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Requerimento de imóveis da União deve ser feito pelo Sisrei

Interessados deverão acessar o sistema, preencher o Formulário de Requerimento de Imóvel e aguardar o processo de análise do pedido

A partir de agora, qualquer tipo de solicitação de imóveis da União deverá ser feita por meio do Sistema de Requerimento Eletrônico de Imóveis (Sisrei).

Os interessados deverão acessar o sistema, preencher o Formulário de Requerimento de Imóvel e aguardar o processo de análise do pedido. Todas as fases poderão ser acompanhadas eletronicamente.

Em dezembro do ano passado, foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria nº 318, que regulamenta o uso e aplicação do Sisrei. A portaria estipulou prazo de 30 dias, a contar da data de publicação, para que todos os interessados se adequassem aos procedimentos da nova ferramenta.

Novo sistema

Para a utilização do Sisrei é necessários apenas o cadastramento prévio do órgão ou entidade interessada. Além de facilitar o requerimento de imóveis, ele também trás outros resultados importantes para a gestão patrimonial, como o aumento da transparência, a melhoria da capacidade de planejamento, padronização do processo e a racionalização dos gastos com compra e locação de imóveis.

Fonte: Portal Brasil | www.brasil.gov.br
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Governo discute pendências em licenciamentos ambientais

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, reuniu-se com outros ministros para discutir licenciamentos ambientais de obras pendentes no país. Do encontro, no Palácio do Planalto, participaram representantes da Fundação Nacional do Índio, Fundação Cultural Palmares, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.

A reunião contou com as presenças dos ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, das Minas e Energia, Eduardo Braga, e dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, além de chefes das secretarias de Portos, Edinho Araújo, da Aviação Civil, Eliseu Padilha, e Pesca e Aquicultura, Helder Barbalho.

De acordo com a assessoria de imprensa da Casa Civil, nenhum licenciamento específico foi discutido. Também não foi tomada qualquer decisão sobre o assunto.

O debate ocorreu tendo como base a Portaria Interministerial 419/2011, que regulamenta a atuação dos órgãos da Administração Pública Federal envolvidos no licenciamento ambiental.

A ideia da reunião é, com mediação da Casa Civil, nivelar o conhecimento dos órgãos do governo sobre o tema.

Fonte: EBC | www.ebc.com.br
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Usucapião Familiar – Artigo 1240-A do Código Civil

NOVA REDAÇÃO:

Art. 1.240-A. Aquele que exercer, por 2 (dois) anos ininterruptamente e sem oposição, posse direta, com exclusividade, sobre imóvel urbano de até 250m² (duzentos e cinquenta metros quadrados) cuja propriedade divida com ex-cônjuge ou ex-companheiro que abandonou o lar, utilizando-o para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio integral, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. (Incluído pela Lei nº 12.424, de 2011)

§ 1o O direito previsto no caput não será reconhecido ao mesmo possuidor mais de uma vez.

o ex-cônjuge ou ex-companheiro que continue a habitar o imóvel abandonado pelo outro pode requerer em juízo a integralidade da propriedade, que antes era mantida em regime de condomínio entre o casal, desde que não seja proprietário de outro imóvel.

O ato de abandonar o lar deve ser voluntário e injustificado, o cônjuge pretendente em usucapir deverá, como requisito, demonstrar que a saída do lar se deu injustificadamente.

O marco inicial para ingressar com a ação é do divórcio ou dissolução da união estável (separação de fato), ou seja, deve ser demonstrado que houve a existência da relação e sua respectiva dissolução, por exemplo, casal divorciado após edição da Lei, reconhecido no termo de audiência um imóvel em comum e durante a posse direta do cônjuge que habita a residência sem oposição por dois anos ininterruptos, poderá requerer em juízo a fração do ex-cônjuge.

REQUISITOS:

a) O imóvel ter área inferior a 250 m²;
b) Abandono de lar por um dos ex-cônjuges ou ex-companheiros;
c) Exercício de posse pela parte inocente pelo menos dois anos a partir do abandono do lar, sem oposição;
d) A parte requerente não ser proprietária de outro imóvel urbano ou rural;
e) A parte requerente não ter sido beneficiada pelo mesmo instituto ainda que no âmbito de outra relação afetiva.

