O acordo prevê que a empresa invista R$ 1,5 milhão para restaurar áreas prioritárias no abastecimento hídrico de Jundiaí e Atibaia, outra cidade do interior paulista. Com o plantio a Cipasa Urbanismo cumpre as obrigações referentes à implantação do Loteamento Bosque do Horto em Jundiaí.

O plantio vai começar na Fazenda Santo Antônio da Roseira, em Jundiaí, e se estenderá por mais cinco propriedades que integram as bacias do Rio Atibaia e do Rio Jundiaí Mirim.

O Programa Nascentes direciona investimentos públicos e privados para proteção e recuperação de matas ciliares, nascentes e olhos-d’água.

Em dois anos o Programa já realizou plantio em áreas prioritárias de 80 municípios. São 3.954 hectares em processo de restauração, o que equivale a mais de 6.5 milhões de mudas plantadas ou 5537 campos de futebol.

Para conhecer mais sobre o programa, acesse: www.programanascentes.sp.gov.br

Endereço: Avenida João Batista Spiandorelo s/n, Bairro Roseira, município de Jundiaí-SP.

Fonte: Envolverde | www.envolverde.com.br
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eBox Digital lança aplicativo que gera documentos eletrônicos com geolocalização

Via Bonde

A eBox Digital, empresa especializada na integração da guarda de documentos físicos e digitais, acaba de lançar a plataforma eBox Mobile para gerar documentos eletrônicos. Para que os documentos eletrônicos tenham legitimidade diante de qualquer situação, o aplicativo traz a função de Assinatura com certificação Digital, que pode ser feita pelo tablet ou smarthphone, função Selfie de Segurança para inserir a imagem de quem está assinando, Tecnologia de Geolocalização que certifica se a pessoa está no local informado e Carimbo de Tempo, que serve como evidência de que uma operação foi criada no horário a e data informado.

A eBox Digital, afirma que os indicadores da ferramenta integrados excluem qualquer hipótese de fraude ou manipulação, o que atesta a legalidade do documento e dá total amparo jurídico em possíveis conflitos.

Segundo o fundador da empresa Marcelo Araújo, o aplicativo beneficiará todo o mercado corporativo, já que oferta praticidade e desburocratização nas transações comerciais. “A ferramenta proporcionará às empresas uma forma simples e rápida de assinar documentos à distância em minutos. Todo o mercado corporativo será beneficiado, considerando que a solução garante agilidade no fechamento de contratos, redução de custos, descentralização segura e ganho de eficiência”, reforça o executivo.

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A solução eBox Mobile com todo este amparo jurídico é exclusiva da eBox Digital e busca estimular a cultura de paperless nas empresas. A burocracia no País ainda emperra a existência de uma corporação 100% digital, o que nos dias de hoje avançaria muitos processos operacionais. Para driblar isto, a eBox Digital está reinventando o mercado de gestão documental e extraindo meios de criar soluções inteligentes que facilitem as empresas neste processo.

Além da gestão de documentos digitais com softwares que interagem com o cliente e o novo aplicativo eBox Mobile, a marca ainda conta com galpão de 2.500 m² projetado para terceirizar o armazenamento de documentos físicos, equipado com a tecnologia RFID (Radio-Frequency IDentification) uma das mais inovadoras do setor para a localização automática de documentos.

Fonte: Bonde | www.bonde.com.br
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Certificado de Cadastro de Imóvel Rural pode ser pago sem multas até sábado (14)

Via Portal Brasil

Cerca de 450 mil emissões do CCIR 2015-2016 foram feitas em todo o território nacional desde dezembro

O Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) dos exercícios de 2015 e 2016 já está disponível para emissão. O CCIR pode ser pago até 14 de janeiro sem cobrança de juros sobre o valor da taxa de serviço cadastral.

O alerta é feito pela Coordenação Geral de Cadastro Rural – vinculada ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) – como orientação aos detentores de mais de 5,7 milhões de imóveis rurais privados para regularização do cadastro dessas áreas.

Até o momento, cerca de 450 mil emissões do CCIR 2015-2016 foram feitas em todo o território nacional. São Paulo é o estado com maior número de certificados expedidos: 70 mil, seguido por Rio Grande do Sul e Minas Gerais (50 mil), Paraná (27 mil) e Mato Grosso (19 mil).

Emissão

A emissão do CCIR 2015-2016, que pode ser expedido pelos proprietários e possuidores a qualquer título de imóvel rural em todo o território nacional, está aberta desde o dia 19 de dezembro.

