gbc

Roteiro para Cálculo de Coordenadas – QGIS

Via Processamento Digital

O objetivo desse tutorial é apresentar os passos necessários para realizar um cálculo de coordenadas geográficas no QGIS.

Amanda Péscio, colaboradora do Processamento Digital, apresenta uma descrição detalhada da localização espacial dos pontos que formam o perímetro de uma propriedade e que se dá por meio de coordenadas.

A Coordenada Geográfica é uma das opções para identificar e demonstrar estes pontos. Elas formam um sistema de localização que se estrutura através de linhas imaginárias, traçadas paralelamente entre si nos sentidos norte-sul e leste-oeste, medidas em graus. Com o cruzamento entre essas linhas, criam-se pontos precisos de localização.

Essas linhas imaginárias são chamadas de paralelos e meridianos, e suas medidas em graus são, respectivamente, as latitudes e as longitudes. Os paralelos cortam a Terra horizontalmente, no sentido leste-oeste, enquanto os meridianos cortam a Terra verticalmente. (Pena, 2016).

Confira o tutorial completo através do link:

QGIS_Formula_para_Adicionar_Coordenadas_Geograficas_nos_Pontos

Fonte: Processamento Digital | www.processamentodigital.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc

TJSC: Construtora que atrasa edificação está obrigada a bancar aluguel para comprador

Via IRIB

A sentença determina que a construtora honre com o aluguel atrasado e mantenha esta obrigação até a conclusão e entrega do apartamento devido ao consumidor

O juiz Mauro Ferrandin, que atualmente responde pela 1ª Vara Cível da comarca de Itajaí, condenou construtora local ao pagamento de aluguel mensal em favor de um consumidor envolvido em negociação de imóvel que previa a entrega de apartamento em janeiro de 2015, obrigação descumprida pela empresa até o momento.

O cliente, no contrato de compra e venda, entregou um imóvel para a construtora avaliado em R$ 600 mil. Recebeu em troca R$ 150 mil em espécie e a promessa de um apartamento, no valor de R$ 450 mil, para janeiro de 2015. Uma das cláusulas previa, em caso de atraso na entrega, que a empresa passaria a arcar com aluguel em favor do consumidor. O autor apresentou comprovante de que banca sua atual moradia com suporte de R$ 2,5 mil por mês.

A construtora promoveu a denunciação da lide a outra empresa, a quem cedeu os direitos de edificar. Sua argumentação, entretanto, não foi acolhida pelo magistrado. O atraso da obra e eventuais reflexos para a construtora, inclusive a condenação nesta ação, detalhou Ferrandin, devem ser resolvidos em ação regressiva instaurada contra terceiros, sem necessidade de trazê-los a este processo e tumultuar discussão cuja solução é simples.

“Eventual reflexo pela mora na conclusão da obra deve ser resolvido entre cedente e cessionário”, concluiu. A sentença determina que a construtora honre com o aluguel atrasado e mantenha esta obrigação até a conclusão e entrega do apartamento devido ao consumidor. Cabe recurso ao Tribunal de Justiça.

Autos nº. 0306139-25.2015.8.24.0033

Fonte: IRIB | www.irib.org.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc_engenharia

Entenda como você pode cotar lotes com apenas um clique

Via MundoGeo

Entre muitas novidades presentes no Métrica TOPO 2016, um dos recursos que podemos destacar é a ferramenta de cotar lotes automaticamente.

Em sua versão anterior, no TopoEVN 6, era possível cotar apenas pontos e segmentos de reta. Agora, no novo Métrica TOPO 2016 lançado em maio deste ano, também é possível utilizar a ferramenta Cotar nos projetos de loteamentos. Dessa forma, a tarefa que era manual e trabalhosa, tornou-se ágil e muito menos exaustiva.

Na entrega de projetos urbanísticos de loteamentos é necessário que todas as informações estejam corretamente inseridas na planta. O processo repetitivo de cotar os lotes manualmente é muito suscetível de erros por exaustão. A nova ferramenta de cotar lotes evita este tipo de problema nesta fase do projeto, além de possibilitar rápido resultado, aumentando a produtividade do profissional de forma confiável.

Confira neste tutorial como utilizar esta nova ferramenta. Vamos lá?!

Cotando loteamentos no Métrica TOPO 2016

Você deverá criar um novo projeto em seu Métrica TOPO e importar o .DWG com o loteamento para o ambiente CAD ou então reabrir um projeto já existente que contenha os desenhos dos lotes que deseja trabalhar.