Fonte: www.jcmoraes.wordpress.com
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usucapiao

Resumo: Usucapião – Espécies e Requisitos

A usucapião se dá pela:
a) posse mansa;
b) pacífica;
c) contínua.

A exceção dos bens públicos, todos os outros são passíveis de usucapião.
Usucapião não se confunde com a prescrição aquisitiva, já que esta somente opera a perda do direito de ação, e nunca a aquisição.
Como efeito da posse e modo de aquisição da propriedade, a usucapião pode ser invocada como argumento de defesa, no curso do processo. Contudo, não pode ser alegada nas seguintes situações:
a) durante a vigência da condição suspensiva pois ela, como modalidade do ato ou do negócio jurídico, impede a aquisição de direitos enquanto não se verificar o evento futuro e incerto;
b) durante ação de evicção;
c) com a citação pessoal do devedor;
d) com o ato judicial que constitui o devedor em mora;
e) com o protesto;
f) com a apresentação do título de crédito no juízo do inventário ou em concurso de credores.

ESPÉCIES
I – CÓDIGO CIVIL
1) USUCAPIÃO ORDINÁRIA/COMUM

Bem imóvel: CC 1242 e 1379 parágrafo único (servidão)
Bem móvel: CC 1260

Requisitos:

Além de posse mansa, pacífica e contínua
a) Boa-fé;
b) Justo Título;
***obs: O justo título em todos os casos de usucapião ocorre com a apresentação de qualquer documento demonstrativo da legitimidade da posse, desde que, quando particular, tenha a assinatura de duas testemunhas. Ex: contrato de compra e venda.
Prazo de posse contínua:
a) 10 anos para bens imóveis;
b) 3 anos para bens móveis.

1.2) USUCAPIÃO ORDINÁRIA HABITACIONAL

CC art. 1242 parágrafo único

Requisitos:

Além de posse mansa, pacífica e contínua
a) Finalidade habitacional (em solo urbano);
b) Boa-fé;
c) Justo Título;
Prazo de posse contínua:
a) 5 anos.
Obs: não existe qualquer tipo de especificação sobre limite de área.

1.3) USUCAPIÃO ORDINÁRIA PRO LABORE

CC art. 1242 parágrafo único

Requisitos:
Além de posse mansa, pacífica e contínua
a) Finalidade de exploração econômica no imóvel, atividade laboral -extrativista, pecuária ou agrícola – (terras rurais);
b) Boa-fé;
c) Justo Título;
Prazo de posse contínua:
a) 5 anos.
Obs: não existe qualquer tipo de especificação sobre limite de área.

2) USUCAPIÃO EXTRAORDINÁRIA

Bem imóvel: CC art. 1238
Bem móvel: CC art. 1260

Requisitos:
É necessária a posse mansa e continua, contudo, não se exige boa-fé ou justo título.
Prazo de posse contínua:
a) 15 anos para bem imóvel;
b) 5 anos para bem móvel;

2.1 USUCAPIÃO EXTRAORDINÁRIA HABITACIONAL

CC art. 1238 parágrafo único.

Requisitos:
É necessária a posse mansa e continua de imóvel urbano para fins de moradia, contudo, não se exige boa-fé ou justo título.
Prazo de posse contínua:
a) 10 anos.
Obs: não existe qualquer tipo de especificação sobre limite de área.

2.2 USUCAPIÃO EXTRAORDINÁRIA PRO LABORE

CC art. 1238 parágrafo único.

Requisitos:
É necessária a posse mansa e continua de imóvel rural para fins de exploração econômica (extrativista, pecuária ou agrícola), contudo, não se exige boa-fé ou justo título.
Prazo de posse contínua:
a) 10 anos.
Obs: não existe qualquer tipo de especificação sobre limite de área.

II – CONSTITUIÇÃO FEDERAL (CF/1988)
1) USUCAPIÃO CONSTITUCIONAL HABITACIONAL (pro morare ou pro misero)

CF art. 183 e CC art. 1240

Requisitos:
a) Não se exige boa-fé ou justo título;
b) O imóvel URBANO não pode ultrapassar 250 m²;
c) O possuidor não pode ser titular de outro imóvel seja ele rural ou urbano.
Prazo de posse contínua:
a) 5 anos.