Para que o CCIR seja validado, o titular da área deve efetuar o pagamento da taxa de serviço cadastral na rede de atendimento do Banco do Brasil. O valor da taxa varia conforme o tamanho e a cobrança mínima por exercício é de R$ 3,60 para áreas com até 20 hectares.

Se a quitação da taxa não ocorrer até 14 de janeiro, o titular do imóvel deve emitir segunda via do CCIR, que conterá os valores de multa calculados pelo sistema, com alerta para nova data de vencimento.

CCIR

O CCIR é indispensável para legalizar em cartório alterações no registro da área ou para solicitar financiamento bancário. O novo certificado substitui o documento relativo aos exercícios de 2010 a 2014.

O certificado é emitido via internet e pode ser acessado pelo portal Cadastro Rural, no menu “Serviços”. No portal do Incra, o usuário deve clicar no banner “CCIR 2015-2016”. O interessado deve informar os dados de identificação para expedir o CCIR. Junto ao documento será emitida Guia de Recolhimento da União (GRU) para pagamento da taxa de serviços cadastrais.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
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A nova Medida Provisória Nº 759/2016 e seus reflexos no Registro de Imóveis

Via IRIB

Texto é de autoria do registrador de imóveis em Porto Alegre/RS e presidente do IRIB, João Pedro Lamana Paiva

O Diário Oficial da União do dia 23/12/2016 publicou a Medida Provisória nº 759, de 22/12/2016, dispondo sobre as regularizações fundiárias rural e urbana, sobre a regularização fundiária da Amazônia Legal, instituindo mecanismos para aprimorar a eficiência dos procedimentos de alienação de imóveis da União, dispondo também sobre normas de interesse do registro eletrônico no país.

A regularização imobiliária sempre foi uma das bandeiras de luta do IRIB e recebemos, com alegria, a publicação da MP nº 759, que abandona a forma e os conceitos trazidos pela Lei nº 11.977/2009, uma vez que revoga completamente o seu capítulo III, adotando um novo modelo de regularização tanto urbana como rural.

A Regularização Fundiária Urbana – Reurb contempla duas modalidades: de interesse social e de interesse específico. A regularização de interesse social conta com uma série de isenções de emolumentos, e os investimentos de infraestrutura necessários para sua realização serão feitos pelo Poder Público. Já a de interesse específico não conta com isenção de emolumentos, e os investimentos são realizados pelo interessado na regularização.

A nova MP instituiu também a legitimação fundiária como forma originária de aquisição do direito real de propriedade, conferido por ato discricionário do Poder Público àquele que possuir, como sua, área pública ou privada que constitua unidade imobiliária com destinação urbana, integrante de núcleo urbano informal consolidado. Esse novo instituto, na prática, limitará em muito o instituto da legitimação de posse que, pela legislação anterior, era uma fase obrigatória para a aquisição da propriedade pela regularização fundiária.

Outra novidade interessante da nova norma foi a instituição do “direito real de laje”, que consiste na possibilidade de coexistência de unidades imobiliárias autônomas de titularidades distintas. Assim, o dono do terreno, público ou privado, poderá ceder a superfície para que terceiro edifique unidade distinta. Esse instituto já é utilizado na Espanha.

As disposições relativas ao registro eletrônico, trazidas pela Medida Provisória, consolidam a política que o IRIB vem desenvolvendo por meio da instituição da Coordenação Nacional das Centrais de Serviços Eletrônicos Compartilhados do Registro de Imóveis e de seu Comitê Gestor, que têm executado amplo trabalho de coordenação e gestão administrativa do grande sistema de registro eletrônico formado pelas Centrais já instaladas ou que se encontram em instalação, no território nacional, e que surgiu naturalmente, como uma exigência para a viabilização do registro eletrônico brasileiro, que precisa contar com um órgão coordenador central.

As novas disposições de natureza legal da MP nº 759/2016 instituem o Operador Nacional do Sistema de Registro de Imóveis Eletrônico – ONR, que deverá ser organizado como pessoa jurídica de direito privado, tendo seu estatuto elaborado pelo IRIB e submetido à aprovação da Corregedoria Nacional do CNJ, cabendo-lhe também a função de agente regulador do ONR, zelando pelo cumprimento de seu estatuto.

Dessa forma, como a Coordenação Nacional já vem operando e normatizando dentro dessa realidade, será bastante singela a criação do Operador Nacional de Registro – ONR como pessoa jurídica de direito privado, pois ela resultará da transformação desse modelo já em operação e que vem acumulando toda a experiência dessa rica atividade a seu cargo.

Gostaria de cumprimentar, em nome do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil – IRIB, os colegas que ajudaram a constituir essa MP. Parabéns!

