Projeto Capacitree

Inpe vai ensinar por vídeo como monitorar a Amazônia através de satélite

Via INPE | www.inpe.br

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o banco de desenvolvimento da América Latina (CAF) lançaram nesta sexta-feira (31/7), em Brasília, a frente de videoaulas do Projeto Capacitree – Capacitação e Monitoramento de Florestas por Satélite. A ação complementa as atividades do Centro Regional da Amazônia, do INPE, que em dois anos já preparou em cursos presenciais mais de 250 pessoas da América Latina, Ásia e África nas práticas brasileiras de monitoramento por satélite da Amazônia Legal Brasileira.

Todas as 24 aulas estarão disponíveis em português, inglês, espanhol e francês a quaisquer interessados pelo endereço eletrônico www.inpe.br/cra, a partir de 15 de agosto. Os quatro primeiros vídeos trazem noções básicas de sensoriamento remoto, geoprocessamento e processamento digital de imagens, além de informações sobre o Programa Amazônia do INPE, que utiliza o sistema TerraAmazon em suas atividades de monitoramento, como o PRODES, que contabiliza a taxa anual de desmatamento na Amazônia, e o DETER, que serve de alerta para a fiscalização.

O conteúdo especificamente ligado às aulas sobre o sistema TerraAmazon, dividido em 20 vídeos, poderá também ser acessado via Youtube, no canal INPE-CRA.

“Com as videoaulas, abrimos mais uma importante frente de nosso programa de capacitação, que agora poderá ser acessado por pessoas que não podem vir ao Brasil para os cursos presenciais”, explica Alessandra Gomes, chefe do Centro Regional da Amazônia do INPE. O instituto brasileiro é procurado com frequência para repassar a tecnologia e métodos em monitoramento ambiental por satélites, considerados os mais avançados do mundo. O INPE realiza atividades baseadas em dados orbitais sobre florestas desde a década de 1970, quando foi lançado o primeiro satélite de observação da Terra (Landsat, dos Estados Unidos).

Um dos legados dessa experiência é o PRODES, que já completa 27 anos de fornecimento ininterrupto de dados precisos sobre o desmatamento na maior floresta tropical do planeta. Com o passar dos anos, o monitoramento da Amazônia tem se beneficiado das novas tecnologias e satélites e, em 2004, o INPE desenvolveu o DETER, cujas informações diárias são passadas para o Ibama e órgãos estaduais de meio ambiente, que podem intensificar a fiscalização em campo.

É com base nos dados fornecidos pelo PRODES e DETER que o governo brasileiro tem formulado as políticas e ações de comando e controle do desmatamento que surtiram efeitos positivos na redução da taxa de desmatamento da Amazônia Brasileira, passando de mais de 27 milkm², em 2004, para cerca de 5 mil km².

Com o Projeto Capacitree, o INPE espera também se tornar referência mundial em capacitação no monitoramento de florestas por satélites. Assim, todos os países interessados em proteger suas florestas poderão ter os seus próprios sistemas de monitoramento. Para produzir as videoaulas, o INPE contou com recursos do CAF e apoio da FUNCATE (Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais).

Ligia Castro, diretora da Direção de Ambiente e Mudanças Climáticas do CAF, avalia que esse tipo de iniciativa corrobora a política da instituição de disseminar conhecimentos entre os países, fortalecer as instituições nacionais, regionais e locais de meio ambiente e, ainda, complementa o trabalho conjunto que vem realizando o CAF junto com o Brasil e a Itália na conservação e uso sustentável das florestas por meio do Projeto Amazônia sem Fogo na Bolívia e Equador, que se ampliará no próximo ano também para o Peru. O representante do Banco no Brasil, Victor Rico, avalia que a iniciativa faz parte de um conjunto de ações de cooperação técnica que o CAF mantém no Brasil para promover o desenvolvimento sustentável alinhado com as prioridades do governo brasileiro.

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construcao-sustentavel

Green Building Brasil: Construção Sustentável terá reunião em São Paulo

Via Registradores | www.iregistradores.org.br

No momento em que o Brasil comemora pelo segundo ano consecutivo a presença na lista das dez nações que estão à frente no ranking das construções sustentáveis, o chamado green building, o País se prepara para sediar a 6º Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Exposição 2015.

O evento será realizado entre 11 e 13 de agosto em São Paulo, no Transamérica Expo Center, e contará com a participação de engenheiros, arquitetos e representantes de construtoras interessados em tecnologias sustentáveis que podem ser aplicadas ao setor.

Para o diretor-gerente do Green Building Council Brasil (GBC Brasil), Felipe Faria, um dos organizadores do encontro, o Brasil já atingiu o patamar de grande potência quando o assunto é construção sustentável. Segundo ele, o país registrou, na comparação entre 2013 e2014, uma redução no número de empreendimentos com a certificação Leed — o sistema de classificação de green building mais reconhecido no mundo e que serve de base para a classificação entre países –, mas essa queda se deve a uma queda geral no setor imobiliário.

“Por outro lado, outros setores passaram a aumentar a demanda pelas construções sustentáveis”, diz ele, citando o caso de plantas industriais, lojas de varejo, museus e outros prédios públicos. Para receber o selo Leed (sigla em inglês para liderança em energia e desings ambiental), a construção tem de cumprir requisitos de sustentabilidade, como baixo consumo de energia e água, entre outros.

Recentemente, a reforma do estádio do Maracanã, no Rio, recebeu a certificação, assim como outros prédios comerciais. Segundo Faria, o custo não é mais um entrave ao desenvolvimento da construção sustentável. “O valor da obra tem uma elevação de no máximo 6%, mas a redução do custo de operação do prédio compensa. Só com água, a economia é de 40%. A de energia elétrica fica entre 25%e30%”, afirma ele. Faria explica que esses valores levam em conta as cerca de 300 edificações já certificadas no Brasil.

