Palestra abordará a utilização do Machine Control em projetos de infraestrutura

Palestra abordará a utilização do Machine Control em projetos de infraestrutura

Via Revista Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com

O Instituto de Engenharia do Paraná está promovendo a palestra “Utilização do MACHINE CONTROL em Projetos de Infraestrutura”, que acontecerá hoje, dia 26/11/2015, às 19:00h com duração de 2 horas. A Palestra acontecerá no IEP, localizada e Curitiba e a participação é gratuita.

O palestrante será Evandro Ferretti Manffra, Engenheiro de Produção formado pela Universidade Estácio de Sá, Eletrotécnico formado pelo CEFET PR, Gerente da Divisão de MACHINE CONTROL Construction da LEICA Geosystems para América do Sul, possui 11 anos de experiência no setor de geotecnologias, gerenciou o Centro de Serviços e o departamento Comercial da Manfra PR.

O objetivo da palestra é conceituar e identificar como a utilização das tecnologias de automação em equipamentos pesados, moto-niveladoras, tratores de esteira, escavadeiras hidráulicas, pavimentadoras, perfuratrizes, entre outros, torna a execução e controles nos Projetos de Infraestrutura mais eficientes, assim como, discutir o caminho para adoção da tecnologia de MACHINE CONTROL e como esse processo ocorreu em outros segmentos.

O público alvo da palestra é profissionais de Engenharia na coordenação: Empresas de Engenharia de Construção de Obras; Empresas de Terraplenagem; Órgãos Contratantes; Empresas de Projeto e Controle de Obras; Concessionárias de Rodovias; Revendas, Fabricantes e Locadores de Máquinas Pesadas; entre outros; Profissionais e Estudantes de Engenheira, Arquitetura e Urbanismo em geral e demais áreas de conhecimento afins.

Após a palestra será possível à visualização de sistemas de controle de máquina reais instalados em maquetes de demonstração de escavadeira hidráulica e moto-niveladora.

Fonte: Revista Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com
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Emissão de gases de efeito estufa está estável, diz Observatório do Clima

Via Revista Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com

Brasil emitiu no ano passado 0,9% menos gás carbônico equivalente em comparação a 2013

As emissões de gases de efeito estufa do Brasil em 2014 ficaram estáveis em relação ao ano anterior, apesar da queda de 18% na taxa de desmatamento da Amazônia. A nova projeção do Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Seeg), do Observatório do Clima, rede que reúne 37 entidades da sociedade civil para discutir as mudanças climáticas no Brasil, foi divulgada hoje (19/11).

De acordo com os dados do Seeg 2015, o Brasil emitiu no ano passado 1,558 bilhão de toneladas de gás carbônico equivalente, redução de 0,9% em relação ao patamar de 1,571 bilhão de toneladas emitidas em 2013.

Segundo o observatório, em 2013, um aumento de 28% na taxa de desmatamento na Amazônia fez as emissões totais do país crescerem 8,2% em relação ao ano anterior. Com a desaceleração do desmatamento em 2014, era esperado que as emissões também caíssem, mas não foi o que se verificou. Alta de 6% na quantidade de carbono lançada ao ar pelo setor de energia impediu que a queda de 9,7% das emissões pelo desmatamento fizesse diferença na contribuição do Brasil para o aquecimento global no ano passado.

“Os novos dados consolidam o fim da fase de queda de emissões verificada entre 2004 e 2009. Desde então, as emissões têm flutuado em torno de 1,5 bilhão de toneladas de CO2”, afirmou, em nota, o coordenador do Seeg, Tasso Azevedo.

O setor de energia emitiu, em 2014, 479,1 milhões de toneladas (mt) de CO2e, e hoje está lado a lado do desmatamento (486,1 mt CO2e) como principal fonte de gases estufa da economia brasileira.

Segundo o observatório, o crescimento foi puxado pelos setores de transportes, que está emitindo 3% mais do que em 2013; de geração de eletricidade, que teve um aumento de 23%, devido ao acionamento de usinas termelétricas fósseis por causa seca que esgotou os reservatórios das hidrelétricas no Nordeste, no Centro-Oeste e no Sudeste; e de produção de combustíveis, que teve aumento de 6,8% nas suas emissões em razão da produção e do refino de óleo e gás, que inclui a exploração do pré-sal.