1) USUCAPIÃO CONSTITUCIONAL PRO LABORE

CF art. 191 e CC art. 1239

Requisitos:
a) Não se exige boa-fé ou justo título;
b) O imóvel RURAL não pode ultrapassar 50 Hm²;
c) O possuidor não pode ser titular de outro imóvel seja ele rural ou urbano.
Prazo de posse contínua:
a) 5 anos.

** Muito embora o Enunciado 313 da IV Jornada do CJF tenha entendido que tanto na usucapião constitucional urbano quanto no rural não é possível o desmembramento de área a fim de atingir o limite máximo, a melhor orientação está no sentido de que compete ao juiz aferir a possibilidade de desmembramento de área, junto ao Registro de Imóveis, para fins de concessão do direito de usucarpir, dando real cumprimento à função social da propriedade.

III – LEI 6.969/1981
1) USUCAPIÃO POR INTERESSE SOCIAL

Requisitos:
a) Não se exige boa-fé ou justo título;
b) O imóvel RURAL não pode ultrapassar 25 Hm²;
c) O possuidor e os membros de sua família não podem ser titular de outro imóvel seja ele rural ou urbano.
Prazo de posse contínua:
a) 5 anos.
Obs:
a) Trata-se inegavelmente de uma modalidade de usucapião pro labore, contudo, mesmo com a instituição da usucapião constitucional pro labore ela não foi revogada, visto que admite a usucapião de terras devolutas;
b) Nesta modalidade a concessão não ocorre somente via judiciário, ela também pode ocorrer administrativamente;
c) Proíbe-se, entretanto, a usucapião de área de segurança nacional, de área indígena e de área de proteção ambiental.

IV – LEI 10.257/2001
1) USUCAPIÃO URBANA (ESTATUTO DA CIDADE)

Também chamada de usucapião para pessoas de baixa renda
Requisitos:
a) Não se exige boa-fé ou justo título;
b) Deve ocorrer de forma coletiva (composse), onde não seja possível mensurar com precisão a área de posse de cada um;
c) A área deve ter MAIS que 250m²;
d) O possuidor não pode ser titular de outro imóvel seja ele rural ou urbano.
Prazo de posse contínua:
a) 5 anos.
__________________________________________________________

FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE:

URBANA: CF art. 182, § 2º;
RURAL: CF art. 186.
__________________________________________________________

USUCAPIÃO FAMILIAR

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Retificação de área de imóvel rural diretamente no cartório de registro de imóveis

Angélica Aparecida Sezini

Com a edição da Lei n° 10.931 em 02 de agosto de 2004, que alterou a Lei de Registros Públicos, tornou-se possível proceder a retificação de área de imóvel rural diretamente no Cartório de Registro de Imóveis sem a necessidade de se recorrer ao Judiciário.

Com a modificação dos artigos 212 e 213 da Lei n° 6.015/73, novos procedimentos foram adotados possibilitando aos proprietários de imóveis cujas certidões contêm erros a regularizar sua situação perante o próprio Cartório.

A retificação de área de um imóvel é um procedimento que permite a correção de seu registro ou averbação. Antigamente, a retificação só era possível via procedimento judicial, num processo longo e demorado. Hoje, entretanto, com a nova Lei, isto não é necessário. Tudo ficou muito mais simples. Vejamos o que diz a Lei:

“Art. 212. Se o registro ou a averbação for omissa, imprecisa ou não exprimir a verdade, a retificação será feita pelo Oficial do Registro de Imóveis competente, a requerimento do interessado, por meio do procedimento administrativo previsto no art. 213, facultado ao interessado requerer a retificação por meio de procedimento judicial.

Parágrafo único. A opção pelo procedimento administrativo previsto no art. 213 não exclui a prestação jurisdicional, a requerimento da parte prejudicada.

Assim, o próprio oficial do Registro pode promover a retificação a pedido do interessado ou de oficio, ou seja, por iniciativa própria, independentemente de solicitação.

Convém lembrar que tal procedimento, entretanto, não afasta a atuação do Poder Judiciário que poderá intervir a qualquer momento, se for requerido.

