Censo 2010

IBGE publica edital com 1.409 vagas para o Censo Agropecuário

Via Mundo Geo | www.mundogeo.com

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o edital do Processo Seletivo Simplificado (Edital nº 01/2016) com 1.409 vagas temporárias para a realização do Censo Agropecuário 2016.

A Fundação Cesgranrio será a organizadora do processo seletivo e as inscrições estarão abertas de 26/01/2016 a 22/02/2016, pelo site http://www.cesgranrio.org.br/concursos/evento.aspx?id=ibge0116. O edital também pode ser consultado no portal do IBGE, em www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/temporario_abertos.shtm.

Das 1.409 vagas, 223 são para Analista Censitário, distribuídas nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal; 700 para Agente Censitário Administrativo, distribuídas nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal; e 486 vagas para Agente Censitário Regional, em 459 municípios de 24 estados. Para todas as funções, há vagas reservadas a pessoas com deficiência e pessoas negras ou pardas. Para consultar o quadro de vagas completo, veja o anexo V disponível no edital.

O valor da inscrição é de R$ 120,00 para a função de Analista Censitário; R$ 35,00 para a função de Agente Censitário Administrativo e R$ 50,00 para a função de Agente Censitário Regional.

As vagas de Analista Censitário requerem nível superior em diversas áreas, com retribuição de R$ 7.166,00. Já os cargos de Agente Censitário Administrativo e Agente Censitário Regional são de nível médio, com retribuições de R$ 1.560,00 e R$ 3.000,00, respectivamente. Os contratados farão jus, ainda, a auxílio-alimentação e auxílio-transporte.

A previsão de duração do contrato é de até 31 meses para o Analista Censitário; 22 meses para o Agente Censitário Administrativo; e 16 meses para o Agente Censitário Regional.

A realização das provas está prevista para o dia 22/05/2016 e a divulgação do resultado final para o dia 14/07/2016.

Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
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Cartórios paulistas passam a oferecer atendimento em libras em todo o estado

Via Cartório SP | www.cartoriosp.com.br

Com o objetivo de atender aos cerca de 586 mil deficientes auditivos do Estado de São Paulo*, e a entrada da Lei n°13146/15, que regulamenta a prestação de serviços às pessoas portadoras de deficiência, os Cartórios de todo o Estado de São Paulo passam a disponibilizar a partir desta segunda-feira (18.01) em todas as suas unidades, o Sistema de Atendimento a Deficientes Auditivos, em uma iniciativa inédita da Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (ANOREG/SP).

O novo sistema passa a integrar o atendimento presencial no cartório a um intérprete de Libras que estará disponível por teleconferência. A iniciativa demonstra a busca constante da Associação por novas tecnologias que promovam a inclusão e a melhor experiência dos cidadãos. De acordo com o presidente da Anoreg/SP, Leonardo Munari de Lima, “é preciso tratar a inclusão dos deficientes com consciência e responsabilidade, vislumbrando uma oportunidade de crescimento social e não como uma mera obrigação jurídica”.

A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos com estrutura gramatical própria, proveniente de comunidades de pessoas com deficiência auditiva do Brasil, realizada por meio de sinais formados pela combinação de formas e de movimentos das mãos e de pontos de referência no corpo ou no espaço.

A iniciativa implantada pela ANOREG/SP, conta com o apoio das demais entidades de notários e registradores paulistas: Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), Colégio Notarial do Brasil, seção São Paulo (CNB-SP) e Instituto de Estudos de Protestos de Títulos do Brasil – São Paulo (IEPTB/SP)

Fonte: Cartório SP | www.cartoriosp.com.br
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Gasto com escritura e cartório pode ser deduzido por lucro imobiliário

Via Diário das Leis | www.diariodasleis.com.br

Meu imóvel é lançado no Imposto de Renda (IR) pelo valor de R$ 480 mil. Estou vendendo por R$ 600 mil. É possível agregar o valor gasto com a escritura e o registro no cartório ao valor do imóvel lançado no IR e assim diminuir o lucro imobiliário? O fundo de reserva que pago mensalmente no meu condomínio também pode ser descontado?

