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Agespisa regulariza abastecimento de água na zona Sul, após instalação de bomba

Via Cidade Verde | www.cidadeverde.com

O superintendente metropolitando da Agespisa, Orlando Aires, explicou que o problema do desabastecimento de água nas zonas Sul e Leste já foi sanado, mas é preciso tempo para que o serviço seja normalizado, especialmente nos bairros mais altos da cidade.

“Conseguimos bombear a água as 11h da noite de ontem, mas hoje voltou a faltar. Vamos aguardar a normalização, sabemos que vários bairros da zona Leste, como Morada do Sol, Piçarreira, Planalto Uruguai e Planalto Ininga estão sem água, assim como a Pedra Mole, mas essa explosão da subestação da Eletrobras foi uma coisa inesperada e é preciso esperar a corrente normalizar para religar a bomba, por isso a água não voltou em todas as regiões”, esclareceu Orlando.

A Agespisa informa que o abastecimento na zona Sul de Teresina está sendo regularizado desde a noite de ontem(17). O serviço de instalação de mais uma bomba no sistema de captação de água bruta no Rio Parnaíba foi concluído no fim da tarde e, logo após, retomada a produção total na Estação de Tratamento de Água (ETA), localizada na região do Distrito Industrial Sul.

A produção de água da ETA havia sido reduzida em cerca de 10% desde o último fim de semana depois que o nível do Rio Parnaíba baixou, causando dificuldades na captação de água bruta. Durante toda a semana, os técnicos trabalharam intensamente na montagem de mais um equipamento para reforçar o sistema. A demora em concluir o serviço foi devido à complexidade do trabalho, em grande parte feito dentro do rio.

A Agespisa informa ainda que a regularização no fornecimento de água, principalmente na zona Sul da capital, está ocorrendo de forma gradativa, à medida que os reservatórios sejam reabastecidos.

Zona Leste

O apagão dessa quinta-feira (17), que deixou parte da zona Leste sem energia elétrica, paralisou o Centro de Reservação de Água da Avenida Presidente Kennedy e o sistema de bombeamento, localizado na Avenida Universitária. Embora tenha sido restabelecida ainda na noite de ontem, a energia elétrica foi interrompida novamente na manhã desta sexta-feira (18).

Com isso, o abastecimento de vários bairros da região, como Pedra Mole, Morada do Sol e Piçarreira, está prejudicado. O fornecimento de água será retomado assim que a energia elétrica for restabelecida.

Fonte: Cidade Verde | www.cidadeverde.com
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Antes de construir ou reformar, é preciso contratar um profissional

Via G1 | www.g1.globo.com

É preciso ter em mãos a planta do imóvel para saber o que pode ser alterado. Nem toda parede pode ser derrubada. Veja as dicas.

Qual é o procedimento certo na hora de se fazer uma obra em um prédio, um escritório ou mesmo em casa? Como se consegue um registro? A primeira providência é procurar a ajuda de um profissional – um engenheiro ou um arquiteto. Também é preciso avisar a prefeitura sobre obras maiores.

Antes de construir ou reformar, a primeira coisa a fazer é contratar um engenheiro civil ou um arquiteto. “Se você não contrata um profissional habilitado para esse tipo de serviço, você compra material errado e a quantidade errada. Você aplica esse material de maneira inadequada e sempre vai dar outros problemas”, alerta o engenheiro civil Haruo Ishikawa.

Para modificar a casa ou apartamento, é necessário um alvará. “O alvará de modificação do seu imóvel, em qualquer município do Brasil, você tem de ter esse alvará. Senão, a prefeitura pode ir no local embargar seu serviço que está sendo executado. Você tem de ter o alvará e executar de acordo com o projeto de modificação, que é o mais correto em todas as modificações”, explica o engenheiro civil Haruo Ishikawa.

É preciso ter em mãos a planta do imóvel para saber o que pode ser alterado. Nem toda parede pode ser derrubada.

“A coluna é a sustentação do prédio. São vários pilares que existem no prédio, que ele sustenta o peso do empreendimento em si. Então, você não pode alterar isso. Isso aqui é a rigidez do prédio. Há uma parede feita com material cerâmico ou de bloco de cimento, que tem a função de vedação. Isso pode ser modificado, mas a estrutura jamais pode ser alterada no edifício”, aponta o engenheiro civil Haruo Ishikawa.