Fundo: MundoGeo | www.mundogeo.com
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc_engenharia

Profissionais de registro público podem responder por danos a terceiros

Via IRegistradores

Os agentes dos serviços de tabelionato, como tabeliães, notários e oficiais de registro público, têm responsabilidade pelos eventos que causam danos a terceiros. Nesses casos, o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) refuta a interpretação de que há a responsabilização exclusiva dos entes estatais.

O posicionamento da corte esteve presente no julgamento de recurso no qual um herdeiro defendia que os danos causados a terceiros por serventuário de cartório, no exercício de suas funções, eram de responsabilidade da Fazenda Pública de São Paulo.

Os danos alegados foram sofridos em virtude de operação de compra e venda de imóvel realizada por meio de procurações falsas, registradas em tabelionato na capital paulista.

“Em hipóteses como a dos autos, em que houve delegação de atividade estatal, verifica-se que o desenvolvimento dessa atividade se dá por conta e risco do delegatório, tal como ocorre com as concessões e as permissões de serviços públicos”, afirmou o ministro Humberto Martins ao rejeitar o recurso.

Pesquisa Pronta

Diversas decisões relativas à responsabilidade do Estado por danos causados por agentes de registros públicos estão agora disponíveis na Pesquisa Pronta, ferramenta on-line do STJ criada para facilitar o trabalho de quem deseja conhecer o entendimento dos ministros em julgamentos semelhantes.

A ferramenta reuniu dezenas de acórdãos sobre o tema Análise da responsabilidade do Estado por danos causados por tabeliães, notários ou oficiais de registro público. Os acórdãos são decisões já tomadas por um colegiado de ministros do tribunal.

A ferramenta oferece consultas a pesquisas prontamente disponíveis sobre temas jurídicos relevantes, bem como a acórdãos com julgamento de casos notórios.

Embora os parâmetros de pesquisa sejam predefinidos, a busca dos documentos é feita em tempo real, o que possibilita que os resultados fornecidos estejam sempre atualizados.

A Pesquisa Pronta está permanentemente disponível no portal do STJ. Basta acessar Jurisprudência > Pesquisa Pronta, na página inicial do site, a partir do menu principal de navegação.

Fonte: IRegistradores | www.iregistradores.org.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

GBC_Engenharia

Justiça volta a autorizar cobranças de taxa de marinha

Via Gazeta Online

Com a nova decisão já estão valendo as cobranças das taxas que vencem a partir do próximo dia 29

As cobranças de taxas de marinha – foro, taxa de ocupação e laudêmio – voltou a ser autorizada pela Justiça. O Tribunal Regional Federal, no Rio de Janeiro, suspendeu a sentença que impedia a cobrança das taxas.

Com a nova decisão já estão valendo as cobranças que vencem a partir do próximo dia 29 de julho.

A decisão anterior – de suspensão da cobrança -era do juiz federal Aylton Bonomo Júnior, do último dia 29 de junho, e afetava mais de 50 mil proprietários que possuem imóveis localizados em áreas da União. Na ocasião, ele dava à União um prazo de 15 dias para suspender as cobranças.

O processo referente às duas sentenças teve início em uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2012. Foram questionados, na época, os procedimentos demarcatórios – que vão da definição do que são as áreas de Marinha até a identificação de quem nelas vive – feitos pela SPU. O caso envolve áreas demarcadas antes de 2007.

A decisão anterior da Justiça Federal, agora suspensa, determinava ainda que todos os procedimentos demarcatórios fossem suspensos, que fossem consideradas nulas as averbações feitas nas escrituras, informando que o imóvel ou parte dele está em área de marinha. O mesmo aconteceria com os contratos chamados enfitêuticos e com os Registros Imobiliários Patrimoniais (RIP’S) junto à SPU. Por enquanto, tudo isto foi suspenso até que o processo seja concluído e transitado em julgado.

Fonte: Gazeta Online | www.gazetaonline.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc

Nova lei reduz burocracia para reformar ou construir imóvel em SP

Via Rede Nossa São Paulo
Por Artur Rodrigues – Folha de São Paulo

Para fazer uma pequena reforma hoje em um apartamento ou casa na cidade de São Paulo, os proprietários são obrigados pela lei a juntar uma série de documentos e conseguir um alvará na subprefeitura mais próxima.