Sim, você pode adicionar aos gastos de compra do imóvel os valores pagos para registro e escrituras em cartório. No valor de compra do imóvel devem ser considerados, além do que foi pago pelo bem em si, os gastos com corretagem (caso tenham sido pagos pelo comprador), juros e encargos de financiamento, registros, escrituras e o valor referente ao Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Outros gastos com reformas, benfeitorias e ampliações realizadas no imóvel também podem ser declarados e somados ao custo do imóvel, mas desde que sejam devidamente comprovados com documentação e declarados à Receita Federal. Atente ao fato de que são consideradas benfeitorias apenas as obras que agreguem valor ao imóvel, por exemplo, iluminação embutida ou troca de piso que altere o padrão do apartamento. Até mesmo os gastos com pequenas obras, como pintura, reparos em azulejos, encanamentos, pisos e paredes. Sobre a contribuição mensal ao fundo de reserva, não entendo que tenha essa característica, mesmo porque a obra para alterar o valor do edifício tem que ser aprovada pela prefeitura e com todos os recebidos devidamente guardados. Para conhecer o valor exato do imposto a pagar, em caso de venda de imóvel deve ser usado o Programa de Apuração de Ganhos de Capital (GCap) referente ao ano em que ocorreu a alienação. Acessando o referido programa o contribuinte deve preencher todos os dados da transação. Com base nesses dados o programa irá calcular o valor do ganho de capital correto, considerando, inclusive, os descontos já previstos em lei.

Quero saber qual é a diferença entre o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (PROER) e o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Informo também que tenho dinheiro em aplicação no banco Pan, em quantia superior a R$ 250 mil. Como fica essa relação entre o banco Pan e o BTG Pactual? Qual risco estou correndo?

O Proer foi um programa do governo criado para evitar a quebradeira de bancos e o FGC é uma associação civil que mantém um fundo com recursos privados para proteger os investidores. Proer é o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional. Ele foi instituído em novembro de 1995 pela Medida Provisória nº. 1.179 e pela Resolução nº. 2.208). A partir desse instrumental, o Banco Central do Brasil passou a agir preventivamente com a intenção de proteger o sistema financeiro e, dessa maneira, ter a possibilidade de socorrer instituições financeiras que venham a representar ameaça ao mercado ou que possam afetar o risco sistêmico da economia. O fato é que o Proer tornou-se muito polêmico e que injetou quase R$ 30 bilhões em sete bancos privados quebrados. FGC é o Fundo Garantidor de Crédito, uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado, criada através da Resolução nº 2.211 de 1995. O FGC tem como missão: a) proteger depositantes e investidores no âmbito do Sistema Financeiro Nacional, até os limites estabelecidos pela regulamentação; b) contribuir para a manutenção da estabilidade do Sistema Financeiro Nacional; c) contribuir para prevenção de crise bancária sistêmica. De maneira resumida, o FGC dá garantias a créditos de instituições financeiras, tais como: depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio, depósitos de poupança; Letras de Câmbio; Letras Imobiliárias; CDB etc. O limite de garantia básico é para aplicações de até R$ 250 mil, com exceção ao Depósito a Prazo com Garantia Especial (DPGE), que tem a garantia de até R$ 20 milhões. Quanto à sua situação, seu risco no Pan é de todo valor superior a R$ 250 mil, ou seja, que não é coberto pelo FGC. Mas, entenda que, embora o BTG Pactual seja controlador do Pan, pois detém 51% das ações do banco, não se pode confundir uma instituição com a outra. Além disso, 49% das ações do BTG pertencem à Caixa Econômica Federal, além de outros acionistas.

No caso de doação de ações, o valor de referência para o cálculo do Imposto sobre Transmissão de Causa Mortis e Doações (ITCMD) pode ser o custo histórico? Ou ele tem de ser o valor de mercado (por exemplo: cotação de fechamento na Bovespa do dia anterior ao da doação?)