A obra está em andamento. Muita gente compra o apartamento na planta. O que é necessário a pessoa fazer para ter a certeza e a convicção de que o imóvel não vai ter problema com segurança no futuro?

“A questão é a seguinte: quando você está comprando um imóvel, você recebe um prospecto de um projeto que vai ser executado. A empresa vai executar exatamente como está naquele prospecto, e esse projeto deve estar no contrato de compra e venda do imóvel. Dentro deste contrato, todo o serviço executado dentro daquele imóvel está dentro das normas brasileiras”, afirma o engenheiro civil Haruo Ishikawa.

Nas construções mais antigas, é fundamental estar atento às rachaduras que podem comprometer a estrutura do imóvel.

“As fissuras podem atingir o aço, levando à contaminação até a estrutura como um todo, ocasionando uma corrosão das armaduras. É muito importante a cada dois anos, pelo menos, que seja feita uma manutenção preventiva, como pintura e substituição de peças cerâmicas. Nessa manutenção, deve-se tentar identificar se existem outros problemas que possam ser mais graves”, orienta o engenheiro civil Sérgio Piveta.

Os engenheiros dizem que, para pequenas reformas como pintura, troca de louça sanitária, pia de cozinha, troca de interruptores e torneiras, não é preciso contratar um profissional. Já para qualquer coisa que mexa com as paredes e estruturas, é preciso buscar essa ajuda.

Fonte: G1 | www.g1.globo.com
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IBGE disponibiliza conjunto de cartas com informações geoespaciais temáticas

Via: IBGE | www.ibge.gov.br/

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizou, dia 22 de dezembro de 2015, um conjunto de 151 folhas contendo informações geoespaciais sobre a geologia, a geomorfologia, os solos e a vegetação. Esse conjunto de folhas compõe um mapa que já cobre cerca de 90% do território nacional, na escala de 1:250.000 (1cm = 2,5 Km).
Todas essas informações também estão disponíveis em arquivos do tipo shapefile e pode ser acessadas aqui.
Esta divulgação dá continuidade ao Projeto de Levantamento de Recursos Naturais, que tem como objetivo produzir e divulgar informações ambientais relativas a diversos temas específicos para todo o Brasil. Com a entrega de mais esta etapa, o IBGE terá realizado o mapeamento de cerca de 90% do território nacional.
A delimitação do território brasileiro representada por esse conjunto de folhas classifica e descreve o espaço físico segundo preceitos divulgados na série de Manuais Técnicos de Geociências do IBGE. Esse trabalho gera insumos para diversas políticas públicas e, ainda, serve de subsídio para iniciativas ligadas ao desenvolvimento sustentável.
As informações estão disponibilizadas em arquivos vetoriais do tipo shapefile, que podem ser visualizadas e editadas em softwares de Sistemas de Informações Geográficas (SIG), permitindo o cruzamento entre os temas ou mesmo entre informações de outras instituições.
Os arquivos das folhas ao milionésimo encontram-se no portal do IBGE e podem ser acessados gratuitamente através do link abaixo:

ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapeamento_sistematico/banco_dados_georeferenciado_recursos_naturais/latlong/

Os Manuais Técnicos em Geociências que orientam a elaboração desse trabalho também estão disponíveis no portal do IBGE, organizados segundo suas áreas específicas, e podem ser acessados nos links a seguir:

Geologia
Geomorfologia
Pedologia:
ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursos_naturais/manuais_tecnicos/manual_tecnico_pedologia_3ed.pdf
ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursos_naturais/manuais_tecnicos/manual_tecnico_pedologia_guia_pratico_de_campo.pdf
Vegetação

Fonte: IBGE | www.ibge.gov.br/
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Imagens de satélite apontam tendências de movimentação da pluma do Rio Doce no litoral

Via Ibama | www.ibama.gov.br

Imagens do satélite Aqua, da Nasa, geradas nos dias 14 e 15 deste mês na foz do Rio Doce, no Espírito Santo, confirmam a tendência observada nas últimas semanas em relação ao deslocamento dos rejeitos de mineração decorrentes do desastre da Samarco, em Mariana (MG). A parte da pluma situada mais ao sul, hoje a 60 km a leste de Vitória (ES) tende a se afastar da costa brasileira, enquanto a parte localizada mais ao norte, a cerca de 20 km da foz, se aproxima do litoral.