QUANDO É NECESSÁRIA A RETIFICAÇÃO

Segundo a Nova Lei Federal devem ser retificadas os registros que se encontrarem nas situações abaixo descritas:

Art. 213. O oficial retificará o registro ou a averbação:

I – de ofício ou a requerimento do interessado nos casos de:

a) omissão ou erro cometido na transposição de qualquer elemento do título;

b) indicação ou atualização de confrontação;

c) alteração de denominação de logradouro público, comprovada por documento oficial;

d) retificação que vise a indicação de rumos, ângulos de deflexão ou inserção de coordenadas georeferenciadas, em que não haja alteração das medidas perimetrais;

e) alteração ou inserção que resulte de mero cálculo matemático feito a partir das medidas perimetrais constantes do registro;

f) reprodução de descrição de linha divisória de imóvel confrontante que já tenha sido objeto de retificação;

g) inserção ou modificação dos dados de qualificação pessoal das partes, comprovada por documentos oficiais, ou mediante despacho judicial quando houver necessidade de produção de outras provas;

II – a requerimento do interessado, no caso de inserção ou alteração de medida perimetral de que resulte, ou não, alteração de área, instruído com planta e memorial descritivo assinado por profissional legalmente habilitado, com prova de anotação de responsabilidade técnica no competente Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA, bem assim pelos confrontantes.

Nos casos descritos no item I, tanto o proprietário pode requerer as modificações quanto o próprio oficial do cartório poderá fazê-las. Já nos casos descritos no item II, somente através de solicitação do proprietário e que a retificação poderá ser feita.

COMO FAZER A RETIFICAÇÃO ADMINISTRATIVA

Alguns procedimentos devem ser atendidos pelo proprietário que tiver interesse em proceder a retificação.

O proprietário, ou procurador devidamente constituído, deverá se dirigir ao Cartório de Registro de Imóveis onde está situada a propriedade objeto da retificação, local em que apresentará seu requerimento. Deverá estar munido de planta e memorial descritivo assinado por profissional legalmente habilitado, com prova de anotação de responsabilidade técnica no competente Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA, bem assim pelos confrontantes.

Importante salientar que se a planta não contiver a assinatura de algum confrontante, este será notificado pelo Oficial de Registro de Imóveis competente, a requerimento do interessado, para se manifestar em quinze dias, promovendo-se a notificação pessoalmente ou pelo correio, com aviso de recebimento, ou, ainda, por solicitação do Oficial de Registro de Imóveis, pelo Oficial de Registro de Títulos e Documentos da comarca da situação do imóvel ou do domicílio de quem deva recebê-la.

A notificação, segundo a legislação vigente, será dirigida ao endereço do confrontante constante do Registro de Imóveis, podendo ser dirigida ao próprio imóvel contíguo ou àquele fornecido pelo requerente; não sendo encontrado o confrontante ou estando em lugar incerto e não sabido, tal fato será certificado pelo oficial encarregado da diligência, promovendo-se a notificação do confrontante mediante edital, com o mesmo prazo fixado no § 2º, publicado por duas vezes em jornal local de grande circulação.

Não havendo impugnação, presumir-se-á a anuência do confrontante mesmo que este não assine a planta.

Por outro lado, pode ocorrer de algum dos confrontantes impugnar o pedido. Neste caso, havendo impugnação e se as partes não tiverem formalizado transação amigável para solucioná-la, o oficial remeterá o processo ao juiz competente, que decidirá de plano ou após instrução sumária, salvo se a controvérsia versar sobre o direito de propriedade de alguma das partes, hipótese em que remeterá o interessado para as vias ordinárias.

O profissional que elaborar mapas e memoriais descritivos responsabiliza-se pelos dados ali constantes, porém, verificando-se, a qualquer tempo não serem verdadeiros os fatos constantes do memorial descritivo, responderão os requerentes e o profissional que o elaborou pelos prejuízos causados, independentemente das sanções disciplinares e penais cabíveis.

CONCLUSÃO

Com esta inovação, qualquer pessoa, proprietária de imóveis rurais enquadradas nas situações já especificadas acima, poderá ir diretamente ao cartório de registro de imóveis e solicitar que seja retificado o registro de sua propriedade, isto de forma simples, rápida e bem menos onerosa, tendo-se em vista que o antigo procedimento judicial, além dos altos custos aos proprietários, arrastava-se anos perante o Judiciário até chegar a uma solução.