Durante a conferência Greenbuilding Brasil, a expectativa é de que cerca de seis mil pessoas participem das atividades em São Paulo, que incluem 130 palestras, feira de construção sustentável e exposição de cases de sucesso no Brasil e no exterior. Haverá discussões sobre a gestão da água nas edificações e na indústria, a relação da água e o verde e os desafios da sustentabilidade nas cidades brasileiras, entre outros temas.

Ranking

O Brasil aparece em quarto lugar no ranking das construções sustentáveis anunciado nesta semana pelo US Green Building Council (USGBC), o órgão americano do setor. A lista dos “Top 10″ países Leed classifica as nações em termos de metragem quadrada construída e números de projetos certificados Leed.

Única nação da América Latina entre as 10 mais do setor, o Brasil aparece na relação atrás apenas de Canadá, China e Índia. Os Estados Unidos não entram nesse ranking porque os organizadores entendem que o país é praticamente hors concours nessa área.

De acordo com o GBC, o anúncio do ranking ocorre em um momento de especial atenção internacional sobre a mitigação das mudanças climáticas que prevalecerá em destaque até aCOP21, as negociações climáticas da Organização Nações Unidas(ONU)que ocorrerá em dezembro.

O órgão ainda informou que o Brasil foi destaque no ano passado por ser o país que obteve a maior queda do mundo em emissões de gases de efeito estufa, com base em seus esforços bem-sucedidos de combate ao desmatamento.

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Regularização Fundiária

TJSP e Ministério das Cidades firmam acordo para aperfeiçoar Regularização Fundiária

Via Registradores | www.iregistradores.org.br

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Renato Nalini, e o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, assinam hoje, 29 de julho, às 18 horas, no Palácio da Justiça, Acordo de Cooperação Técnica na área de regularização fundiária para a implantação de ações conjuntas em áreas de mútuo interesse, principalmente temas ligados à regularização fundiária de assentamentos urbanos. O acordo, com duração de um ano, busca o aperfeiçoamento de medidas de prevenção e mediação de conflitos fundiários, difusão de boas práticas, troca de experiências e estabelecimento de uma agenda comum de trabalho.

Na mesma cerimônia, serão outorgadas “Medalha do Mérito Judiciário Ministro Manoel da Costa Manso” ao general de Exército João Camilo Pires de Campos, ao vice-almirante Wilson Pereira de Lima Filho e ao major-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno.

Serviço

17h45 às 18 horas – Atendimento à imprensa

18 horas – Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre o TJSP e o Ministério das Cidades

Endereço: Palácio da Justiça – 2º andar – Salão do Júri

Praça da Sé, s/nº – Centro – São Paulo/SP

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sisla

Software vai auxiliar estados em análises de licenciamento

Via Embrapa | www.embrapa.br

Os órgãos de licenciamento ambiental de vários estados brasileiros poderão contar com uma poderosa ferramenta para o seu trabalho. O Amapá iniciou a elaboração de um termo de cooperação para a utilização do Sistema Interativo de Suporte ao Licenciamento Ambiental (Sisla), desenvolvido originalmente para o Mato Grosso do Sul, onde já é utilizado há seis anos. Trata-se de um sistema de informação georreferenciada que auxilia na análise espacial, regularização e gestão ambiental e apoia a tomada de decisão. Foi desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (SP) com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul).

No ano passado, o pesquisador da Embrapa João dos Santos Vila da Silva apresentou a tecnologia para as secretarias estaduais de seis estados da Amazônia Legal, na região Norte – Acre, Amapá, Amazonas, Roraima, Pará e Tocantins – além de Sergipe, no Nordeste, com o objetivo de discutir acordos de cooperação técnica para adequar o sistema para cada estado.

“Atualmente estamos elaborando um termo de cooperação com o Estado do Amapá para a transferência da tecnologia”, conta o pesquisador. “Em 2015, as articulações estão sendo reiniciadas nos outros estados visitados para verificar o interesse dos novos governantes em estabelecer parcerias para a adaptação do Sisla às necessidades locais e regionais”, explica Vila.

No Amapá, tanto a equipe técnica da Secretaria Estadual de Meio Ambiente quanto a da Embrapa Amapá (AP) estão envolvidas em um processo de articulação para customizar o Sisla. “Nós estamos numa fase bastante avançada. Em agosto, vamos trabalhar a apresentação desse sistema customizado, modernizado para todo o corpo técnico do governo estadual e das prefeituras”, afirma Marcelo Creão, secretário de Meio Ambiente do estado.

“Como resultado da customização do processo de licenciamento ambiental, vamos ter o controle total e poder gerar estatísticas rapidamente. [Vamos saber] quais tipologias de empreendimentos estão licenciadas, quais empreendimentos estão com alguma condicionante que não cumpriram, por onde nós podemos avançar num processo de licenciamento tanto em nível geográfico como em nível temático. E isso vai dar um norteamento para que a gente trace políticas públicas necessárias”, ressalta o secretário.

Com as ferramentas de tecnologia de informação integradas aos estudos de georreferenciamento, os governos estaduais e federal podem melhorar o monitoramento do espaço rural e informatizar os processos de licenciamento ambiental, tornando-os mais rápidos e seguros.