No caso de doação de ações, deve ser considerada, para apuração do Imposto sobre Transmissão de Causa Mortis e Doações (ITCMD), a cotação média do dia da lavratura da escritura ou no dia imediatamente anterior. No caso de não haver pregão, ou quando o título não for negociado naquele dia, deve ser regredido o prazo, se for necessário, em até 180 dias. Para cotas, participações ou quaisquer títulos representativos de capital social para os quais não exista mercado ativo, o valor a ser lançado pode ter como base atos constitutivos atualizados, balanço patrimonial, demonstrativo do valor contábil das cotas ou títulos atualizado segundo a variação da Unidade Fiscal (no caso de São Paulo chamada UFESP) da data de balanço até o momento do fato gerador. Há, também, as hipóteses da empresa não ser obrigada a publicação de balanço ou a apresentação de patrimônio líquido negativo. Nestes casos, serão considerados o valor nominal das cotas, ações ou outros títulos representativos. O ITCMD é um tributo estadual que tem a alíquota de 4% sobre o valor de transmissão ou doação. O contribuinte deve preencher os dados no ITCMD Web, sistema informatizado que possibilita o preenchimento e a transmissão da declaração do imposto à Receita Estadual, mas é preciso ficar atento ao fato de que é necessário observar a lei própria de cada Estado com relação a isenções e atualização de valores.

Fonte: Diário das Leis | www.diariodasleis.com.br
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Mais de 30% dos solos no mundo estão degradados, revela estudo da FAO/Embrapa

Via Mundo Geo | www.mundogeo.com

Os solos são a base para a produção de alimentos, fibras, energia, além de prover vários serviços ambientais e proteger dos efeitos deletérios das mudanças climáticas. É o que afirma a pesquisadora da Embrapa Solos (RJ) Maria de Lourdes Mendonça, após o lançamento de um estudo do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO/ONU) sobre o tema, no último dia 4 de dezembro.

Entre vários tópicos, o documento, que contou com a parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária para ser produzido, revela que 33% dos solos do mundo estão degradados. “Status of the World’s Soil Resources” reúne o trabalho de cerca de 200 cientistas do solo de 60 países. Maria de Lourdes fez parte do conselho editorial, além de pesquisadores de outras unidades que também participaram da publicação.

“Este relatório estabelece o estado da arte dos solos do mundo, no contexto global e regional. Este documento é de suma importância para conhecermos o estado em que se encontram os solos hoje e, a partir de então, monitorarmos os progressos que todas as nações devem fazer, no intuito de recuperar seus solos degradados e zelar pelo uso e manejo sustentável deste recurso imprescindível à vida na terra”, ressalta a pesquisadora.

De acordo com Maria de Lourdes, a conclusão mais importante do estudo é que a maioria dos solos do mundo encontra-se em condições razoável, pobre ou muito pobre.

“Os estudos mais detalhados em cada região do mundo, bem como os estudos de casos contidos no relatório, confirmam este resultado. Não há motivos para otimismo. E se ações concretas não forem tomadas pelos indivíduos, pelas instituições, pela sociedade e pelos tomadores de decisão, a tendência é que estas condições possam piorar”, alerta.

O estudo “Status of the World’s Soil Resources” mostra ainda que os solos brasileiros também sofrem com a salinização, poluição e acidificação. Para combater este problema da degradação dos solos e da consequente perda de sua capacidade produtiva “é necessário aliar maior conhecimento dos nossos solos – necessitamos retomar os programas de levantamentos de solos no Brasil, em escalas adequadas à tomada de decisão – a legislações e políticas públicas de uso e manejo sustentável dos solos”.

“Isto deverá criar uma governança, definindo e subsidiando as ações dos nossos agricultores, no sentido de adotar e aplicar boas práticas de manejo e conservação de solos.”

Neste contexto, Maria de Lourdes sugere: minimizar a degradação dos solos e restaurar os solos degradados; estabilizar a matéria orgânica nos solos e sua biota; usar adequadamente os fertilizantes, de acordo com as especificações do solo; e melhorar o conhecimento detalhado dos solos.

Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
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Entidades do extrajudicial iniciam diálogo a fim de firmarem parceria para troca de informações

Via Registradores | www.iregistradores.org.br

No final do ano passado, o Presidente da Associação dos Registradores de Imóveis (ARISP), dr. Francisco Raymundo, esteve reunido com a Oficiala de Registro Civil das Pessoas Naturais e Tabeliã de Notas, dra. Maria Beatriz Lima Furlan; o presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), dr. Luís Carlos Vendramin Júnior; a Oficiala de Registro Civil das Pessoas Naturais e Tabeliã de Notas, dra. Monete Hipólito Serra; e com o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (Anoreg-SP), dr. Leonardo Munari de Lima.