Embora muitas vezes desobedecida, a exigência vale para alterações como a de disposição de paredes internas –que só podem ser iniciadas com essa autorização ou se o poder público não se manifestar após 30 dias.

O novo Código de Obras, aprovado pela Câmara Municipal e que deve ser sancionado nas próximas semanas pelo prefeito Fernando Haddad (PT), eliminará a necessidade desse tipo de procedimento.

A legislação define aquilo que pode e não pode ser feito dentro de todos os lotes. Isso inclui construções, reformas e regularização de imóveis. A proposta da nova lei é diminuir a burocracia, ao eliminar a exigência de autorizações e documentos.

Na prática, fiscais da prefeitura deixarão de analisar cerca de 800 itens relativos a aspectos estruturais e internos das obras, como os formatos de janelas ou a altura do pé-direito de um imóvel. “É um movimento de a prefeitura não ficar olhando detalhe interno da obra”, afirma Dario Durigan, assessor especial da Secretaria Municipal de Governo.

A responsabilidade agora será delegada aos arquitetos e engenheiros, uma antiga demanda de associações ligadas a esses grupos. Ou seja, os proprietários de imóveis não dependem mais de aval da prefeitura para essas pequenas obras, mas de algum profissional que assine por elas caso tenham algum problema.

“Com a proliferação das regras técnicas seguidas por arquitetos e engenheiros, faz menos sentido uma lei definir esses pontos. O código de 2016 veio com essa pegada de simplificar”, diz Durigan.

Na hora de construir deixarão de ser obrigatórios alvarás específicos de construção de um muro de arrimo ou tapume, por exemplo. Tudo será unificado no alvará de aprovação – documento que terá prazo de validade prorrogado de um para dois anos.

Para agilizar os processos, que muitas vezes consistem em um vaivém do projeto pela mesa dos técnicos, determinados casos serão sumariamente indeferidos –como na falta de documentação ou infração grave à legislação.

No caso de indeferimento, a quantidade de instâncias para recorrer cairá de cinco para três. Atualmente, vários processos chegam à mesa do prefeito, que deixará de decidir casos específicos.

Com a desburocratização, a prefeitura espera que processos que hoje chegam a durar uma década passem a tramitar, em média, por 90 dias. Questões urbanísticas (como recuo ou altura de um prédio) e ambientais continuarão sendo analisadas pela prefeitura.

ENTENDA O CÓDIGO DE OBRAS

Nova lei que regula construções e reformas na cidade deve ser sancionada por Haddad até o fim do mês

PARA CONSTRUÇÃO

Como é hoje
1 – A pessoa que quer construir um imóvel procura a prefeitura para apresentar o projeto
2 – A prefeitura avalia tanto aspectos internos quanto externos da obra
3 – São concedidos alvarás separados para vários pontos (para fazer tapumes ou muros de arrimo, por exemplo)
4 – Só se pode começar quando to-dos os alvarás forem emitidos ou se a prefeitura não se manifestar em 30 dias

Como vai ficar
1 – A pessoa ainda terá que apresentar o projeto
2 – A prefeitura, porém, avaliará apenas aspectos externos da obra, como recuo dos prédios
3 – Será concedido apenas um alvará geral, que englobe várias exigências
4 – Com o aval, o morador poderá começar a construção

PARA REFORMAS

Como é hoje
1 – Se quiser fazer qualquer mudança, a pessoa precisa comunicar o projeto à prefeitura
2 – A prefeitura avalia cada detalhe de acordo com o Código de Obras atual (há cerca de 800 itens)
3 – O município concede um alvará de reforma ou pede mudanças no projeto
4 – O morador pode realizar a reforma depois que ele for aprovado ou se demorar mais de 30 dias

Como vai ficar
1 – O arquiteto responsável só precisará seguir as regras da ABNT
2 – O morador poderá iniciar as obras sem comunicar a prefeitura

POR QUE A MUDANÇA

A ideia é diminuir a burocracia para agilizar processos que hoje podem demorar mais de uma década

OUTRAS MUDANÇAS

- A medida permitirá que edificações antigas sejam requalificadas e regularizadas mediante adaptações
– Hoje, a última instância de recursos é o prefeito. Agora, a decisão será dos subprefeitos e do secretário municipal de Licenciamento

Hoje, boa parte dos imóveis da cidade está irregular. Caso haja interesse do proprietário, será possível regularizar a construção mediante adaptações e certificado do arquiteto ou engenheiro responsável. Alguns imóveis antigos, construídos antes da legislação de segurança atual, nunca conseguiriam se adequar às regras pelas normas atuais.