As geotecnologias são usadas para caracterização e controle das áreas licenciadas, solicitações de licença, acompanhamento dos processos em análise e divulgação de estudos ambientais. Elas se baseiam em recursos como imagens de satélite, sistemas de informações geográficas, banco de dados georreferenciados e serviço de consulta e disponibilização de dados pela internet, aumentando a confiabilidade e a agilidade na gestão.

O Sisla, desenvolvido com ferramentas livres e imagens de satélite gratuitas, dá suporte ao licenciamento de empreendimentos com relação a áreas protegidas, contribuindo para a preservação ambiental.

Ferramentas de geoprocessamento, de sensoriamento remoto e sistemas inteligentes são eficientes para a prática do licenciamento integrado. Os sistemas ajudam a monitorar atividades que causam impacto, por exemplo, aos recursos hídricos, como a mineração, hidrelétricas, indústrias, serviços e piscicultura, infraestrutura, resíduos sólidos e poluição da água. Essas tecnologias também têm sido significativas para ajudar no controle da biodiversidade e, inclusive, na queda dos índices de desmatamento.

Mais agilidade à gestão ambiental

As informações são úteis tanto para a gestão ambiental como para orientação de estudos técnicos e definição de políticas públicas. Além de ajudar a conhecer melhor as áreas de cobertura vegetal e os principais tipos de uso da terra, os resultados podem auxiliar produtores, gestores e consultores ambientais na elaboração de projetos de licenciamento e planejamento da produção agrícola.

Em Mato Grosso do Sul, o Sisla é um instrumento de política pública adotado pelos analistas e gestores ambientais e tornou mais rápido o trabalho de técnicos, facilitando as análises dos pedidos de licença. Reúne um conjunto de informações espacializadas, disponíveis na internet e com acesso gratuito, para que consultores e empreendedores possam elaborar os pedidos de licença.

“As ferramentas de geotecnologias dão maior segurança para os nossos fiscais analisarem os processos e celeridade para os nossos consultores e empreendedores, agilizando o processo finalístico, ou seja, a licença sai no menor tempo possível”, conta o gerente de controle e fiscalização do Imasul, Luiz Mário Ferreira.

O Sisla é baseado na legislação nacional e estadual sobre licenciamento, que estabelece a forma e ocupação de uso da terra, gerando mapas e relatórios sobre a situação de cada empreendimento cadastrado no sistema, de forma rápida e confiável. O consultor ambiental Márcio Palmeira, que está acompanhando a regularização na Fazenda São Lucas, em Nova Alvorada do Sul (MS), usa o sistema para cadastrar a propriedade e elaborar os mapas do entorno.

“Antes era utilizado o sistema analógico; o profissional desenvolvia atividades especificamente com plantas e levantamentos executados por ele mesmo no local da propriedade. Com o Sisla houve um uso melhor das tecnologias disponíveis; então facilitou muito a atividade do profissional e melhorou inclusive a qualidade dos trabalhos técnicos apresentados ao órgão que licenciava no caso de Mato Grosso do Sul, o Imasul”, afirma Palmeira.

A tecnologia apresenta recursos como o cadastro de processos por atividade, análise técnica dos licenciamentos, consulta sobre o andamento do processo, entre outras características. A partir dos dados da propriedade, o sistema indica as condições do empreendimento, considerando cobertura vegetal, relevo, áreas de conservação e preservação, terras indígenas, corredores de biodiversidade, e outros aspectos que devem ser considerados para o licenciamento e a regularização ambiental, do ponto de vista espacial.

As vantagens da informatização são imensas. Cada análise espacial requerida pelo processo do Imasul demorava em torno de dois a três meses para ser realizada. Com o sistema, esse tempo foi bastante reduzido. Atualmente, em menos de uma hora é possível avaliar uma solicitação de licenciamento usando o software.

Com apoio da Embrapa, vários técnicos do Instituto responsáveis pela análise espacial e aprovação das licenças foram capacitados para usar a tecnologia. O processo melhorou, especialmente com relação ao embasamento técnico para a emissão dos pareceres e despachos finais relativos às licenças ambientais, explica o gestor de processos do Imasul, Mario Márcio Vieira Machado. “Conseguimos inserir a informação do imóvel e, a partir do momento em que o arquivo é carregado no sistema, podemos cruzar com várias informações que vão subsidiar a tomada de decisão e, assim, melhorar a qualidade do licenciamento”, complementa Kelson Ribeiro dos Santos, analista ambiental do Instituto.

Legislação

Fazer a regularização ambiental da propriedade também é fundamental para obter o licenciamento. Por isso, na Fazenda São Lucas, o produtor Nélson Vasconcelos está adotando uma série de medidas para adaptar a sua propriedade rural à legislação e regularizar a situação da sua atividade produtiva.

“Nós adquirimos a Fazenda São Lucas com a determinação de adequá-la à nova sistemática de preservação ambiental, inclusive o cadastro ambiental rural. Por meio da consultoria ambiental, estamos adequando todas as cercas e as reservas e fazendo tudo que é necessário para preservar todas as áreas de riqueza natural que existem dentro da propriedade”, conta o Vasconcelos.

No Brasil, as leis e normas para avaliação de impactos para a preservação ambiental vêm sendo aplicadas desde a década de 1980. A Política Nacional de Meio Ambiente, criada em 1981, regulamenta a avaliação de impacto ambiental e o licenciamento de atividades que podem causar poluição ao meio ambiente.

De acordo com a Constituição Federal, são necessários estudos prévios de impacto ambiental para a instalação de obras ou atividades que possam provocar a degradação do meio ambiente. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), é o órgão responsável pelo estabelecimento de normas e critérios para o licenciamento ambiental no País.