“A participação das usinas termelétricas na geração de energia para compensar a crise hídrica que afetou as hidrelétricas foi protagonista nesse resultado”, disse o coordenador-geral do Observatório do Clima, André Ferretti. “É preciso diversificar nossa matriz energética, investindo em fontes limpas como a eólica e o etanol de segunda geração.”

Fonte: Revista Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com
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Entidades unem esforços em defesa de recursos hídricos na região Central de Minas

Via Mundo Geo | www.mundogeo.com

Tecnologias desenvolvidas pela Embrapa que permitem a conservação dos recursos naturais deverão ser utilizadas em três sub-bacias hidrográficas na região de Sete Lagoas, no Centro de Minas: Ribeirão Paiol e córregos Marinheiro e Saco da Vida. O Ribeirão Paiol é o principal afluente do Ribeirão Jequitibá, que por sua vez deságua no Rio das Velhas, que é afluente do São Francisco. Os córregos Marinheiro e Saco da Vida também são afluentes do Ribeirão Jequitibá.

A recuperação de terraços, a realização de barraginhas e ações de reflorestamento com espécies florestais nativas em áreas de nascentes e em matas ciliares próximas aos mananciais deverão ser executadas em parceria com a Prefeitura Municipal, Fumep (Fundação Municipal de Ensino Profissionalizante), Emater-MG, Centro Universitário de Sete Lagoas (Unifemm) e outras instituições.
“A escassez dos recursos hídricos é um problema que vem assumindo proporções cada vez maiores. Precisamos implantar ações urgentes que protejam os mananciais da nossa região”, pondera o chefe-geral da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), Antônio Álvaro Corsetti Purcino.

Para o pesquisador Thomaz Correa e Castro, do Núcleo de Água, Solo e Sustentabilidade Ambiental da Embrapa Milho e Sorgo, “o que precisa mesmo é preservar remanescentes florestais que ainda existem”. “Reflorestar com sucesso está cada vez mais difícil, já que o desequilíbrio ambiental está associado ao desmatamento, ao fogo e aos efeitos das mudanças climáticas”, explica.
A região Central de Minas, onde está localizado o município de Sete Lagoas, assim como diversas regiões brasileiras, sofre com o volume decrescente de chuvas há mais de dois anos. “Estamos em meados de novembro e quase ninguém ainda plantou. Na Embrapa Milho e Sorgo, por exemplo, o plantio dos experimentos está condicionado ao início das chuvas, o que ainda não ocorreu”, diz Antônio Álvaro. Aliado a esse contexto de falta de chuvas, a intensa atividade humana, com o número crescente de empreendimentos imobiliários e industriais, também têm provocado um desequilíbrio entre a oferta de recursos hídricos e a demanda exigida atualmente pela região.

Estratégias serão reunidas em projeto

“Devemos concentrar esforços na conservação dos nossos mananciais”, resume a coordenadora do curso técnico em Meio Ambiente da Escola Técnica Municipal de Sete Lagoas, Marley Beatriz de Assiz Lima. Essa equipe deverá reunir tecnologias com potencial de reverter esse quadro e submeter um projeto ao Ministério da Integração Nacional até o final deste ano.

O objetivo é obter recursos financeiros que promovam ações de saneamento e a revitalização dos cursos d’água. Em um primeiro momento, ferramentas de geoprocessamento ajudarão a fazer o levantamento espacial geográfico das três sub-bacias, sendo que posteriormente, caso o projeto seja aprovado, ações de conservação do solo e da água deverão entrar em prática.

O coordenador geral do Subcomitê Ribeirão Jequitibá, Lairson Couto, será o responsável pela articulação entre as diversas instituições na tentativa de obter recursos junto ao Governo Federal. Ele citou o Programa Produtor de Água, desenvolvido pela Ana (Agência Nacional de Águas), como referência para a elaboração do projeto.

O programa prevê o Pagamento por Serviços Ambientais voltado a ações de proteção hídrica e certifica projetos que visem a conservação dos solos e dos recursos hídricos. “A construção de barraginhas e o uso de ferramentas de georreferenciamento deverão ser integradas em diversas iniciativas como as que estamos fazendo”, explica.