O código abre espaço para o chamado retrofit, a requalificação interna dos prédios. Questões de acessibilidade, por exemplo, continuarão sendo exigidas, mas dentro da possibilidade de cada local.

As multas também ficaram mais leves. Atualmente, a multa incide sobre o perímetro total da propriedade. Com a nova lei, será calculada apenas sobre a área específica onde ocorreu a irregularidade.

Se um imóvel legalizado ganha um puxadinho sem autorização, por exemplo, caso seja autuado por fiscais, o cálculo será apenas sobre a área feita ilegalmente.

Vereadores da bancada religiosa exigiram uma legislação menos rígida para templos como condição para aprovar a lei. Os locais terão desconto de 90% nas multas.

Matéria publicada originalmente na Folha de S. Paulo.

Fonte: Rede Nossa São Paulo | www.nossasaopaulo.org.br
Por Artur Rodrigues – Folha de São Paulo
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc

A Usucapião em bem de familia e os direitos das mulheres face ao programa Minha Casa Minha Vida

Via Jus Brasil

O Direito à moradia se tornou um direito universal, aceito e aplicável em todas as partes do mundo como fundamental para a vida das pessoas a partir da Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948 e ratificado pela Constituição da Republica Federativa do Brasil de 1988.

No Brasil nas últimas décadas, diante do crescimento populacional e urbano desproporcionais ao número de moradias construídas, o Governo Federal cria políticas para concretizar o direito fundamental à moradia.

Diante deste enorme desafio na estruturação de políticas habitacionais, o Governo Federal lançou o Programa Minha Casa, Minha Vida, instituído pela Lei nº 11.977, de 07 de julho 2009, criado para construir unidades habitacionais ou reformar imóveis.

O beneficiário do Programa Minha Casa Minha Vida é o grupo familiar, definido como unidade nuclear composto por um ou mais indivíduos. Podem ser beneficiadas pelo programa a Família Unipessoal (como pessoas solteiras ou viúvas), a Família Matrimonial (proveniente do casamento) ou a Família informal (união estável), todas com ou sem filhos.

Em 08 de março de 2012, a Presidenta Dilma Rousseff adotou a Medida Provisória 561, publicada no Diário Oficial da União, que entre outras disposições, acrescentou o artigo 35-A à Lei nº 11.977, de 07 de julho 2009 (PMCMV).

Portanto, o referido artigo dispõe que a propriedade de imóvel adquirido na constância de casamento ou união estável, no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, será registrada em nome da mulher ou a ela transferida em caso de dissolução da união estável, separação ou divórcio, excluindo-se os casos que envolvessem recursos do FGTS.

Observa-se que o imóvel é transferido ao marido ou companheiro, ou registrado em seu nome, quando a guarda dos filhos do casal for atribuída exclusivamente a ele.

Inicialmente cumpre destacar a importância dos direitos conquistados pela mulher notadamente a partir do século passado, através das modificações ocorridas nos diplomas legais. Historicamente, no caso da família, o modelo foi predominantemente patriarcal, onde mulher e filhos sempre estiveram submissos ao homem.

A mulher conseguiu seu espaço na sociedade como cidadã, conquistando a formalização da igualdade de condições com o homem, após lutas em busca de sua emancipação.

Entretanto, a inclusão do artigo 35-A na lei 11.977 de 2009, confrontam os princípios consagrados na Constituição Federal de 1988, quais sejam, o Princípio da Igualdade e da Dignidade da Pessoa Humana.

Nesse contexto, podemos traçar um panorama geral da concepção do direito à moradia como um direito fundamental e social, analisar as políticas empregadas ao longo das últimas décadas para fazer cumprir esse direito, bem como demonstrar que as recentes alterações instituídas confrontam os preceitos fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988.

O artigo 1.240-A do Código Civil de 2002 trouxe a usucapião familiar, a qual é caracterizada sobre a cota-parte do imóvel na qual o companheiro ou cônjuge que abandonar o lar sofrerá a perda de sua cota, não sendo proprietário de outro imóvel, seja urbano ou rural e que permaneça durante o prazo de dois anos ininterruptos na posse mansa e pacífica do bem sem que haja um litígio com aquele cônjuge ou companheiro que saiu do lar.