Os órgãos ambientais estaduais dispõem de autonomia para definição dos próprios procedimentos e critérios para o licenciamento ambiental, embasados em legislações específicas e respeitando as normas federais, como prazos de validade e de análise de cada tipo de licença. Com essa autonomia, alguns estados puderam adotar a prática do licenciamento ambiental integrado. Dessa forma, o Sisla está integrado ao Sistema Imasul de Registros e Informações Estratégicas do Meio Ambiente (Siriema) de Mato Grosso do Sul.

Por meio do projeto de pesquisa “GeoMS − Sistema de Informação Georreferenciada como apoio à tomada de decisão, Estudo de caso: Estado de Mato Grosso do Sul”, realizado entre 2007 e 2011, em parceria com o governo do estado, a Embrapa Informática Agropecuária (SP), a Embrapa Gado de Corte (MS) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os pesquisadores mapearam a cobertura vegetal de Mato Grosso do Sul. Foram realizadas diversas viagens a campo, em áreas amostrais do estado, para o reconhecimento dos tipos de uso e de vegetação, incluindo levantamentos florísticos.

Com o mapeamento da cobertura vegetal e do uso da terra no estado, foi possível criar um sistema de informação georreferenciada tanto para monitorar o espaço rural como para gerar informação para o governo que ajuda na definição de políticas públicas e na análise da implantação de projetos. Entre os resultados das pesquisas, foram elaborados mapas de remanescentes da cobertura vegetal por tipologia, como cerrado, cerradão, floresta, campo nativo, e por tipos de uso: se é área urbana, pastagem plantada, agricultura ou reflorestamento.

Todas as informações espaciais compõem uma base de dados única, incluindo as áreas indígenas, áreas protegidas, cobertura vegetal, relevo, declividade, drenagem e imagens de satélite. Essa base permite a rápida geração de mapas de análise espacial do entorno da propriedade e será integrada a outras bases do governo, como o zoneamento ecológico-econômico. Também foi agregado o mapa de cobertura vegetal e uso da terra, facilitando o monitoramento do espaço rural e a identificação de vegetação natural, desmatamento e ocupação humana, para melhor gestão territorial, do ponto de vista técnico e ambiental.

Nadir Rodrigues (MTb 26.948/SP)
Embrapa Informática Agropecuária
informatica-agropecuaria.imprensa@embrapa.br
Telefone: (19) 3211-5747

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

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Cartório brasileiro está entre os melhores do mundo

Mais rápido, mais eficiente, mais barato: Cartório brasileiro está entre os melhores do mundo

Via Registradores | www.iregistradores.org.br

No que diz respeito aos cartórios, 2014 trouxe uma ótima notícia para os brasileiros. Nossos cartórios notariais e de registros estão entre os melhores do mundo, segundo o último relatório Doing Business produzido pelo Banco Mundial.

Dentre todos os países pesquisados, o Brasil tem um dos menores custos para a transferência da propriedade de imóveis. Na América Latina, o custo brasileiro chega a ser metade do que praticam outros países.

O documento Doing Business 2014: Entendendo Regulamentos para Pequenas e Médias Empresas demonstra que o percentual de custo de transferência da titularidade do imóvel, em relação ao valor total do bem, é de 2,6% no Brasil, contra 6% na região latino-americana e 4,4% nos países integrantes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Quanto ao prazo, no Brasil o imóvel é registrado em 30 dias, no máximo, contra a média de 65 dias na América Latina e no Caribe.

No Estado de São Paulo, os contratos digitais que transacionam imóveis são registrados em cinco dias úteis. E mais, os cartórios de Registro de Imóveis reduziram para dez dias úteis o prazo de registro dos contratos e escrituras em papel, o que aprimora ainda mais o sistema registral brasileiro.

O portal Registradores de Imóveis – www.registradores.org.br – integra todos os Cartórios de Registros de Imóveis do Brasil, na internet, não como um banco de dados único e estático, mas sincronizado com as bases de dados dos cartórios, para que todos os dados sejam atualizados em tempo real. Os cidadãos e as empresas têm acesso online para protocolizar títulos, pedir certidões digitais (ou em papel), e outros serviços, diretamente nos cartórios, de forma rápida e segura, sem necessidade de recorrer a intermediários.

Essa integração de todos os cartórios de Registros de Imóveis em um único local na internet contribui, efetivamente, para melhorar o ambiente de negócios imobiliários no Brasil, o que já foi captado pelo relatório Doing Business.

Certidões digitais de nascimento, casamento e óbito

Os Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo também estão emitindo certidões digitais de nascimento, casamento e óbito, que podem ser pedidas e baixadas pela internet, no portal, pelo mesmo custo da certidão em papel, para serem usadas quantas vezes for preciso. O serviço está disponível para os Estados de São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo, Sergipe, Mato Grosso do Sul e Acre.

A certidão digital tem validade em todo o território nacional e pode ser enviada pela internet para órgãos privados – bancos, escolas, planos de saúde ¬– e órgãos públicos – Judiciário, Receita Federal e INSS. Ela pode ser recebida por e-mail ou retirada no cartório mais próximo. E quem precisar de uma certidão em papel também pode pedi-la pela internet. O documento é entregue pelo correio.

Cartórios da Bahia ganham qualidade com serviços privatizados

Em âmbito nacional, um reforço para a excelência dos serviços prestados pelos cartórios vem sendo dado pelo Estado da Bahia, que foi o último a privatizar os serviços notariais e de registro (Lei 12.352/2011).

Depois de comparar a qualidade do atendimento em unidades públicas e privadas, que coexistem no Estado até que sejam realizados os concursos públicos para provimento de todos os cartórios, o jornal A Tarde, de Salvador, destacou em reportagem que os “cartórios privatizados são mais rápidos e eficientes” (5/4/2014).