Na ocasião, iniciaram um diálogo a fim de firmarem um convênio de troca de informações entre as entidades.

As conversações serão retomadas a partir da segunda quinzena de janeiro de 2016.

Fonte: Registradores | www.iregistradores.org.br
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Micro habitação super confortável de 15 m² promete ser o futuro das casas de campo

Via Hypeness | www.hypeness.com.br

Muitas vezes, as férias dão mais problemas do que o esperado. Você se programa para gastar o mínimo possível, mas acaba pagando muito mais caro. Tudo isso gera muito estresse quando era para ser um momento de conforto e descanso.

Pensando nisso, a Getaway, uma startup lançada pelo Harvard Innovation Lab, quer mudar essa rotina oferecendo casas pequenas, com mais ou menos 15 metros quadrados, para alugar em vários lugares, como campos e florestas. A ideia é permitir que as pessoas acampem, só que com os mesmos confortos de uma casa, com sala, quarto, cozinha e banheiro. Interessante saber que as casas são movidas sobre rodas e abastecidas por energia solar, o que livra da dependência da rede elétrica.

Por enquanto, a empresa mantém casas apenas em Massachusetts, EUA, onde você consegue alugar cabines por US$ 99 (cerca de R$ 400). Um dos criadores do projeto, Pete Davis explica que há uma grande diferença entre as pessoas que opinam sobre viver em pequenas casas e as que realmente vivem.

“A ideia é mostrar, de uma maneira simples, que elas conseguem fazer um teste acampando nesse tipo de moradia. Tem que experimentar e ver como se sente”, explica Davis.

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Fonte: Hypeness | www.hypeness.com.br
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Cantareira já acumula 27% da chuva esperada para janeiro

Via Terra | www.noticias.terra.com.br

Chuva vai continuar

Após alguns dias com predomínio de tempo seco, ou quase sem chuva, voltou a chover de forma moderada sobre o sistema Cantareira. Entre a manhã do dia 1 e a manhã de 12 de janeiro choveu 10,8 mm, segundo a Sabesp. O total acumulado em 11 dias foi de 72,3 mm, o que corresponde a cerca de 27% a média de chuva para janeiro que é de 263 mm.

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O nível de água armazenada no sistema Canteira subiu um pouco mais nas últimas 24 horas. Segundo a Sabesp, no começo da manhã de 12 de janeiro de 2016, o nível era de 3,6% acima do limite mínimo da cota do volume útil. Quase todos os mananciais que abastecem a Grande São Paulo tiveram elevação do nível de armazenamento nas últimas 24 horas.

Mais chuva

O sistema Cantareira vai receber mais chuva nos próximos 15 dias. A previsão é de que chova praticamente todos os dias até 26 de janeiro. Até lá, devem ocorrer vários eventos de chuva moderada a forte. No fim desta semana, a passagem de uma nova frente fria pelo litoral paulista vai ajudar a aumentar a chuva. Nos mapas, a área do sistema Cantareira está desenhando em roxo.

Fonte: Terra | www.noticias.terra.com.br

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Despesas nas transações imobiliárias no Brasil e no mundo

Via Carta Forense | www.cartaforense.com.br
Por Reinaldo Velloso dos Santos. Tabelião de Protestos em Campinas – SP. Mestre em Direito Comercial pela Universidade de São Paulo

A edição 2015 do Relatório Doing Business, elaborado pelo Banco Mundial e disponível para consulta em worldbank.org, apontou que no Brasil o custo percentual para formalização e registro da transação imobiliária, calculado sobre o valor da propriedade, é semelhante ao dos Estados Unidos e Noruega; sendo inferior ao do Reino Unido e Singapura, e equivalente a menos de metade do custo de países como Alemanha, Argentina, Austrália, França e Japão.