Apesar de entendimentos de que a Constituição Federal veda qualquer tipo de discriminação em função do sexo e, a permissão de que o ex-marido ou ex-companheiro mantenha o título da propriedade do imóvel apenas quando a guarda dos filhos seja atribuída exclusivamente a ele poderá ser meio de cercear direitos constitucionalmente garantidos.

Por outro lado se observa a dificuldade de um cônjuge com guarda dos filhos obter meios e garantias para possuir um imóvel, o que também não estará em consonância com a Constituição quanto a proteção a família.

Portanto, a entrega de imóvel do Programa Minha Casa Minha Vida a apenas um dos cônjuges, sendo que na maioria dos casos o bem passa para o nome da mulher, ou aquele que tenha a guarda dos filhos é meio de viável concomitantemente com o uso de usucapião familiar previsto no artigo 1.240-A do Código Civil.

Fonte: Jus Brasil | www.jpsm.jusbrasil.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc

Consciência ambiental faz empresário divulgar e comercializar eco lubrificantes

Via Revista Ecológica

Mudança no comportamento tanto pessoal como empresarial para colaborar com o planeta

Foi a partir do momento que o empresário de São José dos Campos, Luis Carlos Maldonado, tomou consciência de sua parcela de colaboração na catástrofe ambiental planetária resolveu partir para ação em defesa do meio ambiente em um dos segmentos de maior contaminação da água e do solo, o de lubrificantes. Ainda passou a estudar o assunto, física quântica e se compreender dentro da nova ordem mundial.

A melhor maneira para alcançar resultados imediatos em sua nova proposta de vida e de interação planetária foi mudar os itens que comercializa por sua empresa, a Lubvap, que atende todo o Brasil no setor de graxas e óleos para equipamentos pesados. E veio numa troca de produtos poluentes por biodegradáveis e eco eficientes.

Sua mudança partiu das palestras e das conversas que teve com o empresariado e os argumentos de sustentabilidade num evento.
“Estive na Feira Internacional de Meio Ambiente no ano passado, realizada na Expo Center Norte, em São Paulo, e constatei que temos um discurso muito forte na questão ambiental, mas adotamos práticas atrasadas, as mesmas usadas desde os anos 60. Estou percebendo que o clima está mudando, o planeta está reagindo a toda essa destruição, a crise hídrica do Sudeste foi um alerta para todos”, observou.

Ele relata que tem clientes num esforço imenso para se adequar as novas realidades, com equipamentos altamente sofisticados, mas sem obterem resultado. “De nada adianta se continuarem a usar o que faz a engrenagem funcionar, que são as graxas e óleos altamente poluidores”, explicou o empresário.

O choque de realidade foi tão intenso que resolveu radicalizar. Começou por mudar o foco e o nome da empresa. Sua linha de produtos tendo como base os biodegradáveis e eco eficientes. O nome da Lubvap deixou de apresentar ‘serviços e distribuidora de lubrificantes e químicos’ e passou para ser de ‘distribuidora de lubrificantes eco eficientes on-line’.

Os óleos e graxas lubrificantes estão entre os poucos derivados de petróleo que deixam de ser totalmente consumidos durante o seu uso. Apenas 1 litro de óleo lubrificante usado pode contaminar um milhão de litros de água. Caso o produto seja derramado ou despejado no solo, inutiliza a terra para a agricultura e para a construção civil. Se atingir o lençol freático, também contamina a água dos poços da região, tornando-as impróprias para qualquer tipo de uso.

Segundo o empresário os produtos lubrificantes eco eficientes chegaram para atender uma nova ordem econômica mundial e, inclusive, das necessidades do próprio país. Maldonado relembra que neste ano uma mineradora despejou toneladas de resíduos no Rio Paraíba do Sul e causou um problema as águas que abastecem diversas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Para ele, o risco deste tipo de atividade como do agronegócio se tornam cada vez maiores com o passar do tempo.

“São maquinários caríssimos e que operaram diretamente com a terra ou com a água, muitas vezes sem as manutenções preventivas necessárias. No caso de um acidente, mesmo com derramento de baixa quantidade de lubrificante convencional, os prejuízos também econômicos são imensos, inclusive as multas”, salientou. “O biodegradável elimina esse problema do aspecto ambiental e garante um melhor desempenho para a máquina, o que diminui em muito as manutenções”.