Fonte: Mundo Geo | www.mundogeo.com
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Arquitetos criam incrível casa sustentável na Mata Atlântica feita para estimular a criatividade

Via Hypeness | www.hypeness.com.br

Imagina que incrível morar no meio de uma área protegida da Mata Atlântica. Entre as movimentadas São Paulo e Rio de Janeiro está o Parque Nacional da Serra da Bocaína, um respiro verde de 104.000 hectares, onde está a bela residência “Arca“. Criada pelos arquitetos do Atelier Marko Brajovic, a casa sustentável tem visão privilegiada para a floresta e muito ar puro.

O imóvel pré-fabricado no formato de concha é feito em alumínio, zinco e ferro – que juntos formam o Galvalume, contando com grandes janelas de vidro que oferecem a vista para o entorno. A novidade é que a casa pode ser facilmente montada e desmontada em até uma semana, mas neste caso foi instalada na cachoeira Perequé, a 10 km de um dos lugares mais legais do Brasil, em Paraty.

Com paredes de maneira, tem dois quartos e um banheiro, além de cozinha integrada a sala. Segundo os realizadores, “a ideia principal é que a casa seja utilizada para imersões criativas por profissionais (com ou sem crianças) que querem trabalhar em suas criações imersos na natureza e em um ambiente muito confortável”. Para essa segunda opção, as camas se transformam em sofás e os quartos em salas de produção.

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O nome Arca veio dos moradores da região, que compararam a arquitetura com um navio em terra. O estúdio que projetou a casa já esteve envolvido em vários projetos bacanas, como no design das exposições de David Bowie, Stanley Kubrick e François Truffaut em São Paulo.

Dá pra notar que criatividade não falta, não é? Então inspire-se:

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Fonte: Hypeness | www.hypeness.com.br
Todas as fotos: Divulgação via
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Geoprocessamento é disponibilizado ao público

Via Prefeitura de Florianóplois | www.pmf.sc.gov.br

Novas camadas foram adicionadas ao sistema promovendo segurança e proteção a novos imóveis

O Sistema de Geoprocessamento do Município de Florianópolis, agora disponibilizado ao público, conta, em iniciativa inédita, com novas ‘camadas’ no sistema. O objetivo é trazer transparência à legislação urbana e mais consistência nos estudos de arquitetos, engenheiros e projetistas.

O sistema é a principal ferramenta de trabalho utilizada pelos servidores municipais da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMDU) na aprovação e licenciamento de projetos de edificações no município de Florianópolis.

Nele estão incluídas informações como o Plano Diretor Municipal, mapas de sistema viário, área inundáveis e a localização aproximada de cursos d´água e áreas de marinha.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Marcelo Martins da Rosa, a transparência dessas informações é essencial. “Com a visibilidade dessas camadas provemos segurança jurídica a proprietários, certeza de investimento a empreendedores e proteção onde isso deve ser assegurado”, disse.

Continuamente, novas camadas serão liberadas ao acesso público, buscando aprimorar a cada dia nosso trabalho para a sociedade. O sistema de Geoprocessamento está disponível no site: http://geo.pmf.sc.gov.br

Via Prefeitura de Florianóplois | www.pmf.sc.gov.br
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Comissão vai votar projeto que pede fim da taxa de marinha

Via G1 | www.g1.globo.com

Se texto for aprovado, ganha prioridade e vai ao plenário da Câmara. Relator Lelo Coimbra acredita que medida vire lei até 15 de dezembro

A comissão mista que discute o projeto de lei que pede o fim da taxa de marinha em Vitória, São Luís e Florianópolis votou o relatório da matéria na quarta-feira (11). Se o texto for aprovado, segue para o plenário da Câmara, ganhando prioridade. O relator Lelo Coimbra (PMDB) acredita que a medida vire lei até o dia 15 de dezembro.

Segundo a proposta, quem ocupa ou edificou imóveis em terrenos sob a posse do governo federal em áreas de marinha, mas não puder ou não quiser comprar o terreno, ficará como está na sistemática atual, sendo que a União não poderá oferecer a área a terceiros.