Fonte: Âmbito Jurídico 

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TJSP: Publicado Comunicado Nº 55/2015- Certificado de Cadastro de Imóveis CCIR

COMUNICADO CG Nº 55/2015

PROCESSO Nº 2006/4162 – BRASÍLIA – MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO – INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA – INCRA

A Corregedoria Geral da Justiça publica, para conhecimento geral, o Ofício Circular nº 33/2014/DFC/Incra, comunicando o lançamento do Certificado de Cadastro de Imóveis Rurais – CCIR 2010 – 2014.

Para ver o documento completo clique aqui.

Fonte: Iregistradores 

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Medidas para evitar o desperdício de água

Com o aumento de cerca de 40% no consumo de água no verão e a crise hídrica na Região Sudeste, aumenta a preocupação com o desperdício no estado. Nesta quinta-feira, pela primeira vez desde a criação, o reservatório de Paraibuna, o maior do Paraíba do Sul, atingiu o volume morto. A Cedae, até o momento, não prevê a necessidade de racionamento, mas especialistas recomendam algumas medidas simples que podem ser tomadas para reduzir o consumo, já que a chuva prevista para os próximos dias será insuficiente para elevar o volume dos reservatórios.

Confira abaixo algumas dicas para um consumo mais consciente, evitando o desperdício de água:

Banho. Procure tomar banhos rápidos, de no máximo 15 minutos. Molhe o corpo e feche a torneira. Após se ensaboar, abra a torneira para se enxaguar.

Torneira fechada. Na hora de escovar os dentes, o melhor é deixar a torneira fechada. De preferência, coloque água num copo e use o conteúdo para enxaguar a boca. Para fazer a barba, também não deixe a água escorrendo. É bom lembrar que, com a torneira aberta, pode-se gastar de 12 a 20 litros de água por minuto.

Máquina de lavar. Acumule roupa. Lave as peças individuais à mão.

Jardins. Não use mangueira. Dê preferência a regadores.

 Carro. Também não utilize mangueira para lavar o veículo. O melhor é usar esponja e água acondicionada em um balde.

Lavar louça. Ensaboe na pia toda a louça com a torneira fechada e, depois, enxágue. No caso de máquina de lavar, só use na capacidade plena.

Calçadas. Ao lavar a calçada, não use a mangueira como se fosse vassoura. Utilize uma vassoura de verdade e, depois, jogue um balde d’água. Essa medida pode resultar numa economia de até 250 litros.

Fonte: O Globo

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Integração Nacional finaliza georreferenciamento de perímetros públicos de Sergipe

A iniciativa abrange área de aproximadamente 15.500 hectares e contribuirá para a regularização fundiária na região

O georreferenciamento dos perímetros irrigados de Propriá, Contiguiba/Pindoba e Betume, no Baixo São Francisco em Sergipe, já está em fase de finalização. A ação é promovida pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), empresa pública vinculada ao Ministério da Integração Nacional (MI), com recursos repassados por esta Pasta.

A iniciativa, que abrange área de aproximadamente 15.500 hectares, contribuirá para a regularização fundiária dos perímetros da região. O georreferenciamento permite a disponibilização de dados mais precisos sobre áreas produtivas desses projetos e a gestão mais eficiente dos perímetros irrigados.

“Com o cadastro e georreferenciamento dos lotes, será possível acompanhar com mais precisão a produção nos lotes dos perímetros irrigados, com melhor monitoramento dos níveis de produtividade alcançados pelos agricultores”, explica o gerente regional de Irrigação da 4ª Superintendência da Codevasf em Sergipe, Ricardo Martins.

De acordo com informações da empresa, o serviço foi dividido em duas etapas: elaboração do cadastro físico de reconhecimento e elaboração de cadastro físico-fundiário, agrícola, jurídico e econômico-social. A conclusão está prevista para fevereiro deste ano.

Essa não é a única melhoria que a Codevasf promove nos perímetros irrigados de Propriá, Contiguiba/Pindoba e Betume. Com recursos repassados pelo MI, a companhia reabilita e constrói canais de irrigação nos locais.

Fonte: Ministério da Integração Nacional

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Metodologias avaliatórias

As metodologias normalizadas, em geral, atendem às necessidades do mercado imobiliário tradicional, priorizando os imóveis de utilidade particular, desejabilidade econômica do lucro e temporaneidade conhecida.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), através da NBR 14653-1, no item 8.2 relaciona e define os métodos para identificar o valor de um bem, de seus frutos e direitos:

Método comparativo direto de dados de mercado: Identifica o valor de mercado do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra.