Segundo Natália Rudorff, pesquisadora do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTec), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a tendência é que a pluma siga em direção ao sul ou, com menos intensidade, a sudoeste. Frentes frias poderiam estimular um deslocamento no sentido norte, mas fenômenos desse tipo costumam ser menos frequentes nesta época do ano. Natália também explica que a geografia do litoral brasileiro também contribui para que a pluma não fique tão próxima à costa.

O coordenador do Núcleo de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental da Superintendência do Ibama em São Paulo, Claudio Dupas, diz que o acompanhamento da situação por imagens de satélite e sobrevoos diários não permite prever com segurança o destino que a pluma terá nas próximas semanas. Há três variáveis que podem influenciar o deslocamento: direção e velocidade dos ventos, correntes marítimas e vazão na foz do Rio Doce.

Uma das principais preocupações dos pesquisadores neste momento é o nível de turbidez da água no mar, que pode se intensificar com o aumento das chuvas na bacia do rio.

Fonte: Ibama | www.ibama.gov.br
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Novo ambiente no Parque das Aves oferece mais contato com a natureza

Via G1 | www.g1.globo.com

‘Lounge na Selva’ tem espaço para descanso, interação e eventos à noite.
Zoológico é referência no cuidado e na reprodução de espécies ameaçadas.

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O Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, inaugurou um novo espaço para possibilitar um maior contato dos visitantes com a mata vizinha ao Parque Nacional do Iguaçu. O ‘Lounge na Selva’, como é chamado, tem espaço para descanso, interação e estrutura para eventos à noite, com restaurante.

De acordo com a direção do parque – referência no cuidado e em projetos de reprodução em cativeiro de espécies ameaçadas -, o lounge foi construído com materiais naturais, alguns do próprio local. Para chegar até o espaço, os visitantes passam pelos viveiros de aves e percorrer algumas clareiras na floresta.

O descanso pode ser feito em balanços em forma de ninho, bancos largos ou em almofadas, que ficam à disposição dos visitantes. Um trono de madeira também está disponível em um espaço que pode ser usado para a contação de histórias. Na lanchonete, é permitida a venda apenas de alimentos naturais, como água de coco, sucos, tapioca e açaí. De cortesia, água filtrada, com gelo ou limão.

Para a noite, os eventos reservados a grupos pode incluir a preparação de pratos por um chef de alto padrão, no estilo cozinha-show, e a apresentação de um coro de índios guarani, além de meditação, degustação de cachaças orgânicas e o acompanhamento de um biólogo para a interpretação dos sons noturnos da floresta.

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A diretora-geral do Parque das Aves, Carmel Croukamp, explica que a ideia é encantar os visitantes. “Foi um desafio achar o lugar certo para criar um espaço suficientemente grande sem derrubar árvores. Todas as formas de todos os espaços, inclusive a parte do restaurante, foram determinadas pelo ambiente ao redor, o que levou um ano para a conclusão. E valeu a pena”, apontou.

Viveiros e cuidados

Desde o início do ano, o Parque das Aves já recebeu mais de 790 mil visitantes, atraídos pelas cerca de 1,2 mil aves de 140 espécies nativas e exóticas. Um dos espaços que mais encantam são os viveiros gigantes, nos quais é possível chegar bem perto das aves como tucanos e araras, que arriscam alguns rasantes e até ‘posam’ para fotos.

Entre as pesquisas sobre nutrição, comportamento, conservação de aves, recentemente o do mutum-de-alagoas ganhou destaque mundial. A ave extinta na natureza desde a década de 1970 teve o primeiro filhote nascido em um zoológico. Outro trabalho bastante comemorado é o de reprodução de flamingos, que enfeitam o passeio logo na entrada do atrativo.

O Parque das Aves fica ao lado da entrada do Parque Nacional do Iguaçu e está aberto todos os dias das 8h30 às 17. O ingresso custa R$ 34 para estrangeiros, R$ 24 para brasileiros e R$ 6 para moradores de Foz do Iguaçu e de outros municípios vizinhos à unidade de conservação.

Fonte: G1 | www.g1.globo.com
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Sergipe implanta manejo sustentável

Por Marta Moraes – Editor: Marco Moreira
Via: Ministério do Meio Ambiente | mma.gov.br/

Sergipe promete ser referência no Brasil no que se refere ao manejo sustentável de terras. Essa é a expectativa e um dos objetivos do projeto “Manejo de Uso Sustentável de Terras do Semiárido do Nordeste Brasileiro – Sergipe”, lançado nesta sexta-feira (11/12), em Aracaju.