“Essa foi uma das garantias aos que moram nesses terrenos”, salientou o deputado. Já se o próprio foreiro ou ocupante quiser comprar o terreno, pagará pelo valor da terra nua, e não pela benfeitoria que ele próprio construiu ou adquiriu.

Lelo apresentou e leu, nesta quinta-feira (5), o texto aos colegas, que pediram vistas coletivas, o que fez a sessão ser suspensa. Com isso, o quórum já vale para a próxima sessão.
Há, ainda, parcelamento de até 320 meses para quem tem renda de até cinco salários mínimos e deseja comprar o terreno. Outros casos de compra podem ser parcelados em até 120 meses, mas isso ainda está sendo negociado.

Lelo também resgatou benefícios para moradores dessas áreas litorâneas, anteriormente vetados pela presidente Dilma Rousseff (PT). Para quem não quiser comprar a terra, a taxa de ocupação cobrada ficará em 2%. Hoje é de 2% a 5%. “Do ponto de vista daqueles que não querem comprar o terreno, que acham-se já donos, fica dado o direito que já estava no projeto vetado, de toda a taxa convergir para 2%”, frisa o relator.

Houve um acordo com o governo para restaurar esses pontos. As benfeitorias também foram retiradas do custo do laudêmio de 5%, que será calculado em cima do valor de mercado da terra nua.“Quem for comprar o terreno fica com a relação com a União extinta”, esclareceu o deputado.

O parecer também restaura emenda favorável aos municípios, que receberão 20% da arrecadação das taxas pela União.

Já a exclusão das ilhas costeiras da cobrança desse instituto, ponto vetado por Dilma este ano, será debatida nos próximos dias junto à Secretaria de Patrimônio da União (SPU).

Junto à equipe técnica do ministério do Planejamento e Gestão, a SPU se reuniu com o relator na terça-feira (3) e pediu prazo para sugerir mudanças ou supressões no texto – a decisão final cabe a Lelo. Ele acolheu cerca de 70 das 131 emendas recebidas.

Pedido vetado

O pedido para o fim da taxa em Vitória e outros locais do país sofreu alterações ao longo do processo. De acordo com a primeira proposta, os terrenos de marinha só permaneceriam com a cobrança se estiverem sido destinados para edificações de prédios públicos federais, para uso de prestadores de serviços públicos concedidos ou permitidos pela União, para adestramento das Forças Armadas, se forem de interesse público, ou se forem áreas de restinga ou estabilizadoras de mangues.

A mudança foi vetada pela presidente Dilma Rousseff (PT). A jusitificativa, conforme consta no Diário Oficial, foi que a mudança resultaria “em significativa perda de receitas decorrentes da exploração de direitos patrimoniais da União, inclusive sem a indicação das devidas medidas compensatórias”.

Fonte: G1 | www.g1.globo.com
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Apenas 60% dos imóveis rurais estão inscritos no Cadastro Ambiental Rural

Via Revista Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com

Faltando seis meses para fim do prazo do CAR, deputados discutem sua prorrogação por mais dois anos

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) foi lançado nacionalmente em maio de 2014, com prazo de 12 meses para o cadastramento dos imóveis rurais e, às vésperas do encerramento do prazo inicial, o período para realizar a inscrição foi prorrogado por mais um ano, conforme já previa a legislação.

O cadastro, que é gratuito e obrigatório, permitirá a adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), com vantagens e benefícios para quem aderir.

Até setembro deste ano, de acordo com Raimundo Deusdará, do Serviço Florestal Brasileiro, órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, mais de 2 milhões de imóveis rurais foram cadastrados, totalizando uma área de 239.408.847 hectares inseridos na base de dados do sistema, o que representa 60,16% (397.962.158 hectares são passíveis de serem cadastrados, de acordo com o órgão).”60% da área rural brasileira já está no CAR”, disse.

A região Norte teve a maior participação: 77,1%, 326 mil imóveis inseridos em 72.341.093 hectares estão regularizados. O menor número de cadastros é da região Sul, com apenas 25,9% das propriedades inscritas (420 mil imóveis que ocupam uma área de 10.837.763 hectares). A região Nordeste já cadastrou 30% dos imóveis, cerca de 142 mil propriedades.