Segundo o jornalista Luan Santos, “para um serviço simples, como a abertura de uma firma, por exemplo, o atendimento em um estabelecimento público pode chegar a duas horas (…). Em um privado, o tempo para a realização do mesmo serviço pode ser até de dez minutos”.

Os usuários entrevistados elogiam os serviços privatizados: “Não há fila e o atendimento é rápido e eficiente (…)”. “É um atendimento de excelência. Em cartórios privados, pode-se realizar serviços que demorariam meses em 30 dias no máximo”.

O Estado da Bahia já privatizou 250 de seus 1556 cartórios e continua realizando concursos públicos.

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Google Meus Mapas: Como criar um mapa a partir do Google Planilha

Via Mundo Geo | www.mundogeo.com

Neste tutorial vamos demonstrar os novos recursos implementados no Google My Maps (Google Meus Mapas). O Google My Maps permite importar arquivos CSV, TSV, KMZ, KML ou XLSX, além de planilhas do Google Drive. Usando o Google Planilhas foi elaborada uma planilha contendo coordenadas geográficas e atributos para alguns pontos. A área de estudo deste tutorial é a Área Central da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente.

Você pode seguir os procedimentos sugeridos neste tutorial e usar seus próprios dados. Para tanto, faça login em sua conta Google. Entre no Google My Maps: www.google.com/maps/d/. Clique em “Criar um novo mapa”. Você terá acesso à interface do Google My Maps, que agora aceita até 10 camadas de dados. Observe que no painel à esquerda consta “Mapa sem título”. Clique sobre esse texto e será possível digitar o nome do mapa. Neste tutorial foi digitado: “Unesp – P. Prudente – Área Central”. Digite uma descrição para seu mapa. Neste tutorial foi digitado: “Este mapa mostra a localização dos prédios da Área Central da Unesp de Presidente Prudente”. Clique em “Salvar”.

Note que agora o nome e a descrição são exibidos no painel à esquerda. Observe que já existe uma camada sem título disponível para conter dados, sejam eles criados manualmente ou através de importação de dados previamente coletados. Vamos demonstrar a segunda opção; portanto, clique em “Importar”.

Há duas opções: fazer upload de um arquivo do seu próprio computador ou escolher um arquivo no Google Drive. Sendo assim, escolha a segunda opção (Google Drive) para indicar um arquivo do Google Planilhas que você tenha elaborado anteriormente. Indique o caminho onde salvou seu arquivo. Neste tutorial foi indicado o arquivo “predios-area-central-unesp-prudente”. Logo depois de clicar em “Selecionar”, você notará que será iniciado o upload do Google Drive para o Google My Maps.

Ao final do processo de importação será exibida uma janela de informações na qual já aparecem habilitadas as colunas “Latitude” e “Longitude”, que serão utilizadas para posicionar os marcadores. Caso houvesse uma coluna com o endereço completo, a mesma poderia ser habilitada ao invés das colunas de Latitude e Longitude. Clique em “Continuar”.

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Em seguida será possível escolher a coluna para identificar os marcadores, sendo que há várias opções. Neste tutorial foi escolhida a opção “Sigla”, mas você poderá escolher a que desejar no seu arquivo do Google Planilhas. Depois clique em “Concluir”. Os marcadores importados serão exibidos na tela. No caso deste tutorial, observe como os marcadores estão posicionados sobre os prédios da Área Central da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente, de acordo com as coordenadas geográficas fornecidas no Google Planilhas.

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Clique no nome da camada (que passou a ter o nome do arquivo importado) e digite o nome que desejar. Neste tutorial foi digitado: “Prédios da Área Central da Unesp de P. Prudente”. Depois clique em “Salvar”. Observe que os marcadores aparecem com o mesmo símbolo (estilo uniforme, todos iguais entre si). Clique em “Estilo uniforme” para escolher outro estilo, uma vez que há várias possibilidades: Estilo uniforme; Sequência de cor e letras; Estilos individuais; Estilo por coluna de dados.

Escolha a opção “Sequência de cor e letras” e observe que agora os marcadores são exibidos como balõezinhos em diferentes cores e com letras associadas a cada um deles. Escolha agora a opção “Estilo por coluna de dados”. No caso deste tutorial foi selecionada a coluna “Nr andares”. Observe que há opções: “Intervalos” e “Categorias”. Escolha “Intervalos” e defina o número adequado para seus dados, sendo que neste tutorial foi escolhido o número 2. Em seguida escolha a paleta desejada para preenchimento dos balõezinhos. Note que a aparência dos marcadores foi alterada, seja no que se refere à cor de preenchimento, sendo que no exemplo abaixo os prédios com um andar foram associados com a cor vermelha e prédios de dois andares com a cor amarela. Há nove prédios com somente um andar e seis prédios com dois andares na nossa área de estudo.

Podemos alterar a aparência dos marcadores representando os prédios de um andar e os prédios de dois andares. Você pode fazer o mesmo com seus próprios dados, por exemplo, clique no painel à esquerda no baldinho associado com os marcadores dos prédios de um andar. Vamos alterar agora a legenda e a aparência dos marcadores representando os prédios de um andar e os prédios de dois andares. Você pode fazer o mesmo com seus próprios dados. No nosso caso clicamos no painel à esquerda no baldinho associado com os marcadores dos prédios de um andar. Editamos a legenda para “Prédios de um andar” e escolhemos outro ícone para os marcadores (estrelinha) mas mantivemos a mesma cor do intervalo. Para finalizar essa edição da aparência dos marcadores associados com os prédios de um andar clicamos em “X” localizado no canto superior direito dessa telinha.