Fonte: IRIB | www.irib.org.br
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Vem aí a Olimpíada Brasileira de Cartografia. Veja como participar

Via MundoGeo

Está chegando a segunda edição da Olimpíada Brasileira de Cartografia. Veja como participar

A Cartografia é uma linguagem de comunicação fundamental para o entendimento da organização espacial e muito importante para a compreensão do modo como a sociedade ocupa os espaços e mantém suas relações, sejam elas físicas, políticas, econômicas ou sociais.

Apesar disso, a matriz curricular brasileira ainda não apresenta uma disciplina específica para a Cartografia na educação básica, mas os conteúdos relativos a esta ciência são abordados tanto no Ensino Fundamental como no Ensino Médio, principalmente pela disciplina de Geografia, que possui uma relação estreita com a Cartografia.

A exigência para o entendimento da complexidade da sociedade moderna é grande e o conhecimento cartográfico responde a essa demanda, tendo em vista que a geoinformação proporciona ferramentas para pensar espacialmente e o conhecimento do espaço é fundamental ao exercício pleno dos direitos do cidadão.

É, portanto, fundamental a discussão do papel do conhecimento geoespacial na formação de nossa sociedade no ambiente escolar.
As olimpíadas científicas estimulam o conhecimento, propondo aos participantes um desafio construtivo. No Brasil, já são conhecidas as Olimpíadas de Matemática, de Química, de Biologia, de Robótica, de Astronomia, entre outras.

A Olimpíada Brasileira de Cartografia (OBRAC) traz para o âmbito das ciências da informação geoespacial esse tipo de atividade tão estimulante para os alunos.

A OBRAC tem como objetivos principais estimular, na escola, o interesse pelas Ciências, especialmente pela Cartografia; prover aos professores o conhecimento e ferramentas para o ensino dinâmico e participativo em áreas que abrangem o conteúdo cartográfico, prover a socialização de professores e alunos através de atividades em equipe e fomentar a formação de recursos humanos para atuação na área de Cartografia e das geotecnologias.

A OBRAC tem abrangência nacional e é voltada para alunos do Ensino Médio (com idades entre 14 e 19 anos), das escolas da rede pública e privada.

A II OBRAC dá continuidade ao Projeto da I Olimpíada Brasileira de Cartografia, ocorrida em 2015, sua primeira edição, com a participação de todos os estados brasileiros com um total de 1105 escolas inscritas, ou seja, 1105 equipes de 5 componentes, uma participação de 4420 alunos e 1105 professores.

A proposta da OBRAC é de ser um evento educacional bienal.

Fonte: MundoGeo | www.mundogeo.com
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ABES-SP promoverá em janeiro dois seminários online gratuitos sobre saúde

Via ABES

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo (ABES-SP) realizará nos dias 13 e 20 de janeiro (sextas-feiras) de 2017 dois webinares. Os eventos online, que abordarão o tema saúde ambiental, vão ocorrer das 10h30 às 11h15. As inscrições são gratuitas.

Confira os temas e palestrantes:

Webinar Saúde Ambiental

Tema ” Usando as ferramentas de geoprocessamento na saúde ambiental” – ABES-SP

Data: 13 de janeiro de 2017

Horário: 10h30 as 11h15

Palestrante: Romualdo Juliatto

Técnico e Gestor Ambiental, Especializado em Epidemiologia e Sistemas de Informação do SUS. Trabalha há 15 anos com Geoprocessamento nas áreas de Saúde e Meio Ambiente junto a diversas ONGs, Prefeituras e Governo do Estado. Há 5 anos coordena o Núcleo de Informação e Geoprocessamento do Departamento de Vigilância à Saúde da Prefeitura de Cubatão-SP. É diretor da empresa Sustentech – Informação, Tecnologia e Sustentabilidade Ltda. Inscreva-se aqui

Webinar Saúde Ambiental

Tema: “ Toxicologia Ambiental: Um olhar para as áreas contaminadas” – ABES-SP

Data: 20 de janeiro de 2017

Horário: 10h30 as 11h15

Palestrante: Prof Dr. Fábio Kummrow

Possui graduação em Farmácia e Bioquímica pela Universidade do Vale do Itajaí, Mestre em Farmácia (na área de concentração Toxicologia e Análises Toxicológicas) pela Universidade de São Paulo e Doutor em Toxicologia e Análises Toxicológicas pela Universidade de São Paulo. Atua como Professor das unidades curriculares Análises Toxicológicas e Ecotoxicologia na Universidade Federal de São Paulo do campus Diadema. Inscreva-se aqui

Fonte: ABES | www.abes-dn.org.br
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