Na região Centro-Oeste, que tem 129.889.570 hectares passíveis de cadastro, 76.881.868 hectares já estão no sistema (59,19% dos 213 mil imóveis) e na região Sudeste, 55,9% das propriedades também já têm situação regularizada. Juntas, elas ocupam 31.624.020 hectares, menos da metade dos 56.500.290 hectares que devem entrar no sistema.

Ferramenta

De acordo com relatório divulgado em 1º de novembro pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, no estado foram cadastradas mais de 200 mil propriedades, quase 12 milhões de hectares. Para atingir o número, o órgão firmou uma parceria com pelo menos 300 prefeituras, o que resultou em 20 mil inscrições de pequenas propriedades rurais no CAR.

Neste ano, também, a secretaria lançou uma nova versão do sistema de cadastro que apresentou uma plataforma para o desenvolvimento da adequação ambiental, que aguarda a regulamentação do tema para ser disponibilizada integralmente. Mas até maio de 2016, os imóveis devem estar inscritos, e quem não se cadastrar no prazo poderá receber multa ou ainda ter problemas em transações imobiliárias, obtenção de crédito agrícola e em processos de licenciamento ambiental, além de perder a possibilidade de receber apoio e usufruir de melhores condições para realizar a regularização ambiental.

Mais prazo?

O prazo para inscrição das propriedades rurais no Cadastro Ambiental Rural (CAR) poderá ser prorrogado até maio de 2018, caso o Código Florestal (Lei 12.651/2012) seja modificado como previsto em projeto (PLS 287/2015) de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR).

A proposta foi aprovada no início de setembro, na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), mas, para ser convertida em lei, precisa passar também pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e depois pela Câmara dos Deputados.

Na avaliação de Jucá, os seis meses que restam até a data final serão insuficientes para a inscrição de todos os 5,2 milhões de estabelecimentos rurais do país e, por isso, ele propõe a ampliação do prazo. Como observa, o CAR é condição para a regularização de passivo ambiental e também pré-requisito para acesso ao crédito rural.

Em voto favorável ao projeto, o relator na Comissão de Agricultura, Acir Gurgacz (PDT-RO), afirmou que apenas um terço dos imóveis rurais foram cadastrados até o momento e aponta dificuldades regionais no acesso ao CAR.”Concordamos com a dilatação do prazo original, tendo presente a quantidade de imóveis rurais ainda pendentes de cadastramento ambiental, a despeito do acelerado ritmo de regularização observado nos últimos meses por todo o país, o que só demonstra o compromisso dos produtores com a sustentabilidade do agronegócio”, observou o relator.

Fonte: Revista Globo Rural | www.revistagloborural.globo.com
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Multa para contribuinte na venda e compra de imóvel pode ser alterada

Via IRIB | www.irib.org.br

PLS 285/2013 altera o prazo para a cobrança de multa pelo não pagamento do IR sobre ganho de capital obtido na venda de imóvel residencial

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou em decisão terminativa, no dia 10.11, projeto de lei (PLS 285/2013) do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) que altera o prazo para a cobrança de multa pelo não pagamento do Imposto de Renda (IR) sobre ganho de capital obtido na venda de imóvel residencial. Pela proposta, a multa deve ser paga a partir de seis meses após a venda. O projeto contou com parecer favorável, com emenda, do relator, senador Wellington Fagundes (PR-MT).

Atualmente, a Lei do Bem (Lei 11.196/2005) livra o contribuinte do pagamento de IR nesse tipo de operação se ele comprar outro imóvel residencial 180 dias após a venda. Se o dono do imóvel vendido não realizar novo negócio nesse prazo, deverá pagar o imposto sobre o ganho de capital dentro de 30 dias. Caso a exigência não seja cumprida, será obrigado, ainda, a arcar com multa e juros, calculados (retroativamente) a partir do primeiro dia útil do segundo mês seguinte ao de recebimento do valor da venda.

Mudanças

O texto original do PLS 285/2013 propõe duas alterações na Lei do Bem. Inicialmente, adia o início da cobrança de multa do segundo mês para o 181º dia seguinte ao de concretização da venda. A alteração foi acolhida pelo relator por entender que a multa só é mesmo devida após o fim do prazo legal dado para a compra de novo imóvel residencial.