Tendo feito a edição da aparência dos marcadores associados com os prédios de dois andares e clicado novamente em “X” localizado no canto superior direito da telinha podemos visualizar o resultado da customização do nosso mapa. Para exibir informações específicas de cada prédio basta clicarmos no marcador desejado, sendo que no nosso caso clicamos no marcador da Diretoria da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente. Desta forma todos os atributos daquele marcador podem ser exibidos na caixa de informações. Para alterarmos o plano de fundo temos que clicar na seta que se encontra do lado esquerdo de “Mapa Básico” e escolher a opção “Satélite” a partir das nove opções. Depois podemos clicar em “X” para fechar esse recurso de escolha do plano de fundo.

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Exiba na tela a área de interesse com o nível de zoom mais adequado para futuras visualizações. Em seguida, clique no ícone que se encontra do lado direito de “Compartilhar” e escolha a opção “Definir visualização padrão”. Um aviso será exibido confirmando que “a visualização atual foi salva como padrão para este mapa”. A partir desse mesmo menu utilizado para definir a visualização padrão, temos acesso a outros recursos, tais como: Imprimir o mapa; Exportar para KML; Incorporar ao site.

Caso queiramos exportar para KML podemos fazer isso para todo o mapa ou para cada camada em separado. Mas, depois de clicarmos em “Download” e no momento de indicarmos o caminho onde salvar o arquivo, notaremos que a extensão é KMZ e não KML. Outro recurso interessante do Google My Maps é o de exibirmos os atributos dos marcadores em forma de tabela. Para tanto, temos que clicar nos três pontinhos localizados do lado direito do nome da camada. Ao fazermos isso veremos a última opção, que é “Abrir tabela de dados”. Clicando nessa opção será aberta a tabela com os atributos dos marcadores.

Outro recurso interessante do Google My Maps é o de exibirmos os atributos dos marcadores em forma de tabela. Para tanto, temos que clicar nos três pontinhos localizados do lado direito do nome da camada. Ao fazermos isso veremos a última opção, que é “Abrir tabela de dados”. Clicando nessa opção será aberta a tabela com os atributos dos marcadores. Tendo sido exibida a tabela com os atributos dos marcadores podemos fazer buscas. No exemplo abaixo digitamos “depart” e obtivemos como resultado um único Departamento associado a um dos marcadores dos prédios.

Mas se digitarmos “dep” obteremos outro resultado em função da maneira como os dados foram inseridos originalmente no Google Planilhas. Isso serve como alerta para que tenhamos cuidado com relação à forma e ao conteúdo que criamos em nossas planilhas, pois só teremos resultados de busca compatíveis com o que foi cadastrado. Podemos editar os atributos na tabela de dados, por exemplo, substituindo “Dep” por “Departamento”. Notaremos que os mesmos atributos são refletidos na caixa de informação que está associada ao marcador em questão. Para fechar a tabela de dados basta clicarmos em “X” no canto superior direito.

Essa mesma edição poderia ter sido feita na caixa de informação do marcador, bastando clicar no ícone do lápis. Além da edição dos atributos do marcador, podemos também inserir fotos associadas ao lugar, bastando clicar no ícone da câmara no canto inferior direito da caixa de informações.

Para inserir fotos do lugar podemos fazer uma busca no Google. Também podemos fornecer a URL da imagem que tenhamos publicado no Panoramio, Picasa, Google Maps Views etc. No caso em questão podemos entrar em http://www.panoramio.com/photo/42969417 e clicar com o botão direito do mouse sobre a foto para obter a URL da imagem http://static.panoramio.com/photos/large/42969417.jpg a ser inserida no Google My Maps. Para finalizar temos que clicar em “Selecionar”.

A imagem selecionada na etapa anterior agora é exibida associada ao marcador do prédio em questão. Finalmente, clicamos em “Salvar”. Faça o mesmo para seus dados e customize seu mapa no Google My Maps. O Google My Maps possibilita inúmeras edições, desde o título do mapa, a descrição do mapa, o nome de cada camada, os estilos, os atributos e os demais dados associados com os marcadores.

Para que outras pessoas tenham acesso ao mapa podemos clicar em “Compartihar”. Há várias opções de redes sociais, mas também podemos divulgar uma URL exclusiva para cada mapa que criarmos (que no nosso caso é https://www.google.com/maps/d/edit?mid=zDteTvTo4lO4.kepB78ns6LAw). Podemos convidar pessoas para geocolaborar e contribuir com conteúdo no mapa que criamos no Google My Maps. Ao finalizar, clicamos em “Concluído”. Os mapas criados no Google My Maps ficam salvos no nosso próprio Google Drive. Siga os procedimentos sugeridos neste tutorial e, tendo dúvidas, entre em contato com os Principais Colaboradores do Fórum Google Maps: http://goo.gl/88yUcw.

Arlete Aparecida Correia Meneguette
Engenheira cartógrafa (Unesp), PhD em fotogrametria (University College London). Docente e pesquisadora do Departamento de Cartografia da Unesp – Campus de Presidente Prudente
arletemeneguette@gmail.com

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Novo radar intensificará combate ao desmatamento

Via Portal Brasil | www.brasil.gov.br

Sistema, que irá monitorar cerca de 950 mil quilômetros quadrados, faz parte de um pacote de R$ 80,5 milhões anunciados pelo Ministério da Defesa para combater o desmatamento e outros crimes ambientais contra a Amazônia Legal

Um radar orbital vai monitorar, entre os meses de outubro e abril, o desmatamento ilegal em cerca de 950 mil quilômetros quadrados da Amazônia. A tecnologia faz parte de um pacote de R$ 80,5 milhões anunciados nesta segunda-feira (20) pelo Ministério da Defesa para combater o desmatamento e outros crimes ambientais contra a Amazônia Legal. A iniciativa faz parte do Projeto Amazônia SAR, que conta com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da União.