O projeto será desenvolvido em cooperação envolvendo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). Numa segunda fase, deverá ser replicado nos 11 Estados mais suscetíveis à desertificação que compõem o Semiárido brasileiro.

Além dos assentamentos de reforma agrária (Jacaré Curituba, Walmir Mota e Florestan Fernandes) e da comunidade Poço Preto, selecionados para as intervenções, também participarão do projeto os municípios de Canindé de São Francisco, Poço Redondo, Porto da Folha, Gararu, Monte Alegre de Sergipe, Nossa Senhora da Glória e Nossa Senhora de Lourdes (SE).

RESPONSABILIDADES

O PNUD atuará como agência implementadora, cabendo ao MMA, enquanto parceiro governamental líder, agir na supervisão e gestão técnica do projeto. Instituições governamentais e não governamentais também participarão do empreendimento.

O objetivo do projeto é fortalecer a estrutura de governança ambiental do manejo de terras, para combater os principais fatores da degradação de terras em Sergipe e no nordeste do Brasil. A iniciativa foi pensada para incentivar e coordenar os programas e políticas públicas existentes, visando o manejo sustentável da terra para reverter a degradação em Áreas Suscetíveis à Desertificação (ASD).

A proposta é divulgar as ações estratégicas desenvolvidas nacionalmente e coordenadas pelo MMA, com participação da Comissão Nacional de Combate à Desertificação, permitindo que o modelo de governança do manejo sustentável de terras seja disseminado para outros estados, facilitando a aplicação na região do Semiárido brasileiro.

INVENTÁRIO

Sergipe foi escolhido para abrigar o projeto piloto, pois foi o primeiro Estado a ter o inventário florestal nacional implantado (em andamento) e possuir outros projetos que poderão potencializar as ações da iniciativa, como o Fundo Clima, Programa Água Doce e Águas de Sergipe.

Para o governador de Sergipe, Jackson Barreto, o sentimento é de felicidade e de orgulho pela escolha do Estado como projeto piloto, mas também de muita responsabilidade. “Estamos vivendo o período mais longo de seca, sabemos dos prejuízos desse processo de desertificação”, afirmou. “A obra mais importante que esse projeto vai deixar para o nosso estado é conscientizar e educar as pessoas, mostrando que a desertificação representa não apenas a morte da terra, do animal, mas, de certa forma, também representa a morte do homem, é preciso que haja uma conscientização coletiva sobre o problema”.

Participaram da solenidade o coordenador-residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil e coordenador do PNUD, Niky Fabiancic; e o diretor nacional do projeto e diretor do Departamento de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Francisco Campello. Além deles, secretários de Estado, prefeitos dos municípios contemplados, dirigentes de órgãos públicos federais e representantes da sociedade civil.

Segundo Campello, Sergipe tem um desafio maior: ser referência para os outros Estados. “Quando usamos o solo para plantar, temos de cuidar melhor dele. E é preciso institucionalizar isso dentro das políticas públicas”, afirmou.

Para Niky Fabiancic, o projeto se relaciona diretamente com um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): “Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade”, explicou. “Esperamos reverter a degradação da terra num estado que possui 74,2% de área suscetível às desertificação e fortalecer a estrutura de governança ambiental.”

Fonte: Ministério do Meio Ambiente | mma.gov.br/
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Acordo climático avança barreiras políticas

Via Meio Ambiente | www.mma.gov.br

Ministra Izabella Teixeira destaca em Paris o consenso mundial para evitar o aumento da temperatura média do planeta.

O mundo concordou em adotar medidas para cortar as emissões de carbono e, com isso, frear o aquecimento global. Na reta final das negociações, começa a se desenhar o consenso político dos 195 países reunidos, em Paris, para a 21ª Conferência das Partes (COP 21). A primeira versão do texto do acordo que eles pretendem assinar já está pronta e sob análise. A previsão é que o compromisso seja firmado até sexta-feira (11/12).

Líder da delegação brasileira, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que os 195 países demonstram um entendimento comum sobre o protocolo em pauta em Paris. “Existe o consenso de olhar para a solução e não mais para o problema”, declarou em reunião do Fórum Brasileiro sobre Mudanças Climáticas, realizada nesta quinta-feira (10/12), na COP 21. “Agora, é o momento de incluir essa visão no novo acordo.”