Entretanto, Wellington rejeitou sugestão de mudança que amplia de 30 para 180 dias o prazo de pagamento do IR sobre ganho de capital nesse tipo de negócio imobiliário sem multa.

Como foi aprovado em decisão terminativa, o projeto poderá ser enviado diretamente à Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário.

Fonte IRIB | www.irib.org.br
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Marcelo Melo brilha no tênis e assume a liderança do ranking mundial de duplas

Via Brasil 2016 | www.brasil2016.gov.br

Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) divulgou novo ranking. Mineiro é o segundo brasileiro a liderar o ranking mundial. O primeiro foi Gustavo Kuerten, nas simples

O dia 2 de novembro de 2015 foi uma data histórica para o tênis brasileiro. Nesse dia, em pleno feriado de Finados no Brasil, o mineiro Marcelo Melo assumiu o posto de número 1 do mundo de duplas no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP). Com isso, ele se tornou o segundo brasileiro a chegar à liderança do ranking mundial do tênis, igualando o feito de Gustavo “Guga” Kuerten, que por 43 semanas foi o número 1 do mundo no ranking de simples.

Depois de garantir a posição há mais de uma semana, Marcelo Melo, contemplado com a Bolsa Pódio do governo federal, apareceu nesta semana na posição de número 1 nas duplas com 850 pontos de vantagem para os irmãos norte-americanos Bob e Mike Bryan, que lideravam o ranking desde setembro de 2012. Marcelo tem 8.390 pontos, contra 7.540 dos irmãos Bryan.

O brasileiro conseguiu alcançar o topo em uma temporada na qual obteve os melhores resultados da carreira, incluindo o primeiro título de Grand Slam em duplas masculinas do Brasil em Roland Garros, quando Marcelo sagrou-se campeão ao lado do croata Ivan Dodig.

Todo este crescimento de Marcelo Melo vem de um investimento de longa data, desde a definição de seguir jogando apenas nas duplas em 2007, treinado pelo irmão Daniel Melo, responsável por grande evolução técnica do mineiro.

Com o patrocínio dos Correios desde 2008, a Confederação Brasileira de Tênis (CBT) apoia o mineiro ininterruptamente há oito anos, além de garantir junto ao Comitê Olímpico do Brasil (COB) o acompanhamento do preparador físico Chrizogno Bastos e do fisioterapeuta Paulo Roberto Santos em torneios.

Neste ano, um fator importante que também contribuiu para a evolução de Marcelo Melo foi o início do trabalho de vídeo-análise com o aplicativo Dartfish, tecnologia disponibilizada pelo COB em parceria com a CBT que permitiu a presença do especialista Luis Fernando Ramos em torneios pelo mundo para ajudar tanto na melhora de pontos estratégicos quanto no melhor conhecimento dos adversários.

“Número 1 do mundo! Eu que sempre acreditei no sonho de ser tenista profissional, posso dizer que a ficha ainda não caiu”, escreveu Marcelo Melo em sua página no Facebook, em texto que também deixou um recado aos tenistas que também estão na busca de seus objetivos.

“Deixo um recado para os que estão no mesmo caminho: nunca desista do sonho de ser tenista, tente até o fim. No meu caminho apareceram pessoas dizendo que eu não seria capaz, que não tinha capacidade, que eu era muito ruim, que não tinha futuro no tênis, que nunca daria certo trabalhar com irmão, etc. Eu nunca acreditei neles, por isso estou onde estou, acredite no seu sonho e vá em frente”, aconselhou o novo número 1 do tênis mundial.

Acompanhe os brasileiros que mais se destacaram no ranking mundial de simples e duplas, no masculino e feminino:

Simples

Masculino
» Gustavo Kuerten: 1º
» Thomaz Bellucci: 21º
» Thomas Koch: 24º
» Fernando Meligeni: 25º
» Luiz Mattar: 29º
» Marcos Hocevar: 30º

Feminino
» Niege Dias: 31ª
» Teliana Pereira: 44ª
» Patrícia Medrado: 48ª
» Andréa Vieira: 76ª

Duplas

Masculino
» Marcelo Melo: 1º
» Bruno Soares: 3º
» Cássio Motta: 4º
» Jaime Oncins: 22º
» Givaldo Barbosa: 32º
» Fernando Meligeni: 34º
» Gustavo Kuerten: 38º