O radar vai gerar alertas para dar suporte às ações de fiscalização, além de enviar as informações ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para compor os dados do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter). A tecnologia permite a observação da terra mesmo em condições climáticas adversas. O equipamento é coordenado pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão da Defesa, em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Inpe.

Do total investido no Amazônia SAR, R$ 63,9 milhões de recursos não-reembolsáveis serão provenientes do Fundo Amazônia via contrato assinado com BNDES. Os outros R$ 16,6 milhões a serem investidos são oriundos do Orçamento da União.

“A Amazônia representa um dos focos de maior interesse para a Defesa e o Amazônia SAR significa um grande avanço na proteção da Amazônia Legal, visto que possibilita gerar informações mais precisas, rápidas e o principal, em condições climáticas adversas, que dificultam a visualização por sensores ópticos”, afirma o ministro da Defesa, Jaques Wagner, para quem a medida reafirma o compromisso do Brasil em preservar a região amazônica.

Como funciona

O radar de abertura sintética SAR (sigla em inglês para Synthetic Aperture Radar) funciona com pulsos de ondas eletromagnéticas, que independem da luz e são capazes de ultrapassar barreiras físicas como as nuvens. Por isso, é mais indicado para o período de excesso de nuvens na Amazônia. Para criar uma imagem do SAR, pulsos sucessivos de ondas de rádio são transmitidos para “iluminar” a cena alvo e o eco de cada pulso é recebido e gravado.

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Drones: Novo caminho para a conservação ambiental

Via Drone Show | www.droneshowla.com

Com capacidade de coletar dados e imagens de alta resolução, a tecnologia dos Veículos Aéreos Não Tripulados (os VANTs, popularmente conhecidos como drones), pode ser uma ferramenta de trabalho para organizações que cuidam do meio ambiente. Os desafios são muitos, especialmente de natureza legal, mas a necessidade de inovações que contribuam para a proteção e monitoramento dos animais e das florestas motivou o WWF-Brasil, juntamente com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e outros parceiros, a iniciar o Projeto Ecodrones Brasil.

O Projeto Ecodrones Brasil tem a intenção de otimizar a conservação, não apenas do ponto de vista técnico como também econômico, já que as ações necessárias para a proteção dos recursos naturais requerem, na maioria das vezes, bastante tempo e dinheiro.

Segundo o especialista do Programa Amazônia do WWF-Brasil, Marcelo Oliveira, o potencial de uso desses equipamentos na esfera ambiental é enorme. Ele contou que os ecodrones trazem oportunidades inovadoras para o mapeamento de áreas protegidas, monitoramento da biodiversidade, combate a incêndios florestais, caça e exploração dos recursos naturais, bem como na coleta de dados científicos.

O diretor de Criação e Manejo do ICMBio, Sergio Brant, destacou que o órgão tem muito interesse nas possibilidades e alternativas de uso dos Vant’s. “É uma ferramenta interessante, que tem uma série de possibilidades de utilização em áreas protegidas: desde fiscalização até o uso público”, afirmou.

O emprego de veículos aéreos não tripulados para a defesa da biodiversidade já é reconhecido como uma estratégia bastante eficaz em alguns continentes, como África e Ásia. Em 2012, o WWF ganhou um prêmio de U$ 5 milhões do Google para um projeto com vistas a reduzir a morte de elefantes e rinocerontes em áreas protegidas na África.

Na Austrália, um experimento de monitoramento do Dugongo – um tipo de mamífero aquático semelhante ao peixe-boi – foi feito com Vant’s e trouxe resultados mais rápidos, mais baratos e mais refinados do que o método tradicionalmente utilizado de enviar um grupo de pesquisadores a bordo de um avião.

A aplicação da tecnologia no cenário brasileiro ainda é tímida ou realizada de forma isolada, especialmente por que a lei que regulamenta seu uso não traz regras claras para este tipo de finalidade.

Nesse sentido, o Projeto Ecodrones está focado em construir um cenário favorável para a utilização de Vant’s na questão ambiental no Brasil nos próximos meses. “Nós não faremos uso recreativo ou comercial deste equipamento, e entendemos que é preciso uma normatização diferente, que contemple e auxilie seu uso com objetivo de conservação do patrimônio natural brasileiro”, disse Oliveira.

Além da regulamentação, ele defendeu que é preciso formar um corpo técnico que seja capacitado e habilitado para pilotar os equipamentos e realizar um planejamento que possibilite voos seguros e eficientes. “É nessa etapa que o grupo de cooperação está concentrando seus esforços”, afirmou Oliveira.

O grupo de cooperação, que foi formado em junho, busca não só planejar como utilizar esta tecnologia e ajudar os órgãos reguladores – como a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) – a construir leis que ajudem e facilitem o uso desses aparelhos para o monitoramento de toda a biodiversidade brasileira.

Este grupo que vem pensando em todas essas questões é formado pelo WWF-Brasil, pela organização não governamental inglesa Conservation Drones, o ICMBio, a Agência Nacional de Águas (ANA), a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Araguaia de Proteção Ambiental, uma organização não-governamental do Estado do Tocantins.