CLIMA AMIGÁVEL

Os negociadores se empenham para eliminar os parênteses com ressalvas impostas por interesses específicos de cada país e, assim, “limpar” a versão atual do texto do acordo. “Ainda há questões abertas, mas, na visão política, o acordo existe”, adiantou Izabella. Segundo ela, os esforços concentram-se em discussões de cunho diplomático. “O clima é extremamente amigável e de construção”, acrescentou a ministra.

O objetivo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa geradas por atividades como a produção industrial e a geração e o consumo de energia. Para isso, o pacto deve conter metas individuais que, juntas, devem evitar o aumento superior a 2ºC da temperatura média global – limite definido a partir de dados técnicos levantados pelas Nações Unidas. “O mundo político se aproximará mais ainda das recomendações científicas”, afirmou.

SOPRO POLÍTICO

Além de conter o aquecimento global, a expectativa é que o protocolo aqueça a economia dos países emergentes. A ministra destacou o engajamento e as visões propostas pelo Grupo dos 77, que congrega, hoje, mais de 130 nações em desenvolvimento como o Brasil e a China. “O acordo fortalecerá as agendas internas e se mostrará como um sopro político para o G77”, analisou Izabella. “A transparência é um entendimento comum.”

Uma das questões a serem definidas no Acordo de Paris é a abordagem igualitária dos temas mitigação (redução de emissões) e adaptação (medidas de ajuste ao clima atual). De acordo com Izabella, os negociadores buscam uma forma de incluir ambos na declaração final da COP 21. Assuntos como mecanismos de implementação, meios de financiamento e transferência de tecnologia também estão em pauta.

A mesa do Fórum Brasileiro sobre Mudanças Climáticas foi mediada pelo professor Luiz Pinguelli Rosa, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador geral do Fórum. Além da ministra Izabella Teixeira, participaram o embaixador Luiz Alberto Figueiredo, o secretário de Mudanças Climáticas do MMA, Carlos Klink, e o coordenador executivo do Fórum, Neilton Fidelis, também pesquisador da UFRJ.

Fonte: Meio Ambiente | www.mma.gov.br
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Ministério anuncia cursos em conservação do solo

Via Meio Ambiente | www.mma.gov.br

Criação de 500 vagas em 20 cursos e lançamento de publicações marcaram o Dia Mundial dos Solos no Ministério do Meio Ambiente

Em evento que comemorou o Dia Mundial dos Solos, o Departamento de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente anunciou nessa segunda-feira (07/12) a criação do Programa de Formação Técnica para o Manejo e Conservação de Solos e da Água no semiárido nordestino.

Serão abertas 500 vagas em 20 cursos para professores, extencionistas e agricultores multiplicadores promovidos conjuntamente pelo MMA, pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e pela Agência Nacional de Águas.

De acordo com o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, Carlos Guedes de Guedes, a ação visa fortalecer a agroecologia e a preservação do solo e dos recursos hídricos. A meta é oferecer 12 cursos em 2016 voltados para a agricultura familiar e 8 para o uso de equipamentos agrícolas e em solos profundos.

Os cursos serão realizadoscom o apoio da cooperação técnica entre o MMA, o fundo japonês de fomento IICA, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a FAO, órgão também da ONU para a alimentação. Guedes ressaltou a experiência dos programas voltados para o semiárido, como o Água Doce e manejo sustentável dos recursos energéticos da Caatinga. Para ele, a ação do governo e da sociedade civil no bioma é exemplar.

Boas Práticas

Como parte das comemorações foram lançadas, também, três publicações técnicas. O livro Caminhos para a Agricultura Sustentável, Princípios conservacionistas para o pequeno produtor rural, dos agrônomos Geraldo Barreto e Osany Godoy, publicação técnica, é um verdadeiro manual sobre boas práticas na agricultura familiar. Chancelado pela vasta experiências de dois mestres no assunto, preenche uma lacuna na literatura voltada para a agroecologia. Vai do uso da água, da preservação da cobertura vegetal à conservação e recuperação do solo numa edição ilustrada em uma linguagem acessível.

O segundo lançamento, feito por Alan Bojanic, representante da FAO, é um diagnóstico da situação dos solos nos cinco continentes. Um mapa que detalha ouso e as condições em que se encontra o solo do planeta. O capítulo brasileiro teve a participação da Embrapa Solos, do Rio de Janeiro. O organismo internacional, dirigido pelo brasileiro José Graziano, alerta para o mau uso do solo e as consequências na redução da produção de alimentos e que medidas poderão ser tomadas para diminuir o impacto das atividades humanas que degradam e desertificam. A ONU instituiu o dia 5 de dezembro como o Dia Mundial do Solo.