Feminino
» Patrícia Medrado: 68ª
» Cláudia Monteiro: 82ª
» Niege Dias: 89ª
» Vanessa Menga: 93ª

Fonte: Brasil 2016 | www.brasil2016.gov.br
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Do papel ao lixo eletrônico, tudo é reciclável

Via Revista Ecológica | www.revistaecologica.com

Quem passa em frente à Rua Nova Pátria, em Cotia (SP), não imagina o que acontece no galpão que fica ao lado de uma quadra de esportes. Parte do que é descartado pela população da cidade ganha o destino certo: a reciclagem. No local funciona a Coopernova Cotia Recicla, cooperativa fundada em 2008 que reúne 32 participantes (22 mulheres e dez homens).

Referência EducaRES – A Coopernova foi uma das cooperativas contempladas pelo projeto “Lixo Eletrônico e Responsabilidade Socioambiental”, apoiado pelo Fundo Socioambiental Caixa e realizado pelo Instituto GEA – Ética e Meio Ambiente, reconhecido como prática de referência EducaRES, ferramenta digital do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Desde a sua criação, em 2013, a EducaRES vem divulgando ações que ajudem a enfrentar os desafios da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei 12.305/10) proporcionando aos gestores, catadores de material reciclável e cidadãos em geral, a oportunidade de buscar boas iniciativas de todas as regiões do País. Atualmente existem 200 iniciativas cadastradas na plataforma.

Objetivos – O projeto, que foi iniciado em julho de 2013 e terminou em julho deste ano, teve como objetivo principal gerar renda para cooperativas de catadores, a partir da capacitação técnica dos cooperados e estruturação física das cooperativas para processamento adequado de resíduos eletrônicos (computadores, impressoras e mouses).

Além disso, a iniciativa teve como meta colocar à disposição da população uma forma ambientalmente segura e socialmente justa de destinar seus equipamentos eletrônicos sem uso; facilitar a inserção das cooperativas na logística reversa dos resíduos eletroeletrônicos (REE), uma diretriz da PNRS e do Decreto 7.404/10; e reduzir o risco de contaminação do meio ambiente por resíduos tóxicos.

Inspiração – De acordo com estudo desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA/ONU), o Brasil apresenta-se como maior produtor per capita de lixo eletrônico entre países emergentes e em desenvolvimento, resultando em 96,8 mil toneladas de lixo eletrônico ao ano – sendo o setor bancário um grande consumidor de equipamentos eletroeletrônicos.

Tendo em vista a abrangência nacional da Caixa, a sua ampla rede de atendimento e os avanços tecnológicos, a instituição identificou que o estoque de equipamentos eletroeletrônicos sem uso era elevado, o que demandava uma solução ambientalmente correta. Paralelamente, também constatou que as cooperativas não estavam preparadas para executar essa atividade.

Somando a isso, havia a necessidade de atender ao marco regulatório de resíduos sólidos, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece a responsabilidade compartilhada na destinação final dos REE (fabricantes, distribuidores e consumidores), além do estímulo à participação de catadores no processo de gestão resíduos sólidos. A partir de todas essas questões, a Caixa resolveu desenvolver o projeto em parceria com o GEA.

Capacitações – O projeto apresentou resultados em todos os aspectos da sustentabilidade: econômico, social e ambiental. Foram estruturadas e capacitadas sete cooperativas (localizadas em São Paulo, Salvador, Recife e no Distrito Federal) para coletar, processar e comercializar resíduos eletrônicos, utilizando parte de resíduos da Caixa.

Foram capacitados 79 catadores pelo Instituto GEA, apoiado pelo Laboratório de Sustentabilidade da Universidade de São Paulo (Lassu). As capacitações abordaram os seguintes temas: riscos de contaminação durante a manipulação de resíduos eletrônicos, gestão administrativa do negócio e internalização de informações sobre toda a documentação necessária para comercializar esse material com empresas certificadas.

Segundo a presidente da Coopernova, Marli Monteiro, a partir das capacitações os cooperados passaram a trabalhar com mais segurança e mais higiene. “O descarte e o manuseio corretos das embalagens proporcionam mais saúde e mais renda ao trabalhador”, afirmou. “Ao higienizar as embalagens antes de descartá-las, a população mostra uma preocupação com quem vai trabalhar com elas”.