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Planaveg recebe sugestões até 9 de agosto

Via MMA | www.mma.gov.br

Por: Cristina Ávila – Editor: Marco Moreira

Proposta do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa é estratégica, principalmente para a conservação das APPs e reservas legais.

Os brasileiros têm até o dia 9 de agosto para encaminhar sugestões para a proposta do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg). O objetivo é fortalecer políticas públicas que incluem incentivos financeiros, ampliação de mercados e as boas práticas silviculturais necessárias para a regeneração de 12,5 milhões de hectares no País, nos próximos 20 anos, principalmente em áreas de proteção permanente e reservas legais, além de terras degradadas com baixa produtividade.

“É importante que as pessoas participem, pois o plano será aperfeiçoado com o acúmulo de experiências de cada um, incorporando diferentes aprendizados e visões”, esclarece o diretor do Departamento de Conservação da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Alberto Scaramuzza.

LEI ESPECÍFICA

O documento é resultado de uma parceria do MMA com o World Resources Institute (WRI), da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), do Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS), da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ) e da Universidade de São Paulo (USP).

A duração do plano deve ser de 20 anos, em função do tempo natural necessário para a recuperação da vegetação. O governo fará revisão intermediária da implantação da iniciativa em seu décimo ano, além de análises de progressos intermediários em cinco e 15 anos. Essas revisões servirão para ajustar estratégias de eficiência e também para adequação de novas demandas e oportunidades públicas e privadas que deverão surgir ao longo do tempo, além da incorporação de inovações tecnológicas.

O Planaveg baseia-se em oito iniciativas estratégicas: sensibilização da sociedade; aumento da quantidade e qualidade de sementes e mudas; fomento a mercados relativos a produtos e serviços gerados de áreas em recuperação; alinhamento e integração de políticas públicas; desenvolvimento de mecanismos financeiros; expansão de assistência técnica e extensão rural; planejamento e monitoramento espacial; e pesquisa, desenvolvimento e inovação. As sugestões podem ser enviadas até 9 de agosto pelo email planaveg@mma.gov.br

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Novos produtos impulsionam modernização dos sistemas da Emplasa

Via Mundo Geo | www.mundogeo.com

Empresa está em fase final de testes do ID Emplasa e do Sistema de Compartilhamento de Dados

A Emplasa deu mais um importante passo no processo de modernização de seus sistemas de informações, um compromisso assumido nos últimos anos. Por meio da nova interface do Portal EmplasaGeo, os usuários terão acesso ao conteúdo da Infraestrutura de Dados Geoespaciais (ID Emplasa), a partir de seu visualizador de dados geoespaciais, e também ao Sistema de Compartilhamento de Dados (SCD).

Os dois novos produtos entram no ar neste semestre e foram apresentados na última edição da Conferência e Feira de Geomática e Soluções Geoespaciais (MundoGEO#Connect LatinAmerica 2015), em maio.

O Portal EmplasaGeo, lançado em 2014, abriga todos os sistemas de geoinformação disponibilizados on-line pela Emplasa, beneficiados nesta gestão pela tecnologia de computação em nuvem. “A consulta a estes sistemas agora está mais ágil, pois o armazenamento de dados em nuvem permite alta capacidade de acessos simultâneos, de qualquer mídia plugada à Internet, em ambiente amigável e de rápida visualização de informações geoespaciais, como dados de mapeamentos em geral e imagens de grande volume”, salienta o diretor-presidente da Emplasa, Renato Viégas.

Ele também faz questão de destacar o pioneirismo da Emplasa entre as empresas públicas estaduais ao disponibilizar na Web para download toda sua produção técnica, abrigada na Biblioteca Virtual. Em 2014, o acervo bibliográfico das últimas quatro décadas foi ampliado com a inclusão dos relatórios técnicos do Gegran, primeiro órgão metropolitano do Governo do Estado de São Paulo criado em 1967, e pela inserção da Filmoteca da Emplasa.

Novos produtos

A partir do Portal Emplasageo, será possível o acesso do usuário a toda a base de dados da Emplasa, por meio de sua Infraestrutura de Dados Geoespaciais (ID Emplasa) e do banco de metadados associado. A ID Emplasa disponibilizará, por meio do visualizador de dados geoespaciais, todo seu conteúdo e também de outras instituições para visualização via Web, simultaneamente.

Já o Sistema de Compartilhamento de Dados (SCD) surge como uma plataforma de comércio eletrônico para venda e disponibilização das informações produzidas pela Emplasa, ampliando e otimizando o acesso ao seu acervo cartográfico, constantemente atualizado. Tal instrumento visa atender a uma grande demanda de pesquisadores, prefeituras, empresas e público em geral por dados cartográficos. O cliente poderá fazer a consulta, a impressão e a aquisição dos produtos eletronicamente.

Estão disponíveis no Portal EmplasaGeo: o SigaGeo, sistema de gestão de projetos georreferenciados voltados para gestores públicos estaduais; o MapeiaSP, sistema de visualização e impressão de dados com imagens de alta resolução do Estado de São Paulo, no âmbito do Projeto de Atualização Cartográfica do Estado de São Paulo; o EmplasaGeo, sistema de informações úteis ao cidadão, que contém dados estatísticos e informações sobre cultura, patrimônio histórico, utilidade pública e equipamentos de turismo; o UITsGeo, sistema de consulta às Unidades de Informações Territorializadas (UITs), metodologia desenvolvida pela Emplasa que facilita o planejamento urbano, uma vez que permite o estudo detalhado e qualificado do território; e o Modelo Geoidal do Estado de São Paulo, ambiente voltado à obtenção do valor da Ondulação Geoidal, a partir de modelo desenvolvido no âmbito do Projeto Mapeia SP.

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