A Lubvap passou a atender no e-commerce, tal a procura por produtos com certificação ambiental ISO 18000 e que seja ecologicamente correto. Os lubrificantes ecológicos dez vezes mais eficientes que os comuns e podem ser usados em maquinários de mineradoras, do segmento agrícola, do setor fabril e da construção civil. Além de tratores, extratoras, barcos, trens, equipamentos florestais, os caminhões off e on the road também podem usar o produto.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, pelo menos 30% do óleo lubrificante que chega às oficinas deveria ser devolvido às refinarias para o reaproveitamento. O óleo lubrificante contém elementos tóxicos, como cromo, cádmio, chumbo e arsênio, oriundos da fórmula original ou absorvidos do próprio motor do equipamento.

O lubrificante eco eficiente além de biodegradável, ao tomar contato com o solo ou com a água altera sua composição química, por meio de reações com elementos presentes nestas superfícies, tornando-se inerte em pouco tempo e evaporando rapidamente. Esse é um processo inovador, que protege tanto as camadas superficiais da terra, como se dilui com baixíssimo grau tóxico nos corpos d’água que tem contato com essa nova linha de lubrificantes. Apesar do preço do produto ser mais alto que o convencional, sua performance chega a ser dezenas de vezes superior e anulando a possibilidade de um acidente ambiental, originado por contaminação de graxas e óleos.

Fonte: Revista Ecológica | www.revistaecologica.com
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc

Buraco na camada de ozônio está diminuindo: recuperação

Via Só Notícia Boa

Ótima notícia para o planeta! A câmara de ozônio, que protege o planeta do aquecimento e dos raios violetas do sol, está se recuperando pela primeira vez 16 anos.

Desde 2000, quando alcançou seu máximo histórico (25 milhões de quilômetros quadrados), o furo sobre o continente austral se reduziu em quatro milhões de quilômetros quadrados, quase meio Brasil.

Cientistas da Universidade de Leeds acreditam que a principal causa da recuperação foi o protocolo de Montreal, ou seja, a proibição dos compostos orgânicos clorados (clorofluorcarbono, CFC) que eram usados na limpeza a seco, na refrigeração e em sprays.

A substituição desses compostos por outros igualmente eficazes, porém inofensivos para a atmosfera, foi de importância capital.

Susan Solomon, geóloga do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, na sigla em inglês), pioneira nas pesquisas sobre a destruição do ozônio, apresenta os resultados na Science com colegas do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, de Boulder (Colorado), e da Universidade de Leeds, no Reino Unido.

O trabalho combina observações por balões e satélites com avançados modelos matemáticos.

“Agora podemos acreditar que as coisas que estamos fazendo colocaram o planeta no caminho da cura”, diz.

A perda de ozônio tem efeitos diretos sobre a saúde, porque esse gás é, nas camadas altas da atmosfera, a proteção natural mais importante contra a radiação ultravioleta da luz solar, que causa câncer de pele, catarata e danos ao sistema imunológico.

As Nações Unidas estimam que o protocolo de Montreal evitará dois milhões de casos de câncer de pele desde sua entrada em vigor até 2030.

Fonte: Só Notícia Boa | www.sonoticiaboa.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais

gbc

Brasileiro leva prêmio máximo da Genius Olympiad nos EUA

Via Só Notícia Boa

Um brasileiro faturou o prêmio máximo na Genius Olympiad, em Nova York, EUA, uma das competições mais renomadas do mundo sobre projetos de estudantes do ensino médio, a respeito de questões ambientais.

Helyson Lucas Bezerra, de 20 anos, conquistou a medalha de ouro por ter criado uma polpa de frutas antiviral. A premiação foi na semana passada.

Com a mistura de acerola, caju, goiaba e óleo de romã, ele preparou uma polpa, que se mostrou um poderoso antiviral à base apenas de frutas.

A orientadora Renata Chastinet conta que foram realizados testes em pessoas que tomaram o medicamento natural e em outras em quem foi ministrado remédio industrializado.

Aquelas pessoas que tomaram a polpa tiveram melhora no sistema imunológico, com aumento de leucócitos, redução de sintomas e destruição mais rápida do vírus.

Para Helyson, a descoberta oferece um produto natural, eficaz e barato, podendo atender grande parcela da população.

Natural de Iracema, no interior do Ceará, o jovem foi aluno do curso técnico em Meio Ambiente do campus de Limoeiro do Norte do IFCE.

O projeto “Ação sinergética de antiviral natural”, que uniu conhecimento científico e popular, começou em 2013.

Fonte: Só Notícia Boa | www.sonoticiaboa.com.br
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

Leia Mais