Método involutivo: Identifica o valor de mercado do bem, alicerçado no seu aproveitamento eficiente, baseado em modelo de estudo de viabilidade técnico-econômica, mediante hipotético empreendimento compatível com as características do bem e com as condições do mercado no qual está inserido, considerando-se cenários viáveis para execução e comercialização do produto.

Método evolutivo: Identifica o valor do bem pelo somatório dos valores de seus componentes. Caso a finalidade seja a identificação do valor de mercado, deve ser considerado o fator de comercialização.

Método da capitalização da renda: Identifica o valor do bem, com base na capitalização presente da sua renda líquida prevista, considerando-se cenários viáveis.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), através da NBR 14653-1, no item 8.3 relaciona e define os métodos para identificar o custo de um bem:

Método comparativo direto de custo: Identifica o custo do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra.

Método da quantificação de custo: Identifica o custo do bem ou de suas partes por meio de orçamentos sintéticos ou analíticos a partir das quantidades de serviços e respectivos
custos diretos e indiretos.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), através da NBR 14653-1, no item 8.4 relaciona e define os métodos para identificar indicadores de viabilidade da utilização econômica de um empreendimento:

Métodos para identificar indicadores de viabilidade da utilização econômica de um empreendimento: Os procedimentos avaliatórios usuais com a finalidade de determinar indicadores de viabilidade da utilização econômica de um empreendimento são baseados no seu fluxo de caixa projetado, a partir do qual são determinados indicadores de decisão baseados no valor presente líquido, taxas internas de retorno, tempos de retorno, dentre outros.

Conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), através da NBR 14653-1, no item 7.5 define a escolha da metodologia:

A metodologia escolhida deve ser compatível com a natureza do bem avaliando, a finalidade da avaliação e os dados de mercado disponíveis.

Para a identificação do valor de mercado, sempre que possível preferir o método comparativo direto de dados de mercado, que é o método mais utilizado na avaliação de imóveis urbanos.

Método comparativo direto de dados do mercado: É aquele em que o valor do bem é estimado através da comparação com dados de mercado assemelhados quanto às características intrínsecas e extrínsecas, ou seja, imóveis similares que foram comercializados ou encontram-se em oferta. É condição fundamental para a aplicação deste método a existência de um conjunto de dados que possa ser tomado estatisticamente como amostra do mercado, pois o valor é obtido pela comparação entre um conjunto que possui atributos semelhantes aos bens avaliados.

Fonte: Revista On-Line IPOG – Julho de 2013

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Avaliação de Imóveis

Texto publicado pelo IBAPE – Bahia em 2004, porém extremamente atual:

Avaliação de Imóveis é a especialização dentro da Engenharia que tem experimentado crescimento significativo nos últimos 10 anos, tanto no que se refere uso de conhecimento científico moderno nas áreas de Estatística, Econometria, Economia, Finanças e Sociologia, como no que diz respeito aos recursos tecnológicos como computadores e equipamentos digitais de última geração.

O número de profissionais e empresas que se dedicam exclusivamente a esta atividade é crescente, na medida em que também cresce a demanda por trabalhos qualificados e confiáveis para realização de bons negócios entre investidor e devedor, onde a garantia é o imóvel ou empreendimento imobiliário.

A partir da estabilização da moeda, o mercado imobiliário modificou-se completamente em relação ao que vinha acontecendo. Com o fim da hiper-inflação, que transformava rapidamente as Vantagens de um negócio em Desvantagens, ficou mais fácil visualizar o caminho mais seguro para um Investimento Imobiliário.

A exemplo do que já acontecia em países de economia estabilizada, o mercado imobiliário brasileiro começa a atrair investidores externos, acostumados com o que pode ser Comprovado, e totalmente avessos ao “Achismo”.

Com isto, Empresa especializada em Avaliações de Imóveis que não investir em treinamento, pesquisa de novas técnicas e tecnologia de ponta, em pouco tempo estará fora do mercado avaliatório, deixando a cobiçada demanda dos grandes investidores aos cuidados das Multinacionais do Mercado Imobiliários (Richard Ellis, Cushman & Wakefield, Jones Lang LaSalle, etc.).

Fonte: IBAPE Bahia

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