Seguem alguns percentuais: África do Sul 6,2%; Alemanha 6,7%; Argentina 6,6%; Austrália 5,2%; Áustria 4,6%; Bélgica 12,7%; Brasil 2,5%; Canadá 3,3%; Chile 1,2%; China 3,6%; Colômbia 2,0%; Dinamarca 0,6%; Espanha 6,1%; Estados Unidos 2,4%; Finlândia 4,0%; França, 6,1%; Hong Kong 7,7%; Índia 7,0%; Itália 4,4%; Japão 5,8%; México 5,1%; Holanda 6,1%; Nova Zelândia 0,1%; Noruega 2,5%; Paraguai 1,9%; Peru 3,3%; Portugal 7,3%; Reino Unido 4,6%; Rússia 0,1%; Singapura 2,8%; Suécia 4,3%; Suíça 0,3%; Uruguai 7,0%; e Venezuela 2,5%.

Nesse contexto, percebe-se que o valor despendido para formalização e registro da transação imobiliária em nosso país está entre os menores do mundo.

Ao se comparar o sistema notarial e registral, vigorante no Brasil e outros países de tradição jurídica romano-germânica, com aquele existente nos Estados Unidos da América, verifica-se que o primeiro sistema, diante do maior grau de segurança jurídica propiciada, reduz a possibilidade de litígios e eventuais custos futuros. No sistema norte-americano, para se mitigar esse risco se faz necessária a contratação de um seguro.

Nesse sentido, Fernando P. Mendéz González, no brilhante artigo Registro de la propiedad y desarrollo de los mercados de crédito hipotecario, afirmou que: “en los Estados Unidos los expertos independientes consideran ineficiente su peculiar sistema, basado en la mayoría de los condados en unos registros públicos de documentos – mal organizados – lo que ha hecho necesario suplir la inseguridad jurídica con un seguro privado de títulos”.

Ou seja, o sistema existente no Brasil é mais eficiente, proporcionando maior segurança jurídica a um custo menor.

Em nosso país os emolumentos dos serviços notariais e de registro são fixados por lei, conforme previsão do art. 236, § 2º, da Constituição Federal. No Estado de São Paulo, por exemplo, a elaboração da Lei nº 11.331/2002 decorreu de amplos estudos realizados por Comissão instituída por Decreto do Governador de Estado. Aproximadamente 40% do valor dos emolumentos representam taxas e contribuições, destinadas ao Estado, ao Tribunal de Justiça, ao Ministério Público, à Carteira de Serventias do Instituto de Pagamentos Especiais do Estado, à compensação dos atos gratuitos de Registro Civil e às Santas Casas de Misericórdia.

Os emolumentos são fixados mediante a observância de faixas com valores mínimos e máximos, conforme valor da transação imobiliária ou valor tributário do imóvel. E, no Brasil, o valor dos emolumentos é bem inferior ao de outros países de tradição jurídica romano-germânica.

Por outro lado, cabe apontar que na formalização da transação imobiliária incide imposto de transmissão da propriedade, de competência municipal nos atos inter vivos; ou estadual, em se tratando de transmissão mortis causa ou doação. Essa tributação, aliás, representa a maior despesa em uma transação imobiliária, sendo muitas vezes superior ao valor dos emolumentos. No Município de São Paulo a alíquota do ITBI é atualmente de 3% e, no Rio de Janeiro, de 2%. A título comparativo, em Santiago do Chile a tributação é de apenas 0,2%, fato que justifica o menor custo final na transação.

Feitas essas considerações, cabe apontar que, em princípio, a escritura pública é essencial à validade do negócio jurídico que vise à transferência de direitos reais sobre imóveis, conforme disposto no art. 108 do Código Civil. A lavratura do ato pelo tabelião de notas, profissional do direito aprovado em concurso público, que atua de forma imparcial, confere a necessária segurança jurídica.

Em algumas hipóteses, no entanto, o negócio jurídico é formalizado por instrumento particular, como na concessão de financiamento imobiliário por uma instituição financeira. Nessas circunstâncias, não há a intervenção no ato de agente imparcial, com comprometimento do equilíbrio contratual. Além disso, a tarifa bancária incidente é estabelecida de forma unilateral e em valores geralmente superiores aos emolumentos notariais, especialmente quando utilizados recursos do FGTS pelo comprador.

Após a formalização da transação imobiliária, o título de transmissão – escritura pública ou instrumento particular – é encaminhado ao Registro de Imóveis da circunscrição do imóvel para qualificação e registro.