Lixo eletrônico – Após as capacitações técnicas, as cooperativas foram equipadas com ferramentas, mobiliário e equipamentos de segurança, para que pudessem atuar com os resíduos eletrônicos de forma profissionalizada e segura.

Foi só a partir desse momento que a Caixa passou a destinar os seus resíduos eletrônicos a essas cooperativas, que fizeram sua desmontagem e venderam os componentes para empresas especializadas, que fornecem documento comprovando a destinação final adequada. Segundo Marli Monteiro, durante a vigência do projeto a cooperativa passou a receber cerca de 300 monitores e 300 CPUs por mês da instituição.

Todos os cooperados que integram as cooperativas tiveram um aumento da renda proveniente da reciclagem do lixo eletrônico. Marli conta que os cooperados da Coopernova recebem, em média, renda de R$ 1.500,00 e que boa parte do valor vem desse tipo de material, normalmente muito procurado pelo mercado. “Não é só uma questão de valor”, enfatizou. “O lixo eletrônico é um dos que mais traz danos ao meio ambiente.”

Foram também colocadas à disposição do público 26 caixas coletoras nas regiões contempladas para resíduos eletrônicos provenientes da população, em condomínios residenciais e comerciais, mercados, aeroportos, empresas públicas e privadas.

Resultados – No total, 17.965 equipamentos eletrônicos foram destinados pela Caixa às cooperativas e 300 doados pela população. A comercialização desses equipamentos, após tratamento adequado, gerou um total de R$ 220 mil para as cooperativas. O descarte adequado desses equipamentos permitiu que pelo menos duas toneladas de chumbo fossem recicladas, evitando a contaminação do meio ambiente.

Segundo a presidente do Instituto GEA, Ana Maria Luz, o projeto só teve resultados positivos e serviu como exemplo a outras empresas, pois demonstrou, na prática, que é viável considerar as cooperativas de catadores como destinatários dos seus resíduos eletrônicos.

Essa ação socioambiental tem um grande alcance e beneficia não só os catadores, mas a população em geral. “Adotando esse mesmo procedimento, as empresas podem ainda antecipar-se à entrada em vigor da política nacional de resíduos sólidos, implementando a logística reversa de eletrônicos com viés social”, destacou.

Considerando os resultados exitosos do projeto, a Caixa iniciará uma segunda fase, que consistirá na expansão para Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia, além de Brasília, Recife, Salvador e São Paulo. Serão tratados, além de eletroeletrônicos, mobiliários, equipamentos de uso, de segurança e de tecnologia da informação (TI). Outras 22 cooperativas participarão, sendo capacitados e instrumentalizados 420 cooperados.

As cooperativas e cooperados da primeira fase também receberão capacitação. O outro diferencial dessa próxima fase consistirá na estruturação de uma rede apoio para que a comercialização seja realizada de forma integrada com outras cooperativas locais.

Saiba mais – Mais de 200 experiências sobre educação ambiental e comunicação social com resíduos sólidos estão disponíveis na plataforma virtual EducaRES. Essa ferramenta digital tem o objetivo de divulgar ações que ajudem a enfrentar os desafios da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) proporcionando aos gestores, catadores de material reciclável e cidadãos em geral, a oportunidade de buscar boas iniciativas de todas as regiões do país.

Em 2014, o Ministério do Meio Ambiente lançou edital público que selecionou 84 ações de referência. Foram escolhidas até 30 experiências de cada segmento (sociedade civil, poder público e setor privado).

As propostas selecionadas foram reconhecidas como “Práticas de Referência EducaRES” e aparecerem de forma diferenciada na plataforma. As experiências também serão recomendadas pelo Ministério do Meio Ambiente como referência para compor materiais pedagógicos e técnicos de publicações e processos formativos, presenciais ou a distância, produzidos pelos governos no âmbito federal, distrital, estadual e municipal.

Fonte: Revista Ecológica | www.revistaecologica.com
Postado por: GBC Engenharia – Perícias e Consultoria | www.gbcengenharia.com.br

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