Já o Fundo Clima lançou atlas que traz os projetos apoiados com recursos não-reembolsáveis. São iniciativas que contaram com o apoio financeiro do fundo nos últimos quatro anos. No período foram investidos R$96 milhões em 189 projetos, beneficiando 11 famílias em atividades sustentáveis.

Fonte: Meio Ambiente | www.mma.gov.br
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Topcon e Agisoft assinam acordo para oferecer software de Drones

Via Mundo Geo | www.mundogeo.com

A Topcon Positioning Group anunciou uma nova parceria com o provedor de soluções fotogramétricas Agisoft LLC. O acordo foi concebido para expandir o portfólio de soluções da Topcon para coleta de dados em massa (MDC).

A Agisoft atua no processamento de imagens digitais, a fim de gerar de alta precisão de dados espaciais em 3D usando técnicas da fotogrametria. A Topcon fornecerá o Kit Agisoft Photogrammetric para pós-processamento dos dados coletados usando os drones Falcon 8 e o Sirius Pro.

As características do software incluem triangulação fotogramétrica, edição de ponto de nuvem e classificação, modelo digital de terreno ou modelo de superfície de exportação para uma variedade de formatos, incluindo produção de ortomosaico georreferenciado (incluindo GeoTIFF e KML exportação), processamento de imagens multi-espectrais, geração de modelos 3D e texturização, bem como ferramentas de análise de medição completo.

A combinação dos dispositivos Sirius Pro e Falcon 8 UAS e o software Agisoft Photogrammetric Kit Professional, fornecerá um fluxo de trabalho integrado para atingir de alta precisão os resultados da pesquisa usando sistemas aéreos não tripulados com trabalho de campo mínimo.

Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
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Cemaden instala equipamentos de alta tecnologia para monitorar morros e encostas na região serrana do Rio

Via Mundo Geo | www.mundogeo.com

Sensores geotécnicos captam até pequenas movimentações de terra em áreas de risco. Projeto do Cemaden vai beneficiar mais três cidades da região até fevereiro de 2016.

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden/MCTI) começa a instalar, nesta segunda-feira (7), equipamentos de alta tecnologia para monitorar morros e encostas com riscos de deslizamentos na região serrana do Rio de Janeiro. Petrópolis é a primeira cidade a receber os sensores, que serão instalados também em Nova Friburgo, Teresópolis e Angra dos Reis até fevereiro de 2016. Há quase cinco anos, região foi atingida por fortes chuvas, matando centenas de pessoas.

Os sensores geotécnicos fazem parte do Projeto de Monitoramento de Morros para Prevenção de Riscos de Deslizamentos. O objetivo é acompanhar, com maior precisão, a movimentação em áreas de risco por meio da Estação Total Robotizada (ETR). Um sensor geotécnico emite sinal infravermelho, o qual é refletido nos 100 prismas ou espelhos instalados nos morros. Esses sinais emitidos permitem captar até pequenas movimentações de terra, abrangendo uma área de até 2,5 quilômetros de extensão. Os dados coletados pelos equipamentos serão enviados, via internet, ao Cemaden.

Em Petrópolis, pesquisadores do Cemaden e técnicos da Defesa Civil estão visitando as áreas mais vulneráveis para começar a instalação dos equipamentos. O objetivo é firmar uma parceria com a comunidade para a manutenção desses equipamentos.

“Esses prismas são colocados em locais habitados, na maioria das vezes, em residências, e o proprietário, os vizinhos, as pessoas que circulam precisam olhar aquilo como um elemento importante para proteger a sua vida. O cuidado desses equipamentos que ficam em morros e regiões de fácil acesso precisam ser protegidos”, afirmou o diretor do Cemaden, Osvaldo Moraes.

Além da ETR e dos prismas, o projeto também inclui 15 plataformas integradas, cada uma, por um pluviômetro e seis sensores para coletar dados sobre a quantidade de chuvas acumuladas e de água no solo, complementando as informações sobre possíveis riscos de deslizamentos.

Além das cidades da região serrana do Rio, as cidades de Salvador (BA) e Recife (PE) vão receber os equipamentos do Cemaden entre março e abril de 2016. Mauá (SP), Santos (SP) e Blumenau (SC) já estão com os equipamentos funcionando.

Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
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