Os emolumentos relativos ao registro são cobrados apenas por ocasião do registro, sendo que a matrícula do imóvel permanece indefinidamente na serventia, cabendo ao oficial respectivo zelar por sua ordem e conservação, na forma dos artigos 24 e 26 da Lei de Registros Públicos.

É oportuno ressaltar que não existe necessidade de renovação periódica, como no seguro, ou a previsão de remuneração pela custódia do documento. Ou seja, os emolumentos são pagos apenas por ocasião do registro.

Nesse aspecto, a fixação dos emolumentos para os atos de registro de imóveis difere daquela existente em entidades privadas que atuam no mercado. A BM&F Bovespa, por exemplo, cobra uma taxa de custódia de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos do Tesouro Nacional, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. Tal procedimento onera excessivamente os investimentos de longo prazo.

Enfim, a sistemática de remuneração dos serviços notariais e de registro no Brasil relativamente às transações imobiliárias segue critérios adequados e está em valores inferiores aos padrões internacionais. Além disso, confere a necessária segurança jurídica para essas transações que envolvem, quase sempre, recursos poupados ao longo da vida do comprador. Por fim, essa sistemática assegura a manutenção de um sistema confiável e eficiente.

Fonte: Carta Forense | www.cartaforense.com.br
Por Reinaldo Velloso dos Santos. Tabelião de Protestos em Campinas – SP. Mestre em Direito Comercial pela Universidade de São Paulo
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TJTO: Publicado edital para concurso de serventias extrajudiciais

Via Registradores | www.iregistradores.org.br

O Diário da Justiça traz a publicação do Edital nº 003/2015 de 7 de dezembro de 2015, que estabelece as normas para realização do concurso público de provas e títulos para outorga de delegações de Serventias Extrajudiciais de Notas e Registros do Estado do Tocantins. O certame será realizado pelas comissões de Seleção e Treinamento e de Concurso do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins e Comissão Permanente de Seleção (COPESE), da Universidade Federal do Tocantins (UFT).

O concurso destina-se exclusivamente ao provimento de 108 vagas de outorgas de Notas e de Registros. Dois terços das vagas serão destinados aos candidatos ao ingresso por provimento que atendam aos requisitos legais previstos nos artigos 14 e 15, §1º da Lei Federal nº 8.935/94. Um terço das vagas será destinado aos candidatos à remoção, que já exerçam a titularidade de registro ou notas no Estado do Tocantins e que atendam aos requisitos legais previstos no artigo 17 da lei citada acima.

Inscrições

A inscrição será admitida somente via internet no endereço eletrônico: http://www.copese.uft.edu.br, entre 10 horas do dia 29 de dezembro de 2015 e 23 horas e 59 minutos do dia 1º de fevereiro de 2016, sempre observando o horário oficial de Palmas/TO. A taxa de inscrição no valor de R$ 180,00 (cento e oitenta reais) por cada opção feita pelo candidato, por critério de delegação, deverá ser recolhida impreterivelmente até o dia 2 de fevereiro de 2016.

Veja aqui o Edital (página 67).

Fonte: Registradores | www.iregistradores.org.br
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Exportação de café cresce 8% para 33,4 milhões de sacas

Via Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com

As vendas externas de milho atingiram no ano passado recorde de 28,9 milhões de toneladas

Os números da exportação de dezembro divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) mostram que no ano passado as vendas externas de café verde somaram 33,4 milhões de sacas, volume 8% acima do embarcado em 2014. A receita cresceu 34% para US$ 8,082 bilhões, impulsionada também pelo aumento de 23% no preço médio, para US$ 242 por saca de 60 kg.

Outro destaca é o volume recorde de exportação de 28,9 milhões de toneladas de milho, volume 59% superior ao embarcado em 2014. A receita aumentou 27% para US$ 4,937 bilhões, enquanto o preço médio recuou 20% para US$ 171 por tonelada.

As exportações de suco de laranja no ano passado cresceram 3% para 2,008 milhões de toneladas, enquanto a receita caiu 5% para US$ 1,867 bilhão. O preço médio diminuiu 8% para US$ 930 por tonelada.

Fonte: Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com
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